Realizamos aerolevantamentos com drones em comunidades vulneráveis para gerar imagens aéreas detalhadas, que servem de base para o mapeamento colaborativo e a identificação de áreas de risco.
Foi feito um reconhecimento de área no dia 10 de janeiro de 2025 para reconhecimento de locais para coleta dos pontos de controle e checagem para correções posicionais das imagens.
Panfleto produzido e distribuído na comunidade para informar sobre o vôo de drone na comunidade detalhando como esse vôo pode ajudar na comunidade e como a comunidae está inserida neste contexto. Foi realizado Ida a campo para identificação de pontos de controle para coleta com GPS e consequentemente do voo de drone, ficou pensado num teste dos equipamentos na segunda 13/01, ida para coleta dos pontos de controle e checagem com GPS e marcação com spray e cal na comunidade 14/01 e voo dia 15/01
O voo foi realizado com uma câmera FC220 com resolução de 4000 x 3000 pixels e distância focal de 4,73 mm, no drone DJI Mavic Pro. A altitude do voo foi de 90,4 metros, garantindo uma resolução do solo de 2,78 cm/pixel e cobrindo uma área de aproximadamente 0,26 km². Foram capturadas 499 imagens, e a precisão do levantamento foi reforçada por pontos de controle no solo, resultando em um erro médio inferior a 2 cm.
Os dados foram processados no sistema SIRGAS 2000 / UTM zona 24S e permitiram a criação de um Modelo Digital de Elevação com resolução de 11,1 cm/pixel. O processamento das imagens foi realizado em software especializado, garantindo a geração de um ortomosaico detalhado e uma representação precisa do relevo da área mapeada.
Esse voo foi feito para capturar imagens detalhadas do território, gerando um mapa de alta qualidade. A câmera usada registrou as imagens com grande precisão, e a altitude do voo foi escolhida para garantir que os detalhes do chão ficassem bem visíveis.
Com essas imagens, foi possível criar um Modelo Digital de Elevação (MDE), que mostra a altura do terreno, ajudando a entender melhor o relevo do local. Isso é útil para identificar áreas mais baixas ou altas, o que pode ser importante para planejamento urbano, prevenção de enchentes e melhorias na infraestrutura.
Os pontos de controle no solo foram marcados para garantir que o mapa fosse o mais exato possível, reduzindo erros. Isso significa que o mapeamento feito pode ser usado com confiança para discutir melhorias na comunidade, como a construção de ruas, serviços públicos e até mesmo reivindicações por direitos territoriais.
No fim, esse tipo de levantamento ajuda a comunidade a ter mais controle sobre seu próprio espaço, fornecendo informações visuais que podem ser usadas em projetos, planejamento e negociações com órgãos públicos.