12 de setembro de 2026
A Profa. Dra. Lucila Pesce, líder do LEC – Linguagem, Educação e Comunicação, participou, no dia 10 de setembro de 2026, da mesa “Inteligência Artificial Generativa e Educação: questões éticas, estéticas e políticas”, realizada na Universidade de São Paulo (USP), durante a 17ª Reunião Regional da ANPEd – Sudeste.
Com o tema “Educação como direito e a questão da soberania: conhecimento, equidade e financiamento”, o evento reuniu pesquisadores e pesquisadoras para discutir os desafios contemporâneos da educação e suas relações com conhecimento, políticas públicas e soberania.
Na mesa, que contou também com as professoras Adriana Rocha Bruno (UNIRIO) e Edméa Oliveira dos Santos (UFRRJ), Lucila Pesce contribuiu para a reflexão crítica sobre a presença da inteligência artificial generativa nos processos educativos, problematizando suas dimensões éticas, estéticas e políticas e os impactos das transformações tecnológicas sobre a educação e a formação.
A presença de Lucila Pesce no encontro reafirma a atuação do LEC na produção de conhecimento e na participação em espaços acadêmicos de debate sobre as transformações contemporâneas da educação e da cultura digital.
10 de setembro de 2026
Pesquisadores do GP-LEC participaram do 1º Congreso ALIE 2026 – Educación en un mundo multipolar: voces de América Latina y el Caribe, realizado na Universidade Federal do Paraná, em Curitiba (PR), entre 7 e 10 de setembro de 2026.
Promovido pela Asociación Latinoamericana de Investigación en Educación (ALIE), o congresso reuniu pesquisadores e redes do campo educacional para fortalecer o diálogo e a produção de conhecimento sobre os desafios da educação na América Latina e no Caribe.
Representando o LEC, foram apresentados três trabalhos: Lucila Pesce e Marina Prado Gomes, “Redes sociais digitais, empoderamento e formação no feminismo de mulheres com deficiência”; Bruno dos Santos Joaquim, “Trajetórias de vida e de aprendizagem de imigrantes brasileiros adultos em Portugal: o caso do Programa Qualifica”; e Lucila Pesce e Maria José da Silva Dias, “Democracia brasileira sob a égide da colonialidade: imbricações, tendências e disrupções em cultura digital”.
O evento também marcou o lançamento dos livros Linguagens e racionalidades em contextos formativos: questões para a educação, de Lucila Pesce, e Decolonizar a EJA: uma agenda insurgente para a educação de jovens e adultos, de Bruno Joaquim. A participação reforça o compromisso do LEC com a pesquisa crítica, a educação e o diálogo científico latino-americano.
20 de maio de 2026
O grupo de pesquisa LEC – Linguagem, Educação e Comunicação, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), promoveu, no dia 3 de setembro de 2026, o evento “Soberania Digital e Educação no Brasil”, aberto a toda a comunidade acadêmica. A atividade contou com a palestra da Prof.ª Dr.ª Simone Lucena, da Universidade Federal de Sergipe (UFS).
O encontro propôs uma reflexão crítica sobre os efeitos do colonialismo digital, especialmente diante da expansão das big techs e das plataformas digitais no campo educacional. A discussão abordou os impactos desse processo no ensino superior e na educação básica, além de temas como extrativismo de dados, políticas públicas de soberania digital e a instalação de data centers no Brasil.
Mediado pelo Prof. Dr. Bruno Joaquim, vice-líder do LEC, o evento reuniu pesquisadores do grupo, docentes, estudantes e outros interessados da comunidade acadêmica. A atividade contribuiu para ampliar o debate sobre os desafios políticos, econômicos e educacionais relacionados à crescente digitalização da sociedade e sobre a necessidade de fortalecer uma perspectiva de soberania digital comprometida com os interesses públicos e com o direito à educação.
20 de maio de 2026
O pesquisador Bruno dos Santos Joaquim, vice-líder do Grupo de Pesquisa LEC – Linguagem, Educação e Comunicação, lança a obra “Decolonizar a EJA: uma agenda insurgente para a educação de jovens e adultos”.
Fundamentado nas teorias decoloniais e na educação popular freiriana, o livro propõe uma reflexão crítica sobre a Educação de Jovens e Adultos (EJA), denunciando os efeitos da colonialidade e das políticas neoliberais sobre uma modalidade historicamente marginalizada.
