8.5/10
Pode até parecer uma nota alta para um jogo tão simples e também curto para os padrões atuais, mas essa foi a segunda vez que terminei Vanquish. A primeira havia sido lá por 2011 ou 2012, no Xbox 360, jogando em um monitor de 22 polegadas.
Aproveitei uma nova promoção na Steam para comprá-lo novamente e dessa vez pude jogar a 60 fps, com tudo no máximo e ainda com o Steam Deck ligado na TV, o que naturalmente deixou a experiência bem mais agradável.
Vanquish é um shooter em terceira pessoa totalmente linear, com um sistema de combate que lembra bastante Gears of War em alguns aspectos: armas mapeadas nos direcionais, recarga no RB, sistema de cover e até alguns personagens naquele estilo mais "brucutu".
Mas as comparações praticamente param aí, porque o jogo tem identidade própria o suficiente para se destacar.
O grande diferencial está justamente na movimentação extremamente rápida, com o famoso deslize pelo cenário, e também no bullet time, que desacelera a ação e ajuda bastante principalmente nas lutas contra chefes maiores. É um combate muito mais dinâmico do que parece à primeira vista e que dá ao jogo uma personalidade bem marcante. No fim das contas, é aquele tipo de shooter arcade da geração PS3/360 que quase não se faz mais hoje.
A campanha inteira se passa em uma gigantesca estação espacial e os inimigos são quase sempre robôs, algo que me lembrou bastante Binary Domain, outro título da SEGA dessa mesma época. Existe uma variedade aceitável de inimigos mecânicos, indo dos mais simples até alguns encontros mais complicados, além de alguns confrontos com humanos já mais perto do final.
Sinceramente não lembro qual foi exatamente minha impressão quando zerei pela primeira vez tantos anos atrás, mas nessa segunda jogada eu estava justamente procurando um shooter direto ao assunto, sem enrolação, e Vanquish entregou isso muito bem.
Foram quase 7 horas de campanha que passaram voando e no final ainda ficou aquele gostinho de quero mais, principalmente porque o jogo termina deixando um enorme cliffhanger para uma possível continuação que nunca aconteceu.
Terminado em: Abril 2026
7/10
Terminei pela segunda vez. A primeira foi lá em 2011, no Xbox 360; agora joguei a versão remastered no Series X e a diferença é absurda. Gráficos muito mais limpos, FPS estável e, claro, ajudado por uma TV moderna a 60 Hz. O jogo continua sendo uma delícia: FPS direto ao ponto, com pegada sci-fi bem marcante.
Levei cerca de 10 horas no modo normal e, no fim, minha nota fica em 7/10. Gostei bastante, mas ainda acho um jogo “na média alta”, sem nada realmente memorável.
Um ponto positivo: não tem firula. Nada de side missions, é campanha principal do começo ao fim. Pra quem, como eu, não curte encheção de linguiça, isso ajuda bastante no ritmo.
Por outro lado, a narrativa sofre com a falta de continuidade entre as fases. Em vários momentos, você termina uma missão e simplesmente aparece no meio de outra situação, sem transição decente. Fica meio jogado, quebra a imersão.
Outro ponto fraco é a pouca variedade de inimigos. Considerando o salto técnico do primeiro jogo para o segundo, dava pra ter caprichado mais nisso, tanto nos humanos quanto nos aliens.
No geral, vale a pena, principalmente em promoção. Mesmo sendo um jogo antigo, o remaster segura muito bem visualmente e ainda impressiona nos consoles atuais. Não é um clássico absoluto, mas é um FPS competente e divertido.
Terminado em: Abril 2026
7/10
Esse Call of Duty veio junto com o COD Infinite Warfare. Foi justamente o primeiro jogo da série a sair do cenário de Segunda Guerra Mundial e trazer o combate para os dias atuais. Jogando novamente esse clássico, fui transportado direto para 2010, quando joguei o original, com fases icônicas como a missão em Pripyat.
Comparado aos FPS de hoje, ele é bem mais simples: não tem missões paralelas, apenas alguns laptops escondidos pelo mapa para coletar, e ainda não existia mecânica de deslizar durante a corrida, por exemplo. Mesmo assim, foi ótimo revisitar essas memórias nessa versão remake, que traz gráficos muito bonitos e roda a 60 frames.
Terminado em: Março 2026
6/10
Mais uma vez completando esse game. Sinceramente, não entendo o que me prende a ele, mas já é a terceira vez que termino esse Sonic tão criticado.
Repito mais ou menos o que escrevi na minha resenha anterior: o jogo não é tão ruim quanto dizem, mas é realmente curto caso você não vá atrás de todas as esmeraldas.
O Homing Attack, quando você pula e o alvo já aparece no inimigo, ajuda bastante na precisão e facilita muito a progressão até o final.
Em cerca de uma hora e meia, eu já tinha chegado a quase metade do jogo e coletado 6 esmeraldas. Porém, a última é bem complicada de conseguir, e acabei gastando várias horas só nisso.
Depois de liberar o Super Sonic, fica bem fácil sair avançando rapidamente pelas fases que faltam. Ainda assim, a segunda parte do último chefe traz um pouco de desafio de volta, fazendo o jogador gastar um tempinho a mais para fechar o jogo.
Terminado em: Março 2026
8/10
Na onda de Sonic Mania, resolvi rejogar esse Sonic, dessa vez tentando pegar todas as esmeraldas. Mesmo sendo bastante criticado, eu gostei muito.
Se você não for atrás de todas as esmeraldas, o jogo é bem curto. Mas, com o objetivo de completar tudo, ele rende cerca de 7 horas, ou até mais.
É uma experiência bem gostosa, funcionando como uma releitura em HD de várias fases clássicas dos jogos anteriores.
Tenho o Episódio 2 também, que pretendo rejogar em breve.
8/10
Diferente da maioria dos jogadores do título eu o achei muito bom, comprei pela live US (com VPN pois é block pra ID BR).
Já tinha jogado e 2005 mas não zerei, a última fase era muiiiito foda. Mas terminei hoje até que enfim. O final é meio sem noção, acaba de uma vez!!
10/10
Que é isso... depois de TANTA cagada da SEGA ao longo dos anos, esse jogo, que ironicamente nem foi feito por ela surgiu como um abraço de um velho amigo de infância que você não vê há muito tempo.
É impressionante como tudo aqui funciona na medida certa: visual, trilha sonora, fases, velocidade, nostalgia, jogabilidade... nada sobra e nada falta. O jogo consegue resgatar perfeitamente a essência dos Sonics clássicos do Mega Drive sem parecer apenas uma reciclagem barata. Pelo contrário, parece uma continuação legítima daquela era.
Terminei jogando com Sonic + Tails no Xbox One, ainda sem pegar todas as esmeraldas, mas isso pouco importa agora porque esse é daqueles jogos feitos para revisitar várias vezes. Tanto que logo comprei também a versão de Switch para ter ele no modo "on-the-go".
Terminado em: Agosto 2017
11/10
Há menos de um mês eu tinha terminado a versão de Xbox One, mas como não consegui todas as esmeraldas, bateu aquela vontade de continuar explorando o jogo e acabei comprando também a versão de Switch.
Comecei tudo de novo, agora com mais dedicação, e foi aí que percebi o tamanho do absurdo que é Sonic Mania: nunca terminei duas vezes o mesmo jogo em tão pouco tempo e com o mesmo prazer.
O jogo é simplesmente lindo. Se você viveu a infância nos anos 90 e teve um Mega Drive com Sonic, é impossível não abrir um sorriso jogando isso aqui. Cada fase, cada música, cada detalhe parece feito por alguém que realmente entendia por que aqueles jogos eram tão especiais.
No Switch então ficou perfeito, porque além de tudo virou um companheiro ideal para jogar em qualquer lugar. Então a nota é 11/10 porque 10 ficou pouco.
Terminado em: Setembro 2017
8/10
Ainda nessa mesma onda de jogos de Japão feudal, voltei a esse jogo que havia começado em 2021. Eu tinha avançado cerca de um terço da campanha, mas por algum motivo acabei parando.
Nesse intervalo entre 2021 e 2026, terminei Onimusha 1: Warlords e Onimusha 2: Samurai’s Destiny, em suas versões remasterizadas, com gráficos e controles melhorados no Nintendo Switch.
Comparado aos dois primeiros em suas versões originais, este terceiro capítulo da franquia é o melhor em termos de enredo, gráficos e, principalmente, controles. É o primeiro que utiliza o analógico em vez do direcional para movimentação, o que já faz uma grande diferença.
O jogo mistura Japão feudal com a França do início dos anos 2000, trazendo Jean Reno como protagonista, além do retorno de Samanosuke, que esteve ausente no segundo jogo. Também temos a personagem Michelle Aubert, uma policial que controlamos por um curto período, usando metralhadoras como arma.
Foram cerca de 17 horas de diversão, com uma história envolvente, gameplay variado e aquele estilo clássico de Resident Evil, com pequenos puzzles, backtracking e gerenciamento de recursos.
Vale destacar também a presença da Ako, uma espécie de fadinha que nos acompanha durante o jogo, ajuda a encontrar itens escondidos e adiciona um toque leve e bem-humorado à experiência.
Terminado em: Março 2026
10/10
Consegui esse jogo grátis há alguns anos (versão de PS4), por conta de um bug na loja da Sony. Lembro que fiquei muito feliz na época e até cheguei a jogar alguns níveis, mas acabei parando e nunca mais voltei, mesmo sabendo que era um jogo incrível.
Em 2024, minha esposa terminou o jogo, já na versão de PS5, e eu acabei acompanhando boa parte da jornada dela, admirando tanto a história quanto o visual. Isso só aumentou minha vontade de jogar.
Agora, em 2026, resolvi finalmente dar uma chance de verdade. Comecei um save novo e tive uma imersão completa.
O jogo é realmente fantástico. Dá para perceber o cuidado dos desenvolvedores com a história, os diálogos e, principalmente, o ritmo, tudo muito bem equilibrado, sem ficar cansativo. Ele segue uma fórmula parecida com Assassin’s Creed, mas sem se tornar maçante.
A variedade entre as ilhas, as missões envolvendo animais e a ambientação como um todo são impressionantes. Em vários momentos eu simplesmente parava à beira de um penhasco para observar o cenário, as folhas caindo ou o pôr do sol. Ter assistido à minissérie Shogun também ajudou bastante a enriquecer essa experiência.
No total, somando a campanha principal e a DLC da Ilha de Iki, levei cerca de 60 horas, que passaram voando. Fiquei com aquele clássico sentimento de “quero mais”, tanto que já comprei Ghost of Yotei.
Resumindo: é um jogo que não reinventa a roda, mas pega uma fórmula já conhecida e executa com excelência. Com personagens carismáticos e gráficos belíssimos, não tem como dar outra nota que não seja 10.
Terminado em: Março 2026
7/10
Fiquei meio traumatizado depois de Assassin’s Creed Valhalla, jogo extremamente longo, inflado e cansativo, fiquei tanto tempo nele que acabei me afastando da franquia. Depois de quase dois anos sem jogar nada da série, resolvi voltar porque tinham me dito que esse título era bem mais curto e compacto que os últimos Assassin’s Creed.
Eu tinha gostado muito do Origins, mas repito, o Valhalla me deu uma saturação absurda pelo tamanho. Jogando agora no Xbox Series X, o jogo está maravilhosamente bem otimizado, muito bonito mesmo, gráficos soberbos, e em vários momentos me lembrou um pouco o Origins, talvez pela ambientação, deserto, cidades mais fechadas, aquela vibe mais “antiga” da série.
Sobre o jogo em si, é a fórmula clássica de sempre, mapa para explorar, subir em torres para abrir áreas, limpar atividades e fazer missões. Sim, às vezes fica repetitivo, isso é inevitável na franquia, mas gostei MUITO de uma coisa, não tem aquela loucura de coletar um milhão de armaduras e um milhão de armas para ficar comparando número o tempo todo. Aqui são poucos trajes, poucas armas, as principais já são praticamente padrão do jogo, não tem aquela síndrome de inventário lotado igual nos títulos mais RPG da série. Isso, para mim, foi um alívio enorme.
O foco volta mais para furtividade, infiltração, planejamento, e menos para build mirabolante e loot infinito. Isso deixou a experiência mais direta e menos cansativa, coisa que eu estava precisando depois do trauma do Valhalla.
No geral, gostei bastante, por isso estou dando nota 7. Não dou mais porque, sendo bem sincero, a fórmula da franquia já está bem batida, você sente que já fez aquilo antes várias e várias vezes, só mudou o cenário.
Estou também com a DLC que foi lançada em 2025 de forma gratuita pela Ubisoft, onde vamos conhecer mais do passado do protagonista, o que achei uma boa adição para dar mais contexto.
