Cruzadinha 78
"... que vos reconcilieis, com o Senhor Rei meu, venho a serviço do meu Deus."
Cruzadinha 78
Dica: a primeira letra da primeira palavra é “I”.
Que o cristão cresça em amor — este é o chamado básico e inegociável do Evangelho. O amor cristão não é sentimentalismo, mas a disposição prática de buscar o bem do outro, como Jesus o amou, servindo sem esperar retribuição. Crescer em amor requer intimidade com Cristo, porque é d’Ele que procede o amor perfeito; implica federação com a Palavra e dependência do Espírito que nos habilita a amar mesmo quando isso nos tenha algum custo. Quando amamos conforme o padrão de Cristo, nossa comunidade se edifica: as palavras são temperadas com graça, as ofensas se reconciliam, e a fé se torna visível em atos concretos de cuidado. Portanto, o crescimento no amor não é opcional para o discípulo — é a medida pela qual o mundo reconhece que somos de Cristo.
Que o cristão seja irrepreensível e viva em santidade — duas faces da mesma obediência. Ser irrepreensível não significa perfeição sem falhas, mas uma coerência de vida que reflete o caráter de Cristo: integridade, humildade e fidelidade em todas as esferas. Viver em santidade é separar-se do que contamina, conformando pensamentos, palavras e obras ao padrão santo de Deus. Essa santificação é progressiva: fruto do arrependimento contínuo, da disciplina benignamente aplicada por Deus e da prática perseverante das disciplinas espirituais (oração, leitura das Escrituras, comunhão). Não é uma busca por mérito, mas uma resposta agradecida à graça que nos chamou para “santidade em toda a conduta”. Que cada crente, portanto, persiga amor crescente, irrepreensibilidade na atuação e vida santa — não para vanglória própria, mas para a glória daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.