DO CÉU À TERRA.
DO CÉU À TERRA.
A VERDADE RELATADA POR UMA MULHER AOS PÉS DA CRUZ.
DO CÉU À TERRA.
ESCREVI EM 22 DE OUTUBRO DE 2010:
A VERDADE RELATADA POR UMA DAS MULHERES AOS PÉS DAS CRUZ.
DO CÉU À TERRA.
Giorgio Bongiovanni.
Estigmatizado
Sant'Elpidio a Mare - Itália, 22 de Outubro de 2010.
UMA LOUCA ESPERANÇA: A VITÓRIA DO AMOR SOBRE O ÓDIO.
Pordenone 16/17 de Outubro 2010.
Penso na força da união enquanto abraço os irmãos de Pordenone que chegam à arca Alea Lores. Como formigas operárias cada um chega com algo, ordena, chama por telefone, organiza. Preparam as mesas para o jantar frugal que compartilharemos todos juntos enquanto esperamos que cheguem Sonia Alea, Lorella, Elisabetta, nossos filhos e o querido Francesco.
Uma vez mais nos vimos entorno das 20:30 horas no travesseiro dessa habitação no último andar que emana um agradável aroma, com suas grandes vigas de madeira marrom no teto. O perfume de rosas é intenso, como acontece frequentemente durante o sangramento dos estigmas, assim como o olhar de Giorgio que se converte de novo no cálice da comunhão, com os sinais da presença viva e tangível do Divino, impressos em seu corpo.
Sentimos o desejo de nos aproximar ao seu redor, como ramos de uma só árvore de salgueiro, cujo tronco afunda suas raízes na Mãe Terra, mãe de todas as criaturas. Em sentido figurado imagino esta cena, em silêncio e em respeito as dores desses momentos.
Somos muitos hoje neste mundo os que podemos dizer que fomos testemunhas diretas do sinal dos estigmas permanentes do Giorgio Bongiovanni quem, goste ou não, é um homem decididamente “fora de série”. O Céu através de Giorgio revela a uma irmã íntima uma anterior vida sua. Isto não acontece frequentemente e nos unimos na emoção de nossa amiga pela revelação absolutamente inesperada.
A jovem e preciosa mãe de Maurice vem até mim, perto dos pés que sangram de Giorgio e com voz baixa me diz: “É como estar aos pés da cruz”. Confirmo-lhe que é justamente assim; medito sobre a comunhão dos espíritos e lhe comento quantas vezes transcrevemos esta expressão por amor a todos os irmãos. Quando nos encontramos nos “pés da cruz”, é como estar nus diante do espelho de nossa consciência que sempre e de todas formas nos põe de costas à parede, mas ao mesmo tempo nos sentimos investidos de luz, de esperança e de força. Quantas vezes sorrimos a Giorgio nesses momentos e ele, ainda sofrendo, nos devolveu estes sorrisos.
A pequena sala na planta baixa da arca se presta quase por magia a qualquer eventualidade. A depender da ocasião se converte em escritório, refeitório e sala de reuniões. “Isto é o que temos!”. É a exclamação do momento, que alguns expressam estritamente em dialeto siciliano. Depois de jantar perguntam a Giorgio sobre a Sara Scazzi, um caso de crônica negra que há mais de um mês ressalta em primeiro plano nas notícias. Um dos mais evidentes casos de harbar, cujas manifestações marcaram dia após dia o destino de homens e mulheres que em um instante se tornam vítimas, verdugos, familiares diretos de uns ou de outros. Existências que ficam marcadas para sempre. Crônicas de uma morte do espírito anunciada, melhor dizendo “gritada” a décadas por Eugenio Siragusa e depois por Giorgio Bongiovanni, ambos fiéis repetidores das advertências que os seres de luz e os gênios solares transmitiram sobre este vírus de natureza psíquica que ataca e infecta os neurônios do cérebro, infundindo no ser humano um “irrefreável impulso de matar e se matar”.
