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CONCEITO SOBRE O IPS BRASIL. O IPS Brasil (Índice de Progresso Social) é a principal ferramenta multidimensional que avalia a qualidade de vida e a realidade socioambiental de todos os 5.570 municípios brasileiros. Ele mede exclusivamente resultados sociais e ambientais, e não investimentos ou desempenho econômico.
A metodologia atribui uma nota de 0 a 100 para cada cidade, calculada a partir de 57 indicadores públicos organizados em três grandes dimensões:
1. Necessidades Humanas Básicas. Avalia se a população tem os requisitos mínimos para sobreviver.
Indicadores: Nutrição e cuidados médicos básicos, água e saneamento, moradia e segurança pessoal.
2. Fundamentos do Bem-Estar. Mede o acesso à infraestrutura básica, educação e preservação ambiental.
Indicadores. Acesso ao conhecimento básico, informação e comunicação, saúde e bem-estar, e qualidade do meio ambiente.
3. Oportunidades. Analisa o potencial de desenvolvimento individual, direitos e liberdades.
Indicadores. Direitos individuais, liberdade pessoal e de escolha, tolerância e inclusão, e acesso à educação superior.
Diferencial. O índice descarta o PIB ou a renda per capita para evitar distorções, focando em métricas que refletem diretamente o dia a dia do cidadão (como expectativa de vida, acesso à internet, saneamento e qualidade da educação). Isso permite identificar exatamente onde as políticas públicas são eficientes e onde há urgência de intervenção.
Para consultar o ranking completo e o desempenho detalhado de qualquer município do país, acesse o portal do IPS Brasil.
IPS Brasil 2024. Índice de Qualidade de Vida dos Municípios do Brasil
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CONCEITO SOBRE GESTÃO - TECNOLOGIA & INOVAÇÃO. A gestão, a tecnologia e a inovação formam, no século XXI, um tripé essencial para o desenvolvimento sustentável de organizações e sociedades. Em um mundo marcado por transformações rápidas e constantes, administrar recursos de forma eficiente já não é suficiente: é preciso integrar ferramentas tecnológicas e fomentar uma cultura inovadora capaz de antecipar mudanças e gerar valor contínuo.
A gestão moderna deixou de ser apenas operacional para se tornar estratégica. Líderes precisam tomar decisões baseadas em dados, promover ambientes colaborativos e estimular o desenvolvimento de competências humanas, como criatividade, pensamento crítico e inteligência emocional. Nesse contexto, a tecnologia surge como aliada indispensável, oferecendo soluções que otimizam processos, aumentam a produtividade e ampliam a capacidade analítica das organizações.
Ferramentas como inteligência artificial, big data e automação têm revolucionado a forma como empresas operam e se relacionam com seus clientes. A tecnologia não apenas acelera tarefas, mas também permite a personalização de serviços, a redução de custos e a criação de novos modelos de negócio. No entanto, sua eficácia depende diretamente de uma gestão preparada para utilizá-la de maneira ética, estratégica e alinhada aos objetivos organizacionais.
A inovação, por sua vez, é o elemento que impulsiona a competitividade. Não se trata apenas de criar algo novo, mas de gerar soluções relevantes para problemas reais. Empresas inovadoras são aquelas que incentivam a experimentação, aceitam o erro como parte do processo de aprendizado e investem continuamente em pesquisa e desenvolvimento. A inovação pode ocorrer em produtos, serviços, processos e até mesmo na forma de gestão.
Portanto, a integração entre gestão, tecnologia e inovação é fundamental para enfrentar os desafios contemporâneos. Organizações que conseguem alinhar esses três pilares tornam-se mais adaptáveis, resilientes e preparadas para o futuro. Assim, mais do que uma tendência, essa integração é uma necessidade para quem deseja crescer de forma sustentável e se destacar em um cenário cada vez mais competitivo.