Agora um adendo sobre o final. Como eu não acompanho tão a fundo todo o enredo gigante da série Assassin’s Creed, fiquei meio perdido com o que estava acontecendo na reta final. Tive que correr atrás de vídeos e explicações para entender direito a transição do Basim, a ligação com Loki e toda aquela parte mais “lore pesada” da franquia. Para quem não está 100% por dentro do universo, isso pode confundir.
Mesmo assim, no saldo geral, curti a experiência, principalmente por ser um Assassin’s Creed mais enxuto, mais focado e menos exaustivo.
Terminado em: Janeiro 2026
7/10
Comparado ao primeiro jogo da série, esse aqui é bem mais polido e muito mais bonito visualmente. A história é um pouco mais envolvente e tenta ter uma escala maior, mas o grande destaque é que ele funciona muito bem como um FPS direto e sem enrolação, perfeito para quem só quer pegar o controle e sair atirando.
Não tem excesso de tutoriais, nem árvores de habilidades, nem aquele monte de sistema de RPG que virou moda até em jogo de tiro. Também não tem side missions, colecionáveis espalhados pelo mapa ou mil camadas de upgrade. É basicamente andar para frente e atirar, com foco total no combate constante.
Os controles podem parecer meio confusos no começo para quem já está acostumado com o padrão atual de FPS, mas nas opções dá para personalizar todos os botões. Depois de ajustar, deixei tudo num esquema bem estilo Call of Duty e a jogabilidade ficou bem mais confortável.
Dá para perceber de novo uma inspiração forte em Halo, e isso fica bem claro quando você está dentro das estruturas alienígenas, principalmente na arquitetura, na escala dos ambientes e naquele clima de instalação gigantesca e tecnológica.
O que eu senti falta foram as missões mais diferentes do primeiro jogo, principalmente as partes com robôs gigantes, aquelas criaturas tipo aranhas, dirigíveis e o uso de mais veículos no geral. Também retiraram a possibilidade de carregar várias armas ao mesmo tempo, e agora levamos apenas duas.
No fim, é um jogo divertido, com bom ritmo e campanha que não se arrasta. Essa nota 7 é bem justa pela diversão que me entregou enquanto eu jogava. Não é marcante como alguns clássicos do gênero, mas cumpre bem o papel de FPS direto, sólido e sem enrolação.
Terminado em: Janeiro 2026
5.5/10
Depois de mais de 10 anos com a trilogia de Resistance encostada na estante, finalmente resolvi começar pelo primeiro jogo. E sendo justo, eu me diverti. Não é um jogo ruim, mas também está longe de ser algo memorável. A nota poderia até ser um pouco maior, mas depois de começar o segundo jogo da série fica bem claro que essa avaliação já é suficiente para o primeiro.
Resistance foi lançado bem no início da vida do PS3, lá por 2006, e isso aparece em praticamente tudo. Os gráficos são bem básicos até para a época, o enredo é simples e a estrutura do jogo é extremamente direta. Dá pra perceber fácil várias inspirações em Halo. Tem fase com tanque, tem confronto contra inimigo gigante em forma de aranha, tem veículo com opção de dirigir ou ficar na torreta. Nada disso é mal feito, mas também não surpreende.
A jogabilidade se resume quase que exclusivamente a andar para frente e atirar. Não tem grandes variações, não tem mecânicas mais profundas e nem muita criatividade no design das fases. A variedade de inimigos é limitada, o desafio é irregular e o arsenal de armas, apesar de algumas ideias interessantes, acaba sendo apenas ok. Em vários momentos passa aquela sensação de jogo feito para cumprir tabela e mostrar que o PS3 também tinha um FPS exclusivo no lançamento.
Levei cerca de 15 horas para finalizar a campanha. Não existem missões secundárias, nem conteúdo extra relevante. O único complemento são alguns documentos espalhados pelas fases que ajudam a expandir um pouco a história da invasão alienígena, mas nada que mude muito a experiência. É uma campanha totalmente linear, do começo ao fim.
Dito isso, o jogo tem seu valor. Como eu não estava com vontade de encarar nenhum jogo gigantesco, open world com mapas gigantes e que consuma dezenas de horas, Resistance acabou funcionando bem como uma experiência mais curta e direta. Tive dois fins de semana bem divertidos com ele. Também vale mencionar que é uma pena essa IP ter sido abandonada pela Sony, porque mesmo nesse primeiro jogo mais simples, dava pra ver que havia potencial para algo melhor.
No fim, Resistance Fall of Man é um FPS mediano, bem datado e sem grandes ambições, mas que ainda consegue divertir se você ajustar as expectativas e entender o contexto em que ele foi lançado. Para quem gosta de revisitar jogos do início da geração PS3, dá pra jogar sem sofrimento.
Terminado em: Dezembro 2025
8.5/10
Esse jogo passa longe de ser triple A e talvez nem chegue a um double A, mas vou ser direto: me diverti demais. Muito mais do que eu esperava. Parte disso vem do fato de eu gostar muito da franquia Exterminador do Futuro, principalmente dos dois primeiros filmes, e esse jogo claramente sabe disso e se apoia totalmente nessa fase clássica da série.
A história é diretamente conectada aos filmes Exterminador do Futuro 1 e 2, respeita a lore e é cheia de referências e easter eggs para quem conhece bem esse universo. Dá pra perceber fácil que quem desenvolveu o jogo conhece o material original e fez tudo pensando no fã antigo da franquia, não em reinventar a roda.
A jogabilidade é um FPS com um sistema simples de progressão, algumas missões secundárias e uma curva de dificuldade muito bem ajustada. No começo do jogo você é fraco, mal equipado e não tem armas capazes de derrubar os exterminadores mais fortes. Isso força o jogador a andar com cuidado, usar stealth, evitar confronto direto e pensar antes de atirar. Com o tempo, ao liberar e dominar as armas a laser, o jogo muda completamente e passa aquela sensação clássica de poder que todo fã da série espera.
O jogo permite estilos diferentes de gameplay. Dá pra avançar trocando tiro quando possível ou jogar de forma mais cautelosa, usando furtividade e exploração. Esse equilíbrio funciona muito bem e deixa a campanha sempre interessante. Levei algo entre 15 e 17 horas para finalizar a história principal sem completar todas as side missions e em nenhum momento senti o jogo se arrastar.
Graficamente ele é bonito, tem boa ambientação e consegue passar bem o clima pós apocalíptico da guerra contra as máquinas, mas é tudo bem simples para um jogo dessa geração. Não espere efeitos de ponta, animações refinadas ou grande complexidade técnica. Ele faz o básico bem feito, nada além disso.
No fim das contas, é aquele tipo de jogo que surpreende justamente por não prometer nada e entregar mais do que o esperado. Dá pra ver claramente o cuidado e o carinho da desenvolvedora com a franquia. Para quem curte Exterminador do Futuro, especialmente os filmes dos anos 80 e 90, vale muito a pena. É um ótimo jogo médio que entende exatamente o público para quem foi feito.
Terminado em: Dezembro 2025
Referências dos Filmes no Jogo
6.5/10
Esse é outro jogo que resgatei do fundo do meu backlog. Já tinha terminado ele há muito tempo, na versão para Xbox 360. Depois, comecei a jogá-lo novamente no Nintendo Switch, mas os gráficos estavam bem defasados e acabei desistindo. Há algum tempo comprei a coleção remasterizada completa e iniciei o primeiro título, mas, com tanta coisa para jogar no Game Pass, nunca dava atenção ao bom e velho Crysis.
Agora resolvi voltar com a ideia de finalmente concluir. Os gráficos estão aceitáveis, mas nada impressionante para uma versão remasterizada. Na verdade, achei um pouco feios rodando no Xbox Series X, principalmente quando comparados ao Crysis 2, que está bem mais polido.
O gameplay também parece um pouco datado, mas é compreensível: estamos falando de um FPS do começo dos anos 2000, que marcou época pelo impacto técnico e pela exigência absurda de hardware na época, mas é isso aí. Acho que os COD e Battlefield dos anos 2010 em diante melhoraram muito a questão de jogabilidade de FPS de guerra.
No fim, é outro jogo que leva cerca de 7 ou 8 horas para terminar, exatamente o que estou buscando hoje em dia.
Tem algumas poucas missões opcionais, combate divertido e as mecânicas clássicas de stealth e super força da armadura. Agora estou pronto para re-jogar a sequência, que, como já percebi em uma olhada rápida, traz um salto gráfico e melhorias significativas na jogabilidade.
Terminado em: Novembro 2025
9/10
Depois de cancelar meu Game Pass Ultimate, percebi como minha biblioteca de jogos ficou bem mais enxuta. Isso me levou a revisitar meu backlog, aqueles jogos que eu nunca tinha jogado ou simplesmente deixei de lado.
Curiosamente, senti um certo alívio por não ter mais aquela infinidade de opções, nem a pressão dos lançamentos e das remoções do catálogo. Antes, eu gastava muito tempo escolhendo o que instalar, seja porque era novidade ou porque estava prestes a sair do serviço… e, no fim, não jogava nada.
Recentemente, decidi jogar Modern Warfare 2019 (da geração Xbox One) e fiquei impressionado. Visualmente, o jogo continua lindo, com uma campanha sólida de 5 a 6 horas, sem missões paralelas ou colecionáveis desnecessários. Até procurei por itens escondidos, mas não havia nada, e isso foi ótimo!
A história é envolvente e visceral, com boa variação de gameplay e gráficos caprichados. Para quem não tem muito tempo ou não quer se perder em mundos abertos cheios de ícones, essa experiência direta e objetiva foi perfeita. Me diverti tanto que até resgatei outros Call of Duty esquecidos para fechar o ano com chave de ouro.
Achei que estava cansando de videogames, mas percebi que, na verdade, estava cansado do modelo atual: jogos que duram dezenas de horas, inflados com missões paralelas inúteis e grinding exaustivo. Às vezes, menos é mais.
Terminado em: Novembro 2025
8.5/10
Apesar de ser um jogo antigo, jogar Lost Planet agora, em alta qualidade e a 60 fps no Steam Deck, trouxe uma experiência bem diferente da primeira vez, quando joguei no Xbox 360, em 2011. O jogo se mostrou muito mais fluido e divertido, especialmente em um cenário atual, onde temos mapas gigantes e mil missões paralelas. Lost Planet é direto ao ponto e focado na diversão.
Os pontos positivos incluem a estrutura de gameplay e o combate com os mechas (lembra muito o jogo Titanfall), que, embora tenham um controle diferente do usual, oferecem uma curva de aprendizado interessante.
A variedade de armas não é enorme, mas é satisfatória. Na primeira vez, precisei reduzir a dificuldade, mas desta vez completei no nível normal e concluí em cerca de 10 horas de gameplay.
No geral, a experiência foi incrível, especialmente durante as férias, e a promoção no Steam foi um bônus.
Terminado em: Outubro 2025
7.5/10
Jogo bom! Os japoneses realmente tentaram inovar, mas, poxa, tem momentos em que o personagem fica muito lento e demora pra levantar, pra reagir e isso me irritou bastante. Ainda assim, valeu pelas cerca de 10 horas de gameplay.
Terminado em: Janeiro 2011
5/10
O jogo tinha um enorme potencial para ser um jogão. Os gráficos são legais, mas a Capcom acabou se perdendo.
É um jogo meia-boca, com uma história mal encaixada, personagens sem carisma e uma abordagem claramente focada no multiplayer. Ah, por ser focado no online, o jogo não tem pausa!
Terminado em: Março 2011
9/10
Tinha começado a jogar Lost Planet 3, porém não tinha engrenado e acabei desistindo. Em 2017 resolvi começar o jogo novamente e jogar de forma séria, já que anteriormente não tinha curtido muito porque o game apenas levava o nome Lost Planet e havia simplesmente se transformado em outro jogo, perdendo totalmente o vínculo com a franquia. Parecia uma mistura de Dead Space com Gears of War e Titanfall.
Entretanto, nessa “levada a sério”, jogando com atenção aos diálogos e fazendo algumas side missions, acabei gostando muito do jogo. Os gráficos, mesmo sendo inferiores aos do PC, são soberbos; a trilha sonora também é muito boa e merece atenção especial. O carisma dos personagens, principalmente Jim, o protagonista, é bastante envolvente.
Pontos negativos
Jogar com o robô às vezes é irritante: ele é bem lento e muito diferente dos dos primeiros jogos da série.
A evolução dos robôs e como eles se tornarão nos próximos jogos aparece no último boss.
Os diálogos às vezes não são sincronizados (talvez seja um problema da mídia física do PS3).
O controle analógico do PS3 é hediondo! Muita falta de precisão e extremamente escorregadio.
Mesmo não tendo mais a essência de Lost Planet, é um grande jogo, que me prendeu bastante e levou cerca de 15 horas para terminar. Se você gosta de aventura e de gráficos lindos, vale a pena, ainda mais porque ele vive entrando em promoção por aí (Steam, PSN e Live).
