DO CÉU À TERRA.
DO CÉU À TERRA.
SEXAGÉSIMA ASSEMBLEIA GERAL DA ONU.
(E sobre reverendo amigo da casa branca que pede publicamente a morte de Hugo Chaves)
PRESENTE TODOS OS CHEFES DE ESTADO PERTENCENTES A ELA.
15 DE SETEMBRO DE 2005.
25 ORADORES PARTICIPARAM DAS SESSÕES DO LX PERÍODO DA ASSEMBLÉIA GERAL DA ONU PARA ABORDAR OS PROBLEMAS FUNDAMENTAIS DO MUNDO ATUAL, SOBRE TUDO OS DO SUBDESENVOLVIMENTO.
TEMAS CENTRAIS: FOME, GUERRA, TERRORISMO, SITUAÇÃO MUNDIAL, ETC.
DO CÉU À TERRA.
GIORGIO BONGIOVANNI, PRESIDENTE MUNDIAL DAS ASSOCIAÇÕES DO CÉU À TERRA E DIRETOR GERAL DA REVISTA ANTIMAFIADUEMILA.
SETUN SHENAR, AMIGO PESSOAL DE GIORGIO BONGIOVANNI “NÃO DESTE MUNDO”, UM DOS REPRESENTANTES DE SERES INTELIGENTES EXTRAORDINARIAMENTE EVOLUÍDOS E DE LUZ QUE PERTENCEM A SOCIEDADES E CIVILIZAÇÕES DE OUTROS PLANETAS DO INFINITO UNIVERSO MACROCOSMICO, DECLARAM:
PROFUNDAMENTE TRISTES PENAS PELO FRACASSO TOTAL DA ASSEMBLÉIA GERAL DA ONU, ONDE OS PROBLEMAS EXPOSTOS NÃO FORAM SOLUCIONADOS.
PRINCIPALMENTE A FOME, A QUAL SE PODRIA SOLUCIONAR, MAS DE ACORDO COM AS ATUAIS CONTRIBUIÇÕES ECONOMICAS DOS PAÍSES RICOS, MATEMATICAMENTE SOMENTE NO AÑO 2215.
MANIFESTAMOS EM ANTERIORES MENSAGENS, NOSSA DESILUSÃO PELA ATUAÇÃO DOS PAÍSES MAIS RICOS DO MUNDO E SEUS PROPOSITOS VIOLENTOS, DOMINANTES E DE SUBMISSÃO.
APESAR DE TUDO ESCUTAMOS CUIDADOSAMENTE UNS DISCURSOS QUE LERAM ALGUNS CHEFES DE ESTADO DE PAÍSES POBRES, PAÍSES COMO O URUGUAI, VENEZUELA, BRASIL E ALGUNS DA ÁFRICA.
ESCOLHEMOS APOIAR NÃO EM TUDO, MAS EM 80 POR CENTO DE SEU DISCURSO AO PRESIDENTE HUGO CHAVEZ DA VENEZUELA, SOBRE TUDO EM ALGUMAS PALAVRAS COERENTES QUE TÊM ALTOS SENTIDOS DE JUSTIÇA, DE PAZ E DE AMOR.
A PESAR QUE DISCREPAMOS EM ALGUMAS DECLARAÇÕES DESTE DISCURSO DO PRESIDENTE CHAVEZ, COM RELAÇÃO AS METODOLOGIAS SOCIAIS, POLITICAS E MILITARES, A RAIZ DE NOSSOS ALTOS CONCEITOS DE JUSTIÇA SOCIAL, PORQUE NÓS NÃO TEMOS EXERCITOS MILITARES EM NOSSA SOCIEDADE E NÃO É NECESSÁRIO TER.
DESTACANDO ESTA DISCREPÂNCIA QUEREMOS NOS SOLIDARIZAR COM A MAIOR PARTE DESTE DISCURSO LIDO POR ESTE PRESIDENTE.
SE, TODAVIA HÁ ALGUNS CHEFES DE ESTADO, POUCOS, QUE REPRESENTAM A POVOS SEDENTOS DE JUSTIÇA, ESTES SINAIS NOS DÃO UMA PEQUENA ESPERANÇA, MUITO PEQUENA, PORÉM VIVA, DE MUDANÇA.