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Nunca Esolha Um Destino, Sempre Escolha Um Caminho
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CONCEITO SOBRE NUNCA ESCOLHER UM DESTINO, SEMPRE ESCOLHER UM CAMINHO. Nunca escolher um destino, sempre escolher um caminho. Em uma sociedade marcada pela pressa e pela busca incessante por resultados, muitas pessoas são ensinadas desde cedo a definir um destino: uma profissão, um padrão de vida, um ideal de sucesso. No entanto, ao fixar os olhos apenas no ponto final, corre-se o risco de ignorar aquilo que realmente constrói o ser humano: o caminho. Escolher um caminho, em vez de um destino, é adotar uma postura mais consciente, flexível e enriquecedora diante da vida.
O destino, por natureza, é estático. Ele representa um ponto fixo, muitas vezes idealizado, que pode não refletir as mudanças internas e externas que ocorrem ao longo do tempo. Quando alguém se apega excessivamente a um destino, tende a se frustrar diante de obstáculos ou desvios, interpretando-os como fracassos. Já o caminho é dinâmico. Ele permite aprendizado contínuo, adaptação e crescimento. Cada passo, cada erro e cada conquista passam a ter valor, pois fazem parte de um processo maior de evolução.
Além disso, escolher o caminho é valorizar o presente. Em vez de viver constantemente projetado no futuro, o indivíduo passa a enxergar significado nas experiências diárias. É no percurso que se desenvolvem habilidades, se constroem relações e se descobrem novos horizontes. Muitas vezes, inclusive, o destino inicialmente desejado deixa de fazer sentido, dando lugar a novas aspirações que surgem justamente durante a jornada.
Outro ponto importante é que o caminho fortalece a resiliência. Ao compreender que a vida não é uma linha reta, mas um conjunto de trajetórias, a pessoa se torna mais preparada para lidar com mudanças e incertezas. Ela deixa de ver os desvios como perdas e passa a enxergá-los como oportunidades de crescimento e reinvenção.
Portanto, mais do que fixar um destino rígido, é essencial escolher um caminho com propósito, valores e disposição para aprender. Afinal, é no percurso que a vida acontece de fato. O destino pode até inspirar, mas é o caminho que transforma.
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Nome do Curso. Escolhas de Caminhos
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A Angústia dos Caminhos e Escolhas
Tecnologia Social e Microaprendizagem
Microlearning (microaprendizagem)
A Nova Forma de Ensinar e Aprender no Século XXI / Pílulas de Conhecimento
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CONCEITO SOBRE MOCROLEARNING / PÍLULAS DE CONHECIMENTO. Microlearning é uma metodologia de ensino que fragmenta conteúdos em pílulas pequenas, focadas e de fácil consumo, geralmente durando entre 2 a 10 minutos. Focado em um único conceito por vez, utiliza vídeos curtos, infográficos, quizzes ou podcasts para aumentar a retenção e facilitar o aprendizado contínuo, ideal para dispositivos móveis.
Principais Características e Benefícios:
Foco e Objetividade. Aborda um único tema ou habilidade por vez, diminuindo a fadiga mental e aumentando a retenção.
Acessibilidade. Pode ser consumido em qualquer lugar e a qualquer hora, frequentemente via smartphones.
Formato Multimídia. Inclui vídeos de 90 segundos, quizzes de 3 perguntas, infográficos, podcasts, tutoriais passo a passo e dicas rápidas.
Aprendizado sob Demanda. Ideal para momentos em que o aluno precisa de uma resposta rápida para uma dúvida específica.
Ideal para o Ambiente Corporativo. Ótimo para treinamentos contínuos, onboarding de colaboradores e atualização sobre novos produtos ou procedimentos.
Engajamento. Por ser rápido e direto, evita a desmotivação comum em treinamentos longos.
O microlearning é uma abordagem altamente eficaz no contexto de "micro atenção" da era digital, respeitando a forma como o cérebro processa informações de maneira fragmentada.
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Nome do Curso. Microlearning / Pílulas de Conhecimento
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IPS Brasil 2026
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IPS BRASIL - PARTE 1. Ranking mostra cidades do Brasil com a melhor e a pior qualidade de vida em 2026; veja a lista
Gavião Peixoto (SP) lidera pelo 3º ano seguido o Índice de Progresso Social, que avalia os 5.570 municípios do país. Uiramutã (RR) aparece na última posição. Curitiba é a capital mais bem colocada; 19 das 20 piores cidades ficam no Norte e Nordeste.
