A voz dos Extraterrestres.
A voz dos Extraterrestres.
A JUSTIÇA.
DO CÉU À TERRA.
O VALOR ETERNO E INSUBSTITUÍVEL SOBRE O QUAL SE APÓIAM A ORDEM E A PERFEIÇÃO DO UNIVERSO INTEIRO.
A JUSTIÇA ESTÁ SUSTENTADA POR PILARES INDISPENSÁVEIS QUE ALIMENTAM SUA EXISTÊNCIA.
ESTES SÃO: O AMOR E A PAZ.
ESTE É O TRIPÉ SOBRE O QUAL SE APÓIA A ORDEM E O EQUILÍBRIO DOS PLANETAS, DAS CIVILIZAÇÕES DAS ESTRELAS.
EM VOSSO MUNDO FALTA A JUSTIÇA, O SENTIDO PROFUNDO QUE ESTE VALOR COMPORTA.
SUA SOCIEDADE EM CRISE IRREVERSÍVEL MANIFESTA DE TODAS AS FORMAS, A TRECHOS, IMPULSOS DE AMOR ALTRUÍSTA E DESEJO DE PAZ, SOBRE TUDO NAQUELAS POPULAÇÕES QUE SOFREM.
O QUE VOLTA DRAMATICAMENTE VIOLENTA, DELITIVA E NEFASTA SUA SOCIEDADE É A AUSÊNCIA DE JUSTIÇA E A PRESENÇA DO VALOR OPOSTO.
FOI DITO E ESCRITO:
“NÃO HÁ PAZ SEM JUSTIÇA”.
O NECESSÁRIO A TODOS, O SUPÉRFLUO A NINGUÉM.
QUE CADA UM TENHA SEU PÃO E SEU PESCADO,… “ETC. ETC.
OS SETE MANDAMENTOS QUE Moises RECIBIO NO MONTE SINAI POR PARTE DO ALTISIMO ADONAI EM PRESENÇA DE NOSSOS PAIS REPRESENTAM O SENTIDO PERFEITO DA JUSTIÇA UNIVERSAL. ATÉ QUANDO VOS OBSTINAREIS EM PERSEVERAR NO ENGANO, NA DEBILIDADE, NO ÓDIO, NA VIOLÊNCIA E NÃO REALIZAR O SUPREMO VALOR DA JUSTIÇA?
A JUSTIÇA É A MAIS ALTA MANIFESTAÇÃO DO AMOR DE DEUS.
O AMOR É A CRIAÇÃO.
CONCEBER E DAR À LUZ EM ETERNO É A OBRA DE ARTE DO ARQUITETO UNIVERSAL.
A PAZ É O MOVIMENTO HARMÔNICO FORTE E DELICADO DO ESPIRITO, O ESCRIÑO CELESTE E HUMANO QUE CONTÉM A JUSTIÇA E O AMOR.
DO CÉU À TERRA
SEU SETUN SHENAR
Buenos Aires - Argentina,
18 de Março de 2005.
Às 07:00 horas.
G. B.
A Justiça do Espírito Santo
(Por Flavio Ciucani)
Neste tempo que vivemos, no qual parece que é uma moda proclamar-se como paladinos da “liberdade” e muitos fazem disso slogans de partidos e movimentos políticos, no qual tudo parece estar ao alcance da mão, todo desejo, toda necessidade, toda diversão e por que não? Todo abuso, a palavra “justiça” termina sendo manipulada em benefício próprio, ideológico e partidário. O que é a “justiça”? É aquela que respeita a “liberdade” individual? Mas “liberdade” do que? Do livre pensamento. Do empresariado livre. Da moral livre… E quem mais tenha, mais ponham! Nesta época que vivemos parece que tudo faz parte da “liberdade”. Deles se desprende que a “justiça” não tem que afetar o “vale todo”.
