Me inscrevi nesse seminário buscando mais conhecimento sobre gêneros multimodais e sua utilização na minha área, inglês, para tornar as aulas que eu venha a ministrar menos convencionais e mais dinâmicas.
Tenho plena consciência de que tudo o que eu venha a aprender seja bastante proveitoso para a minha formação, pois já no primeiro encontro conheci duas ferramentas interessantes que me ajudarão no futuro como professor. O Jamboard pode funcionar como um brainstorming virtual, caso eu tenha a estrutura necessária para utilizá-la em sala de aula, podendo também ser uma maneira de organizar virtualmente as ideias que os alunos venham a dar por escrito, ou mesmo, de ensinar as estruturas frasais de uma forma visual e interativa.
Devido à dinâmica da primeira aula, eu tinha muitas expectativas quanto a essa aula, esperava que fossem abertos novos horizontes para utilização e integração de elementos tecnológicos na educação. Mas, como tudo referente à educação, antes tivemos que debater sobre as teorias sobre o letramento.
Dando prosseguimento à temática do letramento e seus conceitos, abordamos os erros de utilização de métodos, descobrindo que não existe uma receita para tal. Depois, vimos exemplos quanto à sua aplicação prática.
O que me impressionou mesmo, foi a descoberta de uma ferramenta dentro do Google Drive, que utilizo há uns 7 anos, mas não fazia ideia que estava lá. Como sou da geração que escrevia blogs, bligs e (tsc) depoimentos no Orkut, não tive uma curva de aprendizado tão difícil ao criar a minha página no Google Sites.
Já no Kahoot, tive problemas com a tela, que não me apresentava as questões, apenas as alternativas, foi meio frustrante, mas não significou tanto quanto a alegria ao descobrir o Google Sites.
Como mencionei antes, o destaque da aula foi o Google Sites que, com certeza, me parece recomendável para todos os tipos de alunos, tanto para os que querem mostrar algo próprio para o maior número de pessoas possível, quanto para aqueles que querem apenas um diário virtual, acessado por quem eles queiram mostrar ou apenas para si próprios.
O encontro dessa semana me pareceu meio corrido, talvez, devido ao pouco tempo que temos para debatermos e aprendermos a trabalhar com as novas ferramentas apresentadas, MIRO e MENTIMETER, que, apesar de amigáveis, precisariam de um tempo maior para uma melhor interação.
O trabalho em grupo deu-se de maneira confusa a princípio, muito devido a essa nova maneira de interação, mas com o decorrer da tarefa e com uma grande ajuda dos professores, até que nos saímos bem.
Quanto aos textos, um complementa o outro, apesar de abordarem o mesmo tema sob diferentes óticas, um funcionando como guia e o outro como catálogo de descrições e definições.
Talvez o próximo encontro tenha um conteúdo mais enxuto e possa ser mais proveitoso em nosso pouco tempo juntos.
O tempo de aula ainda é nosso maior inimigo, mesmo sabendo que os professores buscam sintetizar o conteúdo para um melhor aproveitamento do tempo. Pensando sobre isso, acabei lembrando de uma fala do personagem Merovíngio, de The Matrix Reloaded e The Matrix Revolutions, quando ele diz a Neo, mais ou menos assim: "como conseguiremos mais tempo se o gastamos tentando obter mais tempo", mas é compreensível esse dilema, já que, tentamos absorver tudo o que nos é dito durante as aulas.
O tempo inimigo nos faz valorizar cada momento de interação, algo que necessitamos nesse período de reclusão pelo qual passamos, tanto que, por vezes, parecemos querer os holofotes sobre nós, talvez seja algo subconsciente, quem sabe? Mesmo assim, buscamos expor nossos questionamentos e instigar aos colegas, durante a tarefa em grupo, o debate.
Acho que, essas tarefas em grupo, em equipe, nos fazem formar laços com colegas que, apesar de jamais termos tido contato prévio, nos parecem velhos conhecidos, assim como os professores que, sempre aparecem para nos tirar algumas dúvidas que tenham ficado sem solução.