Terminado em: Março 2017
10/10
O jogo continua sendo maravilhoso né! Achei os gráficos menos escuros e com linhas bem grossas. Claramente está tudo mais lindo e bonito e em 4k com HDR, tela de 55 polegadas e tudo o que tem direito para melhorar a imagem. Porém achei ate um pouco meio cartoonizados os gráficos dessa versão reloaded. Tudo mais vívido e colorido.
Zerei na dificuldade normal porque estou lutando para terminar meu backlog e não queria ficar preso em outro jogo ou deixar mais um abandonado sem terminar. Minha impressão é que tudo foi muito rápido e fácil e devo ter morrido apenas umas 10 vezes durante toda a campanha.
Uma das coisas que gosto de Gears of War, ou ao menos desse primeiro título é que posso ir levando as minhas armas durante todo o jogo e não perco as que consigo em certas fases. Por exemplo: fui com arco de torque e a pistola Boltok durante quase todo o jogo.
Não gosto da Lancer, então levava arco de torque, Boltok e sniper por grande parte do jogo para dar mais agilidade na mantança.
Resumo: título antigo mas que é muito bom de ser jogado sempre, ainda mais uma versão tão linda como essa.
Terminado em: Setembro 2025
10/10
Galera, tinha jogado em 2009 em um monitor de computador de 20 polegadas, Cabo VGA ligado no monitor etc. Nessa época mesmo tinha achado fera o jogo, mas terminei no modo normal.
Agora peguei o GW4, e resolvi dar uma revisitada no primeiro, dessa vez jogando no hardcore, coletando todas as cog tags e agora no Xbox One S e numa tv de 42 polegadas 4k.
Quem diz que geração passada já foi, que retrocompatibilidade não serve pra nada, tem que jogar isso. O jogo de 2006, é simplesmente SOBERBO! Tem alguns glitches como armas no ar, inteligência artificial meio boba, mas isso acontece somente algumas vezes.
A serra da lancer também não é tão fácil de ser ativada como nos seguintes jogos, porém com o tempo pega as manhas.
7/10
Vou dar esse jogo como encerrado!
Já tinha terminado a trilogia original e, mesmo não sendo um grande fã de jogos de terror, Dead Space me cativou — especialmente os dois primeiros, que achei sensacionais.
Quando saiu o remake, comprei logo no lançamento, e realmente o jogo ficou maravilhoso graficamente no Xbox Series X.
Porém, a EA não poderia deixar de esquecer alguns problemas sérios, como um bug no Capítulo 12, em que atravesso portas, os inimigos aparecem sem textura e a bateria necessária para continuar a missão simplesmente cai e atravessa o chão.
Já tentei voltar para saves anteriores, para capítulos anteriores... tentei de todas as formas, mas sempre que chego a esse último capítulo, não consigo avançar. É realmente frustrante!
Como já conheço o final, não vou ficar insistindo nem lutando contra mais esse trabalho mal feito da EA Games.
Terminado em: Julho 2024
6/10
Mais do mesmo, e ainda por cima super inflado. A Ubisoft continua ordenhando a vaca de suas franquias até o limite, e Far Cry 6 é mais um exemplo disso.
Comprei esse jogo há bastante tempo. Comecei a jogar, mas logo achei tudo muito repetitivo. Já finalizei todos os títulos principais da franquia (Far Cry 2, 3, 4, 5 e até o New Dawn, que considero mais uma DLC do 5 do que um jogo completo). Na minha opinião, o 2 e o 5 foram os melhores da série.
Ao iniciar o 6, percebi que quase tudo seguia a mesma fórmula de sempre. A única novidade real foi o protagonista falante e os equipamentos improvisados — como as mochilas especiais e outras engenhocas. Ainda assim, essas mudanças não foram suficientes para me manter interessado.
Nem mesmo Giancarlo Esposito, que interpreta o vilão principal, conseguiu trazer o carisma necessário para salvar a narrativa e no final das contas, abandonei o jogo.
Porém semana passada, veio um desejo de terminar jogos que tenho parados, resolvi baixar o FC6 e dar mais uma oportunidade, em um fim de semana consegui me conectar novamente com o game, terminá-lo e riscar mais um do meu backlog.
Terminado em: Julho 2025
8/10
Seguindo a minha tradição de terminar os Far Cry. Não sou exatamente um amante da série como aqueles jogadores que vasculham cada canto do mapa, fazem 100% do conteúdo e caçam todos os achievements. Ainda assim, terminei todos os jogos da franquia até hoje.
Comecei lá atrás com o Far Cry 1 (Classic) e Far Cry Instincts: Predator no Xbox original. Depois veio o incrível Far Cry 2 no Xbox 360 — que, aliás, me rendeu uma raiva monumental, já que em determinado ponto do jogo ele simplesmente bugou: um evento não iniciava, um personagem que deveria aparecer em um barco nunca dava as caras, e fiquei travado ali.
Para mim, o melhor de todos continua sendo o Far Cry 3. As caçadas, os tubarões, o vilão… tudo funcionava muito bem. O Far Cry 4 foi legal, sem grandes surpresas, e agora cheguei ao Far Cry 5, que é um jogo bem divertido, mas com algumas mecânicas — como o craft de melhorias de mochila, coldre e afins — bem mais simplificadas em relação aos anteriores.
Confesso que pulei o Far Cry Primal! Mas ele fica para outro momento.
Falando especificamente do Far Cry 5: é um jogo bem legal, mas segue aquela receitinha clássica da Ubisoft. Você vai abrindo o mapa, liberando áreas, melhorando equipamentos e, lá pelo final, as missões acabam ficando fáceis demais.
Há um bug aqui e outro ali, nada muito grave, e no geral a experiência é bastante positiva. O que realmente me surpreendeu foi a DLC do Vietnã: muito, muito boa mesmo. Tenho também a DLC de Marte, mas essa, sinceramente, não está me empolgando tanto..
Terminado em: Maio 2020
7/10
Continuando na vibe FPS, peguei esse jogo em uma promoção há algum tempo e, como tinha jogado Far Cry 5 e gostado bastante, resolvi dar uma chance a esse “DLC” — que, na prática, é literalmente mais do mesmo, só que com uma pegada bem mais pós-apocalíptica.
A história se passa depois que o “pai” lá do Far Cry 5 resolve explodir uma bomba atômica. Em resumo, é um jogo legal para quem curtiu Far Cry 5 e quer um pouco mais da mesma experiência: tomar bases (agora com até três níveis de progressão), encarar 17 missões da campanha principal e explorar um mundo com um forte climinha de Mad Max.
Terminado em: Maio 2023
5/10
Comprei o jogo já faz um tempo. Quando tinha começado a jogar pela primeira vez, um pouco depois de lançar, eu já tinha ficado irritado com o “dodge system”, aquele sistema de esquivas, que no começo, quando você não tem armas, é um saco, e então parei.
Agora, em 2025, instalei o jogo no steam deck (windows 11) e continuei com o meu save que tinha começado anteriormente no Xbox e de alguma maneira comecei a progredir no jogo e gostar dele um pouco até que cheguei a um ponto que não conseguia mais avançar, muito devido ao tamanho da tela do console portátil.
A partir daí, voltei a jogar no Xbox Series X, onde pude curtir toda a fluidez e beleza gráfica desse game que é realmente lindo. Porém os elogios meio que param por aqui pois passei muita raiva com algumas coisas como o sistema de troca de armas:
É simplesmente tosco e horrível ter que com o direcional ir circulando entre armas para depois apertar outro botão para escolhê-la. Morri várias vezes apenas tentando trocar de arma e acho que uma roda de armas ou apenas apertando um botão no direcional para fazer um “quick swap” seriam as melhores formas para essa ação.
Sobre o final do jogo, o último chefe é bem fraquinho e fiquei surpreso que o final verdadeiro do jogo é um DLC (o dia que estiver em promoção comprarei para terminar em definitivo).
Em resumo: um jogo sucessor espiritual do Dead Space, porém pecou em vários pontos, apostando em gráficos incríveis e jogabilidade meio quebrada.
Terminado em: Julho 2025
9.5/10
Comecei a jogar na data de lançamento, e, no começo, esse FPS de aventura me pareceu muito estranho. Na verdade, usar armas de fogo nesse jogo não é o ideal, e o "soft stealth" é a melhor opção. Tive uns dias de folga na primeira semana de 2025 e fiquei jogando de manhã até à noite. Depois de uma semana, terminei o game. Para quem cresceu nas décadas de 80 e 90 assistindo a Indiana Jones na "Tela Quente" e na "Sessão da Tarde", o jogo foi uma verdadeira cartinha de amor.
Os gráficos no Xbox Series X são soberbos, para começar. Muitas vezes, parei o jogo para observar a água, a jaqueta de couro do Indy e os cenários. Falando neles, há uma boa variedade entre deserto, selva e cidade. O senso de humor do protagonista é bem fiel ao que encontramos nos filmes, e os puzzles são bem inteligentes.
O combate (em primeira pessoa), que eu achei que seria muito ruim, não chega a ser um problema e logo nos acostumamos. Porém, o único ponto negativo que gostaria de ressaltar é a inteligência artificial de alguns personagens, que não me detectavam mesmo depois de dar uma paulada em um bandido quase ao lado. Mas, enfim, em termos gerais, acho que é o melhor jogo exclusivo (até agora) lançado para o Xbox Series X.
Terminado em: Janeiro 2025
7.5/10
Não sei se esse jogo se enquadra como indie, mas é uma excelente opção para quem busca algo divertido, com uma progressão agradável e gráficos bonitos. Terminei esse jogo com minha esposa e tenho que dizer que foi uma surpresa muito agradável. Nós gostamos muito de aventuras no estilo de God of War, Horizon e outros jogos dos quais este se inspirou.
Em uma indústria que foca muito em jogos "souls-like", encontrar uma opção focada basicamente em diversão e desafio moderado representou exatamente o que eu busco para entretenimento.
Terminado em: Janeiro 2025
9/10
Olha, que início de franquia maravilhoso, terminei em 3 semanas (80 horas de gameplay). Realmente a história é um prato cheio para quem gosta de uma boa história de Sci-fi. A protagonista é muito linda e cativante, o mundo aberto é bem legal (não é algo enorme como The Witcher 3), e a variedade de missões está bem legal.
O que me irritou foi: Não poder escalar montanhas e o quando ligar o foco ter que andar tão lento, além de muitas vezes tentar sincronizar o foco com algum coletável, não conseguir, simplesmente não carregava, tinha que sair, voltar, procurar outra ângulo para poder completar o círculo e carregar o que tinha que ver.
Mas no geral é um excelente jogo, agora vou jogar a expansão the frozen wilds e esperando a continuação do jogo!
Terminado em: Janeiro 2025
8.5/10
Terminei esse jogo já faz um tempo, mas agora que percebi que não tinha escrito review dele. Enfim, sentimentos encontrados: quando começo o jogo, fiquei perdido com muita informação que foi jogada na cara, de muita coisa que não lembrava do jogo anterior. Talvez o recap que eu fiz não foi bom o suficiente, sei lá, mas fiquei perdidão dentro da história.
Porém depois de um tempo fui entrando dentro do jogo e comecei a notar algumas coisas que me irritavam: coleta de muita, muita, muita coisa inútil, animação inútil para parar e coletar coisas, processo de escalada burocrático.
Tudo meio chato (no gameplay) até que vi um vídeo no YouTube explicando como modificar algumas coisas no menu do jogo para melhorar a jogabilidade, como coleta automática (sem ter que parar e ter a cena de coleta) e os pontos de escaladas já ficarem destacados com a linha iluminada.
A partir desse momento a coisa começou a melhorar. Graficamente o jogo, mesmo no PS4 base que jogo, é incrivelmente lindo, nem da para acreditar que está rodando num console da geração passada. O plot desse jogo é algo que merece uma série ou um filme (bem dirigidos). É altamente envolvente e agora, nesse segundo jogo adicionaram uma camada extra de delícia sci-fi e tem até viagens espaciais, o que deixa ainda mais legal todo sobre essa franquia.
No final, quando já pega o ritmo do jogo e aprende a não ficar irritado com ações repetidas, fica super gostoso jogar até zerar. Mas na minha opinião as empresas de desenvolvimento de jogos têm que parar de tentar fazer RPG (ou inserir elementos de RPG) de tudo.
Peguei armaduras bem fortes e fiz um up bem legal na minha personagem, assim, o último boss não foi tão difícil. Não terminei todas as secondary missions, mas fiz grande parte delas. Não sou buscador de platina, tenho tanta coisa para jogar que basicamente terminar o jogo de forma digna já me deixa feliz.