Um ranking divulgado nesta quarta-feira (20/05/2026) pelo instituto Imazon, em parceria com outras organizações, aponta as cidades brasileiras com a melhor e a pior qualidade de vida em 2026.
O levantamento avalia os 5.570 municípios do país e mostra que as desigualdades regionais continuam profundas: 18 das 20 cidades mais bem colocadas ficam no Sul e Sudeste, enquanto 19 das 20 mais baixas colocações estão no Norte e no Nordeste.
Pelo terceiro ano seguido, Gavião Peixoto, no interior de São Paulo, lidera o ranking. A cidade, que tem cerca de 4,8 mil habitantes, marcou 73,10 pontos em uma escala que vai de 0 a 100. Em último lugar aparece Uiramutã, em Roraima, com 42,44 pontos.
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Nome do Curso. Qualidade de Vida das Cidades do Brasil
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IPS BRASIL - PARTE 2. Ranking mostra cidades do Brasil com a melhor e a pior qualidade de vida em 2026; veja a lista
Conheça as cidades que estão no topo e no final da lista:
Por que Gavião Peixoto é a cidade com melhor qualidade de vida do Brasil pelo terceiro ano seguido.
Município mais ao Norte do Brasil tem pior qualidade de vida do país, aponta estudo
O cálculo é feito pelo Índice de Progresso Social (IPS), que mede e classifica a qualidade de vida com base em 57 indicadores sociais e ambientais. As informações vêm de fontes públicas como DataSUS, IBGE, Inep e MapBiomas.
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IPS BRASIL - PARTE 3. Ranking mostra cidades do Brasil com a melhor e a pior qualidade de vida em 2026; veja a lista
Conheça as cidades que estão no topo e no final da lista:
Por que Gavião Peixoto é a cidade com melhor qualidade de vida do Brasil pelo terceiro ano seguido.
Conhecida pelas coxinhas gigantes, pela presença da Embraer e pela qualidade dos serviços públicos, Gavião Peixoto voltou a liderar ranking do Índice de Progresso Social (IPS).
Pelo terceiro ano consecutivo, Gavião Peixoto (SP) foi apontada como a melhor cidade para se viver no Brasil, segundo o Índice de Progresso Social (IPS) 2026, divulgado nesta quarta-feira (20). O município recebeu nota 73,1, em uma escala que vai de 0 a 100.
Conhecida pela tranquilidade típica do interior de São Paulo, Gavião tem 4,7 mil habitantes e se destaca pela evasão escolar quase zerada, ausência de fila por vagas na rede municipal e por ter um dos maiores PIBs per capita do Brasil, impulsionado pela presença da fábrica de aviões militares da Embraer.
O levantamento do IPS avalia os 5.570 municípios brasileiros com base em 57 indicadores sociais e ambientais, considerando critérios como qualidade de vida, acesso à saúde, educação, segurança e moradia.
O relatório aponta que o país ainda enfrenta desigualdades persistentes, com diferenças significativas entre regiões e cidades.
Pequena gigante
Gavião Peixoto manteve a liderança nacional pelo terceiro ano seguido. A cidade se destaca por indicadores ligados à oferta de serviços públicos, infraestrutura urbana e qualidade de vida.
Entre as capitais brasileiras, Curitiba aparece na primeira colocação do ranking, seguida por Brasília, São Paulo, Campo Grande e Belo Horizonte.
Conhecida pela presença da indústria aeronáutica e pelo perfil tranquilo de cidade do interior, Gavião Peixoto voltou a chamar atenção nacional por reunir bons indicadores sociais e baixo índice de problemas urbanos comuns em grandes cidades.
Como é feita a pontuação do IPS
Gavião obteve pontuação de 73,1, em uma escala de 0 a 100, considerando 57 indicadores sociais e ambientais, comparados aos de 5.570 municípios brasileiros. No ano passado, o número foi parecido: 73,6. O índice é separado em três grupos principais:
Necessidades Humanas Básicas: avalia se o brasileiro tem acesso a comida, saúde, moradia, segurança.