Honestamente não acredito que o problema primitivo seja o conceito de “liberdade” a não ser qual é efetivamente a natureza e o papel da “justiça”. Para quem põe como base em sua busca os valores do espírito antes dos da matéria têm a obrigação de referir-se aos ensinamentos daquele ao qual nós chamamos Mestre, Jesus Cristo.
De fato Ele mesmo deu aos apóstolos que estavam atônitos, antes de ser “levado por uma nuvem” (Fatos 1, 9) para o céu para desaparecer de sua vista, uma diretriz bem precisa: “Vão, e façam com que todos os povos sejam meus discípulos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e lhes ensinando a cumprir tudo o que eu lhes mandei” (Mateus 28, 19-20). Para muitos a fórmula fundamental da verdadeira Justiça se encontra em Mateus 5, 6: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão saciados”. Certamente este é um dos mandamentos que deixou para ensinar. Mas a expressão, segundo a tradução usada pela Conferência Episcopal Italiana, lhe dar um sentido quase fisiológico: ter fome é um instinto que se acalma no momento que é satisfeito. Em todas as demais traduções o sentido grego dos verbos fica intacto p???? (peináo) e d???? (dipsáo) que respectivamente significam estar faminto e estar sedento e fazem referência a uma desesperada busca em acalmar um desejo que não se pode apagar. Neste sentido terá que procurar a justiça, desejá-la, fazer parte da insatisfação humana querer alcançar um objetivo que parece não chegar. Neste sentido se explicaria o outro ensinamento: “Bem-aventurados aqueles que foram perseguidos por causa da justiça, pois deles é o Reino dos céus” (Mateus 5, 10). O aspecto da “bem-aventurança” é diferente do que habitualmente está acostumado a lhe atribuir: a perseguição não ocorreria por uma falta de justiça, por ser acusados injustamente, mas sim pelo fato de aferrar-se a constante necessidade de procurar a justiça, porque estão famintos e sedentos de justiça. Porque quem olha o mundo com outros olhos analisam os eventos com a consciência do que virá, comportam-se socialmente segundo a retidão que molesta a quem tem o poder em suas mãos e, portanto terminam sendo perseguidos. As sensações mudaram, a visão se torna mais ampla, a parte material se torna mais sutil e surge um significado mais amplo de justiça. Mas, se, além disso, são “bem-aventurados os humildes e os pobres”, passa a um segundo plano o aspecto capcioso das leis humanas, sua ambigüidade de significado. Portanto é válida a expressão evangélica: “Uma só obra fiz e todos lhes admiram”. Por isso Moisés lhes deu a circuncisão (não porque seja de Moisés, mas sim dos pais), e no dia de repouso circuncidam ao homem. E se para não violar a lei do Moisés um homem recebe a circuncisão no dia de repouso, por que estão zangados comigo porque Curei por completo um homem no dia de repouso? "Não julguem pela aparência, a não ser que julguem com julgamento justo” (João 7, 21-24).
Na época de Jesus se usava uma expressão que descrevia a quem se comportava segundo o julgamento justo, a quem analisava os eventos sem depender dos codicilos da lei, a não ser segundo um critério universal da harmonia da finalidade: vir justus. José era um homem justo que não se deixou condicionar pela tradição levitica de repudiar a Maria grávida que, segundo o julgamento humano dos habitantes era uma adultera; Noé era um homem justo que superou a brincadeira dos homens e obedeceu as ordens que Deus lhe havia dado. Para eles é válido o Salmo 25: “Dirige os humildes na justiça, e ensina os humildes seu caminho”. “Este homem realmente era justo”, gritava o centurião romano enquanto apontava Jesus na cruz, e estava atônito e confundido pelo último grito que deu Jesus antes de expirar e como tudo escureceu imediatamente.