Terminado em: Dezembro 2022
7/10
Terminei esse jogo com cheat - Tinha começado jogá-lo em 2016 no Xbox One, porém mesmo curtindo muito a ambientação da estação espacial, não tive paciência com o modo stealth todo o tempo.
Tentei novamente jogar no Switch em 2022, e não dei prosseguimento quando fiquei preso num lugar sem vida, sem munição e com um alien me matando toda hora. Em uma promoção louca da Steam em 2024 comprei o jogo baratinho, mas para passear pela Sevastopol e curtir a ambientação, depois de assistir o filme Alien Romulus. Com o jogo com os gráficos todos no máximo e a 60 fps eu coloquei um cheat de estar indetectável e com munição infinita.
Em resumo foi bem legal. Coloquei o Steam deck ligado na TV e tinha hora que parava numa janela e ficava só curtindo o espaço.
Terminado em: Janeiro 2025
8.5/10
Esse é um jogo "homenagem" a uma época. Comecei a jogar sem nenhuma pretensão, porém já havia lido uma análise mencionando que esse é um título que -compila vários mini-games como Briga de rua (beat'n up), jogos de navinha (Shoot'n up), jogos de ninja tipo Shinobi e RPG de labirintos estilo Phantasy Star.
Realmente muito legal jogar todos eles, com uma linda história de fundo. Os gráficos, mesmo sendo em pixel art, são soberbos, muito bem feitos. E agora o que me prendeu muito foi a música. Que trilha sonora maravilhosa, trazendo um espirito de anos 80, e que foi composta nada mais nada menos a que Yuzo Koshiro.
O único ponto negativo do jogo na minha opinião: Muito curto! Fiquei com vontade de jogar mais.
Terminado em: Janeiro 2025
Escute a Trilha Sonora Completa
10/10
Originalmente, joguei Red Dead Redemption em 2017 no Xbox 360. Naquela época, minha experiência foi superficial: focava em completar as missões sem me aprofundar na história ou aproveitar a liberdade do mundo aberto, algo que não era tão familiar para mim na época.
Desta vez, jogando no Nintendo Switch, a experiência foi completamente diferente. Dediquei mais tempo à narrativa, explorei missões secundárias e realmente vivi o jogo. A portabilidade do Switch me permitiu jogar tanto no dock quanto em modo portátil, levando o Velho Oeste comigo para qualquer lugar. Essa flexibilidade contribuiu muito para minha imersão.
Conectei-me muito mais com o jogo nesta segunda jornada, reconhecendo esse título como uma verdadeira obra de arte. Embora os gráficos da versão do Switch, um port direto do Xbox 360, não sejam tecnicamente avançados para os padrões atuais, a diversão proporcionada transcende a necessidade de gráficos de última geração.
A experiência foi tão positiva que pretendo jogar a DLC Undead Nightmare no futuro. Além disso, essa redescoberta me motivou a voltar para Red Dead Redemption 2, um jogo que comecei em 2018, mas que não consegui me conectar na época.
Terminado em: Outubro 2024
10/10
Tenho esse jogo há 3 anos e meio e somente agora fui terminar. Que jogo incrível, porém agora que comecei a review descobri que tem uma última missão que é Jack 's Revenge. Mas não sei se essa missão é obrigatória.
Enfim, muito bom o jogo, gráficos lindos para a época, história densa cativante e profunda, um mundo aberto sensacional, sem explicações. Jogos da rockstar são fodas assim, vou esperar ele ficar retrocompatível com o xbox one para assim comprar a DLC Undead Nightmare.
9/10
Esse é o segundo jogo souls-like que eu terminei na vida. O primeiro foi o Jedi Fallen Order, predecessor deste que faço a resenha agora. O jogo visualmente é o mais lindo que vi nessa geração até o momento, e vale a pena lembrar que joguei no modo desempenho (60hz) e não no modo qualidade.
É realmente incrível o universo que desenvolveram, dando continuidade ao primeiro jogo. É importante ressaltar que não é um jogo fácil nem de jogar nem de acompanhar. Se ficar "voando" na história, tem que voltar ou ver algum vídeo no YouTube para entender o enredo.
Comprei no lançamento e lembro que nos primeiros 6 meses foi impossível jogar, porque quando tinha que sair para alguma área aberta o jogo travava todo, não tinha nada nas opções que eu mexesse que arrumava. Então, cerca de um ano após o lançamento, veio um update gigante que arrumou um monte de bugs, inclusive esses de performance.
Hoje, com o jogo como está, vale a pena sentar e gastar umas 50 horas explorando o game, que tem muito backtracking, um enredo bem legal, em algum momento vai lutar contra o Darth Vader e conhecer mais do universo Star Wars.
Terminado em: Setembro 2024
9/10
Um primor de jogo! Mesmo eu não curtindo a EA como empresa, esse jogo foi um primor! É um souls like (depois que terminei descobri isso), sendo o primeiro do estilo que eu terminei e gostei.
Não é um jogo fácil, vale salientar. Não adianta querer chegar metendo a porrada que não vai conseguir avançar. Tem que ficar pulando, aparando golpes de inimigos, buscando o melhor poder para usar, etc.
Toda vez que medita para salvar o jogo (o que seria descansar numa fogueira nos jogos souls like), os inimigos ressurgem, e isso adiciona uma camada de dificuldade no game. Porém não temos um trilhão de armas e poções para coletar e usar como nos jogos dark souls.
Terminei o jogo no Xbox Series x com o upgrade para a nova geração que fizeram. Optei pelo modo desempenho (60fps com os gráficos menos elaborados, já que não curti muito o jogo extremamente detalhado mas capado em 30fps.) e ainda assim foi uma experiência incrível no universo de Star Wars. Estou esperando o lançamento da continuação do jogo.
Terminado em: Novembro 2022
10/10
Poxa, me arrependo de não ter jogado metroid quando era muleque. Sempre fui mais da galera do mega drive, e quando comprei o Super Nintendo só queria jogar Mortal Kombat e Super Star Soccer, e não curti delícias como Metroid.
Estou começando a jogar agora. Terminei o Zero Mission no GBA, agora esse no 3DS. Estou com o Metroid Fusion para jogar, Metroid Dread e Metroid Prime Remastered que comecei no Switch. (ahh também o Super Metroid que comprei no virtual console do 3DS).
Sobre o jogo: Maravilhoso! Não cheguei a jogar a versão original deste que seria pro Game Boy, mas acho que não curtiria por ter envelhecido mal para jogar hoje em dia. Mas para isso estão esses remakes reimaginados do jogo (como o Zelda Link's Awakening do Switch).
Seguindo aquela fórmula de Metroid de ir e voltar, gráficos lindos (joguei num 3DS XL), som imersivo, chefes desafiadores e um backtracking já com todas as armas muito satisfatório. Nesse jogo, percebi uma mecânica diferente, a de parry quando o inimigo "brilha", o que nocauteia ele (algo tipo jogos souls é bem presente em jogos hoje em dia).
Resumindo, é o segundo metroid que eu terminei (apesar de ter começado esse lá em 2020, mas foi tão gostoso jogar ele que fui parando para não "gastar tudo").
Terminado em: Março 2023
10/10
Esse é o primeiro Metroid que eu terminei. Comecei a jogar meio sem interesse, só para testar o Nintendo DS que tinha acabado de comprar.
Já tinha começado a jogar o Super Metroid do Super Nintendo no virtual console do 3DS, mas não cheguei a passar do primeiro mapa. Porém, esse Metroid Zero Mission, que é um "remake" do primeiro Metroid do Nintendinho é SENSACIONAL.
Não conseguia parar de jogar, e fui jogando, jogando e jogando até uma hora que não consegui parar mais. Os comandos estão muito bons, os gráficos bem legais com as cutscenes bem lindas estilo Anime, realmente um jogo muito foda!
Vou voltar a jogar o Super Metroid, tenho o Metroid Fusion (também do GBA) e o Metroid Dread do Switch para continuar nessa vibe 2d (e 2.5D) dessa franquia.
Terminado em: Setembro 2022
9/10
Confesso que, no começo, não tinha gostado muito — achei o jogo meio monótono. Porém, depois de ter um pouco mais de paciência, adquirir novas habilidades e uma arma melhor, comecei a gostar bastante e acabei terminando o jogo adorando essa versão.
É preciso se despir um pouco do hack and slash que marcou os antigos God of War. Este aqui tem uma pegada mais próxima de Resident Evil 4, com câmera no ombro, além de claros elementos de RPG, como progressão de armas, habilidades e equipamentos.
Terminei apenas o jogo base e não platinei. Aos poucos, pretendo revisitá-lo para derrotar todas as Valquírias e explorar melhor alguns conteúdos que ficaram pendentes.
Mas, como estou com muita coisa para jogar, não quis ficar preso a um único título. Concluí a história principal, fiz algumas side quests e, no geral, a experiência foi muito positiva. Baita jogo!
Terminado em: Dezembro 2019
9.9/10
Tá doido, bicho, esse jogo no PS4 base já me impressionou demais pelos gráficos e pela fluidez. Em um PS4 Pro ou PS5 deve ser uma loucura. Teve momentos em que eu simplesmente parava para admirar o cenário, de tão lindo que era.
A fluidez é excelente, os diálogos são bem escritos e nada cansativos. A história e os personagens são cativantes, e o jogo pode ser bastante desafiador para quem gosta de elevar o nível de dificuldade. Realmente, é uma obra-prima.
A dinâmica do gameplay é bem parecida com a do jogo anterior, mas com alguns acréscimos interessantes, como o uso da lança. Não cheguei a platinar o jogo por falta de tempo. Joguei cerca de 59 horas e conquistei 17 troféus.
Achei bem legal que, ao terminar o jogo, recebi um e-mail da Sony PlayStation mostrando as métricas da minha jogatina.
Terminado em: Dezembro 2022
9.5/10
Que jogo gostoso! Já tinha terminado ele há muito tempo atrás, mas agora com o Steam Deck com dual boot (Steam OS + Win 11) consigo jogar parte da minha biblioteca do game pass no steam deck, principalmente esses jogos de XBOX 360 e alguns do XBOX one que têm versões para PC rodam maravilha no pc portátil.
Eu tinha terminado faz pouco tempo o Jedi Survivor, e a parte de caminhar na parede e pulo duplo, se vê claramente que veio de Titanfall.
A história é legal, a relação com o Titan é super envolvente e o combate é variado tanto em FPS com o soldado quanto com o robozão. É uma pena não ter um terceiro jogo da franquia.
Terminado em: Novembro 2024
7.5/10
Peguei o jogo numa promoção de Titanfall 2 e Battlefield 1, por 700 pesos argentinos (140 reais). Nunca havia jogado o primeiro Titanfall porque não sou muito fã de jogos online, gosto da minha campanhazinha que jogo uma duas horinhas por dia, posso pausar se minha esposa fala comigo, etc. Por essa e mais outras saltei o primeiro.
Bem, havia escutado o podcast 99vidas sobre o jogo e também li análises muito boas sobre ele, e não deu outra. O jogo graficamente é lindo (jogando numa TV 42" Samsung 4k sem HDR). Os comandos são bem rápidos e o recurso de andar na parede, você aprende bem rápido.
Também havia lido que a campanha era bem curta mesmo, já que ênfase do jogo foi no multiplayer e ela foi colocada somente para que pessoas como eu deixem de reclamar, então sabendo disso coloquei no HARD e fui jogar.
Porém não sei se eu já estou "ninja" demais em FPD depois de 200 horas jogadas em Destiny, mas me pareceu um passeio, mesmo no hard. Enfim, o jogo é lindo, a jogabilidade maravilhosa, a história mais ou menos. Pelo preço que paguei valeu a pena! Se vou jogar o multiplayer? Provavelmente uma vez ou outra, mas realmente não curto mesmo e tenho uma tonelada de jogos pra ir terminando.
7/10
Foi o primeiro jogo que joguei no Xbox 360 lá em 2006. Talvez a nota se deva mais à nostalgia que à qualidade do jogo. Mas enfim, tenho ele aqui, versão física (já não está mais na loja do Xbox).
É um FPS bem legal, curtinho e bem direto, sem missões paralelas, mapas cheios de coisas, etc.
Falando nisso:
Estou com uma dificuldade MUITO grande de terminar jogos. Estou com pavor de jogos gigantescos de 120 horas, um milhão de missões paralelas, etc. Até comecei Far Cry 6, e que desânimo.
É literalmente a mesma coisa dos anteriores com uma gameplay muito repetitiva. Estou com um backlog gigante e começando coisas novas que parecem interessantes, porém sem conseguir terminar nada.
Horrível essa sensação porque fico "angustiado" e não consigo progredir em nada. Acho que é um mal da idade, do cansaço do trabalho etc.
Terminado em: Setembro 2024
9/10
Joguei os 4 primeiros atos sozinho e o último em coop.
O jogo mantém muito bem a identidade da série, com gameplay sólido e tiroteios intensos. Graficamente é bonito e roda muito bem no Xbox One.
