1. Preparação do corpo de prova
1.1. Fazer mínimo de três medições do diâmetro e da altura em diferentes partes do corpo de prova
1.2. Pesar o corpo de prova
2. Montagem da câmara
2.1. Saturar as entradas da base da câmara triaxial conectando uma mangueira na torneira da pia e no registro de entrada da base da câmara
2.1.1.Saturar cada entrada individualmente
2.1.2.Ao saturar uma entrada, manter somente o registro da entrada em uso aberto
2.2. Deixar pedras porosas, papel filtro, cabeçote e o-rings submersos em água durante 5 minutos.
2.3. Após 5 minutos posicionar pedra porosa, papel filtro, corpo de prova e cabeçote na base da câmara triaxial de acordo com a Figura 1.
2.4. Testar membrana por possíveis furos/rasgos, com objetivo de evitar possíveis erros durante o ensaio
2.4.1.Colocar membrana na parte interna da peça utilizada para colocar membranas (Figura 2) e dobrar as extremidades da membrana para parte de fora, de forma que a membrana fique presa (Figura 3)
2.4.2.Sugar o ar através da mangueira da peça, de forma que a membrana grude na parede da peça
2.4.3.Com a membrana ainda grudada na parede da peça, descer a peça em volta do testador de membranas (Figura 4) e soltar o ar, fazendo com que a membrana envolva o testador
2.4.4.Colocar os o-rings na parte superior e inferior da membrana (Figura 5)
2.4.5.Submergir o conjunto em água e soprar na mangueira do testador de membranas
2.4.6.Observar o surgimento de bolhas na água, em caso positivo deve-se utilizar outra membrana
2.4.7.Após testar a membrana, retirá-la do testador de membranas e colocar a membrana envolvendo o conjunto pedra porosa, papel filtro, corpo de prova e cabeçote (Figura 6)
2.4.7.1. Para isso Colocar membrana na parte interna da peça utilizada para colocar membranas (Figura 2) e dobrar as extremidades da membrana para parte de fora, de forma que a membrana fique presa (Figura 3). Sugar o ar através da mangueira da peça, de forma que a membrana grude na parede da peça
2.4.7.2. Com a membrana ainda grudada na parede da peça, descer a peça em volta do conjunto (pedra porosa, papel filtro, corpo de prova e cabeçote) e soltar o ar, fazendo com que a membrana envolva todo o conjunto
2.4.8.Colocar os o-rings nas ranhuras da base da câmara triaxial e do cabeçote (Figura 7)
2.4.8.1. Para isso, usa-se a peça utilizada para colocar membranas. Coloca-se os o-rings na peça e descer a peça até aproximadamente a altura da ranhura
2.4.8.2. Liberar os o-rings e acomodá-los sobre as ranhuras
2.4.9.Conectar a mangueira da base da câmara triaxial no cabeçote em cima do corpo de prova e verificar se a mesma se encontra firmemente presa.
2.4.10. Colocar a câmara sobre a base, fechar bem e parafusá-la (Figura 8)
2.4.11. Verificar se todas os registros se encontram fechados
2.4.12. Descer o pistão de forma que encaixe no cabeçote e prenda a parte superior do corpo de prova sem forçá-lo, em seguida prender o pistão com a trava de segurança (Figura 9)
2.4.13. Inserir mangueira da torneira na entrada do registro da pressão confinante e abrir a saída superior da câmara (Figura 10)
2.4.14. Abrir a torneira e aguardar até que a câmara encha de água
2.4.15. Eliminar todas as bolhas que estiverem dentro da câmara (pode-se inclinar a câmara para que as bolhas possam sair pela saída superior)
2.4.16. Após a câmara estar completamente preenchida e sem bolhas, fechar a saída superior e o registro da confinante, respectivamente.
