Sempre gostou de música e poesia.
O que facilitou muito o processo de desenvolvimento da arte em sua vida, quando começou a tocar violão. Fez o circuito de shoppings e barzinhos. Com trabalhos covers, sempre mesclando com o autoral. E também nos festivais.
Participou do programa do Raul Gil no quadro QUEM SABE CANTA, QUEM NÃO SABE DANÇA, em 2004 e 2005.
Em 2008, lançou seu primeiro álbum SEDUZIR, mostrando-se não apenas como intérprete, mas também como compositora ao assinar todas as músicas do trabalho.
Em 2011, produziu o EP BEM MAIS, também todo autoral.
Ao longo dos anos, participou de programas musicais, e foi premiada em diversos festivais, destacando aqui o Festival CEPE FUNDÃO PETROBRÁS, realizado no Teatro RIVAL, onde recebeu por sua apresentação os prêmios de melhor composição e letra, e de melhor intérprete.
Em 2019 fez um show tributo ao clube da Esquina, no Teatro RIVAL, com alguns amigos.
E em seguida fez um show autoral no Bar do Museu Clube da Esquina, junto com o amigo André Marçal. Recebeu o prêmio CORAÇÃO DA ARTE, fechando o ano de 2019.
Contemplada no edital CULTURA PRESENTE NAS REDES com dois projetos distintos, durante a pandemia.
Em 2020, CANTANDO POESIA.
Em 2021, TODAS AS FASES DO AMOR.
Continuou a produzir novas composições mesmo durante a pandemia.
Que foram lançadas em 2022.
Em 2023, continuou a colher os frutos de sua dedicação à música.
Um de seus singles, Minha Alma Nua, poema de Daniela Bontempi, foi incluído na playlist da Apple Music, proporcionando maior visibilidade e alcance ao seu trabalho.
O ano de 2023, foi o mais intenso de trabalho autoral, com um repertório diversificado, lançou uma série de singles.
Conquistou o terceiro lugar no festival TALENTOS DA MPB, realizado na Sala Baden Powell.
Lançou também o EP VENTOS DE SOLIDÃO, um trabalho de poemas musicados.
Fechando o ano com o álbum DUALIDADE, um trabalho sobre situações amorosas.
Recebeu o prêmio ARTE EM MOVIMENTO.
E o prêmio CORAÇÃO DA ARTE, por seu impacto significativo no cenário musical durante o ano de 2023.