Giorgio explica que o “terreno”, o encéfalo da raça humana e animal está cada vez mais predisposto a contrair este vírus devido à contaminação ambiental e radiativa, mas as probabilidades de contrair a loucura aumentam à enésima potência quando não se põe em prática os valores do espírito. Os psicólogos não entendem nada. E Giorgio explica que agiriam melhor ao confrontar este difuso problema social com outro espírito de análise, com um enfoque completamente diferente.
Vou me vou descansar com estes pensamentos que tomam força, pensando em um exemplo concreto de harbar coletivo, impresso nas páginas do livro que fala de Maggy, Marguerite Barankitse, uma doutora da etnia tutsi, em Burundi, um pequeno estado no coração da África, fronteiriço com Ruanda e Congo. Uma mulher de minha idade que depois de ter sido testemunha em 1993/94 da matança atroz coletiva de todo seu povo, se fez responsável pelos únicos 25 meninos que sobreviveram. Que em um mês foram 200. Pequenos traumatizados, que sofriam, obcecados pelas imagens dos vizinhos que de repente se transformaram em seus inimigos. Por puro amor Maggy, sem se preocupar com ameaças, escolheu viver com as vítimas mais indefesas e impotentes da guerra e da pobreza, os meninos de qualquer grupo étnico ou nacionalidade. Ainda hoje que é a “mamãe social” de 10.000 pequenos, Maggy não compreende as causas daquelas atrocidades e se limita a curar tanto às vítimas como a quem matou. Relaciono todo isso com Cristo e penso nos conceitos explicados por Giorgio apenas duas horas antes... Nunca se termina de aprender.
A chuva cai abundante e insistente toda a noite e continua sem parar no dia seguinte no domingo. Fora, a natureza se ver já preparada para receber e conviver com o frio do inverno. Às 11 Giorgio intervém ao vivo no programa “Socialmente utile” nas frequências de Rádio Canale 100 de Bari. No estúdio Antonella Morelli e o doutor Nico Ceglie, nossos amigos fraternos a muito tempo, junto com o apresentador Ugo Lombardi deram vida a uma “grandiosa” entrevista.
Giorgio acabava de ler em “La Unitá” e em outros jornais que com os alimentos que jogamos no lixo se poderia dar de comer a 3 bilhões de pessoas.
Pergunta a Giorgio quem é o artífice da perda de controle, do impulso agressivo de tanta gente que cada dia enche as crônicas judiciais. Aproveita a ocasião para explicar “o Harbar”, a peste dos neurônios do cérebro. “Esta sociedade está embasada sobre os valores da violência, da agressão, do materialismo, que cria, desenvolve em nossos neurônios uma alteração que os médicos neuropsiquiátricos mundiais discutem a portas fechadas em seus congressos, por medo de revelar o que está acontecendo e semear o pânico completo na população. Trata-se de um transtorno de nossos neurônios que ataca às pessoas mais sensíveis, tanto a nível positivo como negativo. O vírus não ataca só às pessoas comuns, mas também aos poderosos da terra e estimula o homem a agredir, a matar e a matar-se. Nossos cientistas e nossos médicos deveriam intervir e não alimentar uma sociedade perversa. O tio da Sara é um pobre homem, é a palavra mais piedosa para definir este monstro que matou sua sobrinha. Porém, a causa não é ele, ele é o efeito. A causa é a sociedade embasada em valores absurdos e loucos de ódio, da violência, etc.”
Giorgio explica que as populações primitivas deviam caçar para sobreviver, mas sem matar pelo simples prazer de posse ou de submissão como acontece hoje. Inclusive os mais ferozes dos animais da terra, que podem agredir também o homem, não são agressivos quando estão satisfeitos. Infelizmente estes indivíduos nunca se sentirão satisfeitos, porque padecem deste morbo que lhes possuem como uma espécie de ninfomania do poder. O morbo ataca aos poderosos, mas também às pessoas mais simples que se auto enganam praticando valores materiais absurdos e antiéticos, inexistentes na lei universal.
