As ONGs e protetores parceiros já estão sobrecarregados: o número de animais abandonados é muito maior do que o de animais adotados. Por isso, no momento, elas não têm condições de acolher mais animais.
Tire boas fotos do animal e compartilhe com amigos, parentes e vizinhos para encontrar um lar temporário.
Se o animal estiver ferido, leve-o a um veterinário. Em Chapecó, várias clínicas são parceiras de ONGs e grupos protetores, com valores acessíveis.
Se precisar de ajuda com os custos, organize uma vaquinha, rifa ou bazar — é assim que a maioria das ONGs e grupos arrecada recursos.
Se não puder manter o animal em casa, tente mantê-lo como animal comunitário, categoria protegida em Chapecó pela Lei Municipal 638/2018.
Divulgamos animais para adoção em nossas redes sociais seguindo algumas regras:
Somente animais castrados são divulgados, exceto filhotes. Temos clínicas parceiras que realizam o procedimento com custo popular.
Não divulgamos animais cujos tutores procuram doação por falta de tempo, espaço, mudança de cidade/casa ou porque o animal cresceu. Entendemos que animais são seres vivos e merecem compromisso de longo prazo. Antes de adotar, é preciso avaliar bem a decisão — se não há condições de cuidar, o ideal é não adotar.
Para divulgar no nosso feed, é preciso publicar no seu próprio perfil com todas as informações do animal (espécie, sexo, idade e fotos) e nos marcar como colaborador. A publicação passa por aprovação e é aceita apenas uma vez.
Aos finais de semana, nossa página fica reservada para animais sob nossa responsabilidade, exceto em casos de animais perdidos ou encontrados.
Essas regras foram construídas ao longo dos anos, com base na experiência do grupo. Divergências são compreensíveis, mas pedimos respeito nas trocas. Quem não concordar com os termos pode buscar apoio em outros grupos ou projetos — e também incentivamos a criação de novas iniciativas de proteção animal.