Fundamentos do Bem-Estar: analisa acesso à educação fundamental, vida saudável e contato com a natureza.
Oportunidades: analisa os dados sobre direitos individuais e acesso ao ensino superior.
Sem maternidade e com 'coxinhas gigantes'
Além dos indicadores sociais que colocam Gavião Peixoto em destaque nacional, o município também chama atenção por curiosidades incomuns no interior paulista.
Apesar da qualidade de vida elevada, a cidade não possui maternidade. Por isso, os bebês de famílias gavionenses nascem em hospitais de Araraquara, mas todas as crianças são registradas oficialmente como naturais de Gavião Peixoto.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o pré-natal de baixo risco é realizado na Unidade Básica de Saúde (UBS) da cidade, enquanto os casos de alto risco são acompanhados em conjunto com o serviço de referência em Araraquara, cidade vizinha a 30 km.
Outra marca curiosa da cidade fica no bairro Nova Pauliceia, a cerca de 3 quilômetros do centro. O local ficou conhecido pelas coxinhas “de peso”, que chegam a 450 gramas e atraem visitantes de várias cidades da região.
O comércio é administrado por Bel da Coxinha, que se mudou para Gavião Peixoto há sete anos e transformou a receita em principal fonte de renda da família. Sabores como carne seca, costela e frango com requeijão cremoso estão entre os mais procurados e ajudaram a movimentar o pequeno bairro.
Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2025 mostram que 98,6% das crianças e adolescentes entre 6 e 14 anos estavam matriculados nas escolas do município. A cidade conta com duas unidades municipais de educação infantil, uma escola de ensino fundamental para os anos iniciais e outra para os anos finais.
Segundo a prefeitura municipal, a evasão escolar é praticamente inexistente e não há fila de espera por vagas na rede municipal de ensino. A administração informou ainda que o índice de matrículas permanece estável, mantendo o percentual registrado no levantamento do IBGE.
PIB elevado e Embraer
O município está na 11ª posição do ranking nacional de PIB per capita, segundo levantamento do IBGE referente a 2023.
O indicador, que mede a soma das riquezas produzidas dividida pelo número de habitantes, chegou a R$ 369.126,50 por morador no município.
O PIB per capita é o resultado da divisão da soma de todas as riquezas produzidas no município (na indústria, serviços e agropecuária) pelo número de habitantes.
O número é explicado, principalmente, pela presença da fábrica da Embraer desde outubro de 2001. O local, escolhido pela localização e a topografia plana, produz aeronaves militares e componentes de aviões civis.
A fábrica tem uma pista de pouso e decolagem de concreto, que possui 5 mil metros de comprimento. É a maior pista de pouso do Hemisfério Sul (e a maior das Américas).
Entre os principais projetos estão:
C-390 Millennium: cargueiro tático militar (o maior avião já desenvolvido no Brasil).
Caças Gripen: fruto da parceria estratégica de transferência de tecnologia com a sueca Saab, a linha de montagem e o Centro de Ensaios em Voo do caça F-39E Gripen para a Força Aérea Brasileira (FAB) ficam em Gavião Peixoto. O primeiro caça produzido no Brasil foi apresentado em março.
A-29 Super Tucano: aeronave de ataque leve e treinamento avançado.
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Nome do Curso. IPS 2026 (Cidade de Gavião Peixoto)
Código do Curso. CGP. 2.
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IPS BRASIL - PARTE 4. Ranking mostra cidades do Brasil com a melhor e a pior qualidade de vida em 2026; veja a lista
Conheça as cidades que estão no topo e no final da lista:
O cálculo é feito pelo Índice de Progresso Social (IPS), que mede e classifica a qualidade de vida com base em 57 indicadores sociais e ambientais. As informações vêm de fontes públicas como DataSUS, IBGE, Inep e MapBiomas.
Município mais ao Norte do Brasil tem pior qualidade de vida do país, aponta estudo
Uiramutã registrou a menor nota no Índice de Progresso Social 2026 entre todos os 5.570 municípios do país. Região sofre com isolamento logístico e enchentes no extremo Norte de Roraima.
