Esta seção reúne os títulos que estão em fase final de produção e que em breve estarão disponíveis para leitura. Acompanhe os lançamentos, datas de pré-venda e novidades editoriais. Atualizamos constantemente para que você não perca nenhuma estreia.
“Somos o Universo” é uma travessia poética entre galáxias distantes e os abismos do coração humano. Inspirado no Deus de Espinosa e nas descobertas da ciência moderna, este livro transborda metáforas cósmicas para narrar as grandezas e pequenezas da vida. Aqui, um beijo pode ser supernova, a saudade um buraco negro, o amor um entrelaçamento quântico. Romântico e caótico, calmo e destrutivo, este é um convite para perceber que o universo que brilha acima de nós também pulsa em cada átomo de nossa existência. Não há separação: o cosmos é íntimo. Somos o Universo.”
Uma coletânea poética que lança luz sobre os ídolos da nossa era, revelando o vazio e a complexidade que habitam atrás das imagens que moldam nossas vidas - para todos, jovens e adultos, que buscam se enxergar no espelho da contemporaneidade. Neste livro, Gabriel convida o leitor a desvendar as múltiplas faces da idolatria moderna - desde os influenciadores digitais até o culto ao dinheiro, ao poder, ao imediatismo e às redes sociais - e a refletir sobre como essas figuras e valores dominam e influenciam nosso cotidiano, indiferente da idade ou origem. São poemas que expõem a fragilidade dos ídolos fabricados, a pressa que devora a profundidade, e o ciclo invisível do vazio que consome valores, autenticidade e humanidade. Ídolos é um convite para todos aqueles que desejam entender: quem são os verdadeiros ídolos da atualidade? A quem seguimos e por quê? E, sobretudo, como reencontrar a essência perdida em um mundo de aparências e urgências? Com uma linguagem profunda e reflexiva, este é o livro mais intenso e urgente de Gabriel - um espelho para nossa geração e para todas as gerações que buscam consciência, verdade e sentido.
O Pobre Diabo observa. Entre a ironia e a melancolia, ele conduz o leitor por uma humanidade marcada por vícios, hipocrisias e contradições. Cada poema é um espelho: refletindo o absurdo das convenções sociais, os ídolos que cultivamos e os dilemas que evitamos enfrentar.
Com sátira mordaz e filosofia sutil, os versos revelam os pequenos e grandes pecados do cotidiano, as sombras do silêncio interior e a eterna busca por sentido em um mundo caótico. Do riso amargo à contemplação existencial, o Pobre Diabo transforma críticas e reflexões em poesia, mostrando que ser humano é, acima de tudo, ser contraditório.