DO CÉU À TERRA.
DO CÉU À TERRA.
O APOCALIPSE DA HUMANIDADE.
DO CÉU À TERRA.
O APOCALIPSE DA HUMANIDADE ESTÁ EM FASE PROGRESSIVA E DRAMÁTICA. ALÉM DE ALGUMAS EXCEÇÕES, NINGUÉM SE DAR CONTA DA MORTAL ESPIRAL EM QUE CAIU INEXORAVELMENTE A HUMANIDADE.
NÓS, OS “ALIENÍGENAS” COMO VÓS NOS DEFINEM VULGARMENTE, JÁ VOS DISSEMOS MUITAS VEZES QUE OS PODEROSOS ANTICRISTOS DA TERRA PROGRAMARAM PARA O FUTURO PRÓXIMO UMA GUERRA NUCLEAR QUE PROVOCARÁ O EXTERMÍNIO DE GRANDE PARTE DA HUMANIDADE.
ACRISE ECONÔMICA (ler o artigo anexo), INTENCIONAL E PROGRAMADA, SERÁ A FORÇA DESENCADEANTE. SE NÃO PÔR REMÉDIO A ESTE CENÁRIO INFERNAL, A TODOS VÓS, SEM EXCEÇÃO, A BATALHA DO ARMAGHEDON, QUE JÁ SE ENCONTRA EM SUA FASE INICIAL, SERÁ INEVITÁVEL.
QUEREMOS VOS RECORDAR, UMA VEZ MAIS, QUE NÓS RESPEITAREMOS AS PROMESSAS E OS PROGRAMAS ESTABELECIDOS PELOS MESTRES CÓSMICOS E PELO CRISTO REDENTOR: SALVAREMOS O SALVAVEL QUE ESTÁ COMPOSTO POR: CRIANÇAS, OS BONS, OS JUSTOS, OS PACÍFICOS, OS AMANTES DO AMOR E, NÃO POR OUTROS. LEMBREM SEMPRE!
PAZ!
DO CÉU À TERRA.
Através de,
G. Bongiovanni.
Sant’Elpidio a Mare – Itália, 10 de Outubro de 2013.
Às 16:45 horas.
UM PESADELO PARA OS BALANÇOS DOS BANCOS EUROPEUS.
AMÉRICA DO NORTE CAUSA FALÊNCIA.
Uma desvalorização dos T-bond reduzirá o crédito.
O alarme pela crise da dívida americana está se expandindo rapidamente para a Europa, que foi a vítima principal do puxão de 2011 entre o Presidente Obama e a maioria republicana na Câmara. Os tons de voz não são tão abertos como os da China ou Rússia, tanto por razões políticas, como pela enormidade de títulos norte-americanos que possui Pequim, que alcançam quase os 1,3 trilhões de dólares.
Mas a preocupação é a mesma, se não for maior, porque a frágil recuperação do Velho continente poderá ser arrasada pelo default de Washington. Por não falar dos efeitos que esta ameaça terá nos mercados financeiros, abrindo novamente as portas para volta de uma potencial crise como a que há dois anos quase provocou a queda do euro.
Desde a cúpula da APEC em Bali, o chefe do Kremlin, Putin, quase levou na brincadeira seu colega da Casa Branca, dizendo que em seu lugar ele nem sequer teria viajado à Ásia. A China pelo contrário reclamou aos EE.UU. por sua responsabilidade, pedindo “medidas concretas” para evitar o default. Em Bruxelas, pelo contrário, foram suspensas as negociações da Transatlantic tradeand investment partership (TTIP), porque os negociadores norte-americanos foram deixados em standby por causa do shutdown (fechamento). Naturalmente o alarme soou no Fundo Monetário Internacional (FMI) e no Banco Mundial, que precisamente nestes dias estão começando com suas cúpulas outonais.
Os governos europeus não levantaram a voz como os da China e Rússia, porém os bancos centrais, começando pelo BCE para em seguida chegar às instituições de crédito nacionais particulares, receberam ou estão recebendo relatórios muito preocupantes dos seus escritórios nos Estados Unidos. No plano político, o problema principal é a falta de comunicação entre as partes, que torna difícil o acordo. Pelo contrário, no plano técnico a emergência não está tanto no shutdown que já está em curso, mas sim na ameaça de que a partir de 17 de Outubro Washington deixará de pagar sua própria dívida. Este passo sem precedentes provocará dois efeitos desastrosos na Europa: primeiro, um freio no crescimento que estava apenas começando novamente; segundo, uma nova e potencial crise financeira.
Quanto ao primeiro ponto é fácil compreender o mecanismo. O default porá um freio no consumo norte- americano e ao mesmo tempo desvalorizará o dólar, complicando as exportações europeias. Pelo contrário em relação ao segundo foi o próprio ex-chefe do staff da Casa Branca, John Podesta, que explicou os motivos preocupantes: “Se os reguladores europeus decidirem que os bancos têm que submeter-se aos testes de stress anuais contra a possibilidade de default nos Estados Unidos, e se começarem a elevar os requisitos de capitais requeridos, será um desastre”.
As Instituições de crédito que têm maior quantidade de títulos norte-americanos terão que desvalorizar suas atividades e recolher novos recursos. Isso levará a uma inevitável contração do crédito, que até agora foi uma das principais causas do porquê de ainda a Itália não ter se recuperado. Se além disso, os bancos que continuam sendo frágeis pela crise dos créditos subprime de 2008, começarem a quebrar, nos encontraremos a curto prazo na beira do abismo. É fácil prever os novos problemas para os Estados, novas intervenções para os países mais fracos como a Grécia, e possivelmente nova instabilidade para a Itália ou para a própria França.
Não é por casualidade que o índice iTraxx, que mede os credit-default swaps das companhias, na última semana tenha alcançado o nível mais alto desde setembro. Os custos para assegurar os bônus corporativos ante possíveis perdas estão aumentando, e isto não é mais que uma pequena parte do que poderá ocorrer se em 17 de Outubro se os Estados Unidos chegarem a cair realmente em default. Os relatórios que saíram dos Estados Unidos ilustram estes cenários, portanto, impõe aos bancos centrais que levem em consideração as contramedidas que já estão em processo de preparação.
Com a esperança de que por enquanto os políticos norte-americanos saibam encontrar o acordo necessário para impedir outra crise evitável.
La Stampa, 10 de Outubro de 2013.