Aline Cristina Parletta
Síndrome cardiorrenal e inflamação: elos perdidos no hipotiroidismo?
Possui doutorado em Ciências (área de concentração: biologia morfofuncional) pelo Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (2024) e graduação em Biomedicina pela Universidade de Mogi das Cruzes (2018). Atualmente é pesquisadora de pós-doutorado no Centro de Ciências Naturais e Humanas da Universidade Federal do ABC. Possui experiência na área de fisiologia cardiovascular e biologia celular, com foco na influência das interações hormonais e inflamatórias sobre o coração. Também possui experiência em atividades de ensino em Anatomia Humana, cursos de extensão, bem como representações discentes em diferentes colegiados.
Raquel Silva Neres dos Santos
Impacto da lesão renal isquêmica nas alterações cardíacas observadas no quadro de Síndrome Cardiorrenal 3: contribuição das vesículas extracelulares
Graduada em Biomedicina pela Universidade Metodista de São Paulo, habilitada em análises clínicas e biologia molecular. Realizou iniciação cientifica no laboratório de imunologia cardiovascular da UFABC, onde desenvolveu projeto denominado ''o efeito da vitamina C na síndrome cardiorrenal tipo 3: O papel do óxido nítrico''. Concluiu o mestrado pelo programa de Biossistemas da Universidade Federal do ABC (UFABC) intitulado ''O efeito da vitamina c na modulação da função mitocondrial observada na síndrome cardiorrenal tipo 3''. Possui experiência como docente no ensino técnico nas disciplinas de morfofisiologia, anatomia, biologia celular, parasitologia e patologia. Atualmente é aluna de doutorado pelo programa de pós-graduação em Biossistemas, cujo projeto enfoca avaliar a contribuição das vesículas extracelulares no desenvolvimento da síndrome cardiorrenal tipo 3.
Jéssica Verônica da Silva
Nanoespectroscopia vibracional aplicada ao estudo e caracterização de vesículas extracelulares no contexto urêmico
Bacharel em Ciência e Tecnologia pela Universidade Federal do ABC - UFABC (2021), onde realizou iniciação científica na área de Imunologia Cardiovascular e Biofotônica (2019-2022), pesquisando os potenciais biomarcadores da doença renal crônica (DRC) através da Espectroscopia de Infravermelho por Transformada de Fourier (FTIR). Atualmente realiza o doutorado direto em Biossistemas também na UFABC, tendo como objeto de estudo a aplicação da nanoespectroscopia vibracional no estudo e caracterização de vesículas extracelulares no contexto urêmico induzido pelas toxinas urêmicas indoxil sulfato (IS) e p-cresil sulfato (PCS), bem como um período sanduíche no Institute for Molecular Cardiovascular Research (IMCAR) na Uniklinik RWTH Aachen, na Alemanha (2025-2026), onde caracterizou vesículas extracelulares no contexto urêmico (in vitro) através de análise multi-ômica.
Denival Nascimento Vieira Júnior
Alterações na morfologia e função elétrica do coração durante transição da lesão renal aguda para doença renal crônica
A lesão renal aguda (LRA) afeta anualmente mais de 13 milhões de pessoas globalmente, caracterizando-se pela perda súbita da função renal, manifestada por oligúria e aumento da creatinina. A LRA pode evoluir para doença renal crônica (DRC) se persistir por mais de 90 dias. A LRA é classificada em três estágios pelo KDIGO, levando em conta a creatinina e a taxa de filtração glomerular (TFG). A DRC, definida pela diminuição da TFG e pela presença de marcadores de dano renal, afeta cerca de 843 milhões de pessoas em todo o mundo. Diabetes e hipertensão são suas principais causas, sendo a LRA um fator de risco significativo para DRC. Além disso, pacientes com DRC apresentam alto risco de doenças cardiovasculares, com taxas de mortalidade cardiovascular significativamente elevadas. A síndrome cardiorrenal (SCR) exemplifica a disfunção mútua entre coração e rins, onde a inflamação e alterações eletrolíticas contribuem para arritmias e morte súbita. A fibrose miocárdica, associada a distúrbios elétricos, intensifica esse risco, fazendo da morte cardíaca súbita uma causa comum de óbito em pacientes com DRC avançada.
Fernanda Fogaça Ruiz
Impacto das toxinas urêmicas indoxyl-sulfato e p-cresil sulfato, no eixo cardiorrenal, em modelo de lesão renal aguda induzida por isquemia
Bacharela em Ciência e Tecnologia pela Universidade Federal do ABC. Foi residente pedagógica bolsista pela CAPES. É mestra em Biossistemas também pela UFABC onde desenvolveu pesquisa sobre toxinas urêmicas, com foco no indoxil sulfato (IS) e seu efeito na síndrome cardiorrenal do tipo 3. Atualmente cursa doutorado pelo programa de Biologia de Sistemas da Universidade de São Paulo, onde avalia o efeito de toxinas urêmicas na funcionalidade cardíaca e na expressão gênica dos tecidos cardíaco e renal.