A história começa mais morna, mas melhora bastante nos atos finais. O coop deixa tudo ainda mais divertido. No geral, um jogaço e um retorno digno da franquia.
Terminado em: Maio 2017
8.5/10
Jogo muito bom! Dessa nova trilogia, é muito melhor que o 4! Zerei no modo Experienced - metade do jogo joguei solo, aí quando não tava mais conseguindo passar de certas partes, chamei um amigo e jogou coop comigo (ele do PC e eu do Xbox).
Está bem variado o combate, curti o semi-mundo aberto, as side missions etc.! Muito bom mesmo, melhor que esse só o Gears of War 1.
O melhor de tudo: Disponível no dia 1 para quem tem Live Gold Ultimate / Game Pass.
Terminado em: Setembro 2019
7/10
Gears é aquela coisa né? Já sabemos como é a receita de bolo. Eu joguei o gears 5 em 2020, quando lançou, tinha gostado da campanha e os toques de mundo aberto e outras coisas para revitalizar o gameplay. Entretanto eu não sabia da existência desse DLC, até que alguém aqui do fórum terminou. Resolvi baixar e jogar!
Não é diferente da receita de bolo de Gears of War (que agora só se chama Gears). É apenas, literalmente, uma continuação do Gears 5. Esse é o primeiro jogo da série que jogo em um console de nova geração (Series X) e a coisa está realmente linda. Como é uma DLC é bem curtinho e foi só para matar a vontade de matar uns locust mesmo. Esperando ansioso pelo Gears 6.
Terminado em: Março 2023
9/10
Terminei as duas campanhas (Leon e Claire) e tive o final verdadeiro, porém por jogar tão separado uma da outra num espaço de tempo tão grande, foi como jogar dois jogos diferentes:
A primeira campanha, do Leon, terminei no meio da pandemia, em 2021 no meu Xbox One (30 FPS). Quando vi que tinha que jogar tudo novamente me deu uma preguiça e nem continuei. Mas enfim, o tempo passou, eu tinha acabado de jogar RE3 que é relativamente curto e lembre que o RE2 tinha recebido um update para nova geração (60 FPS e gráficos maravilhosos) e um dia resolvi começar a segunda campanha.
Como já estava na vibe do R3 lembrei rapidinho dos comandos e foi uma delícia outra vez. Nunca terminei os jogos originais do PS1 e esses remakes realmente são absurdamente lindos e gostosos de jogar. Tenho agora o RE4, RE6 (que já merece um remake) e o RE7 na agulha para terminar em algum momento.
Terminado em: Maio 2024
8/10
Terminei Resident Evil 3 Remake já faz algum tempo, mas agora percebi que não tinha escrito a resenha desse jogo. Graficamente, foi maravilhoso jogá-lo no Xbox Series X. É uma experiência suprema, onde você vê todos os detalhes dos personagens e dos ambientes.
Nunca cheguei a jogar a versão original do Playstation, então não tive essa possibilidade de comparar os locais do jogo atual com o jogo lá na década de 90. A batalha com Nemesis foi divertida, mas depois de fugir muito dele e matá-lo várias vezes se tornou um pouquinho cansativo, porém eu continuei na insistência e conseguiu o final verdadeiro.
No geral, achei que o jogo é bem curto comparado ao Resident Evil 2, que tinha terminado pouco tempo antes, fazendo a campanha do Leon e da Claire, o que agregou valor de replay.
Graficamente, são muito parecidos, mas a versão 3 é bem mais curta que a do 2.
Entretanto não vou nem reclamar, pois tenho tanta coisa para jogar e estou tentando terminar tantos jogos que estão no backlog. Ter terminado esse de forma tão curta foi até bom.
Valeu a pena e merece a nota 8 que estou dando.
Terminado em: Janeiro 2025
7.5/10
Jogação a 60 FPS. Já tinha terminado esse jogo anteriormente no Nintendo 3DS. Nossa, como foi difícil, com um só analógico, definição bem fraquinha, e agora poder jogar outra vez no Steam Deck foi uma delícia.
O jogo em si é bem legal, porém sinto que faz falta um botão para correr. As vezes precisava dar um sprint e não existe essa possibilidade no controle. Mas no geral, vale bastante a pena tendo em vista o preço que paguei (acho que uns 5 reais).
Terminado em: Janeiro 2024
9/10
Peguei esse jogo por uma pechincha daquelas, e para ser sincero só comprei porque estava barato mesmo, kkkk. Nunca tinha sequer pensado em jogar ele.
Comecei sem compromisso, só para ver qual era, mas o jogo acabou me prendendo bem mais do que eu imaginava. No início fiquei meio perdido tanto com os controles quanto com a história. A parte do controle resolvi mexendo nas configurações, e depois ficou bem confortável de jogar mesmo sem ter o segundo analógico do New Nintendo 3DS.
Já a história exigiu um pouco mais de paciência. Como achei tudo meio confuso no começo, fui atrás de um vídeo no YouTube explicando melhor o enredo, e aí as coisas começaram a fazer bem mais sentido.
No fim, foi uma grata surpresa. Gostei bastante da experiência, e para quem quer uma aventura portátil envolvente, dessas ótimas para jogar “on the go”, vale sim a pena.
8.5/10
Depois de terminar muitos jogos de mundo aberto, corri para jogos lineares. Realmente me cansei de jogos com elementos RPG e mundos abertos enormes, e ter que ficar dando loot em armas inúteis, etc. (fiquei traumatizado com Assassin's Creed Valhalla). Já tinha começado a jogar esse Onimusha 1 no primeiro Xbox lá em 2005, mas joguei só um pouco, e o controle de tanque me fez parar.
Há uns dias atrás o jogo remastered apareceu em super promoção da Nintendo eShop (acho que foram R$10,00) e não tive como não comprar. Comecei a jogar e a primeira coisa que notei foi a melhoria do controle.
Agora não é mais aquela coisa horrível de controle estilo tanque (o analógico não é usado, o movimento todo é através do direcional). Os gráficos estão muito bons também tendo em conta que é um jogo do início dos anos 2000.
O estilo de jogos é exatamente como um resident evil, porém de samurais. Uso de ervas para curar, entra e sai de portas, etc. Acho que uma diferença primordial com a série RE é a coleta de orbs para dar up nas armas, e como tenho espadas, lanças etc, não fico tendo que ficar racionando balas, etc.
Ao final, um jogaço, muito gostoso de jogar. Tempo para finalização ideal para quem tem o dia corrido (umas 6 horas). Infelizmente as 3 outras continuações estão apenas no PS2. (No Xbox original tem só o Onimusha 1 com o nome de "Genma Onimusha".
Parece que a Capcom tinha planos de fazer remaster de todos para o switch, porém as vendas do primeiro foram meio fracas, e cancelaram os planos de novos lançamentos. Uma pena.
Terminado em: Novembro 2022
7/10
Depois de terminar o Onimusha 1 no Nintendo Switch, fiquei com muita vontade de continuar jogando os outros títulos da franquia. Acabei tendo que ir para o PS2, já que a dona Capcom não quis lançar os outros jogos (2, 3 e 4) no portátil da Nintendo. Como um bom colecionador e purista, comprei o jogo ORIGINAL e comecei a jogar no PS2.
A primeira coisa que me chamou a atenção foi o esquema de controles em tanque. Mesmo o PS2 já tendo analógico, o Onimusha 2 não oferece essa opção: tive que jogar tudo no direcional. Então lá fui eu jogar um game de 2002, com cenários pré-renderizados no estilo dos antigos Resident Evil, usando controle tanque. Porém, o jogo é tão gostoso de jogar e a história vai te prendendo de tal forma que, depois de uma hora, a questão dos controles já nem incomodava mais.
O jogo é relativamente longo e difícil, vale mencionar. Há um chefe memorável que enfrentamos duas vezes e que exige muita paciência para ser derrotado.
Estava tudo indo bem, jogando aos poucos eventualmente em um domingo ou outro ao longo de 6 meses, até que perdi a paciência com algumas dificuldades bobas do jogo somadas à minha falta de disposição para repetir os mesmos chefes finais umas 500 vezes. Acabei apelando para um cheat de 99 vidas. Eu já estava louco para chegar ao final. E olha que nem era vida infinita, eram 99 pacotes de cura que iam sendo consumidos. Mesmo assim, cheguei ao final com apenas 20 restantes. É coisa de louco o nível de dificuldade.
Vale a pena jogar? Sim, vale demais! Esses jogos antigos são excelentes, mas acho que o Onimusha 2 é o que envelheceu pior, justamente por manter mecânicas muito ultrapassadas. Diferente do Onimusha 3 e 4, que já abandonam os cenários pré-renderizados e têm controles analógicos funcionais, ou do próprio Onimusha 1, que recebeu um verdadeiro facelift para a geração atual de consoles.
Vale lembrar que o Onimusha 1 Warlords, na sua versão remake/remaster, foi lançado com controles melhorados, permitindo movimentação pelo analógico, abandonando esse modelo datado de controle tanque o que facilita (e muito) o gameplay.
Terminado em: Fevereiro 2025
6.5/10
Aquela fórmula clássica de COD, campanha curtinha (5 horas), tentaram dar um pouco mais de imersão com escolhas e finais diferentes.
Achei o jogo bem legal e divertido pelo tempinho curto que ele tem, e pela belíssima ambientação histórica dele com gráficos bem polidos (jogado no xbox series x).
Terminado em: Janeiro 2024
7.5/10
Esse é o primeiro jogo desse estilo que eu terminei de verdade. Já tinha começado Fahrenheit: Indigo Prophecy no Xbox original, Heavy Rain no PS3 e Beyond: Two Souls, mas nunca finalizei nenhum.
Aqui, com a ajuda da patroa – que curtiu assistir –, chegamos até o fim seguindo as escolhas dela.
Gráficos: DE BABAR! (na minha LG 49" 4K com HDR)
Jogabilidade: Bem simples, é mais andar, tomar decisões e uns Quick Time Events, apertar o botão na hora que aparece na tela na hora certa.
No geral, um filme interativo perfeito pra relaxar e se divertir.
P.S.: Quem não se apaixona pela Chloe? 😍
Terminado em: Maio 2018
7.5/10
Comecei a jogar há mais de um ano, mas por algum motivo parei, deletei o jogo e só guardei o save. Na quarentena, retomei: ajustei os controles (a sensibilidade estava muito alta, tudo voava), sincronizei o controle de PS4 no Switch e virou outra coisa!
Aí virei fã, avancei pra valer. Gráficos no Switch são capados e o framerate mais baixo que PS4/XOne, mas jogar na TV ou deitado na cama compensa tudo.
A história é galhofa total – viagem pra Vênus e tal! Perfeita continuação pro reboot (New Order).
Gameplay puro DOOM/Bethesda: sangue, violência, velocidade non-stop e kills corpo a corpo insanos.
Terminado em: Julho 2020
8/10
Em tempos de pandemia, resolvi dar uma revisitada nesse jogo. Tinha terminado ele no PS3, e há uns tempos atrás peguei uma promoção do remaster nas Americanas, mas estava aqui na estante para jogar.
Então comecei a aventura novamente (nível normal) - E que jogaço! Alguns dizem que o gameplay envelheceu mal, eu particularmente acho que não.
Terminado em: Julho 2022
8/10
O jogo é uma obra de arte. Comecei a jogar em setembro do ano passado, pouco depois do lançamento. Antes disso, fiz um “esquenta” com The Last of Us Part I Remake. Joguei no PS4 Slim, o modelo básico, e achei os gráficos muito, muito bons. O HUD é extremamente limpo, uma tendência que aumenta bastante a imersão.
Sobre o gameplay, ele é muito parecido com o do jogo anterior, com pouca ou nenhuma inovação. Ainda assim, é impressionante como a narrativa consegue aplicar um grande plot twist e mudar completamente o foco da história. No meu ponto de vista, o jogo é muito grande, desnecessariamente grande.
Quando eu achava que estava perto do fim, começava uma nova parte. Acabou que peguei dois fins de semana chuvosos, sem muito o que fazer, e passei quase o dia inteiro jogando até conseguir terminar.
No final, não posso dizer que foi uma experiência incrível do começo ao fim, mas é um jogo que mexe com você. Ele te faz pensar, e é impressionante como a mudança de narrativa te leva a apoiar lados diferentes da história em momentos distintos.
Não me incomodam as questões LGBT+ que muita gente criticou nas redes. O jogo é bom, e se os diretores optaram por inserir esses temas, faz parte do momento atual. Essa abordagem mais inclusiva é uma tendência e não há muito como fugir disso.
