A voz dos Extraterrestres.
A voz dos Extraterrestres.
OS JOVENS DA GENÉTICA G.N.A.
VIVEM, CREEM, VIVIFICAM, APAIXONAM-SE E APAIXONAM A TODOS, TAMBÉM AOS VELHOS.
OBRIGADO EMILIA.
COM FÉ.
SETUN SHENAR E OS IRMÃOS SAÚDAM.
Através de,
G. Bongiovanni.
Sant’Elpidio a Mare – Itália, 06 de Janeiro de 2019, às 14:04 horas.
Voltar a nos apaixonar.
(Emilia Cardoso)
Os primeiros dias de novembro tive a notícia de que Giorgio e sua família viajariam para a América do Sul para um encontro de Arcas. Uma viagem muita esperada por todos os que de algum jeito seguimos humildemente a obra espiritual que leva adiante já há quase trinta anos.
“Vão ser dias intensos”- pensei. O encontro com as Arcas da América do Sul coincidia com muitas atividades de fechamento de ano. A aceleração própria da cidade, e tão característica dessas datas, dava-lhe um marco muito particular ao encontro, que para mim foi como um parêntese, uma verdadeira pausa no tempo, em meio da voragem.
Encontrar o Giorgio com sua mulher e companheira de luta Sonia, e sua filha Sonia Tabita, sempre é uma experiência que nos comove, com uma mensagem que nos interpela, e nos obriga a considerar o mundo no qual vivemos e nossa atuação nele. Possivelmente é uma mensagem que não nos deixa cômodos por momentos e nos vemos impulsionados a medir a coerência de nossos atos com aquilo que dizemos desejar. Mas também nos encontramos com os conceitos sobre a vida e o universo que leva nosso entendimento a novos horizontes, já que “não só de pão vive o homem”.
Sua mensagem é sempre um convite a existir de um modo novo, com o olhar que somente dar o conhecimento. A pensar como pensamos, como vivemos, o que nos move a nos comportar de uma ou outra forma. A não nos deixar arrastar pelas grandes tendências que vêem e vivem a espiritualidade reduzida ao ritualismo. Ou que encerram ao ser humano em pensamentos dogmáticos. Longe disso, é um convite a romper nossas próprias estruturas, a nos questionar todo uma e outra vez, a não viver no estanque”, porque o estanque se apodrece.
Em um mundo regido pela lógica racionalista do homem branco que acaba com todo encanto, a espiritualidade nos convida a voltar a “encantá-lo”, não porque isso signifique acreditar em heróis mitológicos ou em beberagens mágicas de amor, nada disso.
Encantar o mundo é apaixonar-se por ele, entesourá-lo. Ver na terra “algo mais” que só terra. Ver no outro”, algo mais que somente “um outro”. A perda de nosso querido Juan Carlos nesses dias, recordou-me a fragilidade de nossa existência, deteve-me no instantâneo, o fugaz do momento, a intensidade com a qual poderíamos viver. Encantar o mundo também é lhe dar um valor mágico de minuto a minuto, à delgada linha que separa a vida da morte, essa linha que é mais fina do que pensamos.
Em uma sociedade que não acredita em profetas, falar de uma experiência divina é estigmatizante, mais ainda quando “o divino” se associa ao delírio, a enfermidade ou a fraude comercial, que infelizmente na maioria das vezes vêem é verdade, porque a corrupção está presente em todos os âmbitos. Percorrer o mundo assim, com o corpo ferido, com uma mensagem complexa, que incomoda, em meio da pura incredulidade seria tortuoso se não fosse pela força dos sinais impressos em seu corpo, mas também que toda experiência outorga.
Acompanhar esta experiência com nossas energias fazedoras e o carinho que temos pela obra pode nos levar pela mão a viver o inimaginável em nossa cotidianidade. Nos sintamos privilegiados por ter encontrado esta via.
Estes foram meus pensamentos nos dias que durou o encontro. Queria abraçar a todos e lhes augurar um muito bom ano dentro do caminho que escolhemos, o de voltar a nos apaixonar para com os dias que nos restam.
Emilia Cardoso
Arca Lily Mariposa.
Rosário de Santa Fé - Argentina, 05 de Janeiro de 2019.
Outra mensagem referente ao artigo:
Em 23.12.18 - Os extraterrestres e os jovens.
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