Ao apresentar uma agenda decolonial estruturada em seis programas, a obra reafirma a EJA como espaço de emancipação, justiça social e produção de novos horizontes educativos. Como destaca o prefácio, trata-se de um trabalho que “anuncia o potencial decolonial da EJA, revelando caminhos para transgredir a colonialidade a partir dos saberes, das experiências e das lutas de seus sujeitos”.
Uma leitura indispensável para educadores, pesquisadores e todos aqueles que compreendem a educação como prática de liberdade.
O livro já está disponível no site da editora edPUCRS: https://editora.pucrs.br/livro/1882/
7 de maio de 2026
No dia 7 de maio, foi realizado o evento “Currículo da EJA e Cultura Digital: o letramento informacional na práxis pedagógica dos docentes da Rede Municipal de Educação em Salvador”, com a participação da Keyla Sousa Santos e do Emanuel Santos Nonato, da Universidade do Estado da Bahia.
Durante o encontro, a professora Keyla Sousa Santos apresentou os resultados de sua pesquisa de doutoramento, defendida na UNEB, trazendo importantes reflexões sobre o currículo da EJA, o letramento informacional, a cultura digital e as políticas públicas de educação. O debate destacou os desafios e as possibilidades da integração das tecnologias digitais às práticas pedagógicas dos docentes da Rede Municipal de Educação em Salvador, reforçando a importância de uma formação crítica e inclusiva para a Educação de Jovens e Adultos.
12 de março de 202628 de abril de 2026
O Grupo de Pesquisa LEC anuncia a publicação de um novo artigo na revista Globalisation, Societies and Education, em abril de 2026, assinado por Bruno Joaquim e Lucila Pesce. Reconhecida por promover o diálogo entre educação e as forças sociais, econômicas e políticas que moldam a contemporaneidade, a revista dedica-se à análise das complexidades da globalização e de seus impactos sobre os processos educativos em diferentes níveis e contextos. A publicação reforça a inserção internacional das pesquisas desenvolvidas pelo LEC e amplia o debate sobre justiça social, democracia e educação de jovens e adultos.
O artigo examina, de forma abrangente, as contribuições teóricas das perspectivas decoloniais para repensar a Educação de Jovens e Adultos, especialmente no enfrentamento da colonialidade do saber. Trata-se de um ensaio teórico-conceitual fundamentado na trajetória do primeiro autor como docente, coordenador e pesquisador da Educação de Jovens e Adultos no Brasil, articulando os estudos decoloniais ao campo da Educação de Adultos. Os resultados evidenciam o potencial transformador desse diálogo ao considerar sujeitos historicamente subalternizados pela colonialidade, pelo capitalismo e pelo cis-heteropatriarcado, culminando na proposição de uma agenda insurgente composta por seis programas voltados ao enfrentamento da colonialidade nesse campo educacional. O texto pode ser acessado gratuitamente em:
https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/14767724.2026.2662974
12 de março de 2026
Um novo artigo intitulado “A morte do(a) professor(a) autor(a) em tempos de plataformização da educação”, de autoria de Raquel Santos Zandonadi e Lucila Pesce, foi publicado na última edição da Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação (REASE).
O estudo investiga como o avanço de plataformas digitais na educação pública do Estado de São Paulo pode afetar a autonomia e a autoria dos professores no processo pedagógico. A pesquisa adota uma abordagem teórico-analítica fundamentada no materialismo histórico e na filosofia da linguagem do Círculo de Bakhtin, articulando reflexões sobre saberes docentes e profissionalidade.
Segundo as autoras, a autoria docente é entendida como elemento central da profissão, relacionada à mobilização de diferentes saberes, à responsabilidade ética e à mediação interpretativa no ensino. O artigo analisa como a chamada “plataformização da educação”, marcada por centralização curricular, monitoramento algorítmico e uso intensivo de dados, pode limitar as margens de decisão do professor e reduzir sua participação ativa na construção do processo educativo.
Os resultados indicam que essas transformações não representam apenas inovação tecnológica, mas também tensionam as bases epistemológicas e ontológicas da docência. Nesse contexto, o estudo alerta para possíveis riscos à constituição do professor como sujeito autor no ambiente educacional contemporâneo.
O artigo pode ser acesso através do link: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/24778
7 de março de 2026
A Profa. Ms. Leila Santana e a Profa. Dra. Luciana Velloso, pesquisadoras do Grupo de Pesquisa Sociabilidades, Cibercultura e Educação, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), participaram, no dia 5 de março, de um encontro promovido pelo LEC dedicado à reflexão sobre tecnologias digitais na Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJAI). O evento promoveu um espaço horizontal de diálogo sobre a cultura digital e seus impactos na educação ao longo da vida, reunindo pesquisadores, docentes e estudantes interessados na troca de experiências sobre práticas educativas mediadas por tecnologias digitais nesse campo.