Terminado em: Julho 2022
9.5/10
Celebrando os 29 anos do primeiro Sonic do Mega Drive, resolvi jogar essa belezinha que, em 1991, fez meus olhos brilharem ao passar na porta de uma locadora vendo aquela bolinha azul correndo. Tenho o Sonic 1 original e um Mega Drive TecToy 2017, mas mesmo com o bootloader do Neto, o som ainda é sofrível – por isso, fui de Mega Drive Mini.
O jogo é curtinho (parecia gigante quando eu era moleque), mas sensacional: dá pra ver o capricho todo e as músicas são um show à parte.
Não leva 10 porque falta o spin dash e o Super Sonic do Sonic 2. E é complicado coletar as 6 Chaos Emeralds sem recompensa – só o final com o Dr. Robotnik pulando no "THE END".
Terminado em: Maio 2020
6.5/10
Esse é um jogo feito pra multiplayer online, com uma campanha curtinha (5 horas + 2 da DLC) só pra agradar caras chatos como eu, que fogem do online. Graficamente? LINDO demais – joguei no PS4 base com TV 49" 4K HDR e fiquei de boca aberta.
Jogabilidade é legal, mas sem grande desafio; a história rola paralela aos filmes de Star Wars, do clássico às mais novas.
Enfim, se achar por uns 40 reais, vale pra distrair com gráficos e cutscenes maravilhosas!
Terminado em: Junho 2020
9/10
Para entrar no clima de Streets of Rage 4, revisitei a trilogia original e peguei o ritmo de novo. Escolhi as versões japonesas (Bare Knuckle) por serem mais completas – a Sega of America censurava conteúdo "polêmico", vide o que fizeram no SOR 3.
Considerações:
Jogos sensacionais, carregados de nostalgia pra mim.
SoR 1 / BK 1 – 8/10
Duro pra caramba (ainda mais na versão japonesa, que é exagerada na dificuldade), mas super divertido com músicas geniais do Yuzu Koshiro. Sem dash duplo + soco, o que complica solo – usei save states pra curtir sem sofrer.
SoR 2 / BK 2 – 10/10
Pico da trilogia: jogabilidade refinada, sprites melhores, músicas imbatíveis. Viagem pros anos 90 em Goiânia, alugando na sexta pro fds todo. Ideal a dois, mas fui solo até o fim (sem co-op online).
SoR 3 / BK 3 – 7/10
Melhor jogabilidade dos três: controles ágeis, rápido com corrida. Pecam as músicas techno industrial repetitivas/irritantes e o plot viajado na ficção científica/robôs (podiam manter o original). Mas tem charme e curti zerar.
Terminado em: Junho 2020
9/10
Depois de 26 anos, finalmente joguei uma sequência de Streets of Rage, franquia 16 bits que eu amo e que traz memórias de sábados matinais na locadora – alugava a fita pós-café e zerava SOR 1 e principalmente o 2. O terceiro aluguei uma vez, mas detestei a dinâmica e larguei.
Antes do SOR 4, fiz maratona dos três anteriores no Xbox (via Games with Gold). Escolhi a versão japonesa (Bare Knuckle) por ser mais completa.
De cara, morri como um pato no SOR 4! Os gráficos desenhados são lindos (mesmo que no início torci o nariz), adorei trocar a trilha de inspirada no original pra clássica dos anos 90.
Fases variadas e legais, com "desperate moves" que penalizam tirando sangue (mas devolve se não for atingido depois).
Comecei solo, mas no meio convidei um amigo pro co-op – aí a diversão explode!
Crítica: tela correndo em 2 players some atrás e respawna na frente; devia travar no meio.
Enfim, jogo bem legal impulsionado pela nostalgia e personagens (destraváveis em pixel art pra rejogar tudo).
Terminado em: Junho 2020
8.5/10
Muito bom! No começo não gostei muito, achei tudo muito bagunçado e não conseguia entender bem os controles, porém ao passar do tempo, fui entendendo melhor como upar as armas, o personagem e prestando mais atenção na história.
Ao chegar no final do jogo, devo dizer que é de uma qualidade incrível visualmente, com enredo bem legal e boa jogabilidade. Joguei pelo game pass ultimate e tenho vontade de comprar o DLC com uma missão extra.
Terminado em: Janeiro 2024
8.5/10
Poxa, é truxton... Shmup dos primeiros anos do Mega Drive. Sensacional, estou jogando no mega drive mesmo mas com um everdrive que posso salvar o jogo, já que não tenho como zerar "numa sentada só" como fui feito o game originalmente já que não tem password nem save state.
O jogo chegando no finalzinho fica MUITO difícil, mas muito mesmo, um bullet hell, mas bem divertido e com a música bem envolvente.
Terminado em: Janeiro 2024
6/10
Gostei? Sim! Mas achei bem mais fraco que o MK9. Até os gráficos do jogo anterior achei melhor que esse. Mas enfim, terminei o modo história. No final já estava correndo sem nem prestar atenção nos diálogos. O último chefe deveria ser muito mais desafiante comparado os jogos antigos (Shao Khan, Motaro, Goro, etc.).
Mas enfim, queria terminar e seguir para o MK 11 que comecei nesse fim de semana. Instalei a versão de story 4k para o Series X e realmente está LINDO.
Terminado em: Setembro 2023
10/10
Poxa, como um jogo lá de 2006 envelheceu tão bem! Realmente muito foda jogar novamente, agora numa TV grande, e relembrar cada momento incrível desse game, ainda mais na vibe "Anti-russa".
Quem tiver a oportunidade, deve jogar, mas sabendo que é um FPS para consoles de 2006, ou seja, não vá pensando que jogará um call of duty da vida, que não é!
Terminado em: Setembro 2023
7.5/10
Esse jogo merece um desabafo.
Comprei o Valhalla em fevereiro, junto com meu Xbox Series X. Nunca fui muito fã da franquia Assassin’s Creed. Até então, só tinha terminado o AC Syndicate, comecei e abandonei o AC III no Switch e estou aos poucos terminando o Black Flag, também no Switch.
Por outro lado, eu amo história e sou apaixonado pela história inglesa e viking. Já morei no norte da Inglaterra, em Newcastle, uma região fortemente marcada pelas invasões vikings, e também tive a oportunidade de passar um tempo na Dinamarca. Com esse pano de fundo pessoal, comecei o Valhalla super empolgado e, no início, estava gostando bastante.
Até que o jogo começa a se mostrar pelo que ele realmente é.
O Assassin’s Creed Valhalla simplesmente abandonou o espírito original da série. As missões de assassinato, que deveriam ser o coração do jogo, viraram praticamente side missions. O jogo não explica direito o que você deve fazer, a progressão é confusa e tudo gira em torno de campanhas de conquista extremamente repetitivas.
Chegou num ponto em que eu não aguentava mais. Fiquei desde março jogando quase por obrigação, só para justificar o dinheiro gasto e o tempo investido. No total, foram 124 horas. Nas últimas três ou quatro regiões, eu já não prestava atenção em diálogo nenhum, escolhia sempre a primeira opção nas decisões e só queria acabar logo.
O final é interessante e deixa uma boa impressão, mas o caminho até ele é inflado demais. Se o jogo fosse mais curto, mais direto e menos repetitivo, seria muito mais agradável. Do jeito que está, é cansativo e desgastante.
Terminado em: Julho 2021
8/10
Nunca fui muito fã de Assassin’s Creed, e até então o único que eu tinha terminado era o Syndicate, que ganhei num Games With Gold. O Origins eu comprei por impulso em alguma promoção da Microsoft, estava tão barato que não resisti. Ficou instalado no Xbox por quase dois anos até que, pouco mais de um mês atrás, resolvi finalmente jogá-lo, e foi uma grata surpresa.
Os gráficos são lindos, mesmo jogando no Xbox One S. Imagino que no One X fique ainda melhor. O sistema de progressão de armas lembra um pouco Destiny, com loot, desmontagem, venda e upgrades, o que funciona bem dentro da proposta. O mundo é gigantesco, o enredo é ok e a ambientação do Egito antigo é muito bem feita.
O problema é que, como quase todo jogo da Ubisoft, em alguns momentos tudo fica extremamente repetitivo. Existem tarefas completamente desnecessárias, como alinhar estrelas para ganhar uma armadura, que são tão idiotas que chegam a irritar.
Mesmo assim, gostei bastante. Não fiz muitas side missions, apenas o necessário para subir de nível e seguir a campanha principal. Terminei no nível 37, com algo em torno de 80 horas de jogo.
Cheguei a comprar o Assassin’s Creed Odyssey numa promoção da Live argentina, mas esse vai ficar guardado por enquanto. Não estou com paciência para outro jogo enorme, inflado e arrastado como esse estilo da série. Acho que vou voltar para o Prey, que comecei há um tempo e acabei largando.
Terminado em: Julho 2020
9/10
Nunca fui muito fã da série! Já tinha terminado o Syndicate há alguns anos, meio na marra, porque tinha começado a jogar e não queria deixar sem finalizar. Também joguei e finalizei, no ano passado, o Valhalla, que, na minha opinião, foi ultra, extra, hiper, mega inflado de maneira desnecessária, tornando o jogo muitas vezes bem repetitivo.
E não que este AC, o Black Flag, fuja dessa fórmula, mas o jogo, que foi terminado ao longo de uns oito meses, me cativou. As batalhas navais são realmente sensacionais.
Tudo ficou muito amarradinho e poder jogar no Switch, horas no dock e horas no portátil, foi sensacional. Gostei muito. Agora tenho o AC III, a The Ezio Collection e o outro que vem no mesmo pack do Black Flag na Rebel Collection, o AC Rogue.
Terminado em: Março 2022
6.5/10
Jogo do meio dos anos 2000 da Ubisoft totalmente chupinhado de Resident Evil. Bem legalzinho. Comecei a jogar no meu PS2 e foi indo e indo aos poucos até terminar.
Terminado em: Setembro 2023
9/10
Jogo relativamente curto, mas considerando o que eu estou custando a terminar jogos grandes, o tamanho foi ideal para uma jogatina agradável. Mesmo não tendo update para Xbox series, os gráficos são muito, muito, muiiiito lindos.
Achei bem bonito e fluido. Como não sou do time multiplayer, sou agradecido que colocaram essa campanha.
Terminado em: Setembro 2023
6.5/10
Esse jogo é uma sequência do "Deliver Us the Moon", que eu já tinha jogado no Xbox e adorado. Enfim, a sequência é legal: até certo ponto bonita visualmente e, se você é um entusiasta da exploração espacial como eu e encontra algum dos dois jogos em promoção, vale a pena gastar um tempinho nos dois.
O jogo não tem o gameplay muito variado, mas nessa sequência, temos algumas missões diretamente em Marte bastante focadas em escaladas tipo Tomb Raider, guardadas as devidas proporções.
A melhor parte, na minha opinião, é dentro da nave espacial, com gravidade zero, e às vezes parar e ficar admirando o visual do espaço enquanto flutua.
Terminado em: Outubro 2024
9/10
Tinha começado a jogar esse quando estava no Game Pass. Achei maravilhoso, simples, limpo, silencioso, solitário e também com a temática sci-fi que eu adoro. Estou ultimamente muito interessado em tudo o que é referente a viagem à Lua, Marte, etc., então foi o empurrão que eu precisava.
Porém o jogo saiu do Game Pass! Pensei: deixa para lá, com tanto backlog que tenho, nem vou voltar para esse joguinho. Entretanto, há algumas semanas vi que está em desenvolvimento a sequência desse jogo, o Deliver us Mars! Pirei a cabeça, comprei o Deliver us Moon, e numa tarde de domingo terminei.
O jogo é lindo, muito baseado em exploração, puzzles e muito silêncio. Visuais incríveis numa pegada bem legal, elementos inspirados no filme gravidade, no filme Ad Astra e uma coisinha ou outra do Portal. Enfim, em 3 horas consegue terminar o jogo e é uma experiência bem legal.
Terminado em: Setembro 2022
8.5/10
Olha, minha nota tem muita nostalgia envolvida, talvez para um gen z que comece a jogar hoje, o jogo envelheceu mal, não tem side missions, etc. Mas para mim é de explodir a cabeça ainda. Lembro de 2005, quando comprei meu primeiro Xbox 360, um pouco depois do lançamento, um conhecido que tinha um primo que morava na Bélgica, me avisou que ele tinha trazido um de lá para vender. Puts! Fiquei louco... Vendi meu xbox original (desbloqueado softmod, hd lotado de jogos) + um PSP para comprar esse Xbox modelo Core com um controle com fio apenas, mas foi uma loucura!
Um dos primeiros jogos que tive a oportunidade de jogar foi esse COD 2, e naquela época a minha cabeça explodiu! A quantidade de coisas acontecendo ao mesmo tempo, efeitos de fumaça, gritos, tiros... aquilo foi uma loucura.
