Rosa Luxemburgo.
1871 - Rosa Luxemburgo nasceu em 05 de março de 1871 em Zamość na Polônia.
1890 - após uma greve geral fugiu da perseguição política e se viu obrigada a deixar a Polônia e se refugiou em Zurique na Suíça. Ingressou na Universidade de Ciências Aplicadas, onde estudou Direito e Economia Política.
1894 - fundou o partido Social Democrático da Polônia.
1897 - defendeu sua tese de doutorado intitulada “O Desenvolvimento Industrial da Polônia”.
1898 - mudou-se para a Alemanha, o centro da luta de classes da época. Instalada em Berlim passou a militar no Partido Social Democrata Alemão.
1899 - publica “Reforma Social ou Revolução” um ensaio no qual critica aqueles que esperam alcançar o socialismo por meio de iniciativas institucionais e pacíficas.
1905 - retorna à Polônia para auxiliar na tentativa revolucionária russa, mas foi presa e durante três meses esteve ameaçada de morte.
1906 - de volta à Alemanha publicou “Greve Geral, Partido e Sindicato”.
1916 - socialistas liderados por Rosa e Karl Liebknecht formam o grupo Spartakus que posteriormente daria origem ao Partido Comunista Alemão.
1918 - liderou junto a Liebknecht um levante armado contra o governo alemão.
1919 - foi assassinada em Berlim em 15 de janeiro de 1919.
Rosa Luxemburgo, dedicou sua vida a revolução, simplesmente nada a impediu de lutar pelos seus ideais. O que a torna um símbolo de esperança em outra possibilidade de mundo, sem vínculo com o capitalismo. Além de um exemplo de práxis, suas ideias se materializavam em ações concretas, possibilitando a construção de lutas políticas e processos revolucionários. E isso em um contexto em que a maioria das lideranças políticas eram homens, o que a faz também referência no movimento feminista.
Rosa Luxemburgo.
A vida e obra de Rosa Luxemburgo discorrem acerca de como o capitalismo gera, necessariamente, a desigualdade entre classes, indivíduos e países. Rosa defende que, a partir de um modelo de produção racista e sexista, o capitalismo perpetua-se com a finalidade de acumular indefinidamente e, consequentemente, destrói vínculos sociais e a natureza, e se sustenta com base na exploração dos trabalhadores. E que a mudança desse quadro deve ser obra autônoma das massas populares. Para ela a revolução é obra da ação livre dos trabalhadores. Ou não é revolução.
Galvão, Diva. Biografia de Rosa Luxemburgo. Disponível em <https://www.ebiografia.com/rosa_luxemburgo/>.
SUDRÉ, Lu. Cem anos sem Rosa Luxemburgo: uma vida pela revolução. Brasil de Fato. São Paulo. 2019. Disponível em: <https://www.brasildefato.com.br/2019/01/15/cem-anos-sem-rosa-luxemburgo-uma-vida-pela-revolucao>.