Giorgio desafoga em transmissão direta toda sua rebelião e sua sede de justiça, justiça que de todas as maneiras chegará do Pai Adonai e de Jesus Cristo, Seu Filho. Jesus indicou com clareza o caminho: amar ao próximo como a si mesmo; não fazer as outros o que não quer que façam a ti; ajudar aos pobres, aos que aos necessitam; lutar pelas causas justas, acusar o poder quando é corrupto, quando é tirano; acusar os padres, os representantes da Igreja quando si prostituem com o poder; dizer sempre a verdade que faz livres, mas livres de verdade.
Ugo Lombardi pergunta como é que para contrastar o atuar do mal, Jesus não decidiu vencer.
Giorgio não duvida em responder: “Não, Ugo querido amigo meu, Jesus já venceu com a Ressurreição. Ele espiritualmente venceu quando ressuscitou, si fez ver e disse Eu regressarei. Falta a vitória humana, mas esta será vista dentro de não muito tempo, quando rasgarem os céus e Ele retornar “sobre as nuvens”. Compreenderão o que é o que são estas nuvens; não serão certamente as nuvenzinhas desenhadas pelo pintor Caravaggio, mas sim serão “nuvens” de metal e de luz, meios de transporte de seres que vêm de outros mundos...
Querido Ugo, estes seres que mudaram toda minha vida - continua dizendo Giorgio - horrorizam-se quando vêem em tempo real graças a sua sofisticada instrumentação o que está acontecendo no planeta Terra. Imaginemos por exemplo que um extraterrestre lesse o título seguinte: 'Com o que se joga fora sobras de alimentos que poderia dar de comer a 3 bilhões de seres humanos. O peso dos famintos é ainda muito alto, em relação aos dados do Millennium Development Goals. Contam-se dois bilhões de seres humanos que morrem de fome'.
O que sentiria um extraterrestre? O que diria? Nós nos escandalizamos pelo senhor Misseri que matou a sua sobrinha, mas nós que somente com a ação de jogar ao lixo as sobras que descartamos, matamos 2 bilhões de crianças, somos melhores, ou piores que ele? Queria que os ouvintes respondessem a esta pergunta: Os que jogam a comida no lixo são melhores, ou piores que esse que estrangulou à menina?
Deve saber, querido Ugo que nós somos hipócritas e que não reconhecemos nossa responsabilidade para com as crianças que morrem de fome. Deve saber também que o senhor Misseri poderá ser perdoado por Cristo, nós não!!! Se matarmos as crianças.
Permito-me gritar porque estou cheio de amor de Cristo e de sua justiça, do contrário não me permitiria fazê-lo...!
A transmissão procede rapidamente e do estúdio nos dizem que estão vendo na internet as imagens da entrevista de Giorgio transmitida na Itália 1” em janeiro 2009, durante o programa “IL Bivio”, apresentado por Enrico Ruggeri.
Ugo Lombardi pergunta a Giorgio quantos sinais, quantos estigmas se necessita ainda para mudar? Giorgio responde:
“Efetivamente ninguém necessitaria dos estigmas, os estigmas são um sinal que serve exclusivamente para recordar que Jesus está na terra. Eu não sou Jesus, eu não sou Cristo, mas sou um ser que anuncia Sua Vinda. Ele me disse: “Você deve dizer que Eu estou aqui e que breve me manifestarei”. Este é o motivo pelo qual existem os estigmatizados. Padre Pio foi o maior, eu sou como um pequeno aluno dele e de outros. Os estigmatizados vieram para recordar o significado profundo da verdadeira mensagem cristã que se concentra no sacrifício de Cristo e em Sua mensagem”.