Quanto aos textos, a inter-relação entre ambos é bastante aparente, explicitando a relação entre letramento, redes sociais e sala de aula, entretanto, mesmo com a insistência na integração dos ambientes virtual e real, sabemos que a realidade atual da educação torna um tanto quanto proibitiva e utópica essa realização, já que vivemos em um país onde a educação é sucateada em prol do enriquecimento ilícito das mais variadas castas políticas, o que não é novidade para nenhuma para nós que escolhemos abraçar a docência e buscar fazê-la melhorar.
O encontro dessa semana foi bastante proveitoso e complementou os assuntos que abordamos anteriormente, em se tratando de letramento digital. No entanto, como a tecnologia parece evoluir cada vez mais rápido, os textos parecem um pouco datados quando tratam de ferramentas tecnológicas, mas isso é pouco sentido, já que, durante as aulas, os professores apresentam ferramentas mais modernas para lidar com a educação e o letramento nessa década que se inicia.
Falando em ferramentas tecnológicas, o "Sli.do" se apresentou como uma boa adição às opções apresentadas até então.
Os textos da semana se relacionam quando tratam sobre a desigualdade da sociedade brasileira quanto ao acesso às tecnologias, que está muito abaixo do necessário, e sua utilização junto à educação.
Lembro de quando estava na escola e da precariedade tecnológica oferecida pelo sistema educacional público e, mesmo a escola possuindo um laboratório de informática, o acesso a ele era bastante restrito e condicionado à supervisão de professores com pouco conhecimento. Hoje em dia, apesar do conhecimento, não temos como trabalhar com letramento digital o quanto gostaríamos, muito devido ao sucateamento da educação, mas também, devido à restritiva acessibilidade tecnológica de grande parte da sociedade, que tão bem conhecemos.
Aqui está o resultado de um trabalho cooperativo, com uma equipe formada em sala de aula.
A aula foi bastante proveitosa, com o distanciamento social precisamos desse tipo de interação, precisamos trabalhar em grupo, em equipe, pois se não tivermos esse tipo de atividade durante a faculdade, como seremos professores abertos a sugestões quando estivermos em sala de aula?
Sobre o uso do Power Point, considero a ferramenta mais simples e acessível, em se tratando de tecnologia em sala de aula. Já utilizei de forma coletiva para apresentações durante o meu curso de letras aqui na Unisinos, se bem que, as sugestões eram dadas por todos os componentes, mas eram colocadas em slides por um dos membros do grupo apenas.
Sobre a leitura da semana, ela nos demonstrou o quanto necessitamos da escrita, do letramento, que somos dependentes de interação, de prática de escrita e de leitura. Que no mundo em que vivemos atualmente, temos maneiras próprias de nos comunicarmos nos ambientes digitais, linguagens próprias que são absorvidas diariamente, na forma de gírias, ou mesmo, convenções que acabam se tornando populares sem percebermos, como a utilização da caixa alta (CAPS LOCK) na escrita para demonstrarmos que estamos 'falando' alto, ou seja, 'gritando pelas pontas dos dedos', só para citar um exemplo.
Essa semana minha internet estava ruim, então tive que reiniciar algumas vezes o Teams, mesmo assim, conseguimos trabalhar em grupo, se bem que muitos componentes do grupo, foram direto para o site do mapa mental, o que acabou desconectando um pouco a discussão do que foi colocado no mapa.
Para a tarefa em duplas, utilizamos o LUCIDCHART em acordo, o que tornou o trabalho mais conciso, apresentando os aspectos importantes que discuti com o Ranieri, utilizando o Whatsapp. A ferramenta nos abriu um leque de opções e nos fez compreender como funciona. Apesar de ter um funcionamento semelhante ao MindMeister, que foi a outra ferramenta que já tínhamos utilizado para fazer mapas mentais.