2.4.17. Levar e posicionar a câmara na prensa do triaxial
3. No computador
3.1. Abrir pavitest triaxial
3.2. Calibração e testes do pavitest ⇒ Testar
3.3. Verificar se todos os componentes funcionam
3.4. Caso estejam indicando “Leitura com sucesso” pode-se prosseguir o ensaio
3.5. Abrir visualizador do painel de leituras e selecionar transdutor 1, transdutor 2 e transdutor 5.
4. Percolação do corpo de prova
4.1. Saturar a mangueira da linha de pressão 1, para isso abrir os registros horizontal e vertical da linha de pressão 1 no painel de comando e o registro do aquário conectado a linha de pressão 1. Girar VRP 1 para aumentar pressão e deixar a água sair da mangueira em gotas com intervalos de 1 segundo entre si até a remoção de todas as bolhas de ar que possam estar dentro da mangueira.
4.2. Conectar a mangueira da linha de pressão 1 na entrada da confinante da câmara triaxial
4.3. Saturar a linha de pressão 2 utilizando VRP 2, seguindo a mesma metodologia utilizada para a linha de pressão 1
4.4. Conectar a mangueira da linha de pressão 2 na entrada da contra pressão da câmara triaxial
4.5. Conectar mangueira da pressão neutra na entrada que corresponde a entrada da mangueira interna da câmara
4.6. Zerar as pressões nos transdutores no computador
4.7. Início da percolação
4.7.1.Para solos permeáveis aplicar pressão de percolação de 5 kPa
4.7.1.1. Aplicar confinante de 15 kPa, para isso girar registro VRP1 até o transdutor 1 no computador marcar 0,15
4.7.1.2. Aplicar contra pressão de 10 kPa, para isso girar registro VRP2 até o transdutor 2 no computador marcar 0,10
4.7.2.Para solos menos permeáveis aplicar pressão de percolação de 10 kPa
4.7.2.1. Aplicar confinante de 20 kPa, para isso girar registro VRP1 até o transdutor 1 no computador marcar 0,20
4.7.2.2. Aplicar contra pressão de 10 kPa, para isso girar registro VRP2 até o transdutor 2 no computador marcar 0,10
4.8. Abrir registro da entrada confinante da câmara triaxial, depois o registro da entrada da contra pressão na câmara, por último abre-se o registro de entrada da pressão neutra na câmara
4.9. Esperar sair água do registro da pressão neutra no painel de comando
4.10. Verificar presença de bolhas na mangueira da pressão neutra, caso positivo, deve-se esperar as bolhas saírem
4.11. Ao sair todas a bolhas da mangueira e água do registro de pressão neutra do painel de comando, zerar o transdutor 5 no computador e fechar o registro da pressão neutra no painel de comando.
5. Saturação do corpo de prova
5.1. Fechar os registros da contra pressão e da confinante na câmara triaxial, respectivamente
5.2. Com os registros fechados, girar o registro VRP 1 até o transdutor 1 marcar 0,50 e o registro VRP2 até o transdutor 2 atingir 0,40
5.2.1.Manter sempre diferença de pelo menos 0,10 entre a confinante (transdutor 1) e a contra pressão (transdutor 2) como medida de segurança para que a pressão interna não supere a pressão externa no corpo de prova
5.3. Abrir registro da entrada confinante na câmara e no computador fazer leitura da pressão neutra (transdutor 5) após a sua estabilização
5.4. Fazer o cálculo do parâmetro B (B=Δu/Δσ)
5.5. Caso o parâmetro B>0,95 encerra-se a saturação e inicia-se a próxima etapa do ensaio
5.6. Caso B<0,95, abrir o registro da entrada da contra pressão na câmara e esperar 8h ou mais horas para adicionar maior pressão de saturação
5.6.1.Passados o mínimo de 8h anotar valor da pressão neutra (transdutor 5), fechar registros da contra pressão e depois da confinante na câmara
5.6.2.Adicionar 0,5 para os transdutores 1 (girando VRP1) e 2 (girando VRP2)
5.6.3.Abrir registro da entrada confinante da câmara e fazer leitura da nova pressão neutra (transdutor 5)
5.6.4.Fazer cálculo do novo parâmetro B, se B>0,95 encerra-se a saturação e inicia-se a próxima etapa do ensaio, caso B<0,95 repete-se os passos anteriores a partir de 5.6.