Antonella Morelli aproveita o momento para falar do documentário “As Mensagens Secretas da Virgem”, gravado em um DVD que relata a história das aparições da Mãe Celeste. Suas diretas revelações que às vezes são presságios terríveis, às vezes mensagens de amor e de esperança que anunciam o retorno de Cristo. O DVD pode ser solicitado a nossa redação grátis ou com uma oferta voluntária. Além disso, se pode baixar gratuitamente da página www.giorgiobongiovanni.it. Não basta vê-lo só uma vez para compreender bem o conteúdo e viver as emoções das filmagens inéditas das crianças de Garabandal, de Medjugorje, do Chile, de Lucia dos Santos e da aparição de Giorgio.
A entrevista prossegue e Giorgio explica que por desgraça os videntes omitiram as mensagens e que não revelaram integralmente o conteúdo das aparições e foram covardes porque tiveram medo. Há videntes que depois se arrependeram e deram a vida por Cristo, como aconteceu ao apóstolo Pedro que, ainda amando a Cristo muitíssimo, renegou-lhe tres vezes na noite de Sua prisão. Depois se fez crucificar de cabeça para abaixo em Roma. Giorgio afirmou que também em Veneto há videntes que depois de sua experiência se casaram, levam um elevado padrão de vida e de vez em quando se apresentam ao público, fazem uma oração à Virgem que viram, para depois continuar com sua vida de gente acomodada. Também estas são escolhas de vida...
Ugo Lombardi reconduz a transmissão a uma análise: Pergunta se antes do nascimento de Jesus, antes de fazer 2000 anos, as sociedades que existiam receberam impulsos, na ocasião para iniciar um caminho idêntico, ou parecido ao nosso.
Giorgio: “Antes de fazer 2000 anos querido Ugo, se sucederam neste planeta civilizações muito evoluídas em relação à nossa, que não é digna nem sequer de lhes limpar os sapatos. Civilizações que foram muito superiores, como a de Atlântida, a Maia, a antiqüíssima civilização de Mu, a dos Astecas. Só para dar um exemplo, suas pirâmides foram construídas com a técnica de teletransporte, não com 150.000 escravos, como nos contam”.
Enquanto escuto com os irmãos o programa de rádio, percebo em minha pele o entusiasmo dos apresentadores que estão no estúdio. Foi estupendo quando conseguiram “obter” de Giorgio em transmissão direta a promessa de participar de outros programas, inclusive estando presente no estúdio. “Querer é poder”.
A conferência
Rapidamente terminamos a conexão com a rádio por uma entrevista que se repete com alegria:
Uma comida compartilhada desta vez com mais irmãos, amigos e simpatizantes; uma forma eficaz de verdade para aprofundar a relação com quem nos conhece há pouco tempo. É sempre uma honra poder intercambiar histórias de vida e opiniões com pessoas às quais não lhes interessam as intrigas ou falar de coisas sem importância, da moda, do tempo que fará. Chegam da arca de Sant'Elpidio nossas queridas Vanesa e Georgina de Huertos, Lara, Gianrico, Daniele com alguns familiares, Giovanni Bongiovanni, Pier Giorgio Caria e Barbara. É uma festa tornar nos encontrar, uma alegria que alimenta o espírito. E também o corpo.
Giorgio vai se descansar depois de comer, enquanto todos nós, cada um com seu próprio compromisso a cumprir, vai ao Auditorium La Concórdia no centro de Pordenone que todos nós já conhecemos. A pontualidade característica de quem vive no norte de nossa Itália faz com que na hora estabelecida se conte com a presença de 300 pessoas.
Ao que Elisabetta já relatou amplamente na crônica divulgada em 19 de outubro, acrescento nosso particular agradecimento a Simona e Luca, artistas de Turín (filodifusione.com), promotores do projeto a “Bandeira do futuro que une o gênero humano”, idealizado para sustentar a construção de um poço na zona de Alumbrera nos Andes da Argentina, em uma região onde a água, a linfa vital da terra e de suas formas viventes, foi poluída pela irresponsabilidade do homem.
