A humanidade busca uma forma de remover a tatuagem desde que esta foi inventada. Diversas formas já foram e ainda são utilizadas para remover os pigmentos. Normalmente, são muito agressivas ao corpo e até podem remover o pigmento, mas há um grande risco de deixar uma cicatriz no lugar. Sem falar na dor que causa. Seguem algumas formas de despigmentação, todas tendo como princípio a lesão da pele.
Dermoabrasão: trata-se simplesmente de fazer um ferimento na pele até alcançar a região onde se encontra o pigmento. Usam-se meios mecânicos para isso, ou seja, lixa, escova de aço, dermógrafo com agulha seca etc.
Salabrasão: da mesma forma que a anterior, faz um ferimento na pele e coloca uma pasta grossa de sal umedecido com água. Então, esfrega-se até inflamar a região.
Elétrica: também se busca induzir um processo inflamatório, só que através de energia elétrica, ou seja, choque!
Química: com o uso de ácidos. Implanta-se o ácido com dermógrafo ou se retira a epiderme por meio da dermoabrasão e depois se aplica o ácido. O problema dessa técnica, além da dor que causa e da possibilidade de deixar cicatriz, é que o efeito da despigmentação por ácido ocorre apenas no momento da aplicação. Isso acontece muito rapidamente, pois não se pode deixar o ácido agindo por muito tempo, sendo necessário usar logo um neutralizador. Quer dizer, entre uma sessão e outra não há evolução da despigmentação.
Na verdade, parecem meios de tortura da Idade Média!
O método mais moderno de despigmentação é através do LASER, que veremos como funciona em outro post!