6. Adensamento/Consolidação do corpo de prova
6.1. Fechar registro da contra pressão e da confinante na câmara, respectivamente
6.2. Adicionar pressão de adensamento (valor da pressão interna + valor da tensão pretendida para o ensaio)
6.3. Ler o volume na bureta (ANEXO – CONTROLE DA BURETA)
6.4. Fechar registro do meio da bureta e abrir registros da medida direta (fluido desce quando a água sai do corpo de prova) ou os registros da medida indireta (fluido sobe quando sai água do corpo de prova)
6.5. Abrir registro da confinante e depois abrir o registro da contra pressão e ligar o cronometro simultaneamente
6.6. Fazer leituras (7 s, 15 s, 30 s, 1 min, 2 min, 4 min, 8 min, 15 min, 30 min, 1 h, 2h...) da variação de volume do adensamento até volume permanecer constante
6.7. Fazer o cálculo da velocidade do ensaio 4%/10*t50
7. Cadastro do ensaio
7.1. Sair do painel de leitura (Sair)
7.2. Ensaios ⇒ Cadastrar ensaios ⇒ novo
7.3. Inserir Nome da amostra e selecionar tipo de ensaio (ensaio rápido, saturado, adensado, não drenado, com medida de pressão neutra ⇒ Salvar
7.4. CPs ⇒ inserir dados do corpo de prova⇒ Ensaiar
7.5. Inserir velocidade do ensaio, NÃO dar OK no controle de velocidade
7.6. Selecionar confinante (transdutor 1) e contra pressão (transdutor 2)
8. Ruptura do corpo de prova
8.1. Ligar a prensa e verificar sua altura (deixar a prensa baixa para evitar o fim de curso durante o ensaio)
8.1.1.Caso a prensa não responda a verificação, deve-se desligar a prensa, abrir a tampa e mexer no fim de curso dentro da prensa
8.1.2.Fechar a tampa
8.2. Subir a prensa até tocar no pistão sem aplicar carga no corpo de prova (verificar variação na carga axial no computador)
8.3. Posicionar LVDT na câmara (Figura 11)
8.4. Zerar carga axial e LVDT no computador
8.5. Zerar pressão neutra no computador e fechar o registro da contra pressão na câmara triaxial
8.6. Botão iniciar ensaio.
9. Finalização do ensaio
9.1. Ao fim do ensaio a prensa irá automaticamente voltar para posição inicial
9.2. No painel de comando tirar as pressões, para isso girar os registros VRP1 e VRP2 até zerar os transdutores 1 e 2
9.3. Fechar registros de contra pressão e confinantes na câmara triaxial e desconectar as mangueiras
9.4. Retirar a câmara da prensa
9.5. Esvaziar a água da câmara abrindo o registro da entrada confinante e a saída superior da câmara
9.6. Desmontar o conjunto interno.
Anexo - Uso das linhas de pressão 3 e 4
10. No computador
10.1. Abrir pavitest triaxial
10.2. Calibração e testes do pavitest ⇒ Testar
10.3. Verificar se todos os componentes funcionam
10.4. Caso estejam indicando “Leitura com sucesso” pode-se prosseguir o ensaio
10.5. Abrir visualizador do painel de leituras e selecionar transdutor 3, transdutor 4 e pressão.
11. Percolação do corpo de prova
11.1. Saturar a mangueira da linha de pressão 3, para isso abrir os registros horizontal e vertical da linha de pressão 3 no painel de comando e o registro do aquário conectado a linha de pressão 3. Deixar a água sair da mangueira em gotas com intervalos de 1 segundo entre si até a remoção de todas as bolhas de ar que possam estar dentro da mangueira.
