Terapia nunca foi sobre encontrar causas ou tratar sintomas. Esse é um grande grande equivoco das pessoas sobre a terapia psicodinâmica ou como conhecemos: a Psicanálise.
Esse percurso entre analista / paciente, tem uma dimensão de busca de sentidos, ou uma espécie de experiência em reescrever a própria história a quatro mãos.
Essa é uma referência de como nós podemos ver a psicanálise e nesse sentido é possível construir um processo analítico. Compreender o que foi reprimido, que gera angustia ou ansiedade, por meio da análise das palavras, ações, pensamentos e sonhos.
A psicanálise parte da ideia de que nem tudo o que sentimos tem explicação imediata. Existe uma parte da nossa mente — o inconsciente — que influencia nossos sentimentos, escolhas, relações e até sintomas emocionais.
Na psicanálise, não ficamos apenas no “o que você está sentindo hoje?”, mas buscamos entender de onde isso vem.
É como investigar a raiz, não só a folha.
É como reorganizar um armário que você nem sabia que estava bagunçado. Você abre gavetas antigas, entende porque acumulou certas coisas e reorganiza tudo para viver mais leve no presente.
Outras psicoterapias:
São como aprender novas maneiras de dobrar as roupas e organizar o dia a dia, para lidar melhor com o que aparece agora.
As duas ajudam — só usam caminhos diferentes.