Frida Kahlo
1907 - Magdalena Carmen Fridakahlo Calderón nasce em 6 de julho na Cidade do México;
1913 - aos 6 anos de idade contraiu poliomielite, doença que deixa sequelas em sua perna direita, motivo de chacotas;
1922 - ingressou na Escola Nacional Preparatória, onde teve o primeiro contato com ideais a frente seu tempo, impulsionados pela Revolução Mexicana;
1925 - sofreu um trágico acidente de ônibus, no qual fraturou vários ossos e a espinha dorsal. Em decorrência disso, ficou imobilizada por vários meses e durante esse período começou a pintar;
1929 - casou-se com o reconhecido artista Diego Rivera, o qual conheceu após frequentar círculos artísticos e sociais mexicanos;
1930 - 1933 - viveu com seu companheiro em diferentes cidades dos EUA. Durante esse período sofre seu primeiro aborto (1930) e o falecimento de sua mãe (1932);
1937 - junto a seu companheiro acolhe em sua casa o líder comunista Leon Trotsky e sua esposa, Natália. Frida além de uma intensa vida artística, foi uma grande ativista política e integrante do Partido Comunista Mexicano;
1938 - realizou a primeira exposição individual na Galeria Juelin Levy em Nova York;
1939 - integrou a exposição Mexique na Galeria Renon et Colle de Paris. Neste ano também se divorciou de seu companheiro. O relacionamento era bastante conflituoso, em especial, devido a infidelidade de Diego que desencadeou uma série de crises emocionais na artista;
1940 - casou-se novamente com Diego Rivera sob o acordo de vidas sexuais autônomas. Também integra as exposições Vinte Séculos de Arte Mexicana no Museu de Arte Moderna de Nova York e Internacional de Surrealistas da Galeria de Arte Mexicana Inés Amor;
1941 - o Instituto de Arte Contemporânea de Boston a inclui na mostra Pintores Modernos Mexicanos;
1942 - associou-se ao seminário de Cultura Mexicana como membro fundador;
1943 - começou a dar aulas na escola de artes plásticas Escuela Nacional de Pintura, Escultura y Grabado “La Esmeralda”;
1947 - integrou a exposição 45 Auto Retratos de Pintores Mexicanos: Séculos XVIII a XX no palácio de Bellas Artes;
1949 - fez parte da exposição inaugural do Salon de la Plástica Mexicana;
1950 - permanece praticamente todo o ano convalescente em um hospital devido a uma infecção na coluna;
1954 - já bastante debilitada participa da marcha em protesto contra a intervenção estadunidense a Guatemala. Em 13 de julho faleceu aos 47 anos de idade. Seu corpo é velado no Palácio de Bellas Artes. O caixão é coberto pela bandeira do Partido Comunista Mexicano.
Foto: Nickolas Muray
Frida é uma extraordinária referência das artes plásticas e também do ativismo político. Sua personalidade foi adotada como uma das bandeiras do movimento feminista, da liberdade sexual e da cultura mexicana.
“A dor, o prazer e a morte não são mais do que um processo de existência. A luta revolucionária neste processo é uma porta aberta à inteligência.”
~Frida Kahlo.
Com certeza suas obras são um importante legado, sendo as mais conhecidas Las dos Fridas, Viva la Vida, Unos cuantos piquetitos, La columna rota y Diego en mi pensamiento, bem como, seu ativismo político e personalidade.
OCHOA, GERARDO. BIOGRAFÍA DE FRIDA KAHLO. Museo Frida Kahlo. Ciudad del Mexico, 2018. Disponível em: <https://www.museofridakahlo.org.mx/es/frida-kahlo/>
TRUJILLO, Hilda. BIOGRAFÍA DE FRIDA KAHLO. Museo Frida Kahlo. Ciudad del Mexico, 2018. Disponível em: <https://www.museofridakahlo.org.mx/es/frida-kahlo/>