COMO SE DIZ NO PLANETA TERRA, A ESPERANÇA É A ULTIMO QUE MORRE.
PAZ!
DO CÉU À TERRA
GIORGIO BONGIOVANNI.
MONTEVIDÉU,
19 DE SETEMBRO DE 2005. ÀS 15.00HS.
MENSAGEM ENVIADA A TODOS OS CHEFES DE ESTADO E REPRESENTANTES DO GOVERNO NO PLANETA TERRA.
OBS: SE ANEXA DISCURSO COMPLETO DO PRESIDENTE DA VENEZUELA, HUGO CHAVEZ, LIDO NA ASSEMBLÉIA GERAL DA ONU.
DISCURSO DO PRESIDENTE CHAVEZ NA ONU.
Nova Iorque, Quinta-feira, 15 de Setembro de 2005.
Excelências, amigas e amigos, muito boa tarde:
O propósito original desta reunião foi desvirtuado totalmente. Nos impuseram como centro do debate um mal chamado processo de reformas, que relega a um segundo plano o mais urgente, o que os povos do mundo reclamam com urgência, como é a adoção de medidas para enfrentar os verdadeiros problemas que obstaculizam e impedem os esforços de nossos PAÍSES pelo desenvolvimento e pela vida.
Cinco anos depois da Cúpula do Milênio, a crua realidade é que a grande maioria das metas planejadas, que eram já de por si só muito modestas, não serão alcançadas.
Pretendemos reduzir pela metade os 842 milhões de famintos até o ano 2015. No ritmo atual a meta se obteria no ano 2215, vá ver quem de nós estaria ali para celebrá-lo, se é que a espécie humana conseguirá sobreviver à destruição que ameaça nosso meio ambiente.
Tínhamos proclamado a aspiração de obter em 2015 o ensino fundamental universal. Ao ritmo atual a meta se alcançará depois do ano 2100, nos preparemos pois, para celebrá-lo.
Isto, amigas e amigos do mundo, nos leva de maneira irreversível a uma amarga conclusão: as Nações Unidas esgotaram seu modelo, e não se trata simplesmente de proceder a uma reforma, o século XXI reclama mudanças profundas que somente serão possíveis com uma renovação desta organização. Isto não serve, terá que dizê-lo, é a pura verdade.
Essas transformações, às quais desde a Venezuela nos referimos, ao mundo, têm para nós, desde nosso ponto de vista dois tempos: o imediato, o de agora mesmo, e o dos sonhos, o da utopia. O primeiro está marcado pelos acordos lastrados pelo velho esquema, não lhe desprezamos, e trazemos inclusive, propostas concretas dentro desse modelo em curto prazo. Mas o sonho dessa paz mundial, o sonho de um nós que não se envergonhe pela fome, pela enfermidade, o analfabetismo, a necessidade extrema, necessita - além de raízes - asas para voar.
Necessitamos de asas para voar, sabemos que há uma globalização neoliberal aterradora, mas também existe a realidade de um mundo interconectado que temos que enfrentar não como um problema, mas sim como uma provocação podemos, sobre a base das realidades nacionais, intercambiar conhecimentos, nos complementar, integrar mercados, mas ao tempo devemos entender que há problemas que já não têm solução nacional, nem uma nuvem radioativa, nem os preços mundiais, nenhuma pandemia, nem o aquecimento do planeta ou o buraco da capa de ozônio são problemas nacionais. Enquanto avançamos para um novo modelo de Nações Unidas que faça certo e seus esse nós dos povos, há quatro reformas urgentes e irrenunciáveis que trazemos para esta Assembléia, a primeira, a expansão do Conselho de Segurança tanto em suas categorias permanentes como nas não permanentes, dando entrada a novos PAÍSES desenvolvidos e a PAÍSES em desenvolvimento como novos membros permanentes. A segunda, a necessária melhoria dos métodos de trabalho para aumentar a transparência e não para diminuí-la, para aumentar o respeito e não para diminuí-lo, para aumentar a inclusão. A terceira, a supressão imediata, seguimos dizendo há seis anos desde a Venezuela, a supressão imediata do veto nas decisões do Conselho de Segurança, esse vestígio elitismo é incompatível com a democracia, incompatível com a só idéia de igualdade e de democracia.
