DO CÉU À TERRA.
DO CÉU À TERRA.
NÓS HABITANTES DAS ESTRELAS. SERES HIDROGENES SOLARES.
NÓS HABITANTES DAS ESTRELAS. SERES HIDROGENES SOLARES.
A CONTEMPLAÇÃO, A CRIAÇÃO DE PLANETAS E SISTEMAS, A COORDENAÇÃO E A ORDEM É A NOSSA VIDA DE JARDINEIROS DO COSMOS. A SÉTIMA E A SEXTA DIMENSÃO EXPRESSAM NOSSA IDENTIDADE E, PORTANTO, SOMOS PATRÕES E SENHORES DOS REINOS PLANETÁRIOS UNIVERSAIS E CÓSMICOS. NOS SUBMERGIMOS TAMBÉM ALI ONDE EXISTE O VÉU DE MAIA E A MATÉRIA, PORQUE TAMBÉM ELA É EXPRESSÃO DO ESPÍRITO SANTO NOSSO SENHOR E CRIADOR!E ENTÃO NOS PERSONIFICAMOS NA ROCHA, NA ÁGUA, NO FOGO, NO AR, NAS PLANTAS, NAS CORES E NOS ANIMAIS. NOS PERSONIFICAMOS TAMBÉM NO HOMEM, SE ELE SE TORNAR HUMILDE EM SERVIR E OBEDIENTE A NOSSOS DITAMES.
ONDE O PENSAMENTO CRIADOR ESTÁ PRESENTE E OPERANTE ATRAVÉS DO MOTOR PERPÉTUO, ESTÁ PRESENTE NOSSO SER CRÍSTICO. NÓS SOMOS OS ARCANJOS DE VOSSA HISTÓRIA. NÓS SOMOS A HISTÓRIA DO COSMOS. NÓS SOMOS AS GALÁXIAS, AS ESTRELAS, OS PLANETAS E TUDO OQUE VIVE E SE TRANSFORMA. VÓS UM DIA VIVEREIS E DESFRUTAREIS DESTA VERDADE CÓSMICA, PORÉM ENQUANTO VIVAIS NA IGNORÂNCIA VOS SERÁ DADO SOMENTE UM ESPELHO DA VERDADE E DA LUZ.
A TI, FILHO QUE ESCREVE, A PAZ DO ESPÍRITO DO ÁTOMO SOLAR E DIVINO DO SENHOR DO COSMOS ARAT-RA.
PAZ!
DO CÉU À TERRA.
G. Bongiovanni
São Giovanni - Itália, 06 de Dezembro de 2011.
Às 16:11 horas
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O VLT ENCONTRA ESTRELA QUE GIRA A VELOCIDADE RECORDE.
O Very Largue Telescope da ESO em Cerro Paranal (Chile), detectou a estrela que gira mais rápido que se conhece até agora. Esta jovem, maciça e brilhante estrela se encontra em nossa vizinha galáxia, a Grande Nuvem de Magalhães a 160 000 anos luzes da Terra. Os astrônomos acreditam que pôde ter um passado violento e que teria sido expulsa de um sistema estelar binário depois da explosão de sua companheira.
Uma equipe internacional de astrônomos utilizou o Very Largue Telescope (VLT) do ESO no Observatório Paranal, na Região de Antofagasta no Chile, para realizar uma sondagem das estrelas mais pesadas e brilhantes no interior da Nebulosa de Tarântula (ver notícia anterior), na Grande Nuvem de Magalhães. Entre as muitas estrelas brilhantes que possui esta creche estelar, a equipe identificou uma, chamada VFTS 102 [1], que está girando a mais de dois milhões de quilômetros por hora - mais de 300 vezes mais rápido que o Sol [2] e muito perto do ponto em que poderia ser destroçada pelas forças centrífugas. VFTS 102 é a estrela que gira mais rápido, conhecida até esta data.
Os astrônomos também detectaram que a estrela, que possui ao redor de 25 vezes a massa do Sol e é ao redor de cem mil vezes mais brilhante, move-se pelo espaço a uma velocidade significativamente diferente da de seus vizinhos:
"A incrível velocidade de rotação e seu incomum movimento em comparação com as estrelas que a rodeiam, nos levou a nos perguntar se esta estrela tinha tido cedo uma vida fora do comum. Estávamos intrigados", - explica Philip Dufton (Queen 's University Belfast, Irlanda do Norte, Reino Unido), autor principal do artigo que apresenta os resultados.
Esta diferença na velocidade poderia implicar em que VFTS 102 seja uma estrela em fuga, quer dizer, que foi expulsa de um sistema binário de estrelas depois que sua companheira estelar explodisse como uma supernova. Esta idéia é apoiada por duas novas pistas: um pulsar e um remanescente de supernova associado em suas proximidades.
A equipe reconstruiu uma possível explicação do passado desta incomum estrela. Ao meu parecer tudo teria começado no interior de um sistema estelar binário. Se as duas estrelas se encontravam próximas, o gás de sua companheira pôde passar para o VFTS 102 e neste processo teria começado a girar mais e mais rápido. Isto explicaria uma de suas incomuns características, do porquê girar tão rápido. Depois de um curto tempo de vida, uns dez milhões de anos, sua maciça companheira teria explodido como uma supernova, o que poderia explicar a presença de uma nuvem de gás típica, conhecida como remanescente de supernova, nas imediações. A explosão também teria levado a expulsão da estrela, o que explicaria a terceira anomalia: a diferença entre a velocidade do VFTS 102 e a de outras estrelas na região. À medida que paralisava, sua maciça companheira teria se convertido no pulsar que hoje se observa na região, completando assim a solução do enigma.
Embora os astrônomos ainda não possam estar seguros de que isso foi exatamente o que aconteceu, Dufton conclui: "Esta é uma história convincente, já que explica cada uma das características incomuns que vimos. Esta estrela sem dúvida nos mostra lado insuspeitados da breve vida, mas dramática vida das estrelas mais maciças".
Extraído de: http://www.eso.org/public/spain/news/eso1147/
Em 05 de Dezembro de 2011.