Mas como alcançar e compreender plenamente a justiça? Se a justiça for a adaptação à ordem universal, à harmonia que regula todo o Universo, terá que olhar mais acima para inspirar-se no julgamento justo, em uma Justiça que valha para sempre, que se possa aplicar em qualquer lado. Também no Salmo 45 encontramos uma ajuda que nos ilumina: “Seu trono, OH Deus, pelos séculos dos séculos, um cetro de eqüidade o cetro de seu reino”. Portanto o Reino de Deus está regido por e com justiça. Quando se fala do Reino dos Céus se faz referência às leis universais que regulam a Criação: a Criação que o Espírito Santo ordenou, tornou sensível no visível e no invisível, vivificado com uma faísca de seu mesmo Espírito. Nesta ilimitada vitalidade convertida em imortal graças ao Espírito Santo não se pode deixar de considerar a inumerável quantidade de seres vivos que colonizaram infinidade de mundos, respeitando as leis universais que lhes deu a possibilidade de formar uma civilização e de alcançar uma ciência que para nós é inconcebível. Neste conceito que rol teve e terá Jesus?
A Virgem, em sua aparição de La Salette, em 19 de Setembro de 1846, deu aos meninos videntes uma mensagem “cifrada”, naturalmente para eles, não para a hierarquia eclesiástica e para os regentes da política. A Mãe de Deus lhes mostrou um crucifixo que “parecia vivo”, no centro estavam os símbolos do liberalismo e do comunismo. A Igreja católica realizou uma leitura perfeitamente correta da mensagem, emitindo a encíclica Rerum novarum. Na relação social entre os homens o primordial têm que ser os valores que Cristo deixou a seus discípulos que, por ordem do próprio Jesus, tinham que ensinar a observar. Evidentemente sua mensagem, do qual havia nascido um movimento que tinha superado as fronteiras da Palestina e se difundiu em todo o mundo, não tinha sido compreendido, portanto a intervenção da Virgem serve para instaurar um justo equilíbrio entre as relações humanas.
Estamos vivendo os últimos tempos, dos quais os sinais são evidentes, continuamos rezando “venha a nós Vosso Reino, assim na Terra como no Céu”. Nós temos a promessa de Jesus de que retornaria com potência e glória, acompanhado por esses Seres de Luz que contam com uma ciência inconcebível. Ele retornará para julgar o agir dos homens, que tenham aplicado seus mandamentos, e com a ajuda dos Seres, que o acompanharão, “criará” o Reino na Terra.
João, em Apocalípse 20, 11, tem a visão da obra de Cristo: “E vi um grande trono branco e ao que estava sentado nele, diante do qual fugiram a terra e o céu, e nenhum lugar se encontrou para eles”. O profeta Isaías disse o mesmo (65, 17): “Pois eis aqui, eu acredito em céus novos e uma terra nova, e não serão relembradas as coisas primeiras nem virão à memória”. Da seguinte forma o apóstolo Pedro, que tinha assistido às transfiguração de Jesus tornando-se de Luz deslumbrante e vestido com a mesma Luz o viu desaparecer para o céu em uma nuvem brilhante, - recordou aos primeiros cristãos o retorno do Jesus: “Mas o dia do Senhor virá como um ladrão, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos serão destruídos com fogo intenso, e a terra e as obras que há nela serão queimadas. Posto que todas estas coisas têm que ser destruídas desta maneira, que classe de pessoas não devem ser vós na Santa conduta e em piedade, esperando e apressando a vinda do dia de Deus, no qual os céus serão destruídos por fogo e os elementos se fundirão com intenso calor! Mas, segundo sua promessa, nós esperamos novos céus e nova terra, nos quais mora a justiça”.
Portanto Cristo será o “criador” da Nova Terra em que se instaurará a justiça em todo seu esplendor. Isto significa que aquele que retornará não é precisamente esse Cristo que estamos acostumados a conhecer: de fato Ele se sentará em um trono real, mas com as faculdades de Juiz do Pai e com o poder criador do Espírito Santo. E que se faça justiça!
Flavio Ciucani.
Em 27 de Dezembro de 2016.
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