11.2. Conectar a mangueira da linha de pressão 3 na entrada da confinante da câmara triaxial
11.3. Saturar a linha de pressão 4, seguindo a mesma metodologia utilizada para a linha de pressão 3
11.4. Conectar a mangueira da linha de pressão 4 na entrada da contra pressão da câmara triaxial
11.5. Conectar mangueira da pressão neutra na entrada que corresponde a entrada da mangueira interna da câmara e deixar a outra parte da mangueira no mesmo nível da entrada da pressão neutra que fica por trás do painel de comando (Figura 12)
11.6. Zerar as pressões nos transdutores no computador
11.7. Início da percolação
11.7.1. Para solos permeáveis aplicar pressão de percolação de 5 kPa
11.7.1.1. Aplicar confinante de 15 kPa, para isso girar registro VRP3 até o transdutor 3 no computador marcar 0,15
11.7.1.2. Aplicar contra pressão de 10 kPa, para isso girar registro VRP4 até o transdutor 4 no computador marcar 0,10
11.7.2. Para solos menos permeáveis aplicar pressão de percolação de 10 kPa
11.7.2.1. Aplicar confinante de 20 kPa, para isso girar registro VRP3 até o transdutor 3 no computador marcar 0,20
11.7.2.2. Aplicar contra pressão de 10 kPa, para isso girar registro VRP4 até o transdutor 4 no computador marcar 0,10
11.8. Abrir registro da entrada confinante da câmara triaxial, depois o registro da entrada da contra pressão na câmara, por último abre-se o registro de entrada da pressão neutra na câmara
11.9. Esperar sair água pelo lado livre da mangueira da pressão neutra
11.10. Verificar presença de bolhas na mangueira da pressão neutra, caso positivo, deve-se esperar as bolhas saírem
11.11. Ao sair todas a bolhas da mangueira e água da mangueira, zerar a pressão no computador e conecta-se o lado livre da mangueira ao registro de pressão neutra por trás do painel de comando
12. Saturação do corpo de prova
12.1. Fechar os registros da contra pressão e da confinante na câmara triaxial, respectivamente
12.2. Com os registros fechados, girar o registro VRP 3 até o transdutor 3 marcar 0,50 e o registro VRP4 até o transdutor 4 atingir 0,40
12.2.1. Manter sempre diferença de pelo menos 0,10 entre a confinante (transdutor 3) e a contra pressão (transdutor 4) como medida de segurança para que a pressão interna não supere a pressão externa no corpo de prova
12.3. Abrir registro da entrada confinante na câmara e no computador fazer leitura da pressão neutra (pressão) após a sua estabilização
12.4. Fazer o cálculo do parâmetro B (B=Δu/Δσ)
12.5. Caso o parâmetro B>0,95 encerra-se a saturação e inicia-se a próxima etapa do ensaio
12.6. Caso B<0,95, abrir o registro da entrada da contra pressão na câmara e esperar 8h ou mais horas para adicionar maior pressão de saturação
12.6.1. Passados o mínimo de 8h anotar valor da pressão neutra (pressão), fechar registros da contra pressão e depois da confinante na câmara
12.6.2. Adicionar 0,5 para os transdutores 3 (girando VRP3) e 4 (girando VRP4)
12.6.3. Abrir registro da entrada confinante da câmara e fazer leitura da nova pressão neutra (pressão)
12.6.4. Fazer cálculo do novo parâmetro B, se B>0,95 encerra-se a saturação e inicia-se a próxima etapa do ensaio, caso B<0,95 repete-se os passos anteriores a partir de 5.6.
13. Adensamento/Consolidação do corpo de prova
13.1. Troca de prensas
13.1.1. Fechar registros da pressão neutra, pressão interna e confinante, respectivamente para ambas as câmaras triaxial e os registros das linhas de pressão 1, 2, 3 e 4 no painel de comando
13.1.2. Diminuir as pressões nos transdutores 1, 2, 3 e 4 até zerar girando os registros VRP 1, VRP2, VRP3 e VRP4. Com cuidado para a pressão não sair da zona de 6 a 9 bar no controle de pressão (Figura 13)
13.1.3. Trocar as câmaras das prensas
13.1.4. Abrir o registro da linha de pressão 1 e saturar a mangueira da linha de pressão 1, para isso girar a VRP1 e deixar a água sair da mangueira em gotas com intervalos de 1 segundo entre si até a remoção de todas as bolhas de ar que possam estar dentro da mangueira.
