Desde muito tempo o ativismo dos jovens na sociedade tem sido crucial para o desenvolvimento e evolução do mundo, seja nas ruas ou nas redes. Com o avanço da tecnologia, surgiram novos meios para se protestar, como as redes sociais, fazendo com que esse ativismo chegasse a mais pessoas. No entanto, surge a dúvida se esse ativismo “de sofá” realmente tem ajudado.
A luta coletiva por direitos sempre foi um importante fator de evolução na sociedade e que ultimamente vem sendo mais praticado por jovens em busca melhorias em áreas como o a preservação do meio ambiente, a igualdade de gêneros, a luta contra o racismo. Conquistas como a Lei Maria da Penha mostram como o ativismo é válido e transformador de uma sociedade mais justa.
Nos últimos anos, a internet tem sido um importante meio para essas conquistas, abrindo portas para mais pessoas e ideias mais elaboradas e profundas para o avanço do meio social, impulsionando importantes movimentos, como o Black Lives Matter, um movimento ativista internacional que tomou grande proporção nos últimos meses.
A internet dá mais voz e visibilidade a tudo e com isso vem também os problemas, como acabar com a reputação de alguém, por exemplo, ou gerar cada vez mais comodismo e ataques sem razão. Esquecemos de como o meio físico e o diálogo são importantes para as conquistas.
Os jovens precisam, a todo tempo, manter o espírito ativista, para que o meio onde vivemos seja mais justo e não regrida. É importante sempre ouvir e ler sobre novos assuntos, verificar a procedência antes de julgar e nunca esquecer de como os protestos físicos nos levaram a grandes avanços.