Durante o encontro, apresentaram a comunicação “Narrativas e tecnologias digitais em rede na Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJAI)”. A exposição destacou investigações e experiências desenvolvidas no âmbito do grupo, evidenciando como as tecnologias digitais podem ampliar possibilidades de expressão, autoria e construção coletiva de conhecimento entre estudantes da EJAI.
Com sensibilidade, rigor teórico e potência crítica, as pesquisadoras abordaram o trabalho de Leila Santana com narrativas de estudantes da EJAI mediadas por tecnologias digitais. A apresentação também destacou vivências transformadoras construídas no contexto do grupo, apoiadas nas noções de múltiplas linguagens e de artistagem, valorizando a escuta, a criação e as experiências de vida dos estudantes.
3 de março de 2026
Pesquisadores do Grupo de Pesquisa Linguagem, Educação e Comunicação (LEC) participaram do Colóquio Internacional Aprendizagens Emergentes, Diversidade e Inclusão Para O Século XXI e do II Seminário Internacional Abdias Nascimento: Contextos Multiculturais, Resistências Amefricanas e Inovação Pedagógica. Os eventos, que ocorrem de forma online e presencial, na Universidade da Madeira, tiveram como propósito debater, socializar e divulgar a produção acadêmica e as experiências pedagógicas sobre aprendizagens emergentes, diversidade e inclusão no século XXI, bem como refletir sobre Comunidades Multiculturais de Aprendizagem voltadas à educação das relações étnico-raciais, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Acadêmico Abdias Nascimento/CAPES/UFS/UNIFAP/UMa/U.PORTO.
Bruno dos Santos Joaquim e Lucila Pesce apresentaram o trabalho “Educação para a democracia cognitivo-digital: desafios diante do recrudescimento do colonialismo”, cujo objetivo foi discutir os desafios impostos pela convergência entre a colonialidade do saber e o colonialismo digital para o campo da educação comprometida com a democracia cognitivo-digital.
Também foi apresentada a comunicação “Democracia brasileira sob a égide da colonialidade: imbricações, tendências e disrupções em cultura digital”, por Maria José Dias e Lucila Pesce, que analisou as relações entre democracia, colonialidade e cultura digital no Brasil, destacando tensões estruturais e possíveis caminhos disruptivos no campo das práticas digitais e dos processos formativos.
As informações do evento podem ser acessadas através do página: https://sites.google.com/view/coloquioiaeabdiasnascimento/sobre
3 de março de 2026
Pesquisadores do Grupo de Pesquisa Linguagem, Educação e Comunicação (LEC) participaram do Colóquio Internacional Aprendizagens Emergentes, Diversidade e Inclusão Para O Século XXI e do II Seminário Internacional Abdias Nascimento: Contextos Multiculturais, Resistências Amefricanas e Inovação Pedagógica. Os eventos, que ocorrem de forma online e presencial, na Universidade da Madeira, tiveram como propósito debater, socializar e divulgar a produção acadêmica e as experiências pedagógicas sobre aprendizagens emergentes, diversidade e inclusão no século XXI, bem como refletir sobre Comunidades Multiculturais de Aprendizagem voltadas à educação das relações étnico-raciais, no âmbito do Programa de Desenvolvimento Acadêmico Abdias Nascimento/CAPES/UFS/UNIFAP/UMa/U.PORTO.
Bruno dos Santos Joaquim e Lucila Pesce apresentaram o trabalho “Educação para a democracia cognitivo-digital: desafios diante do recrudescimento do colonialismo”, cujo objetivo foi discutir os desafios impostos pela convergência entre a colonialidade do saber e o colonialismo digital para o campo da educação comprometida com a democracia cognitivo-digital.
Também foi apresentada a comunicação “Democracia brasileira sob a égide da colonialidade: imbricações, tendências e disrupções em cultura digital”, por Maria José Dias e Lucila Pesce, que analisou as relações entre democracia, colonialidade e cultura digital no Brasil, destacando tensões estruturais e possíveis caminhos disruptivos no campo das práticas digitais e dos processos formativos.