O município mais ao Norte do Brasil, Uiramutã, em Roraima, registrou a menor pontuação de qualidade de vida do Brasil pelo terceiro ano consecutivo. Os dados são do Índice de Progresso Social (IPS) 2026, divulgado nesta quarta-feira (20), que avalia o desempenho social e ambiental de 5.570 municípios do país.
O IPS mede a entrega de serviços públicos à população por meio de 57 indicadores. A pontuação vai de zero a 100. Uiramutã obteve a nota 42,44 e ficou na última posição nacional, assim como em 2024 e 2025. A cidade de Gavião Peixoto, em São Paulo, lidera o ranking com 73,10 pontos.
Roraima tem mais dois municípios entre os 20 piores desempenhos do país. Alto Alegre registra a nota 44,72 e ocupa a 5.568ª posição. O município de Amajari, por sua vez, está no 5.566º lugar, com 45,58 pontos.
Em nota, a prefeitura de Uiramutã afirmou que reconhece os desafios históricos e estruturais enfrentados pelo município, "especialmente por se tratar de uma das regiões mais isoladas do país". A gestão informou que, desde 2021, construiu mais de 15 escolas, implantou postos de saúde e busca ampliar investimentos em saneamento, habitação e abastecimento de água.
"A gestão municipal entende que os índices apresentados refletem a necessidade de ampliação dos investimentos federais — incluindo a atuação da FUNAI — e estaduais, considerando que a maior parte do território municipal está localizada dentro da Terra Indígena Raposa Serra do Sol. Esses investimentos são fundamentais para superar a carência histórica de infraestrutura básica, especialmente nas áreas de água, saneamento e habitação", disse. Leia a íntegra da nota mais abaixo.
O governo do estado informou que os índices do IPS são avaliados pela Secretaria de Planejamento e Orçamento (Seplan) como "um importante instrumento de diagnóstico das desigualdades regionais e dos desafios históricos enfrentados pelos municípios mais isolados do Estado, especialmente Uiramutã, Alto Alegre e Amajari."
"Esses municípios possuem características territoriais e geográficas complexas, com extensas áreas indígenas, baixa densidade populacional, comunidades de difícil acesso e altos custos logísticos para manutenção contínua de serviços públicos. No caso de Uiramutã, que aparece na última posição do ranking nacional, grande parte da população vive em comunidades indígenas localizadas em áreas remotas, o que amplia os desafios relacionados à educação, segurança, conectividade, infraestrutura e acesso às políticas públicas."
O que puxou a nota para baixo
O índice de Uiramutã caiu principalmente pelos resultados nas áreas de Necessidades Humanas Básicas (41,56 pontos) e Fundamentos do Bem-estar (49,32). A cidade ficou em último lugar nacional nessas duas áreas. Confira os critérios de avaliação de cada uma:
Necessidades Humanas Básicas (nota 41,56): avalia se a cidade atende às necessidades essenciais de sobrevivência da população. A categoria inclui indicadores de saúde primária, nutrição, água, saneamento básico, moradia e segurança. A responsabilidade por esses serviços é da Prefeitura e do Governo do Estado.
Fundamentos do Bem-estar (nota 49,32): mede as estruturas para manter a qualidade de vida. O item engloba o acesso ao ensino fundamental e médio, sinal de internet, telefonia, expectativa de vida e preservação do meio ambiente.
Na área de Oportunidades, o município registrou a nota de 36,45. O critério analisa os direitos individuais, as liberdades de escolha, a inclusão social e o acesso ao ensino superior.
Município mais indígena do Brasil
Uiramutã fica na tríplice fronteira do Brasil com a Venezuela e a Guiana, a cerca de 280 km de Boa Vista. O acesso à região é considerado difícil, com o trajeto feito majoritariamente por estradas de terra. De carro, a viagem até o município chega a durar 12 horas.
A cidade tem 13.751 habitantes. Desse total, 13.283 (96,6%) se autodeclaram indígenas, segundo o Censo de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É, proporcionalmente, o município mais indígena do Brasil.