(ver www.funimainternational.orghttp://www.funimainternational.org )
Enquanto eu estava no palco ao lado de Simona pensei na coragem, na força que pode nascer de um sincero e concreto compromisso individual, capaz de “contagiar ao contrário” essas pessoas que de algum modo reagem e se opõem ao sistema que está absorvendo tudo e a todos. Se nos unirmos e nos multiplicarmos podemos dar uma resposta às cifras da morte, com as cifras da vida.
Um exemplo concreto: Com a metade do que a Itália gastou e continua gastando em um mês para contribuir no Afeganistão com o massacre de civis, a organização de Emergency (Emergência) formada por homens e mulheres normais de carne e osso, construiu 3 centros cirúrgicos, 1 centro de maternidade e 28 ambulatórios de emergências!
Se bem que o relatório é inversamente proporcional, mas é nosso dever, é nossa responsabilidade, ainda mais se nos dizemos cristãos. “Melhor acender uma vela e dar luz que amaldiçoar as trevas!” - dizia Madre Teresa de Calcutá.
Pier Giorgio Caria entra no coração da conferência e apresenta o livro: “O segredo nos olhos de Maria”, publicado por Editora Mediterranee, escrito por nosso querido Flavio Ciucani. Um estudo histórico científico da tilma, o manto do pastor Juan Diego no qual ficou impressa a imagem da Virgem de Guadalupe no México durante a famosa aparição que converteu a mais de vinte milhões de Astecas ao cristianismo. A investigação de Pier Giorgio não cessa. Escrupulosamente atento à manifestação de sinais passados e presentes e a interpretá-los tanto em chave científica como escatológica, em particular depois da mensagem recebida por Giorgio Bongiovanni depois da manifestação do rosto do Manto Sagrado em dois campos de trigo na Inglaterra.
Ver:
(http://es.giorgiobongiovanni.org/mensajes-2010/2211-o-rosto-sagrado-doJesus-cristo-o-santo-sudario.hTML
http://www.unpuntoenelinfinito.com/mensajes-2010/2211-o-rosto-sagrado-doJesus-cristo-o-santo-sudario.hTML
Em sua explanação Pier Giorgio tocou nos temas das profecias Maia sobre 2012 relacionadas com os Círculos no trigo, com a visita Extraterrestre e com as grandes mudanças que ocorreram e que estão ocorrendo em âmbito social a nível planetário. Nesta análise, demonstrou como o coração da profecia Maia se funde perfeitamente com os fatos que estão acontecendo no mundo.
“O aspecto mais importante desta profecia - disse Caria - se refere ao último Katun, um período de 20 anos que começou em 1992 e que terminará em 2012. Este período foi definido pelos Maias como “o tempo da escolha”, o último tempo a disposição da humanidade para poder mudar seu futuro.
A partir de 2012, - dizem os Maias -, os eventos se acelerarão até tal ponto que o homem não poderá fazer mais nada para detê-los e colherá o fruto de suas escolhas positivas ou negativas. Quem tiver semeado o bem receberá paz e alegria, quem tiver semeado mal receberá dor e tortura. Em termos bíblicos, é o tempo no qual 'o joio será separado do trigo', e se trata de uma escolha que cada um faz por si mesmo”.