E em quarto lugar o fortalecimento do papel do Secretário Geral, suas funções políticas no marco da diplomacia preventiva, deve ser consolidado. A gravidade dos problemas convoca a transformações profundas, as meras reformas não bastam para recuperar o 'nós' que esperam os povos do mundo, além das reformas reclamam desde Venezuela a renovação de Nações Unidas, e como bem sabemos na Venezuela, pelas palavras de Simón Rodríguez, o Robinson de Caracas: “Ou inventamos ou erramos”.
Na reunião de janeiro passado deste ano de 2005 estivemos no Foro Social Mundial em Porto Alegre, diferentes personalidades ali pediram que a sede de Nações Unidas saísse dos Estados Unidos se é que continuam as violações à legalidade internacional por parte desse país. Hoje sabemos que nunca existiram armas de destruição maciça no Iraque, o povo americano sempre foi muito rigoroso com a exigência da verdade a seus governantes, os povos do mundo também: nunca houve armas de destruição maciça e entretanto, passando por cima de Nações Unidas o Iraque foi bombardeado, ocupado e continua ocupado. Por isso propomos a esta Assembléia que as Nações Unidas saiam de um país que não é respeitoso com as próprias resoluções desta Assembléia. Algumas propostas assinalaram a uma Jerusalém convertida em cidade internacional como uma alternativa. A proposta tem a generosidade de propor uma resposta ao conflito que vive a Palestina, mas possivelmente tenha arestas que façam difícil levá-lo a cabo. Por isso trazemos aqui outra proposta, ancorada na Carta da Jamaica, que escreveu Simón Bolívar, o grande Libertador do Sul, na Jamaica, em 1815, faz 190 anos. Aí propôs Bolívar a criação de uma cidade internacional que servisse de sede à idéia de unidade que traçava. Bolívar era um sonhador que sonhou o que hoje são nossas realidades.
Acreditam que já é hora de pensar na criação de uma cidade internacional alheia à soberania de nenhum Estado, com a força própria da moralidade de representar às Nações do mundo, mas essa cidade internacional tem que reequilibrar cinco séculos de desequilíbrio. A nova sede das Nações Unidas tem que estar no Sul, “O Sul também existe!”, disse Mario Benedetti. Essa cidade que pode existir já, ou podemos inventá-la, pode estar onde se cruzem várias fronteiras ou em um território que simbolize ao mundo, nosso Continente está em disposição de oferecer esse solo sobre o qual edificar o equilíbrio do universo de que falou Bolívar em 1825.
Senhoras, senhores, enfrentamos hoje uma crise energética sem precedentes no mundo, em que se combinam perigosamente um infreavel incremento de consumo energético, a incapacidade de aumentar a oferta de hidrocarbonetos e a perspectiva de um declínio nas reservas provadas de combustíveis fósseis. Começa a esgotar o petróleo.
Para o 2020 a demanda diária de petróleo SERÁ de 120 milhões de barris, com o qual, inclusive sem ter em conta futuros crescimentos, consumiria-se em 20 anos uma cifra similar a todo o petróleo que gastou a humanidade até o momento, o qual significará, indevidamente, um aumento nas emissões de dióxido de carbono que, como se sabe incrementa cada dia a temperatura de nosso planeta.
Katrina foi um doloroso exemplo das conseqüências que pode trazer para o homem ignorar estas realidades. O aquecimento dos oceanos é, por sua vez, o fator fundamental atrás do demolidor incremento na força dos furacões que vimos nos últimos anos. Valha a ocasião para transmitir uma vez mais nossa dor e nosso pesar ao povo dos Estados Unidos, que é um povo irmão dos povos da América também, e dos povos do mundo. É prática e eticamente inadmissível sacrificar à espécie humana invocando de maneira demencial a vigência de um modelo socioeconômico com uma galopante capacidade destrutiva. É suicida insistir em disseminá-lo e impô-lo como remédio infalível para os males dos quais é, precisamente, o principal causador.
Recentemente o senhor Presidente dos Estados Unidos assistiu a uma reunião da Organização de Estados Americanos, a lhe propor a América Latina e ao Caribe incrementar as políticas de mercado, a abertura de mercado, quer dizer, o neoliberalismo, quando essa é precisamente a causa fundamental dos grandes males e as grandes tragédias que vivem nossos povos: o capitalismo neoliberal, o Consenso de Washington o que gerou é maior grau de miséria, de desigualdade e uma tragédia infinita aos povos deste moderado.
