Roberto Burle Marx (São Paulo, 4 de agosto de 1909 – Rio de Janeiro, 4 de junho de 1994) foi um artista plástico e paisagista brasileiro. Embora tenha ficado conhecido internacionalmente ao exercer a profissão de paisagista, também era pintor, desenhista, designer, escultor e cantor.
É o responsável por ter introduzido o paisagismo modernista no Brasil. Foi um dos primeiros paisagistas a utilizar plantas nativas brasileiras em seus projetos. Seu trabalho teve uma grande influência mundialmente no design de jardins tropicais no século XX, sendo que jardins aquáticos foram um tema popular em suas obras. Burle Marx foi um dos pioneiros a reivindicar a conservação das florestas tropicais no Brasil. Ele organizou inúmeras expedições e excursões pelos biomas brasileiros, sendo responsável pela descoberta de novas espécies. Mais de 30 plantas levam seu nome.
Durante a estada na Alemanha, Burle Marx estudou pintura no ateliê de Degner Klemn. De volta ao Rio de Janeiro, em 1930, Lúcio Costa, que era seu amigo e vizinho do Leme, o incentivou a ingressar na Escola Nacional de Belas Artes, atual Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Burle Marx conviveu na universidade com aqueles que se tornariam reconhecidos na arquitetura moderna brasileira: Oscar Niemeyer, Hélio Uchôa, Milton Roberto, entre outros.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Roberto_Burle_Marx
Roberto Burle Marx foi um artista plástico e paisagista brasileiro. Embora tenha ficado conhecido internacionalmente ao exercer a profissão de paisagista, também era pintor, desenhista, designer, escultor e cantor. É o responsável por ter introduzido o paisagismo modernista no Brasil.
Fonte: wikipedia"Deus, para mim, é a natureza"
"As medidas para a preservação ambiental são difíceis de pôr em prática, e caras, a curto prazo. Muito mais oneroso será o desprezo ou o descaso"
Foto do Sítio Burle Marx que os alunos tiraram!!
Você sabia que a Agave-Dragão tende a ficar doente e até mesmo a morrer depois de seus frutos serem produzidos?
Uma planta monocárpica da família das Amaryllidaceaes e com nome científico Agave attenuata, a planta semi lenhosa e de caule curto, é originária do México e pode atingir até 1,5m de altura.
Com nomes populares como Pescoço de Cisne e Tromba-de-elefante por conta do formato de seu tronco, possuí folhas verde-acinzentadas, suculentas, espessas que formam uma roseta densa.
Apresenta inflorescência grande e recurvada com flores pequenas.
Não tolera temperaturas baixas, ficando seu cultivo mais indicado para regiões tropicais e subtropicais.
Multiplica-se pelos bubilhos que se formam ao longo da antiga inflorescência e pelas mudas laterais formadas a partir do caule e são ótimas para paisagismo.
Fonte: https://www.instagram.com/parque_burlemarx/p/CMXvRlsMpAo
O Sítio Roberto Burle Marx possui aproximadamente 3.500 espécies de plantas, entre as quais estão exemplares únicos das famílias Araceae, Bromeliaceae, Cycadaceae, Heliconiaceae, Marantaceae, Arecaceae e Velloziaceae. Em fevereiro muitas espécies da família Heliconiaceae estão em período de floração no Sítio.
As helicônias são conhecidas também como caetés, bananeiras do mato ou bananeiras-de-jardim. Comuns em jardins decorativos tem um potencial ornamental ainda pouco explorado. São plantas tropicais originárias da América do Sul, América Central, Ilhas do Pacífico e Indonésia, possuindo cerca de 150 espécies diferentes, sendo 30 delas nativas do Brasil. O Sítio Roberto Burle Marx possui aproximadamente 70 espécies de helicônia.
Nome Científico: Heliconia hirsuta L.f. ‘burle marxii’
Nome popular: Helicônia-de-burle-marx
Origem: Acre
Encontrada no Acre, foi uma das mais de 50 espécies descobertas por Roberto Burle Marx em suas expedições pelo Brasil.
O Sítio Roberto Burle Marx é um centro de estudos de paisagismo, botânica e conservação da natureza, localizado na Barra de Guaratiba, na zona oeste do Rio de Janeiro. O sítio é um testemunho do pensamento e da obra do artista e paisagista Roberto Burle Marx, que viveu no local entre 1973 e 1994.
O sítio é um dos mais importantes acervos de plantas vivas do mundo, com mais de 3.500 espécies de plantas tropicais e subtropicais. A vegetação nativa do local, formada principalmente por Mata Atlântica, é preservada pelo Parque Estadual da Pedra Branca.
O sítio também abriga:
A casa de Burle Marx
Coleções de cristais, cerâmicas pré-colombianas, esculturas e pinturas feitas pelo artista
Uma capela do século XVIII, onde são realizadas cerimônias religiosas
Uma biblioteca
Viveiros de plantas e áreas ajardinadas
O sítio é gerido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e é patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em julho de 2021, foi reconhecido como Patrimônio Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). O local realiza diversas atividades culturais, como concertos, palestras, sessões de pintura, exposições e jornadas. As visitas ao sítio devem ser agendadas de segunda a sexta, das 8h às 16h, e o horário de visita é de terça a sábado, às 9h30min e 13h30min.
Maycon Vitor
Nicole Cardoso
Rauan da Silva
Samuel Martins
Maicon David
Hugo Henrique
Nicolas Gabriel
Yasmin Soares
Yasmin Ricardo
Ana Caroline
Vitória Palmeira
Thalis Sandes