Num mundo de alta fantasia, um país republicano se vê à beira da decadência quando surgem notícias de uma ameaça à capital da sua colônia. O Senado se vê obrigado a enviar uma frota de navios para combater os usurpadores. Só não pensavam que o problema seria a revolução dos próprios mineiros da colônia.
QUAL O FORMATO DO LIVRO?
Produzido artesanalmente, Minas de Areia físico é impresso em papel marfim, capa dura, vestido de tecido algodão azul. Tudo preparado com muito cuidado e carinho ao leitor.
Disponível em PDF, as páginas do Minas de Areia digital, estão lincadas ao Mapa Interativo. Permitindo ao leitor, acesso ao conteúdo do universo paralelamente ao avançar da história.
DAS ILUSTRAÇÕES
O livro, em versão física e digital, conta com, além dos mapas, duas ilustrações inéditas das paisagens do mundo. Ambas feitas de caneta nanquim sob papel canson. A primeira apresenta um grande porto de Monterês, e a segunda, a visão da Ilha de Mutra.
DO UNIVERSO
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Uma nação que luta pela sua independência. Inteira coberta pela beleza tropical. Périsca é uma peninsula.
Das-Vargens, chamado Cinzas de Terdeam. Muito neblinoso, verdinho e, parece que guarda minério na água.
Destaque no livro Minas de Areia. Monterês é uma República do Novo Mundo. Possui mares na água e na terra.
Izabella Fernanda, 19 anos, vive em Paraibuna - SP. Escreveu Minas de Areia (2023), e Miragi (2022). Responsável pela página, Maetum, e o universo fictício do Mapa Interativo. Aqui, ela não pensou em mais nada para por.
OUTROS TEXTOS PARA SE AVENTURAR, EM POESIA E CRÔNICA
(...) Quem olha e diz que somos breves? Deus? Ora, se falo, Deus é tão ligeiro quanto eu, na vida e na morte. Quem olha Deus, é o mundo, que pode ser maior que ele. (...). Pois o Deus da igreja está no seu tempo, o tempo de Deus e da igreja. (...)
(...) Daí a natureza rela meu coração,
e é quando seguro na mão do mundo,
que tudo, em verdade, me basta.
E eu morro e vivo, no mesmo igual (...)
(...) Pois errado como,
se as coisas mesmas
nos ensinaram a olhar elas?
Não. Falação.
Ninguém ensina.
A gente aprende é sozinho. (...)