Pier Giorgio demonstrou como o cenário do último Katun se desdobrou precisamente no umbral de seu começo em 1992:
“Círculos no trigo, presença extraterrestre, situação geopolítica nacional e internacional. Os fatos de maior relevo nestes âmbitos e que caracterizaram estes vinte anos que estão por concluir-se, revelaram-se com um enorme impacto entre os anos 1989 e 1992: Em 1990 os círculos no trigo se manifestam como fenômeno comunicativo através de símbolos, a fase atual com impressionantes manifestações UFO tem início com o eclipse de sol ocorrido no México em 11 de julho de 1991, exatamente como foi previsto pelos Maias. A experiência do estigmatizado e a missão de Giorgio Bongiovanni se inserem com pleno direito neste cenário. De fato Giorgio recebe os estigmas e a missão que continua levando adiante, em 02 de setembro de 1989 em Fátima. Não só isso, ele recebe os estigmas nos pés em 02 de setembro de 1991 em forma de duas cruzes que sangram e Jesus lhe explica que as duas cruzes são o símbolo da escolha que fará a humanidade: Uma cruz de redenção e uma cruz de condenação, quer dizer, a escolha. A nível geopolítico em 1989 temos a queda do muro de Berlim e em 1991 a queda definitiva da União Soviética e do comunismo na Rússia e dos países do pacto de Varsóvia. Em 1992 são assassinados os juízes Giovanni Falcone e Paolo Borsellino, um evento que levará um breve tempo para a queda do velho sistema de poder e o nascimento do atual. Por último, também segundo os Maias estamos no final dos tempos, em espera da grande mudança que transportará à humanidade para uma nova era de paz, bem estar e harmonia.
Pier Giorgio conclui sua intervenção convidando Giorgio a subir ao palco. Observo seus ombros cansados e seu caminhar... Nos emociona sempre, enquanto se abraça com o Pier que parece quase desaparecer.
Elisabetta relatou fielmente o coração de seu discurso, palavras de verdade e justiça que ressoavam no auditório. Pergunto-me como se posso replicar:
“Hoje li que o Ocidente esbanja tanta comida que se si distribuísse se poderia dar de comer a três bilhões de pessoas, segundo os dados oficiais dados a conhecer pela FAO. Então me perguntei se efetivamente somos melhores que esse homem que matou a sobrinha, dado que nós a cada dia matamos milhares de crianças com nosso egoísmo. Não haveria necessidade certamente de associações como Funima se nos comportássemos com mais responsabilidade e consciência... Desgraçadamente Deus não pode intervir nas horríveis escolhas da humanidade porque o homem goza de livre arbítrio. E assim, não podendo, nos dar uma manifestação divina como imposição, deve escolher uma forma de comunicação não tão evidente como a manifestação de astronaves, de círculos no trigo, estigmas, aparições marianas, para nos fazer compreender que não está de acordo com nossas escolhas humanas. O Senhor utiliza a lógica da simplicidade, da humildade, porque deseja despertar a consciência de quem é sensível”.
E mais:
“Nós devemos só agradecer aos que sofrem no mundo porque eles são o corpo místico de Cristo e nos permitem realizar em nós a transformação necessária para poder herdar a nova Terra. Eu não me preocupo por eles porque sei que são salvos no espírito e renascerão no novo reino. Preocupo-me, entretanto, pelos injustos, por salvar as almas daqueles que agora vivem no bem estar material, porque sobre eles se abaterá a espada da justiça divina segundo o quanto está escrito no Evangelho de Mateus -cap. 25.”
Giorgio não se cansa nunca de repetir que somos todos irmãos, habitantes de um planeta que por sua vez está suspenso em um sistema solar, que por sua vez é parte de um cosmos infinito. Parece impossível compreender a fundo este conceito, que vai muito mais adiante do credo pessoal. É um dado de fato. Giorgio termina com esta citação:
“Quando retornar esse jovem eterno, não será um oferecimento, mas sim uma imposição, porque descerá do Céu com as astronaves que viram. Ele destruirá os mísseis nucleares e crianças serão curdas. Todos nós acreditaremos na força! Estamos ainda em tempo para compreender estes sinais, mudar a própria vida, transformá-la ajudando ao próximo que sofre, servir a uma causa justa, rezar, participar. Quando esse dia chegar, nenhum de nós terá escapatória. Pensamos que o presente maior que Deus nos tem dado é a vida. Não é assim. O presente mais importante é a liberdade! E a liberdade é participação como cantava o grande Giorgio Gaber. Mas lhes posso dizer uma coisa e sobre isso dou minha vida: Ele, Jesus Cristo, logo se revelará ao mundo. Estejam certos”.