O local tem o menor Produto Interno Bruto (PIB) per capita do país, com R$ 11.985,64, segundo dados de 2020 do IBGE. Além disso, 52,4% da população sobrevive com renda de até meio salário mínimo por pessoa. Dessa forma, Uiramutã acumula vulnerabilidades históricas. Os principais desafios do município são:
Extrema pobreza: A economia de Uiramutã depende majoritariamente da agricultura de subsistência e sofre com o escoamento limitado, o que explica os índices econômicos abaixo da média.
Isolamento e logística cara: o acesso à cidade ocorre por estradas de terra irregulares. A dificuldade de transporte encarece os produtos básicos. Em março de 2026, por exemplo, o município registrou a gasolina mais cara de Roraima, com o litro a R$ 9,29.
Vulnerabilidade climática: No período de chuvas, as 222 comunidades do município enfrentam dificuldades pelas cheias dos rios. Em 2025, enchentes destruíram pontes, arrasaram plantações e deixaram crianças sem aulas. O desastre isolou mais de 60% da população. Por isso, a Prefeitura decretou situação de emergência, com validade até janeiro de 2026.
Segurança alimentar em risco: As enchentes de 2025 destruíram plantações de mandioca em comunidades como Makuken, onde a farinha, base da alimentação local, pode levar até dois anos para ser reposta.
A capital de Roraima, Boa Vista, alcançou 64,49 pontos e ocupa o 1.050º lugar no ranking nacional geral. Entre as 27 capitais brasileiras, a cidade está na 19ª posição.
No ranking das unidades federativas, Roraima ficou no 19º lugar, com média de 59,65. O estado supera vizinhos da Região Norte, como:
Amazonas (20º).
Rondônia (23º).
Amapá (24º).
Acre (25º).
Pará (27º), e ficou abaixo apenas de Tocantins (17º).
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Nome do Curso. IPS 2026 (Cidade de Uiramutã)
Código do Curso. CIRMT. 3.
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IPS BRASIL - PARTE 5. Municípios com pontuações mais altas no IPS Brasil 2026. Pontuações dos 20 municípios brasileiros com os desempenhos mais altos no IPS Brasil 2026, com exceção do distrito de Fernando de Noronha (PE)*.
Gavião Peixoto (SP) — 73,10
Jundiaí (SP) — 71,80
Osvaldo Cruz (SP) — 71,76
Pompéia (SP) — 71,76
Curitiba (PR) — 71,29
Nova Lima (MG) — 71,22
Gabriel Monteiro (SP) — 71,16
Cornélio Procópio (PR) — 71,16
Luzerna (SC) — 71,10
Itupeva (SP) — 71,08
Rafard (SP) — 71,08
Presidente Lucena (RS) — 71,05
Adamantina (SP) — 70,97
Maringá (PR) — 70,87
Alto Alegre (RS) — 70,86
Ribeirão Preto (SP) — 70,80
Brasília (DF) — 70,73
Barra Bonita (SP) — 70,71
Araraquara (SP) — 70,70
Águas de São Pedro (SP) — 70,66
*O IPS Brasil considera Fernando de Noronha (PE) como município no ranking, por reunir os dados necessários para o cálculo do índice. Diferentemente do PIB, que mede a riqueza gerada, o IPS quer saber se essa riqueza chega à vida das pessoas. "O IPS é um índice que surge de um entendimento de que desenvolvimento econômico, por si só, não corresponde necessariamente a desenvolvimento social", afirma ao g1 Melissa Wilm, coordenadora do IPS Brasil.
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IPS BRASIL - PARTE 6. Municípios com pontuações mais baixas no IPS Brasil 2026
Pontuações dos 20 municípios brasileiros com os desempenhos mais baixos no IPS Brasil 2026, com exceção do distrito de Fernando de Noronha (PE)*.