Ano passado achei esse COD de promoção e peguei só pela nostalgia e fui jogar novamente no xbox series x, numa TV grande, etc. Eu achei o jogo magnífico e muito mais legal que muitos CODs mais recentes (como infinite warfare por exemplo). O game é bem linear, missões diretas, para salvar o checkpoint quando desliga, tem que terminar a missão toda, senão quando volta, está no começo da missão. Tem que sentar e terminar a missão inteira.
O COD 2 é relativamente curto comparado aos jogos atuais, tem missões variadas e com diferentes campanhas da 2ª guerra mundial. Tem umas com soviéticos, outras com ingleses, canadenses, e americanos.
Se curte um pouco de nostalgia, vale a pena pegar e terminar ele num fim de semana (talvez dois).
PS. Terminei na dificuldade hardened, uma abaixo da mais difícil (Veteran).
Terminado em: Abril 2023
10/10
Bem, eu já havia jogado Halo antes, lá por 2005. Na época, não entendia muito inglês nem a história; para mim, era apenas um FPS legal. Não joguei o Halo 2 e só fui voltar à série no Halo 3, mas mesmo assim não consegui conectar bem todas as partes do enredo.
Depois, seguindo a dica de alguns aqui do fórum, assisti a Halo Legends e comecei a entender melhor o que acontece na série. Agora, em janeiro, ganhei Halo Reach… PQP, foi simplesmente uma imersão linda na história. A partir daí, resolvi comprar todos os Halos.
Há duas semanas chegaram para mim o Halo 1 e o Halo 2. Comecei pelo Halo 1 e… nossa, agora entendo por que essa série é tão amada. Que jogo envolvente! (Claro que não dá para comparar gráficos e jogabilidade com os Halos do Xbox 360), mas ainda assim é simplesmente INCRÍVEL — quem curte sci-fi sabe do que estou falando.
A história é muito bem trabalhada, a trilha sonora é nota 10, e o jogo é bem mais difícil que o Halo Reach (sempre jogo no modo Heroico). Sem palavras.
Terminado em:
10/10
Já tinha zerado ele em 2005 mas sem sacar muito da história, e meu inglês não era tão bom quanto hoje.
Comecei a sequência zerando halo reach, e aí fui pra halo combat evolved, e agora halo 2 (e assim por diante vou re-zerando os halos e entendendo melhor a história).
É uma grande de uma franquia, a história é bem complexa e envolvente, entretanto para quem for fazer isso, recomendo assistir HALO LEGENDS primeiro! O jogo foi muito bem-feito pra um console da geração passada e bem mais difícil que halo 3 ou mesmo halo reach!!
Terminado em:
10/10
Sou muito suspeito para falar de Halo, já que é minha franquia favorita e já estou bem imerso na franquia. Tinha jogado halo 2 em 2005, e mesmo sem entender muito da história, gostei muito. Em 2010 comprei o jogo e terminei ele no Xbox 360, a esse ponto já entendendo mais o enredo. Agora zerei ele novamente com essa obra de arte, com gráficos incríveis que estupram a versão do primeiro Xbox. As vezes parava em algum lugar e ficava trocando do modo antigo para o novo só para ver o trabalho que fizeram.
Comecei a jogar no legendary, mas depois de perder 2 dias pra passar as hordas de elites na estação Cairo, tive que baixar o nível para heroico. Gosto muito mesmo da história de halo, Essa semana começo a jogar o halo 5.
Terminado em:
8/10
Realmente um spin-off, não foge do universo halo, bem legalzinho, porém curto! Dá mais ou menos umas 8 horas de jogo.
O jogo ocorre entre a metade de halo 2 e halo 3 (quando a nave covenant faz um slip space dentro de New Mombasa).
A única coisa que me irritou foram os áudios que você vai achando durante as fases. É uma menina que está tentando sair da cidade... NOSSA que saco!!! Uma gritaria, uma barulheira, ela tem uma voz irritante com um sotaque de indiano HORRÍVEL!!
No demais, um bom jogo, mas nada comparado ao enredo de halo 2 ou aos gráficos de halo 3 ou Reach.
Terminado em: Setembro 2024
8/10
Na vibe de re-jogar, resolvi terminar esse remake. Desde que compre o MCC nunca tinha jogado o ODST, mas depois que re-joguei o Halo Reach, deu saudade novamente de entrar na saga e resolvi terminar esse. Os gráficos do remake são muito bons, e jogar a 60fps também é prazeroso (ainda mais numa tv 4k).
Ainda assim as feições e as mãos estão um pouco feias. Terminei o jogo no modo heroico e achei um pouco fácil já que sempre jogo halo no legendário. Lembrando a todos que esse jogo é um add-on do MCC e tem que comprar separado (R$10,00).
Vou terminar outras coisas que tenho pendente e volto ao MCC para re-jogar e terminar o Halo 4 agora em modo remake e a 60 fps.
Terminado em:
7.5/10
Agora sim, terminei a jornada Halo... estou até meio triste sem saber o que jogar. O jogo e simplesmente foda!!! Mas algumas dúvidas ficaram!!
Spoiler:
Os floods morreram todos? Como eles sobreviveram ao primeiro ataque forerunner? aquele que dizimou todas as formas de vida??
O jogo, e sei que é um dos primeiros jogos do Xbox. Já havia jogado, mas agora peguei a sequência toda... Ainda continuo com halo 2 como meu favorito!!
ps. mas uma vez, BEMMM mais fácil que halo CE e o Halo 2.
Terminado em:
10/10
Zerei no modo Lendário (ultra hard), como se deve terminar todos os jogos Halo. Tá doido, não tem jeito de comparar os jogos da época da Bungie com o que temos hoje com a 343. Uma obra prima esse jogo. Eu já tinha jogado em 2011 numa telinha de 20 polegadas e agora tive a oportunidade de jogar a 60 fps e com todas as melhorias que a coleção Master Chief Collection oferece.
Claro que se ver os gráficos hoje, ficaram datados, já que halo 3 não teve versão Anniversary como tiveram o 1 e o 2. Hoje em dia está triste jogar os jogos novos da franquia, salvo o Halo 4, que foi mais ou menos, o resto está bem fraquinho e não faz jus ao nome HALO.
10/10
SENSACIONAL! Como estou sem jogos novos, resolvi jogar novamente esse, só que agora no legendary.
Bem, sou suspeito para falar, tenho todos os halos da franquia, sou apaixonado nesse jogo, então pode soar um pouco "ista".
10/10
Em razão dos 7 anos de lançamento dessa beleza resolvi tirar da estante e jogar outra vez! Meus Deus, que obra de arte que nos presenteou a Bungie ao abandonar a série.
Terminei pela terceira vez no modo single player lendário.
Acho que porque já conhecia as manhas do jogo e estou super treinado com 300 horas de Destiny, consegui terminar o jogo em um fim de semana. É estranho um jogo sem colecionáveis, estou tão acostumado com isso que ficava procurando coisas escondidas.
O jogo tem os seus gráficos envelhecidos, se nota com a renderização de cenários que é feita no momento para algumas coisas, os 30 fps, e algum serrilhado aqui ou ali, mas é um jogo de 7 anos atrás, enorme e muito bom de jogar. A história é espetacular e mítica, a trilha sonora nem se fala.
Jogando novamente esse game depois de tantas horas de Destiny, nota-se muito de halo na nova franquia, só que Destiny foi o halo aprimorado, e com o direito de fazer o que quiser. Enfim, se nunca jogou, jogue; Se faz muito tempo que jogou, dê uma olhada novamente no jogo.
Eu especulo que esse ano pra não passar em branco a série halo, devem lançar um Reach Remastered, já que o jogo não tá dentro do Master Chief Collection.
10/10
Terminei a versão do MCC - Um dos melhores jogos que terminei na vida! Como já tinha terminado várias vezes antes (acho que foi a quinta vez que o zerei, sempre no Lendário) foi um passeio pelo parque dessa vez! Com o lançamento dele no MCC resolvi jogar outra vez! Meus Deus, que obra de arte que nos presenteou a Bungie ao abandonar a série.
Terminei pela quinta vez no modo single player lendário. É estranho um jogo sem coletáveis, estou tão acostumado com isso que ficava procurando coisas escondidas. (Na verdade tem um). O jogo tem os seus gráficos envelhecidos mesmo com o remaster, se nota com a renderização de cenários que é feita no momento para algumas coisas, e algum serrilhado aqui ou ali, mas é um jogo de 10 anos atrás, enorme e muito bom de jogar.
A história é espetacular e mítica, a trilha sonora nem se fala. Rejogando esse game depois de tantas horas de destiny, nota-se muito de halo na nova franquia, só que Destiny foi o halo aprimorado, e com o direito de fazer o que quiser. Enfim, se nunca jogou, jogue; Se faz muito tempo que jogou, dê uma olhada novamente no jogo.
9/10
Tinha terminado o jogo original do Xbox 360 e agora terminei essa versão remasterizada do Xbox One. Que jogo meus amigos, que jogo! Não é um 10 como NA MINHA OPINIÃO é o Halo Reach, mas não é tão ruim como muitos criticaram a 343 quando assumiu a franquia.
O jogo é fluido e bem interessante a história e como os novos inimigos são apresentados. Realmente muito bom (jogando no legendary). Terminei e comecei a jogar o halo 5 e é incrível como quebraram o jogo nesse último que lançaram. Voltando ao Halo 4, gráficos soberbos (numa tv 4k sem HDR e no xbox one s). Estou cheio de expectativas para o halo infinite!
Terminado em:
6/10
O pior da franquia, 343, está matando a série. Eu sou FANÁTICO pela saga Halo, tenho quase todos os jogos e meu jogo favorito ever (ao lado de zelda OoT) é o Halo reach. Tinha muitas expectativas com esse jogo, achei que a 343 melhoraria o que fez no halo 4. Porém, que decepção. Todo o hype dos vídeos "knowing the truth" com Locke por atirar no master Chief.
Bla bla bla!! 343, como pode fazer algo tão porco assim? Descaracterizou o jogo original, a IA é horrível, joguei single player, no Legendary, tomava um tiro e ficava lá caído implorando por ajuda, ai tenho um companheiro DO MEU LADO e nada, não me ressuscita.
Warden Eternal! Que ícone! e que criatividade, é o único chefe do jogo e simplesmente multiplicar o seu número não é uma boa solução. Matar 3 deles jogando no single legendary com a burrice artificial é praticamente impossível! (há um macete de passar sem matá-lo).
Armas: Como não há armas humanas, só armas covenant e forerunner, podiam haver colocado mais armas humanas.
Gráficos: Lindos, porém muita textura renderizada na hora, quando se chega perto, e a neve é ridiculamente mal feita.
Final com spoiler:
Não entendi bem, estava tão grilado que não prestei atenção. A Cortana levou os guardians para a terra? Via que depois do slipspace da infinity, todas as naves que estavam ao redor no planeta perderam a força.
Geral: Uma pena, cagaram o jogo, ficou tipo um call of duty! O próximo não comprarei no lançamento. Espero o halo reach remaster para lembrar dos bons tempos do Bungie.
Terminado em:
6/10
Tô na pilha para jogar um novo Halo e quis ser nostálgico: terminei o Halo 4 e o 5, e meus amigos, QUE DIFERENÇA de um para outro. O 4 é uma nova história, um novo inimigo, mecânicas legais, etc. Gostei bastante! Os gráficos na versão remasterizada do MCC estão soberbos numa TV 4k com HDR.
Agora o Halo 5, está LINDO LINDO, porém, como quebraram e cagaram o gameplay além de ter uma história horrível. Que raiva que dá! Esse negócio do traje que trava e a BURRICE ARTIFICIAL tem que ir lá te salvar. Meu Deus, foi sofrível terminar outra vez (jogo sempre no Legendary, que é a forma que deve ser jogado sempre Halo).
6/10
Legal SÓ em modo cooperativo! Joguei com uma amiga que queria um game de 2 legalzinho, porém é muito repetitivo.
8.5/10
Jogo muito bom! Dá pra perceber que é do início da geração passada, mas ainda assim é muito divertido. O estilo lembra Tomb Raider, porém achei os comandos mais fáceis e o protagonista tem muito carisma.
É muito gostoso jogar Uncharted — realmente, esse exclusivo fez valer a pena ter comprado o PS3. Todo mundo diz que o segundo jogo é muito melhor, e como comprei a coleção com os três, já vou começar o 2 agora.
Sobre a nova e a antiga geração:
Eu nunca tinha jogado no PS3. Passei toda a geração anterior com o Xbox 360 — tive três consoles! Agora, antes de pular para a nova geração, resolvi explorar o PS3... e está sendo simplesmente incrível.
Não me arrependo nem por um segundo de ter deixado a nova geração de lado. É cara, com poucos jogos realmente atrativos, e pagar R$ 250 em um jogo novo não me convence quando tenho uma biblioteca enorme de clássicos do PS3 ainda não jogados.