Agora mais que nunca necessitamos, senhor Presidente, uma nova ordem internacional, recordemos que a Assembléia Geral das Nações Unidas em seu sexto período extraordinário de sessões, realizado em 1974, alguns dos que estão aqui certamente não tinham nascido, ou estavam muito pequenos. Em 1974, há 31 anos se adotou a declaração e o programa de ação sobre uma nova Ordem Econômica Internacional. Junto com o plano de ação a Assembléia Geral adotou em 14 de dezembro daquele ano (1974) a Carta de Direitos e Deveres Econômicos dos Estados que concretizou com a Nova Ordem Econômica Internacional, sendo aprovada pela maioria esmagadora de 120 votos a favor, 06 contra e 10 abstenções - isto era quando se votava nas Nações Unidas -, porque agora aqui não se vota, agora aqui se aprova documentos como este documento que eu denuncio em nome da Venezuela, como irritante, nulo e ilegal, se aprovou violando a normativa das Nações Unidas, não é válido este documento!, terá que se discutir este documento. O Governo da Venezuela vai fazer mundo conhecer, mas nós não podemos aceitar a ditadura aberta e descarada nas Nações Unidas. Estas coisas são para se discutir e para isso faço um chamado muito respeitoso a meus colegas os Chefes de Estado e os Chefes de Governo.
A pouco, me reunia com o presidente Nestor Kirchner e, bom, eu tirava o documento, este documento foi entregue cinco minutos antes somente em inglês a nossos delegados, e se aprovou com uma martelada ditatorial, que denuncio diante do mundo como ilegal, irritante, nulo e ilegítimo.
Me ouçam uma coisa, senhor Presidente (da assembléia), se nós aceitarmos isso, estamos perdidos, apaguemos as luzes e fechemos as portas e as janelas! Seria o último coisa: aceitarmos a ditadura aqui neste salão.
Agora mais que nunca - dizíamos - requeremos retomar, retomar coisas que ficaram no caminho, como a proposta aprovada nesta Assembléia em 1974 de uma Nova Ordem Econômica Internacional, para recordar algo, digamos o seguinte, o Artigo 2 do texto daquela carta, confirma o direito dos estados de nacionalizar as propriedades e os recursos naturais que se encontravam em mãos de investidores estrangeiros, propondo igualmente a criação de cartéis de produtores de matérias primas. Em sua Resolução 3.201 de maio de 1974, expressou a determinação de trabalhar com urgência para estabelecer uma Nova Ordem Econômica Internacional baseada - me ouçam bem, vos rogo - “na eqüidade, a igualdade soberana, a interdependência, o interesse comum e a cooperação entre todos os estados quaisquer que sejam seus sistemas econômicos e sociais, que corrija as desigualdades e repare as injustiças entre os países desenvolvidos e os países em desenvolvimento, e assegure às gerações presentes e futuras, a paz, a justiça e um desenvolvimento econômico e social que se acelere a ritmo sustentável”, fecho aspas, estava lendo parte daquela Resolução histórica de 1974. O objetivo da Nova Ordem Econômica Internacional era modificar a velha ordem econômica concebida em Breton Woods. Acredito que o Presidente dos Estados Unidos falou aqui durante 20 minutos no dia de ontem, conforme me informaram, eu peço permissão, Excelência, para terminar meu breve discurso.
O objetivo da Nova Ordem Econômica Internacional era modificar a velha ordem econômica concebida em Breton Woods em 1944, e que teria uma vigência até
1971, com o desmoronamento do sistema monetário internacional: somente boas intenções, nenhuma vontade para avançar por esse caminho, e nós acreditamos que esse era, e esse continua sendo o caminho.
Hoje reclamamos, neste caso o povo da Venezuela, uma nova ordem econômica internacional, porém também resulta imprescindível uma nova ordem política internacional, não permitamos que um punhado de países tente reinterpretar impunemente os princípios do Direito Internacional para dar capacidade a doutrinas como a “Guerra Preventiva”, vai que nos ameaçam com a guerra preventiva, e a chamada agora “Responsabilidade de Proteger”, mas terá que se perguntar quem vai nos proteger, como nos vão proteger.
