A hipnoterapia, também chamada de hipnose clínica, consiste na aplicação de técnicas hipnóticas como ferramentas terapêuticas. Dessa forma, a hipnoterapia é utilizada como auxílio para o tratamento de transtornos mentais e físicos, assim como para combater hábitos e sentimentos indesejáveis.
Em estado hipnótico, o paciente não deixa de estar consciente, não sendo, por isso, possível incutir-lhe qualquer sugestão contra a sua vontade ou que contrarie os seus valores e princípios. Encontra-se é num estado intermédio entre o estar a dormir profundamente e o estar acordado. Nesse estado ocorre a produção por parte do nosso cérebro de ondas alfa que são responsáveis pelo relaxamento profundo. E é neste nível de funcionamento cerebral que a nossa percepção sensorial/intuitiva funciona, existindo assim, uma maior assimilação e acomodação de novas informações.
A hipnoterapia, também chamada de hipnose clínica, consiste na aplicação de técnicas hipnóticas como ferramentas terapêuticas. Dessa forma, a hipnoterapia é utilizada como auxílio para o tratamento de transtornos mentais e físicos, assim como para combater hábitos e sentimentos indesejáveis.
Em estado hipnótico, o paciente não deixa de estar consciente, não sendo, por isso, possível incutir-lhe qualquer sugestão contra a sua vontade ou que contrarie os seus valores e princípios. Encontra-se é num estado intermédio entre o estar a dormir profundamente e o estar acordado. Nesse estado ocorre a produção por parte do nosso cérebro de ondas alfa que são responsáveis pelo relaxamento profundo. E é neste nível de funcionamento cerebral que a nossa percepção sensorial/intuitiva funciona, existindo assim, uma maior assimilação e acomodação de novas informações.
São inúmeros e variados os benefícios da utilização da hipnoterapia apresentados pela comunidade científica, para tratar várias patologias (doenças), a saber:
Eficácia facilmente comprovada- o paciente identifica melhorias muito rapidamente;
Resultados terapêuticos mais rápidos- em comparação com outro tipo de psicoterapia;
Taxa de sucesso elevada- 90 a 95%;
Não tem efeitos colaterais- uma vez que não existe o recurso a medicamentos (remédios).
Todas as pessoas podem beneficiar deste tipo de tratamento, pessoas de qualquer idade, desde crianças a idosos, exceto pessoas com esquizofrenia, ou outra doença em que exista uma alteração da perceção da realidade, como alucinações visuais e/ou auditivas.