Sobre o texto de Rojo, o destaque foi para a evolução do aprendizado até tornar-se letramento propriamente dito, a evolução dos conceitos de leitura e letramento, da simples decodificação para a interação com o texto e as réplicas a partir da compreensão do que que foi lido.
Como mencionei anteriormente, o mapa mental em dupla com Ranieri foi sendo construído a partir de conversas pelo Whatsapp, os rascunhos de conceitos e palavras-chave foram sendo colocados aleatoriamente no PowerPoint para smartphone e, depois de concordarmos com os resultados, transpusemos para o LUCIDCHART, obtendo um mapa mental sintetizado do que aprendemos nos encontros do seminário.
O encontro da semana foi bastante produtivo, quanto ao trabalho em equipe, no Storyboard That, todos opinando quanto ao que deveríamos fazer para sintetizar o conteúdo do artigo. Mas como nem tudo são flores, o tempo foi muito curto para tal tarefa, já que, com tantas sugestões, a conclusão da tarefa acabou se tornando uma missão impossível, pois esse tipo de trabalho depende muito de planejamento prévio: argumento, roteiro, aprendizado sobre a ferramenta e conseguir colocar as sugestões de maneira a não excluir ninguém. Entendemos que a tarefa em si é o foco no andamento, organização e participação e, tendo esse ponto de vista, a tarefa, mesmo não sendo finalizada, foi bem sucedida.
O artigo trouxe a reflexão sobre nossas funções como docentes, trabalhando com as adversidades político-sociais para realizarmos nosso trabalho de maneira honesta e inclusiva. Não esquecendo que, quando estivermos praticando a profissão, teremos que superar muitos obstáculos dos mais variados tipos e isso é o que nos fará realmente realizados.
Minha internet estava terrível, por isso só pude assistir a aula gravada, mas vi que a apresentação dos storyboards que havíamos começado na aula anterior foram concluídos de maneira satisfatória.
Quanto ao texto, durante a leitura, recordei-me de muito da minha trajetória tecnológica: os nicknames que são tão necessários para que possamos ter uma vida em rede, muitas vezes tornando-se nossos cartões de visitas e nos apresentando diferente do que somos fora do mundo digital; as pesquisas de opinião que chegam ao nosso email, pedindo para que opinemos sobre algum produto ou serviço utilizado previamente; as bolhas sociais que formamos devido à opção de bloquear ou excluir alguém de nossa vida online, que nos deprime ao nos depararmos com o mundo real tão cheio de críticas e problemas que, inconscientemente, nos privamos ao utilizarmos dessas ferramentas tão presentes nas redes sociais; e a luta diária contra o Deus Ex Machina, que parece nos espionar 24 horas por dia e que parece nos manipular sugerindo/obrigando-nos a fazer constantes atualizações de status, adicionarmos outras pessoas ao nosso círculo de amizade virtual e parabenizarmos ilustres desconhecidos por seus aniversários.
A criação de minha tecnobiografia evoluiu e foi além do storyboard que me propus, pois ao coletar material para organizá-la fui me deparando com coisas importantes, tanto que, chegou ao momento em que eu estava deixando coisas para trás, devido ao tempo limitado, mas o resultado reflete muito do que aconteceu e que formou quem eu sou, influenciado pelo avanço tecnológico constante em minha vida. Optei por não colocar legendas descrevendo o período de tempo ou o que aquilo significou, pois queria chegar a um resultado visual e sonoro que desse a devida imersão ao que os outros sentiriam ao relembrar fatos semelhantes ocorridos em suas próprias vidas: a primeira televisão, o primeiro videogame, o primeiro telefone, o primeiro computador, a primeira rede social, etc.
A descoberta do FLIPGRID me fez sentir o mesmo que senti ao descobrir o YouTube, lá nos anos 2000: um local de infinitas possibilidades.
Quanto à avaliação do GA, me agradou bastante esse tipo de avaliação, pois me sinto bastante confortável com a possibilidade de criar conteúdos audiovisuais.