Um caloroso aplauso segue a estas palavras e se avivam as perguntas do público. Desapega o elevar de mãos e são muitas. A energia positiva que se respira na sala faz sentir cômodos aos presentes, alguns dos quais contam sem problemas seu próprio despertar interior logo depois de grandes sofrimentos, enfermidades e dificuldades. Provas de vida muito fortes que foram bentas e abriram com a chave do coração a porta da Verdade e da consciência. “Benzam o sofrimento, pegue sua cruz e segue-me".
Mas em diferença de épocas passadas, hoje nos encontramos no pior momento histórico da humanidade, com 20.000 ogivas nucleares prontas para explorar, para fazer voar pelos ares o planeta azul, que sangra como o Cristo na cruz.
Giorgio aproveita as perguntas para dar notícias sobre a situação internacional com o poder econômico da China que cresce desmesuradamente e pretende que sua moeda seja reavaliada em relação ao dólar, enquanto que a crise na América é irrefreável. Se as grandes potências mundiais não estiverem de acordo sobre as mudanças, poderia estourar um conflito que hoje não pode ser outro que não, nuclear.
“Atualmente são mais de dez as nações que dispõem da bomba atômica e em seu governo não faltam desequilibrados mentais... Não posso pensar que o Criador seja tão cínico para ter criado tudo e em seguida permitir que se destrua tudo sem intervir”.
Uma senhora pergunta porquê os círculos no trigo se manifestam principalmente na Inglaterra: “Para equilibrar a força negativa dessa terra. A Inglaterra é o Dragão, e para compensar esta presencia anticrística, se manifestam sinais divinos. À pergunta intencionalmente provocadora de uma pessoa muito gentil sobre os falsos profetas, Giorgio explica por que ele não é um deles e enumera os critérios com os quais avaliar quem é verdadeiro mensageiro de Deus e quem não é. Para si dar conta hoje, se uma pessoa está dizendo a verdade, esta não deve trabalhar ocultamente, mas sim de uma forma pública, manifestativa e evidente. Outro critério de discernimento é que esta deve ajudar a quem sofre, mas não é suficiente porque inclusive os mafiosos ajudam os pobres. O terceiro elemento de avaliação é a chave absoluta para saber se temos em nossa frente ou não a um verdadeiro mensageiro, é que esta pessoa tem que atacar os poderoso, descobrir, investigar quem está por trás do exercício de um grande poder e denunciar às instituições e às organizações que promovem ou servem de veículo a financiamentos ilícitos.
“Deus se cansou desta sociedade e breve tudo isso terminará. Um mensageiro de Deus deve poder pagar os recibos e poder si mover, mas certamente não pode ser um poderoso. Eu a propósito pedi para ser controlado justamente porque não possuo nada, por trás de mim só está Deus. Não estou sozinho, e um verdadeiro mensageiro é, por exemplo, Dom Ciotti, a quem nem sequer sua própria Igreja o ajuda!”
No final da conferência um homem pergunta qual é o objetivo da Vida, porquê Deus nos criou?
Transcrevo a resposta integralmente:
“Querido irmão lhe respondo com um exemplo. Penso que neste âmbito não tenho que impor um discurso teológico. Você e eu neste momento estamos nos comunicando. Coloquemos o caso de que um de nós dois, certamente você, é o mais forte, o mais dotado, o mais evoluído, o mais profundo, inteligente, amadurecido, mas você adquire este conhecimento porque há o outro, estou eu que sou o interlocutor. Digamos que Deus nos criou por amor e, portanto, por amor é consciente de fazer tudo, por amor cria continuamente e lhe dar conta de seu próprio nível porque está em contínua relação com algo diferente, que assim mesmo lhe faz dar conta da contínua criação. Portanto, Deus que é puro amor, se convence de ser puro amor precisamente porque eu existo e Ele me criou.