As informações do evento podem ser acessadas através do página: https://sites.google.com/view/coloquioiaeabdiasnascimento/sobre
19 de fevereiro de 2026
O Grupo LEC promove no dia 5 de março de 2026, das 11h às 12h30, um encontro online dedicado ao tema “Narrativas e tecnologias digitais em rede na Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJAI)”. O evento propõe um espaço horizontal de diálogo e reflexão sobre a cultura digital e seus impactos na educação ao longo da vida, reunindo pesquisadores, docentes, estudantes e demais interessados. A proposta é estimular a troca de experiências e análises sobre práticas educativas mediadas por tecnologias digitais, especialmente no contexto da EJAI.
As palestras serão conduzidas pelas professoras convidadas Leila Santana, da Rede Municipal de Educação de Nova Iguaçu, e Luciana Velloso, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), que trarão contribuições a partir de suas pesquisas e vivências na área. A mediação ficará a cargo da Profa. Dra. Lucila Pesce (Unifesp) e do Prof. Dr. Bruno dos Santos Joaquim, da Universidade do Algarve.
O LEC convida todos os participantes a compartilhar impressões, análises e reflexões, fortalecendo um ambiente de construção coletiva de conhecimento sobre educação, linguagem e comunicação em tempos de cultura digital.
O encontro será aberto a todos os interessados, mediante Inscrições: https://siex.siiu.unifesp.br/
08 de janeiro de 2026
Acaba de ser lançado o novo livro autoral de Lucila Pesce, pesquisadora e professora com mais de 40 anos de atuação na educação, sendo 25 dedicados ao ensino superior e à pesquisa. Inspirado no legado de Paulo Freire, o livro reúne oito textos fundamentais que abordam temas como políticas públicas de educação, tecnologias digitais, educação online, formação docente, avaliação e mediações dialógicas.
De acordo com Adriana Bruno, que apresenta a obra, o livro reafirma que toda ação pedagógica é política e defende práticas educativas dialógicas e humanizadoras. Marcada pelo rigor teórico, compromisso ético e escuta sensível, a obra se consolida como leitura indispensável para educadores/as, estudantes e pesquisadores/as comprometidos/as com uma educação crítica, justa e emancipadora, em diálogo com a cultura digital.
O foi publicado pela Navegando Publicações e pode ser acessado gratuitamente através do link: https://www.editoranavegando.com/linguagens-e-racionalidades
05 de janeiro de 2025
Os pesquisadores do LEC, Bruno Joaquim e Lucila Pesce, participaram do XVIII Simpósio Nacional da Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura (ABCiber), evento que reuniu estudiosos de todo o país para debater o tema “Cibercultura e Perspectivas Decoloniais: Futuros Alternativos às Big Techs”. A décima oitava edição do simpósio destacou reflexões críticas sobre tecnologia, poder e conhecimento, reafirmando o compromisso da ABCiber com abordagens plurais e socialmente comprometidas.
Na ocasião, os pesquisadores apresentaram a comunicação intitulada “Democracia cognitivo-digital como princípio orientador de pedagogias decoloniais”, na qual analisaram de que modo o conceito de democracia cognitivo-digital pode orientar práticas pedagógicas decoloniais. O trabalho contribui para a formulação de referenciais teóricos e práticos voltados a processos educativos plurais, emancipatórios e comprometidos com a justiça epistêmica, digital e social, fortalecendo o debate sobre educação, cibercultura e alternativas críticas às lógicas hegemônicas das grandes plataformas digitais.
04 de janeiro de 2026
As pesquisadoras Maria José da Silva Dias e Lucila Pesce publicaram recentemente um artigo na Revista da FAEEBA – Educação e Contemporaneidade, periódico científico da Faculdade de Educação da Universidade do Estado da Bahia (UNEB). A publicação integra o dossiê temático “Educação, Currículo e Cultura Digital: perspectivas contemporâneas”, que reúne estudos voltados à compreensão crítica das relações entre educação e os desafios do mundo digital.
O artigo resulta de uma pesquisa de doutorado em educação e analisa duas propostas formativas não formais desenvolvidas em contextos digitais: o Instituto Devir Educom e o Movimento Escolas em Luta. Com base em referenciais de Paulo Freire e nos estudos decoloniais, a investigação examina o status quo da formação continuada, identificando tendências, resistências e insurgências relacionadas às políticas públicas de inclusão digital. Ao propor alternativas às práticas hegemônicas, o estudo aponta caminhos formativos mais inclusivos, críticos e dialógicos, integrando a linguagem hipermídia e outras epistemologias como estratégias para fortalecer processos educativos contra-hegemônicos e comprometidos com a democracia.
O artigo pode ser acessado gratuitamente através do link: https://revistas.uneb.br/faeeba/article/view/25562