Li Paulo Freire algumas vezes durante o curso de Letras, e nessas vezes parece que os livros abordam assuntos que deveriam ser do conhecimento de todos, mas aprofundando um pouco na leitura nota-se o cuidado com o trato humano na educação. Nos mostra as diferenças sociais e suas abordagens práticas, minuciosamente, demonstrando o quanto temos que nos empenhar para fazermos o nosso trabalho de educadores.
“A leitura do mundo precede a leitura da palavra”, essa citação do livro nos leva a refletir nos erros e acertos que cometemos ao tentar incitar os alunos a descobrir o mundo do letramento, que não basta apenas a decodificação dos textos, mas a compreensão, a comparação e a contextualização do que foi lido, escutado ou assistido.
O trabalho em grupo foi bastante proveitoso, talvez devido à pequena quantidade de membros presentes, assim, no final, pudemos expor nossas ideias e explicar nossas próprias visões sobre a leitura feita.
O PADLET, apesar de já ter sido utilizado anteriormente, ainda tem muito o que ser descoberto e, a cada vez que o utilizamos, aprendemos juntos dos colegas algo que o torne mais dinâmico, chegando a ter decisões visuais mais intuitivas.
O encontro dessa semana foi bastante proveitoso, a reflexão sobre letramento literário foi bem conduzida e, através dos relatos dos colegas de suas próprias experiências sobre como se deram os princípios de letramento, não pude deixar de perceber similaridades entre todos nós.
O trabalho em grupo, utilizando a ferramenta PIXTON, se deu de maneira semelhante ao que havíamos feito na atividade com o STORYBOARD THAT, com a diferença de que essa nova ferramenta parece bem mais intuitiva do que a anterior.
O que mais chamou a atenção no texto da semana, foram as três concepções de letramento: o letramento singular, o letramento plural e os múltiplos letramentos; que se mostraram bastante abrangentes e esclarecedoras.
Eu estava esperando por esse tipo de atividade em grupo, pois é o tipo de atividade com a qual me sinto mais confortável, que se aproxima mais do porquê eu resolvi fazer Letras, tentar fazer a diferença. Essas propostas de trabalho que deixam os estudantes livres para escolher o próprio caminho para desenvolver o que lhes seja mais significativo.
Para desenvolver a tarefa, o prazo de uma semana foi o que mais dificultou no transcorrer do projeto que tínhamos em mente inicialmente. Mas fizemos o melhor uso possível do que tínhamos à disposição e o resultado está aqui.
O trabalho de conclusão do Seminário Avançado de Letras: Leitura e Produção de Gêneros Multimodais Mediados por Tecnologias, conduzido pela Professora Cristiane Schnack, foi um Podcast sobre a indicação de ferramentas que podem ajudar os professores a compor aulas mais dinâmicas.
A concepção do roteiro para o Podcast deu-se de maneira tranquila, muito disso por eu estar familiarizado com o conteúdo que me propus a apresentar. A organização dos tópicos, me fez perceber que eu não podia me estender muito, mesmo que o resultado tenha sido de 10 minutos de gravação, acho que o conteúdo foi bastante sintetizado e claro para os professores que se dispuserem a ouvir e queiram utilizar as ferramentas apresentadas para criar uma aula mais dinâmica e orgânica para seus alunos.
As ferramentas que utilizei para a gravação e edição do Podcast foram as mesmas que indico no mesmo. Já para colocar o produto na rede, utilizei o Anchor que, automaticamente, já distribui o conteúdo pelas plataformas de áudio. No entanto, minha dificuldade deu-se na hora de adicionar o Podcast criado na playlist compartilhada, tanto que a adição foi feita por um dos professores e não por mim.
O Podcast em questão é o resultado de conhecimentos próprios e utilizados durante o semestre 2020/2 do curso de Letras, na UNISINOS, e pode ser ouvido clicando Aqui.