O ar está como suspenso, em seguida as mãos aplaudem. Recordo de um homem que faz muitos anos nos disse que a Verdade se manifesta simples e sem ornamentos...
Regressamos à arca, animados por tanta gente que nos perguntava a data do próximo encontro, o Funima Day 2010, que terá lugar em 05 de dezembro na cidade de Cà di Brugnera com a presença de Giorgio, de Raúl Bagatello e de Dom Luigi Ciotti, um ser especial que deixa sempre uma marca interna tão profunda como se fosse para não poder esquecê-lo nunca mais.
Na noite anterior, não por acaso, Giorgio e a querida Simona falaram sobre o valor e o significado do dinheiro. Entre ambos surgiu um verdadeiro debate. Simona afirmava que considerava e utilizava o dinheiro como um simples meio com o qual organiza a própria vida sem vaidades particulares e sem escravidões; a jovem mulher sustentava que o dinheiro não é negativo, mas sim neutro, tem uma energia neutra que se pode modificar através de ações positivas como, fazer doações, construir, realizar projetos a favor do próximo. Pelo contrário Giorgio não perdeu a ocasião para demonstrar que não si escapa da escravidão do dinheiro... Evita-se e se engana inclusive a si mesmo quem pensa o contrário.
Giorgio: “O dinheiro é o demônio, é Satanás, escraviza o homem. Eu odeio o dinheiro, me faz infeliz. Jesus o diz claramente: “Não podem servir a duas divindades”. A segunda divindade era atribuída a Satanás, ao deus dinheiro, a matéria. Querida Simona si engana sobre a valia do dinheiro porque não existe uma energia neutra, existe o positivo ou o negativo.
O sistema financeiro impõe que haja sempre um que tenha muito e um que tenha pouco, de outro modo não existiria a concorrência. O dinheiro é um instrumento negativo.
Eu me dei conta disto porque no momento que não tinha nada (dinheiro) não estava bem, enquanto que quando tinha algo em mão me sentia melhor, mais seguro. Eu não gostei! Portanto, esta é a verdade sobre o dinheiro, a cédula é como um ser vivo... Com suas artérias, suas veias.
O sistema deste mundo está equivocado e se combate do íntimo. Isto se pode fazer somente com a verdade, é a única coisa que nos pode tornar livres verdadeiramente. Esteja atenta querida, por sobre todas as coisas terá que dizer sempre a verdade, é o mais importante. Eu fui assassinado em muitas vidas por haver dito a verdade. Inclusive quando alguém se equivoca, inclusive de frente a ações negativas para com o próximo se tem que dizer a verdade. A verdade vale mais!
Não basta só ajudando ao próximo, fazer ações boas... Estas não valem nada, se não são acompanhadas pelo dizer a verdade dos fatos, inclusive se isto implica na perda da vida. De outro modo não se combate o sistema equivocado. Atuamos somente sobre o efeito e não sobre a causa. Só então nossa ação que antes valia 20% valerá 100%! Ao atual nefasto sistema eu proponho o retorno à troca, do livre e fraterno intercâmbio, tal como existe nos mundos de onde provenho”...
Nos abraçamos antes de nos despedir. No dia seguinte alguns retornam ao trabalho, alguns como nós viajamos, cada um por seu caminho, com a vida de cada dia. Giorgio antes de partir me pede que escreva em detalhes a crônica destes dias, portanto, trato de gravar na mente as emoções vividas. Durante a viagem Giorgio nos diz que Antonio Urzi filmou uma extraordinária astronave de luz. Elevo o olhar ao céu ainda cinza e me dou conta que desejo fortemente uma só coisa, o lucro de uma louca esperança: a vitória do amor sobre o ódio.
Com amor,
Mara.___
Agradeço vivamente a Vanessa, Barbara, Mara de Pordenone e Pier Giorgio que colaboraram comigo para a redação desta crônica.
Sant'Elpidio a Mare, 21 de Outubro de 2010.