DO CÉU À TERRA.
DO CÉU À TERRA.
ALEMANHA RENUNCIA A ENERGIA DA MORTE.
NÃO PODEMOS NÃO SENTIR ALEGRIA DEPOIS DO ANÚNCIO DA RENÚNCIA DA ALEMANHA A ENERGIA ATÔMICA.
UMA PEQUENA ESPERANÇA APARECE EM SEU HORIZONTE COM O DESEJO DE QUE TODAS AS NAÇÕES DA TERRA IMITEM A ESCOLHA SÁBIA E PACÍFICA DA NAÇÃO QUE VÓS DENOMINAIS ALEMANHA.
À CHANCELER ANGELA MERKEL E AO MINISTRO DO MEIO AMBIENTE NORBERT RÖTTGEN, DIZEMOS: ESTEJAM ATENTOS! VOSSA ESCOLHA DE AMOR UNIVERSAL SERÁ DIFICULTADA DURAMENTE PELOS FOMENTADORES DE GUERRAS E PELAS MULTINACIONAIS QUE NA ALEMANHA TÊM UM PODER MUITO GRANDE.
NÃO VOS DEIXEIS DISSUADIR.
PAZ!
DO CÉU À TERRA.
ATRAVÉS DE,
Giorgio Bongiovanni.
Estigmatizado.
San Giovanni de Polcenigo (PN),
30 de Maio de 2011.
.
MERKEL DECIDIU ADIANTAR O APAGÃO NUCLEAR NA ALEMANHA.
Achanceler alemã decide assim romper a moratória aprovada por seu Governo em 2010
e recupera o plano do Executivo anterior ao dela.
O governo da Ângela Merkel concordou em adiantar o blecaute nuclear na Alemanha ao ano 2022, embora já em 2021 serão desconectadas a grande maioria das centrais atômicas da Alemanha. A União Cristã Demócrata (CDU) de Merkel, a Social Cristianos Bávaros (CSU) e Liberais (FDP) anunciaram nesta madrugada que as oito centrais cuja enclausura provisória se anunciou depois da catástrofe de Fukushima nunca mas voltarão a ser conectadas à rede.
Está decisão rompe definitivamente com a direção pronuclear que manteve de início o governo de Merkel. Uma direção que levou em 2010 a aprovar uma moratória de uma lei aprovada pelo Governo anterior (de socialdemocratas e verdes, dirigidos pelo chanceler Gerhard Schröeder), que pretendia o que a chanceler acaba de decidir: acabar com as centrais nucleares na Alemanha até 2020. Quando chegou ao poder, Merkel postergou por uma média de 12 anos o blecaute das centrais nucleares, uma decisão que supunha uma moratória da lei, aprovada em 2002, para desconectar todas as centrais atômicas alemãs até o ano 2021.
A postura de Merkel começou a mudar depois da catástrofe de Fukushima, quando a pressão popular contra a energia nuclear ressurgiu na Alemanha. Imediatamente depois da tragédia, Merkel anunciou que se comprovaria de novo a segurança das 17 centrais atômicas alemãs que, entretanto, qualificou de "seguras". Mas a pressão da rua e da opinião pública aconteceram mais que nunca e, alguns dias depois, suspendia seu plano de alongar a vida das centrais alemãs até 2036.
Nesta madrugada, foi o ministro do Meio ambiente, Nobert Röttgen, o encarregado de comunicar à imprensa que as três plantas nucleares mais modernas atrasarão eventualmente seu fechamento até 2022, no caso de que surjam problemas com o fornecimento elétrico. Essas plantas devem ser vistas como "reserva de segurança", -;disse Röttgen, quem comentou que o acordo entre as três formações prevê que no ano 2018 se decida se o blecaute pode se levar a cabo em 2021 ou um ano mais tarde.
À busca do maior consenso parlamentar possível, a decisão dos partidos do Governo foi comunicada imediatamente aos líderes da oposição social democrata (SPD) e verde, que foram citados à chancelaria e que expressaram, entretanto, suas dúvidas a respeito da iniciativa. O presidente do SPD, Sigmar Gabriel, comentou que seu partido está disposto ao consenso, mas sob condições claras que deverão ser negociadas e o líder verde, Jürgen Trittin manifestou que até ficam muitas questões sem esclarecer e criticou que o blecaute nuclear não seja claro e definitivo.
Font El PAÍS - Berlim / Madrid - 30/05/2011