13.1.5. Conectar a mangueira da linha de pressão 1 na entrada da confinante da câmara triaxial
13.1.6. Saturar a linha de pressão 2 utilizando o VRP2, seguindo a mesma metodologia utilizada para a linha de pressão 1
13.1.7. Conectar a mangueira da linha de pressão 2 na entrada da contra pressão da câmara triaxial
13.1.8. Conectar a mangueira da linha de pressão 3 no registro de pressão neutra no painel de comando, abrir os registros da linha de pressão 3 e pressão neutra no painel de comando
13.1.9. Adicionar pressão girando VRP3 até sair água pela mangueira da pressão neutra
13.1.10. Conectar a mangueira da pressão neutra na entrada da pressão neutra na câmara e fechar registro da pressão neutra no painel de comando
13.1.11. Diminuir a pressão da linha de pressão 3 girando VRP3 até a pressão zerar (transdutor 3 = 0)
13.1.12. Desconectar a mangueira da linha de pressão 3 da entrada do registro de pressão neutra no painel de controle
13.1.13. Abrir o registro de pressão neutra no painel de controle e esperar a pressão interna da mangueira da pressão neutra se igualar com a pressão do ar
13.1.14. Zerar pressões nos transdutores 1, 2 e 5
13.2. Adicionar pressão de adensamento (valor da pressão interna anterior + valor da tensão pretendida para o ensaio)
13.3. Ler o volume na bureta (ANEXO – CONTROLE DA BURETA)
13.4. Fechar registro do meio da bureta e abrir registros da medida direta (fluido desce quando a água sai do corpo de prova) ou os registros da medida indireta (fluido sobe quando sai água do corpo de prova)
13.5. Abrir registro da confinante e depois abrir o registro da contra pressão e ligar o cronometro simultaneamente
13.6. Fazer leituras (7 s, 15 s, 30 s, 1 min, 2 min, 4 min, 8 min, 15 min, 30 min, 1 h, 2h...) da variação de volume do adensamento até volume permanecer constante
13.7. Fazer o cálculo da velocidade do ensaio 4%/10*t50
14. Cadastro do ensaio
14.1. Sair do painel de leitura (Sair)
14.2. Ensaios ⇒ Cadastrar ensaios ⇒ novo
14.3. Inserir Nome da amostra e selecionar tipo de ensaio (ensaio rápido, saturado, adensado, não drenado, com medida de pressão neutra ⇒ Salvar
14.4. CPs ⇒ inserir dados do corpo de prova⇒ Ensaiar
14.5. Inserir velocidade do ensaio, NÃO dar OK no controle de velocidade
14.6. Selecionar confinante (transdutor 1) e contra pressão (transdutor 2)
15. Ruptura do corpo de prova
15.1. Ligar a prensa e verificar sua altura (deixar a prensa baixa para evitar o fim de curso durante o ensaio)
15.1.1. Caso a prensa não responda a verificação, deve-se desligar a prensa, abrir a tampa e mexer no fim de curso dentro da prensa
15.1.2. Fechar a tampa
15.2. Subir a prensa até tocar no pistão sem aplicar carga no corpo de prova (verificar variação na carga axial no computador)
15.3. Posicionar LVDT na câmara (Figura 11)
15.4. Zerar carga axial e LVDT no computador
15.5. Zerar pressão neutra no computador e fechar o registro da contra pressão na câmara triaxial
15.6. Botão iniciar ensaio
16. Finalização do ensaio
16.1. Ao fim do ensaio a prensa irá automaticamente voltar para posição inicial
16.2. No painel de comando tirar as pressões, para isso girar os registros VRP1 e VRP2 até zerar os transdutores 1 e 2
16.3. Fechar registros de contra pressão e confinantes na câmara triaxial e desconectar as mangueiras
16.4. Retirar a câmara da prensa
16.5. Esvaziar a água da câmara abrindo o registro da entrada confinante e a saída superior da câmara
16.6. Desmontar o conjunto interno.