Com uma formação multidisciplinar que une Direito, Inovação e Ciência e Tecnologia, e uma vasta experiência prática no ecossistema de startups e deeptechs, posso oferecer um suporte estratégico e especializado para que deeptechs possam superar seus desafios e prosperar.
Baseado no European Innovation Scoreboard (EIS) e em definições de referência (OECD, Hello Tomorrow):
Sua tecnologia:
Surge de pesquisa acadêmica ou descobertas científicas (ex.: IA quântica, edição genética CRISPR).
Requer novos conhecimentos em física, química, biologia ou ciência da computação (não apenas aplicações de software existentes).
Exemplo: Se você desenvolve baterias de estado sólido com novos materiais (e não apenas otimiza modelos de negócio para baterias tradicionais).
Tempo para mercado: Leva 5+ anos para chegar a um produto viável.
Riscos técnicos: Alta incerteza sobre a viabilidade da tecnologia (ex.: falha em protótipos, escalabilidade).
Exemplo: Biossensores para diagnóstico médico que exigem anos de validação clínica.
Investimento inicial: Requer alto capex em P&D, equipamentos ou infraestrutura (ex.: laboratórios, fábricas piloto).
Fontes de financiamento: Principalmente fomentos governamentais e venture capital especializado.
Patentes ou segredos industriais: Sua vantagem competitiva está protegida por IP não trivial (ex.: algoritmos patenteados, processos químicos exclusivos).
Exemplo: Uma startup de fotônica com patentes em chips ópticos.
Resolve problemas complexos: Mudança de paradigma em setores como saúde, energia ou indústria.
Exemplo: Fusão nuclear compacta.
Sua tecnologia exigiu +3 anos de pesquisa básica antes do Mínimo Produto Viável?
>50% da equipe tem PhD ou mestrado em STEM?
Você já depositou patentes ou publicou em journals científicos?
O produto final não existiria sem avanços científicos recentes?
O financiamento inicial veio de Fomentos de pesquisa?
Se maioria for SIM, sua startup é provavelmente deep tech.
Te convido a marcar uma agenda pra falarmos mais sobre!
Utilizando metodologias como Design Thinking e Go To Market, auxilio na validação da sua tecnologia e na construção de um modelo de negócio sólido e escalável, um passo crucial para o sucesso de qualquer deep tech.
Como articuladora de ecossistemas, conecto sua deep tech a investidores, mentores, parceiros estratégicos e outros players importantes para o desenvolvimento do seu negócio.
Como mentora da Associação Brasileira de Startups, da PUC Angels e de vários programas de inovação pelo Brasil, oriento na preparação para captação de investimentos, desde a estruturação do pitch até a negociação com investidores.
Com a minha formação em Direito, ofereço uma visão estratégica sobre os desafios regulatórios e de propriedade intelectual que são tão comuns no universo das deep techs, ajudando a proteger seus ativos e a operar em conformidade.
Minha missão é clara: desbloquear o potencial das Deep Techs brasileiras, transformando descobertas científicas em soluções que impactam o real.
Atuo como uma ponte estratégica entre laboratórios e mercados, e como Conselheira da ABSTARTUPS (25/26), do INEI - Instituto Nacional de Empreendedorismo e Inovação instituições que tem como missão o desenvolvimento economico e social do país.
Estou conselheira da Atena ESG e da Nova Urbs, e atuo como advisor para diversas startups deep techs, sempre trabalhando ativamente para expandir esse horizonte.
Essa é a minha luta: garantir que a ciência e a inovação brasileiras assumam o papel de protagonistas que merecem, valorizando cada hora de pesquisa e cada patente, e construindo um futuro mais justo e sustentável para o país.
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