Com uma poética clownesca que transita entre o riso e a melancolia, o monólogo apresenta o personagem “Infelicíssimo”, um homem de meia-idade marcado pelo abandono, que enfrenta uma crise existencial e convoca figuras simbólicas – como a Dor, a Fúria, a Tristeza, a Morte e a Memória – para um acerto de contas com sua história. Em meio à desintegração das qualidades humanas e ao avanço das dinâmicas capitalistas, a peça se torna uma voz de contestação à miséria, à violência e à solidão de pessoas invisibilizadas.


Ficha técnica

Texto e direção: Olga Nenevê

Atuação, figurino e cenário: Eduardo Giacomini

Iluminação: Érica Mityko

Música: Ariel Rodrigues

Fotos: Elenize Dezgeniski

Filmagem: Lídia Ueta

Designer gráfico: Alessandra Nenevê

Assessoria de imprensa: Adriane Perin

Apoio: Deni Henrique