A voz dos Extraterrestres.
A voz dos Extraterrestres.
Sinais deste tempo.
Imagem da Virgem chora em Milão.
CHORA A VIRGEM DA IGREJA ORTODOXA SÃO GREGÓRIO EM MILÃO.
Milão. Uma imagem que representa a Virgem em uma igreja ortodoxa de Milão, haveria lacrimado copiosamente durante uma missa que teve lugar no domingo passado. Confirmou o arcebispo da Igreja grego-ortodoxa de Milão, Evloghios I. O fenômeno teria se repetido no dia seguinte, segundo os testemunhos recolhidos de dezenas de pessoas que assistiram a este, e que nesse dia se encontravam presentes nas liturgias festivas na Metrópole ortodoxa de Milão e Longobardia.
A notícia da lacrimação se filtrou da pequena comunidade através de fontes religiosas: a Igreja ortodoxa tinha pedido a seus 200/300 fieis milaneses que não dissessem nada a ninguém. O ícone que representa à Virgem com o menino nos braços, de típicos rasgos bizantinos, é um quadro de madeira de ao redor de um metro por cinquenta centímetros, que se encontra no interior de uma pequena igreja. Logo depois da lacrimação de domingo e segunda-feira passada, foi coberta com o vidro de um quadro, para evitar que os fiéis a arruinassem ao tocá-la.
“Tinha acontecido também faz dois anos - diz monsenhor Abbondio, vigário da metropolita - mas eu tratei sempre para que não soubessem, porque não queria que chegassem aqueles impulsionados pela curiosidade e não pela fé. Mas se aVirgem tiver chorado novamente aqui, é um sinal, já não acredito que tenha sentido escondê-lo”.
“Todos viram e tocou o líquido que brotava copiosamente dos olhos da Virgem - conta Claudia 25 anos, romena – “Eu mesma toquei na imagem e senti um líquido um pouco viscoso. Mas não era untuoso, mas era perfumado. Nesse momento não havia flores na igreja, nem velas, só a cera líquida que é inodora. De todas as formas chorou tanto que no final molhou todo o móvel de madeira que estava debaixo”. Segundo os padres da comunidade e outros fieis, também teriam chorado o Menino Jesus e outro ícone da Virgem que se encontra perto da primeira.
Em 25 de Abril de 2010.
Fonte: http://milano.repubblica.it/
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