Cruzadinha 67
"... que vos reconcilieis, com o Senhor Rei meu, venho a serviço do meu Deus."
Cruzadinha 67
Dica: a 1° letra da 1° palavra é "C".
“Que Deus nos dê a capacidade de amar todos os irmãos que estão em Cristo, independente de onde eles moram.”
Esse anseio encontra eco nas palavras de Jesus em João 13:35: “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros.” O amor entre os irmãos não é opcional, mas uma evidência vital da verdadeira fé. Em Cristo, fomos feitos um só corpo, unidos não por afinidades culturais, proximidade geográfica ou tradições eclesiásticas, mas pelo sangue do Cordeiro. O amor cristão transcende barreiras humanas — ele acolhe, ora, serve, intercede e se alegra com todos os que pertencem ao Senhor. Quando oramos para que Deus nos capacite a amar os irmãos, reconhecemos que esse amor não nasce de nós mesmos, mas é fruto do Espírito (Gálatas 5:22). Ele nos move a olhar além das diferenças e enxergar em cada crente, seja perto ou longe, o mesmo Espírito que habita em nós.
A tradição reformada entende a Igreja como una, santa, católica (isto é, universal) e apostólica. Isso significa que nossa comunhão em Cristo não está limitada por fronteiras ou denominações. Cada cristão verdadeiro, em qualquer lugar do mundo, é nosso irmão ou irmã. Amar esses irmãos é reconhecer que somos parte da mesma família da fé, com o mesmo Pai celestial. O apóstolo Paulo, escrevendo à igreja em Colossos — uma cidade que ele provavelmente nunca visitou pessoalmente — demonstrava profundo amor e zelo por aqueles irmãos distantes, orando por eles constantemente (Colossenses 1:3-4). Que nós também sejamos encontrados com esse espírito: dispostos a amar, perdoar, sustentar e apoiar todos os que pertencem ao Corpo de Cristo, pois o que nos une é infinitamente maior do que aquilo que nos separa.