Beatriz Favero Bedin
Vesículas Extracelulares como Mediadoras das Alterações Imunológicas na Progressão da Injúria Renal Aguda para Doença Renal Crônica
Graduada em Biotecnologia (2026) e em Ciência e Tecnologia (2025) pela Universidade Federal do ABC (UFABC). Atualmente, realiza Doutorado Direto no Programa de Biologia de Sistemas da Universidade de São Paulo (USP), com bolsa FAPESP, investigando os mecanismos celulares e moleculares da comunicação por vesículas extracelulares na transição da Injúria Renal Aguda (IRA) para a Doença Renal Crônica (DRC).
Possui experiência em cultivo de diferentes modelos celulares, ensaios de viabilidade e proliferação, expressão gênica por RT-qPCR e análises de estresse oxidativo por citometria de fluxo. Essa bagagem metodológica foi desenvolvida ao longo de duas Iniciações Científicas (FAPESP, 2023–2025) e aprimorada durante estágio de pesquisa no exterior (BEPE-FAPESP) na RWTH Aachen University (Alemanha, 2024). Soma também experiência na liderança de equipe na competição de biologia sintética iGEM e em colaborações científicas entre instituições.
Giovanna Primo de Freitas
Papel das toxinas urêmicas indoxil sulfato e P-cresil sulfato na transição da injúria renal aguda para doença renal crônica utilizando modelo de dieta rica em adenina
Bacharel em Biomedicina e atualmente mestranda no Programa de Pós-Graduação em Biologia de Sistemas do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP). Desenvolve pesquisas na área cardiorrenal, com foco na fisiopatologia da Síndrome Cardiorrenal e nos efeitos das toxinas urêmicas sobre os sistemas renal e cardiovascular.
Seu projeto de mestrado investiga os mecanismos celulares e moleculares envolvidos na transição da injúria renal aguda para a doença renal crônica, utilizando modelos experimentais para compreender a participação das vias inflamatórias e de sinalização nesse processo.
Geovanna Pedroso
Impacto das toxinas urêmicas Indoxil Sulfato e P-cresil Sulfato na linhagem de célula cardíaca humana AC-16
Graduanda em Biomedicina na Universidade Cidade de São Paulo (2023-2026) e aluna de Iniciação Científica com o projeto "Impacto das toxinas urêmicas Indoxil Sulfato e P-cresil Sulfato na linhagem de célula cardíaca humana AC-16." sob a orientação da Profa. Dra. Marcela Sorelli Carneiro Ramos e, atualmente, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
Alice Rezende de Castro Sousa
Identificação de biomarcadores cardíacos e renais por espectroscopia vibracional durante a transição da lesão renal aguda para doença renal crônica
Graduanda em Engenharia Biomédica pela Universidade Federal do ABC (UFABC). Desenvolve pesquisas na área de fisiopatologia renal, com foco nos mecanismos envolvidos na transição da lesão renal aguda (LRA) para a doença renal crônica (DRC). Seu projeto investiga a progressão da doença renal utilizando modelos experimentais de nefropatia induzida por adenina em camundongos. Emprega técnicas de espectroscopia no infravermelho por transformada de Fourier (FTIR), e ferramentas de bioinformática para identificar biomarcadores teciduais associados à progressão da lesão renal e contribuir para a compreensão dos processos envolvidos na transição da LRA para a DRC.
Isabella Rossoni Ribeiro
Contribuição de HIF-1a na produção de vesículas extracelulares pelas células renais em modelo de anóxia/reoxigenação
Isabella Rossoni Ribeiro iniciou sua trajetória na pesquisa no programa Cientista Mirim, no Instituto Butantan, durante seu último ano de ensino médio. Em 2024, ao iniciar o Bacharelado em Ciência e Tecnologia na UFABC, entrou no laboratório pelo programa “Pesquisando Desde o Primeiro Dia”, em que escreveu um artigo de revisão que originou seu projeto de Iniciação Científica, aprovado pela agência de fomento FAPESP. Intitulada “Contribuição de HIF-1ɑ na produção de vesículas extracelulares pelas células renais em modelo de anóxia/reoxigenação”, a pesquisa consiste em cultivo de células renais em um modelo de lesão renal aguda. Ela inclui também isolamento e caracterização de vesículas extracelulares liberadas por essas células.