Eu acredito que um dos povos que requer amparo é o povo dos Estados Unidos, demonstrado agora dolorosamente com a tragédia do Katrina: não tem governo que o proteja dos desastres anunciados da natureza, se é que vamos falar de nos proteger uns aos outros; estes são conceitos muito perigosos que vão delineando o imperialismo, vão delineando o intervencionismo e tratam de legalizar o desrespeito à soberania dos povos, o respeito pleno aos princípios do Direito Internacional e à Carta das Nações Unidas deve se constituir, senhor Presidente, na pedra angular das relações internacionais no mundo de hoje, e a base da nova ordem que propugnamos.
Me permitam uma vez mais, para ir concluindo, citar Simón Bolívar, nosso Libertador, quando fala da integração do mundo, do Parlamento Mundial, de um Congresso de parlamentares, se faz necessário retomar muitas propostas como a bolivariana. Dizia Bolívar na Jamaica, em 1815, já o citava, leio uma frase de sua Carta da Jamaica: “Que belo seria que o istmo (faixa de terra) do Panamá fosse para nós o que o Corinto era para os gregos, tomara que algum dia tenhamos a fortuna de instalar ali um augusto congresso dos representantes das repúblicas dos reinos, a tratar e discutir sobre os altos interesses da paz e da guerra, com as nações das outras três partes do mundo. Esta espécie de corporação poderá ter lugar em alguma época ditosa de nossa regeneração.” Urge enfrentar de maneira eficaz, certamente, ao terrorismo internacional, mas não usando-o como pretexto para desatar agressões militares injustificadas e violáveis do Direito Internacional, que se entronizaram (se elevaram a trono) como doutrina depois de 11 de setembro. Só uma estreita e verdadeira cooperação e o fim dos duble rasouras que alguns PAÍSES do Norte aplicam ao tema do terrorismo, poderão acabar com este horrível flagelo.
Senhor Presidente: Em apenas 07 anos de Revolução Bolivariana, o povo venezuelano pode exibir importantes conquista sociais e econômicas. Um milhão 406 mil venezuelanos aprenderam a ler e a escrever em um ano e meio. Nós somos 25 milhões aproximadamente e, em escassas semanas o país dentro de poucos dias, poderá se declarar livre do analfabetismo, e três milhões de venezuelanos antes excluídos por causa da pobreza, foram incorporados à educação primária, secundária e universitária.
Dezessete milhões de venezuelanos e venezuelanas - quase o 70% da população - recebem pela primeira vez na história, assistência médica gratuita, incluídos os medicamentos e, em alguns poucos anos, todos os venezuelanos terão acesso gratuito a uma atenção médica por excelência. Ministram-se hoje mais de 1 milhão 700 mil toneladas de alimentos a preços módicos, a 12 milhões de pessoas, quase a metade dos venezuelanos. Um milhão deles o recebem gratuitamente, de maneira transitória. Estas medidas geraram um alto nível de segurança alimentar aos mais necessitados.
Senhor Presidente, criaram-se mais de 700 mil postos de trabalho, reduzindo o desemprego em 9 pontos percentuais, tudo isto em meio de agressões internas e externas que incluíram, um golpe militar preparado em Washington, e um golpe petroleiro preparado também em Washington, face às conspirações, às calúnias do poder midiático (a mídia), e á permanente ameaça do império e seus aliados, que até estimula o magnicidio. O único país onde uma pessoa se pode dar o luxo de pedir o magnicidio de um Chefe de Estado, é os Estados Unidos, como ocorreu recentemente com um reverendo chamado, Patt Robertson muito amigo da Casa Branca: ele pediu publicamente ante o mundo meu assassinato e anda livre, esse é um delito internacional!, terrorismo internacional!
Pois bem, nós lutaremos pela Venezuela, pela integração latino americana e pelo mundo. Reafirmamos aqui neste salão, nossa infinita fé no homem, hoje sedento de paz e de justiça para sobreviver como espécie. Simón Bolívar, pai de nossa Pátria e guia de nossa Revolução, jurou não dar descanso a seu braço, nem repouso a sua alma, até ver a América do Sul livre. Não demos descanso a nossos braços, nem repouso às nossas almas até salvar a humanidade.
Senhores, muitíssimo obrigado.