Caique Santiago teve seu primeiro contato pessoal com a arte em 2012, quando vivia na cidade de Delfim Moreira (MG), onde teve oportunidade de fazer parte de dois projetos envolvendo oficinas de teatro e coral na Escola Técnica FUNDAÇÃO ROGE. Foi quando se apaixonou pelo mundo artístico e, inspirado por essas atividades, começou a compor suas próprias músicas.
Amante da cultura hip hop, tem como objetivo manter o legado do movimento com ritmo, poesia e protestos sociais.
Neste ano, se juntou com jovens talentos promissores de São José do Barreiro (SP) para formar a Marginália Caipira. Dentro do movimento, engrandece os arranjos com sua percussão e as apresentações com suas composições de Rap repletas de críticas, manifestações políticas e símbolos de resistência.
Diego Neves (Gravetto) teve contato com a música pela primeira vez aos 5 anos, quando cantarolava para sua mãe. Começou a tocar violão aos 12 e com 16, em 2004, fez seu primeiro show em um bar.
Em 2007, com 19 anos, participou de um festival de musica católica (FEMUC) na cidade de Cruzeiro (SP), integrando uma banda (Matrix) formada pelo ministério da igreja matriz de sua cidade. Na ocasião, ficaram em 1° e 4° lugares com as duas canções as quais competiram. Meses depois, a banda encerrou seu ciclo.
Em 2012, fundou um grupo de Rap (RE9) com amigos, em que esteve ativo até 2015. Nesse período, venceram o festival Cercanias na cidade de Resende (RJ) e fizeram shows ao lado de artistas e bandas como: ConeCrewDiretoria, Maneva, Planta e Raiz e Scracho.
Após o encerramento do ciclo com a RE9, Diego lançou seu primeiro trabalho autoral, um EP com 5 faixas no formato acústico intitulado "UniVersos", onde obteve elogios da crítica.
Em 2021, lançou um EP de Rap e Trap, no streaming, intitulado #OTeB (Olhares, Toques e Batidas).
Atualmente, Diego integra dois projetos musicais, a banda VIBE 3 e o grupo Marginália Caipira, além de fazer shows solos pelo Vale Histórico.
Para abrilhantar o mundo, nasceu, no dia 15 de novembro de 2002, Gleiciane Lima (Jaboticaba). Vinda de família muito humilde e religiosa, teve seus primeiros contatos com a arte dentro da matriz São José e nas tradicionais festas de Santo Reis, em São José do Barreiro (SP).
Na adolescência, se interessou por aprender violão e ingressou no Projeto Guri, organização social de cultura, onde também fez aulas de canto. Durante esse mesmo período, mergulhou de cabeça no grupo de teatro estudantil da cidade. Ali, se encontrou e se apaixonou ainda mais pela Arte. Participou de dois festivais e se apresentou gratuitamente para mais de 50 mil crianças em escolas públicas da região com a trupe. Em 2020, com a chegada da pandemia, os trabalhos do grupo se encerraram momentaneamente.
Atualmente, encontra-se muito focada na carreira musical com a Marginália Caipira, desenvolvendo ainda mais todo seu potencial e encantando o público com sua voz potente e marcante.
Joaquim Lima Pereira sempre esteve em contato com a arte, desde o nascimento. Fruto de uma família de músicos, herdou do avô o nome, o gosto por instrumentos, a capacidade autodidata e a paixão pela música. Desde muito cedo, assistia a mãe em projetos musicais e de literatura, acompanhava ensaios e, dessa forma, cresceu vendo a arte como parte integrante de sua rotina.
Agora, com 15 anos, através do movimento Marginália Caipira, encontrou aconchego e liberdade para se expressar e a seguir na luta e resistência por uma causa que presenciou desde a infância. A Marginália é, para ele, as asas e o voo alto.
Nascida em Dia de Reis e Caipira de coração, Maria cresceu em meio a rodas de violão e desde pequena já demonstrava interesse em aprender a tocar o instrumento. Na adolescência, adorava fazer encontros musicais e rodas de poesia com amigos e chegou a participar de um grupo estudantil de Teatro, onde apresentava peças infantis sobre temas como o bullying para diversas escolas públicas da região. Apaixonada pelas múltiplas formas que a Arte tem de se mostrar, se lança nas apresentações da Marginália misturando poesia, teatro, canto e percussão - nunca deixando as manifestações políticas de lado. Além disso, também atua nos bastidores da Comunicação e Identidade da banda.
Wagner Soares começou a se interessar pela música aos 8 anos de idade, quando entrou para o Projeto Guri para aprender a tocar violão, onde permaneceu até os 14 anos.
Aos 16 anos, entrou para a escolinha de viola local, atual Associação de Violeiros de Barreiro (AVIBA), onde faz apresentações por todo Vale Histórico levando o melhor da música caipira. Quando completou seus 18 anos, começou a fazer apresentações solo partindo do sertanejo.
Nesse ano, com 19 anos de idade, lançou sua primeira música autoral intitulada "Antigo Amor", abordando temas como relacionamento e desilusão amorosa.
Atualmente, enriquece as apresentações da Marginália trazendo a sonoridade suave e poética da viola e do seu cantar. Aqui, o artista se desenvolve ao entrar em contato com uma rica mistura de estilos musicais e ao compartilhar experiências e arranjos com outros artistas locais.
Conhecido como Waisther Neg, nascido e criado em São José do Barreiro (SP), teve o seu primeiro contato particular com a arte aos 9 anos, descobrindo uma notória habilidade autodidata com o desenho. Vivendo em uma região interiorana onde a cultura caipira é tradição, cresceu cercado por festas e celebrações da Folia de Reis. Nessa época, em que o principal acesso à música era por estações de rádio, tinha o hábito de ir a feirinhas para comprar fitas cassete.
Em 2008, fruto de seu fascínio por violão, pediu para que seu irmão mais velho - sua maior referência - o ensinasse a tocar. Na busca por conhecimento musical, considerava-se um ouvinte eclético e um aprendiz com o sonho de se tornar um artista.
No ano de 2009, iniciou aulas de cavaquinho no Projeto Guri de sua cidade, onde teve oportunidade de fazer suas primeiras apresentações em palcos. Em 2010, ainda no Projeto Guri, iniciou aulas de bateria e percussão. Já em 2011, inspirado no ritmo musical da black music, começou a escrever suas primeiras poesias. Ainda no mesmo ano, através de um amigo, realizou sua primeira gravação musical de forma totalmente caseira.
Em 2012, através de uma apresentação em praça pública, foi convidado por amigos a formar um dos grupos mais promissores de Rap de sua região (Grupo RE9). De maneira autêntica como MC, participou do Festival Cercanias conquistando o reconhecimento e a premiação do evento. Assim, realizou projetos, mídias e shows com o grupo de forma ativa até o ano de 2016.
Em 2017, resolve estudar produção musical de maneira autônoma em seu tempo livre, o que continuou fazendo por mais dois anos. Nesse período, criou projeções caseiras, nunca lançadas, com a finalidade de entender a "ciência musical". Em 2019, decide voltar a gravar em estúdio profissional, concretizando seu primeiro projeto solo com videoclipe, partindo de sua música autoral "SALVE".
Em 2021, focando em temas como a luta anti-racista, lança, de maneira independente, um dos projetos mais importantes de sua carreira: um videoclipe com a música autoral "CORTEX".
Atualmente, integra o grupo Marginalia Caipira, sendo responsável pela percussão e um repertório recheado de músicas autorais e autênticas.