The Last of Us, Uncharted 1, 2 e 3, Killzone Trilogy (jogáveis o 2 e o 3), God of War Saga (todos), Infamous 1 e 2, Heavy Rain, Beyond: Two Souls e Resistance.
Comprei todos esses, quase todos usados e por menos de R$ 30!
Terminado em:
8.5/10
Acabei de terminar meio que empurrando pra concluir. O jogo é graficamente lindíssimo, com uma jogabilidade incrível, mesmo que às vezes o Drake “patine” demais, o que torna um pouco difícil retomar o controle dele em certos momentos.
Tudo é realmente muito bem feito e, considerando que foi lançado em 2009, imagino o impacto que deve ter causado na época (eu ainda estava preso no mundo Halo / Xbox 360).
Mas faltou algo no final e não sei exatamente o quê me impede de dar nota 10. Agora vou partir para Killzone 2!
Terminado em:
10/10
Estou meio atrasado na geração PlayStation. Sempre fui caixista, e há cerca de um ano comprei um PS3 para conhecer os exclusivos.
Comprei praticamente tudo o que havia de jogos exclusivos do console. Tive o prazer de terminar The Last of Us + DLC, me diverti bastante com Infamous, e God of War estou jogando aos poucos — tenho todas as coletâneas e remasters.
Heavy Rain, Beyond: Two Souls, ICO... todos estão na minha lista para terminar um dia.
Agora, falando da série Uncharted:
Joguei o primeiro e, sinceramente, não achei nada demais. Gráficos de início de geração e uma dublagem em português lusitano que não descia de jeito nenhum — precisei mudar o idioma do console para inglês pra conseguir jogar até o fim.
Uncharted 2 foi um salto impressionante em gráficos e gameplay. É um jogo muito bem construído e envolvente — um excelente trabalho da "cachorro safadinho".
Há uns 3 meses comecei o Uncharted 3... Queridos, queridos, que jogo incrível! Gráficos estonteantes, história bem amarrada, variedade de cenários, dificuldade na medida (fiquei um mês travado no cemitério de barcos!). A dublagem é boa — embora com muitos palavrões, que ao meu ver seriam desnecessários — e os controles, às vezes, um pouco "escorregadios".
Mas o fun factor, o entretenimento, que é o que mais importa, foi altíssimo. Teve momentos em que eu parava só para admirar os gráficos.
Pelo visto, vou acabar tendo que comprar um PS4 mais adiante só pra jogar o quarto jogo da franquia!
8/10
Puzzles, depois tiroteios, depois exploração tudo isso com gráficos incríveis, especialmente para quem tem uma TV 4K com HDR.
É bem linear, mas muito divertido. Gostei bastante!
Terminado em:
9/10
Uma continuação direta que poderia muito bem ser uma DLC de Uncharted 4, desta vez, sem o Nathan Drake como protagonista.
Visualmente, o jogo é incrível e apresenta melhorias gráficas em relação ao título anterior. A campanha é curtinha, mas uma delícia de jogar, trazendo todos os elementos que fizeram da franquia um sucesso.
É realmente muito bom de jogar, ótimo de assistir na TV, e ainda por cima com um preço super acessível (hoje em dia é fácil encontrar por cerca de R$ 39).
Terminado em:
7/10
Muito bonito, mas curto demais Clique para abrir a imagem em nova guia não valeu os 149,00 que a patroa pagou Clique para abrir a imagem em nova guia não curto muito o multiplayer dele já que estou envolvido com o BF Bad company 2 - Vietnam.
8/10
Velho mas legalzinho. Comprei on demand, agora quero ele físico já que tenho o segundo, se alguém tiver o Bad Company 1 aí, me avise que compro! Bem, é incrível ver a evolução do primeiro para o segundo jogo, como os controles melhoraram!! Gostei tanto do segundo que até comprei o multiplayer Vietnam (que para quem não sabe é uma expansão SOMENTE multiplayer e precisa do BFBC 2 para rodar), lindo por sinal!
8.5/10
Jogaço. Jogaço mesmo. Sinceramente, não entendo como esse jogo não é mais conhecido, porque a qualidade geral é impressionante. Ele só não leva uma nota ainda mais alta por causa dos controles em situações específicas. Quando o personagem está correndo, a falta de precisão atrapalha demais. Morri inúmeras vezes tentando me esconder ou me posicionar melhor enquanto o Martin Walker corria, e isso incomoda bastante ao longo da campanha.
Sobre o jogo em si, a história se passa em uma Dubai pós apocalíptica, devastada por tempestades de areia. O enredo é muito bem construído, cheio de momentos fortes e alguns plot twists excelentes. Não vou me aprofundar mais para evitar qualquer tipo de spoiler, mas é facilmente o ponto mais forte do jogo.
Graficamente, ele entrega muito para um título da geração passada. Faltou um pouco mais de polimento em alguns aspectos, algo no nível do que Gears of War 3 conseguiu na época, mas ainda assim os gráficos são muito bons e cumprem bem o papel de criar a atmosfera pesada e opressiva do jogo.
A trilha sonora merece destaque. Muito rock, combinado com efeitos sonoros bem feitos, que ajudam bastante na imersão e no clima das batalhas.
Nos controles, de forma geral, tudo funciona bem. O problema aparece quase exclusivamente quando o jogo exige movimentação rápida e corrida, onde a resposta fica imprecisa e frustrante em alguns momentos.
Comprei o jogo em uma promoção digital por US$ 4,00, e por esse valor é simplesmente obrigatório. Vale muito a pena para quem tem um Xbox 360. Importante lembrar que ele não é retrocompatível.
Terminado em: Fevereiro 2017
5/10
Um belo pedaço de m****. Impressionante como a Treyarch conseguiu cagar nesse jogo. Eu sei que a engine é antiga e tudo mais, mas o COD 2 (produzido pela Infinity Ward) é claramente superior a esse.
Os bugs são simplesmente infinitos. Metralhadoras atirando sozinhas, sem soldados; inimigos que me acertam normalmente, mas quando atiro neles — inclusive na cara não morrem; jogo uma granada e o animal do meu soldado corre em direção a ela, aí o jogo reinicia por friendly fire.
Em outros momentos estou atirando e algum idiota do meu esquadrão cruza a linha de fogo, me fazendo perder de novo. Sem falar no batalhão burro que não deixa eu passar.
Sinceramente, foi o pior jogo da série que já joguei, justamente o único que faltava. Até o Big Red One do PS2 era mais bem feito.
Terminado em: Junho 2011
7.5/10
Jogo mais ou menos, sem muito carisma, e repetitivo, não estava aguentando mais jogar. O último chefe é muiiiito foda, e bem, tive que baixar o nível de dificuldade pois já estava sem saco para jogar esse jogo!
5/10
Paguei R$50,00 nesse jogo na mariio128! simplesmente um genérico MUITO mal feito do COD. CURTO, e cheio de "... and God Bless America, Fuck yeah."
Terminado em: Outubro 2011
9/10
Poxa que joguinho maneiro. Há algum tempo atrás com certeza ele seria lançado em DVD, todo bonitinho, não na LIVE ARCADE. De toda forma, ótimo, mas não platinei, ficou faltando o capacete!! =)
Terminado em: Agosto 2012
9/10
Jogo muito legal e envolvente, terminei no HARD e em alguns momentos perdi a paciência com a dificuldade. O final é lindo, sendo na minha opinião um dos mais bonitos que vi ultimamente.
Terminado em: Setembro 2012
8/10
Observações: Jogo muito interessante, e gostei muito no começo. Bem feita a dublagem, a cidade de São Paulo com cara de Rio de Janeiro, mas depois começa a ficar muito repetitivo. Hordas de inimigos (como citado num review acima) e a história meio que se perde, porém no geral foi um bom jogo!!
8/10
Nem dava muito pra esse jogo, mas me surpreendeu, é uma mistura de gears of war com vanquish e RPG. Muito bom!! A certo ponto fica muito repetitivo os inimigos e os gráficos não são LINDOS, mas eu não me importo muito com isso, e o resumo da obra leva uma nota.
7/10
Jogo meio obscuro da SEGA, também na retrocompatibilidade do Xbox, e que tem MUITA inspiração no gears of war no seu modo de combate, cutscenes enormes como nos Metal Gear, plot twists e um toque de blade runner e west world.
Muito fluido e gostoso de jogar. Se encontrar barato, esteja cansado de jogos de mundo aberto enormes que tem que ficar fazendo loots massivos e apenas quer jogar um game divertido e linear, essa é uma boa pedida.
Terminado em: Abril 2023
9/10
Esse jogo simples e que custa relativamente barato é uma ode aos saudosos anos 90 e seus jogos de plataforma. O jogo é bem simples com salto e atira com upgrades de armas ao estilo Sunset Rider.
Os gráficos estilo "rabisco" são muito lindos dentro de sua simplicidade. Pra quem curte plataforma e algo tipo andar e atirar, esse jogo é um must play. Vale uma menção a ótima música do jogo ambientada no faroeste!
Terminado em: Fevereiro 2016
10/10
Que grata surpresa foi este jogo. Meu Nintendo 3DS havia sido roubado no ano passado, e acabei comprando outro praticamente com um objetivo em mente: finalmente terminá-lo.
Fui avançando de pouquinho em pouquinho, muito porque o desafio aqui não é dos mais amigáveis e, em vários momentos, o nível de dificuldade chega a estressar bastante. Ainda assim, era aquele tipo de experiência que sempre me fazia voltar para tentar mais uma vez.
A produção é fantástica, com uma atmosfera deliciosamente nostálgica que remete direto à era 8 e 16 bits. Tudo é extremamente fluido, e os comandos respondem de forma precisa, algo essencial em um game que exige reflexos rápidos.
A trilha sonora é uma obra de arte à parte, facilmente digna de comparação com clássicos como Sonic, Mario e Top Gear. São músicas que ajudam a construir identidade própria e deixam a aventura ainda mais marcante.
Impressiona o capricho de uma empresa indie em entregar algo tão bem acabado. É a prova de que uma proposta relativamente simples, quando executada com talento e atenção aos detalhes, pode resultar em um título memorável. Para completar, ainda há um DLC gratuito já baixado aqui, pronto para ser encarado em breve.
Terminado em: Fevereiro 2016
10/10
Termino o jogo com 25 anos de atraso!
Já havia jogado antes, na minha infância, mas, como a maioria por aqui, eu que tenho 34 anos hoje (em 2016) — tinha apenas 8 quando o jogo foi lançado. Grande parte dos meus amigos tinha Master System ou Mega Drive. Meu primeiro contato real com os jogos da Nintendo foi com Super Mario World, o que fez com que eu acabasse passando batido pelos clássicos de 8 bits.
Cheguei a jogar Super Mario All-Stars, em que os jogos do Mario estão lindamente refeitos, mas nunca tinha sentado de verdade para terminar.
Bem, com meu 3DS, resolvi pegar alguns clássicos do Virtual Console — incluindo Super Mario Bros. 3. Comecei a jogar esporadicamente, e o jogo foi me prendendo cada vez mais.
Que aula de level design! É impressionante como o Mario não escorrega! Isso é um ponto crucial em um jogo de plataforma — e algo que sempre me irritou muito em títulos como o Castle of Illusion Remake e Sonic 4: Episode I.
Não usei as flautinhas nem os cogumelos brancos (nem sabia da existência deles; só descobri ao longo do jogo). Confesso, porém, que em alguns momentos precisei usar save states, já que levei uns quatro meses para terminar o game.
Incrível! E, HOJE, considero Super Mario Bros. 3 mais revolucionário e mais divertido que o Super Mario World.
Terminado em: Setembro 2016
6/10
Jogo honesto pelo que paguei (10 reais de promoção na Live BR) - Curtinho, história rasa que nem me preocupei muito em seguir (vi uma análise do zangado e já tá ok). O game é de 2012 e tem os gráficos legais para o Xbox e deixam um ar de steampunk. Sei la, se gosta de um shooterzinho FPS rápido pra jogar single player este cumpre sua função social.
Ps. To com um Xbox one aqui, mas ta foda, to jogando só o 360. Comprei o one para o decepcionante halo 5, e 90% dos jogos que tenho são os de retrocompatibilidade com o Xbox 360 ou do games with gold.
Terminado em: Maio 2018
4/10
Simplesmente horrível, mas valeu os R$36,00 que paguei com o frete no Walmart. Fui jogar ele depois de terminar toda a série Halo (do Halo CE até o Halo Reach).
Muito mal feito, com uma história sem graça, controles duros, gráficos de início bonitos (no Iraque) mas depois ficando repetitivos e mal-acabados.
Fiquei preso no meio do cenário uns dias vezes, fui obrigado a tolerar diálogos ufanistas dos soldados. A quantidade de armas é ridícula (são 6 armas diferentes apenas), as miras são absurdamente sem lógica de ruim. Um jogo curto.
Terminado em: Abril 2011