DO CÉU À TERRA.
DO CÉU À TERRA.
O HARBAR QUE MATA INEXORAVELMENTE.
SETUN SHENAR E OS IRMÃOS COMUNICAM.
COM A MORTE NO CORAÇÃO E COM A MAIS PROFUNDA TRISTEZA, NOS PERMITIMOS VOS RECORDAR UMA VEZ MAIS, A TODOS VÓS HOMENS DO PLANETA TERRA, QUE O HARBAR PODERÁ MATAR A TODOS VÓS E ELIMINAR A VOSSA ESPÉCIE.
SE VOSSOS CIENTISTAS, MÉDICOS E AUTORIDADES JUDICIAIS NÃO TOMAREM IMEDIATAMENTE SÉRIAS MEDIDAS, OS INFANTICÍDIOS COMO O SOFRIDO PELA PEQUENA ALESSIA SE MULTIPLICARÃO EM QUALQUER PARTE DE FORMA INEXORÁVEL.
VOS APRESSEIS! VOS APRESSEIS!
SOLICITAMOS UMA VEZ MAIS A NOSSO AMIGO MENSAGEIRO G. BONGIOVANNI QUE DIVULGUE OS DOCUMENTOS ANEXOS – MENSAGENS QUE SE REFEREM AO HARBAR E AOS MÉTODOS PARA ELIMINÁ-LO.
LEIAM, MEDITEM E DEDUZAM.
PAZ!
SETUN SHENAR E OS IRMÃOS SAÚDAM COM O CORAÇÃO AFLITO E COM UMA DESESPERADORA TRISTEZA.
Através de,
G. Bongiovanni.__
Sant'Elpidio a Mare – Itália,
18 de Agosto de 2014.
Às 23:00 horas.
Mensagens relacionadas ao HARBAR:
Em 23.08.96 - O Harbar, a peste dos neurônios do cérebro.
Em 25.09.96 – O Harbar.
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Em 25.07.11 – Harbar: Causa de atrozes delitos.
Em 02.01.12 – O Harbar, a peste dos neurônios do cérebro.
ANCONA: UM PAI ASSASSINA A PUNHALADAS SUA FILHA DE 18 MESES.
A tragédia ocorreu em Collemarino, uma parte da capital da região Lhe Marche. O que desatou a loucura do homem de 34 anos teria sido um surto.
ANCONA – Um repentino surto. Três punhaladas, das quais uma fatal no coração. Assim perdeu a vida a pequena Aléssia de 18 meses, assassinada por seu pai, Gianluca Giustini. A tragédia ocorreu em Collemarino, uma parte da cidade de Ancona pouco depois das 14:00 horas. A menina se encontrava em seu berço: foi ali que seu pai, um maquinista ferroviário, a teria atacado violentamente.
No momento do delito Giustini de 34 anos, encontrava-se a sós com sua filha, enquanto sua mulher Sara Bedini de 32 anos, enfermeira do hospital regional de Torrette, encontrava-se fora, possivelmente na praia, com sua outra menina de quatro anos e meio e com seus pais. Teria sido o mesmo homem (o pai da criança) quem lhe avisou por telefone celular do ocorrido: “Fiz um desastre”, - lhe haveria dito. A mulher correu para sua casa junto com seu pai, quem pegou à menina em seus braços e saiu à rua, onde enquanto isso havia chegado a ambulância do 118. Inutilmente os paramédicos tentaram reanimá-la no lugar, mas para a Alessia já não havia nada mais que fazer.
Giustini foi detido imediatamente pelos carabineiros, que o levaram fazendo-o passar pela garagem, evitando assim que se cruzasse com seus parentes enfurecidos. Em pouco tempo se reuniu uma multidão de parentes e amigos sob a casa, que tentaram consolar Daniela a avó materna da pequena que dizia: “Alessia não, Alessia não... – repetia desesperada – eu a criei, pobre criatura, estava cheia de sangue”...
Os vizinhos não conseguem entender o que poderia ter passado pela mente do Giustini. Não há nenhum indício de tensões entre o casal, nem tampouco problemas econômicos.