Uiramutã (RR) — 42,44
Jacareacanga (PA) — 44,32
Alto Alegre (RR) — 44,72
Portel (PA) — 45,42
Amajari (RR) — 45,58
Pacajá (PA) — 45,87
Anapu (PA) — 45,91
Japorã (MS) — 46,23
Santa Rosa do Purus (AC) — 46,70
Uruará (PA) — 46,80
Trairão (PA) — 46,82
Bannach (PA) — 47,23
São Félix do Xingu (PA) — 47,38
Recursolândia (TO) — 47,39
Cumaru do Norte (PA) — 47,43
Peritoró (MA) — 47,53
Oeiras do Pará (PA) — 47,57
Ladainha (MG) — 47,58
Anajás (PA) — 47,62
Paranã (TO) — 47,63
*O IPS Brasil considera Fernando de Noronha (PE) como município no ranking, por reunir os dados necessários para o cálculo do índice.
A nota média do Brasil ficou em 63,40 — uma melhora pequena em relação a 2025 (63,05) e 2024 (62,85).
"O progresso foi tímido. A maioria dos municípios subiu no máximo um ou dois pontos de um ano para o outro", diz Melissa.
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IPS BRASIL - PARTE 7. Curitiba lidera entre as capitais. Curitiba (PR) é a capital com melhor qualidade de vida, com 71,29 pontos. Em seguida vêm Brasília (70,73), São Paulo (70,64), Campo Grande (69,77) e Belo Horizonte (69,66).
Na outra ponta aparecem Macapá (59,65) e Porto Velho (58,59) — as duas únicas capitais que ficaram fora do grupo dos melhores desempenhos do país.
Curitiba lidera o ranking das capitais pelo segundo ano seguido. Segundo Wilm, para alcançar uma pontuação alta no IPS, um município precisa apresentar bom desempenho de forma sistemática, consistente e equilibrada entre todas as áreas avaliadas pelo índice.
"Curitiba é uma das capitais que tem um desempenho elevado em praticamente todas essas áreas, em especial no componente de qualidade do meio ambiente, com indicadores que olham para áreas verdes urbanas, emissões de CO2 e desmatamento", diz a coordenadora.
esmo as capitais com melhor desempenho no índice ainda enfrentam desafios importantes. Segundo Melissa, nenhum município brasileiro está livre de fragilidades ou áreas que exigem atenção.
Em Curitiba, por exemplo, um dos pontos de alerta está na inclusão social, especialmente em indicadores ligados à população em situação de rua.
"Curitiba é um município que tem uma fragilidade dentro do tema de inclusão social, em indicadores como famílias em situação de rua, que precisam de atenção dentro dessa capital", afirma.
Pontuações das capitais no IPS Brasil 2026
Curitiba (PR) — 71,29
Brasília (DF) — 70,73
São Paulo (SP) — 70,64
Campo Grande (MS) — 69,77
Belo Horizonte (MG) — 69,66
Goiânia (GO) — 69,47
Palmas (TO) — 68,91
Florianópolis (SC) — 68,73
João Pessoa (PB) — 67,73
Cuiabá (MT) — 67,22
Rio de Janeiro (RJ) — 67,00
Porto Alegre (RS) — 66,94
Natal (RN) — 66,82
Aracaju (SE) — 66,35
Vitória (ES) — 66,02
Teresina (PI) — 66,02
São Luís (MA) — 65,64
Fortaleza (CE) — 65,15
Boa Vista (RR) — 64,49
Manaus (AM) — 63,91
Belém (PA) — 63,90
Rio Branco (AC) — 63,44
Recife (PE) — 63,22
Salvador (BA) — 62,18
Maceió (AL) — 61,96
Macapá (AP) — 59,65
Porto Velho (RO) — 58,59. Que reúne os municípios da Amazônia Legal, concentra os piores desempenhos do IPS Brasil.
O dado chama atenção porque aparece até mesmo no componente de Qualidade do Meio Ambiente, contrariando a percepção de que a região estaria automaticamente associada à conservação ambiental.
Segundo Wilm, esse padrão vem se repetindo de forma consistente nas três edições já divulgadas.
Os indicadores ambientais considerados pelo IPS incluem desmatamento acumulado, emissões de gases de efeito estufa, focos de calor e supressão de vegetação.
No ranking estadual, o Distrito Federal lidera, com 70,73 pontos, seguido por São Paulo (67,96), Santa Catarina (65,58), Paraná (65,21) e Minas Gerais (64,66). Na outra ponta aparecem Pará (55,80), Maranhão (57,59) e Acre (58,03).
A diferença de quase 15 pontos entre o primeiro e o último colocado, segundo Wilm, evidencia a desigualdade entre os estados brasileiros.
Assim, se o Brasil fosse comparado às próprias unidades da federação, ocuparia apenas a décima posição.
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IPS BRASIL - PARTE 8. Pontuações das Unidades da Federação no IPS Brasil 2026
Distrito Federal — 70,73
São Paulo — 67,96
Santa Catarina — 65,58
Paraná — 65,21
Minas Gerais — 64,66
Goiás — 64,52
Mato Grosso do Sul — 64,14
Espírito Santo — 63,61
Rio de Janeiro — 63,47
Rio Grande do Sul — 63,39
Paraíba — 62,39
Sergipe — 62,10
Rio Grande do Norte — 61,83
Mato Grosso — 61,38
Ceará — 61,22
Pernambuco — 60,58
Tocantins — 60,50
Piauí — 60,48
Roraima — 59,65
Amazonas — 59,34
Alagoas — 58,97
Bahia — 58,72
Rondônia — 58,60
Amapá — 58,10
Acre — 58,03
Maranhão — 57,59
Pará — 55,80
Entre os 12 componentes avaliados pelo índice, o que mais avançou de 2025 para 2026 foi o de Acesso à Informação e Comunicação, impulsionado pelo aumento do acesso da população a tecnologias e meios de comunicação.
Já Inclusão Social apresentou queda na série histórica. O componente mede indicadores ligados, por exemplo, à representação de mulheres e pessoas negras nas câmaras municipais, violência contra minorias e famílias em situação de rua.
Moradia segue como a área de melhor desempenho do país, com nota média de 87,95. Já Direitos Individuais aparece como o componente mais crítico, com média de 39,14.
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CONCEITO SOBRE O IPS Brasil. Entenda o que é o IPS Brasil. O Índice de Progresso Social (IPS) Brasil avalia a qualidade de vida nos 5.570 municípios brasileiros a partir de 57 indicadores sociais e ambientais. O índice não mede apenas riqueza ou PIB, mas busca mostrar se a população consegue acessar direitos, serviços e condições básicas de vida.
O IPS Brasil é desenvolvido em parceria entre o Imazon, a Fundação Avina, a Amazônia 2030, o Centro de Empreendedorismo da Amazônia e a Social Progress Imperative.
📊 Os indicadores são divididos em três grandes dimensões:
Necessidades Humanas Básicas. Teve a melhor média nacional, com 74,58 pontos. Avalia temas ligados a alimentação, saúde, moradia, saneamento e segurança. O componente Moradia registrou a maior nota do país: 87,95 pontos.
Fundamentos do Bem-Estar. Obteve média de 68,81 pontos e reúne indicadores relacionados a educação, acesso à internet, saúde e qualidade ambiental. O componente Acesso à Informação e Comunicação foi o que mais cresceu entre 2025 e 2026, impulsionado pela ampliação do acesso a tecnologias e meios de comunicação.
Ao mesmo tempo, o índice aponta que estados da Amazônia Legal concentram os piores resultados em Qualidade do Meio Ambiente, influenciados por desmatamento acumulado, focos de calor e emissões de gases de efeito estufa.
Oportunidades. Foi a dimensão com pior desempenho no país, com média de 46,82 pontos, repetindo o padrão das edições anteriores. Reúne indicadores ligados a direitos individuais, inclusão social, liberdades pessoais e acesso ao ensino superior.
Os piores resultados apareceram justamente nos componentes de Direitos Individuais (39,14), Acesso à Educação Superior (45,97) e Inclusão Social (47,22). Segundo o relatório, a área de Inclusão Social vem registrando queda desde 2024, refletindo problemas como violência contra minorias, baixa representatividade política e aumento de famílias em situação de rua.
O estudo também divide os municípios brasileiros em nove grupos, dos melhores aos piores desempenhos. Em 2026, 706 cidades ficaram no grupo mais bem avaliado, enquanto apenas 23 municípios apareceram na faixa mais crítica.
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