Especialista em Gestão de Resíduos Sólidos e Sustentabilidade, com forte base multidisciplinar e tecnológica, dedicado a transformar resíduos em recursos valiosos por meio da economia circular, inovação e educação ambiental, visando um futuro sustentável e inclusivo
Formação Acadêmica
Pós-Doutorando: Projeto "Articulação de Ecossistema de Inovação para Economia Circular e Recuperação de Recursos em Aterros Encerrados" – CS Cidades Globais USP (IEA). https://sites.google.com/view/franbiazini-uspcidadesglobais/in%C3%ADcio
Doutor em Tecnologia Nuclear – IPEN-CNEN/SP (2014)
Graduações em Tecnologia em Processamento de Dados – Universidade Ibirapuera (1990) e UNIB (2005)
Especialização em Gestão da Segurança da Informação (2004)
Experiência Profissional
Sócio e Diretor Técnico da REDERESÍDUOS, plataforma online para gestão integrada de resíduos, promovendo economia circular, inclusão social e otimização logística
Embaixador, Consultor e Auditor do Instituto Lixo Zero Brasil
Diretor Técnico do Instituto Venturi
Presidente da Cooperativa Transforma
Conselheiro do Fórum de Desenvolvimento da Zona Leste
Inovação e Pesquisa
Desenvolvimento de sistemas de rastreamento e telemetria para gestão de resíduos, apoiados por FAPESP
Autor do livro "Ozônio na recuperação de solos e recursos hídricos contaminados por mineração" (2016)
Titular de duas patentes para remediação de drenagem ácida de mineração (BR 10 2018 014547 8 e BR 10 2018 014548 6)
Atuação em Educação e Divulgação
Palestrante em eventos nacionais e internacionais sobre economia circular, sustentabilidade e gestão de resíduos
Autor de artigos e livros sobre políticas públicas e práticas em resíduos sólidos
Participação em programas de TV e entrevistas para divulgação de projetos e conceitos de sustentabilidade
Prêmios e Reconhecimentos
Creative Business Cup Brasil (2014)
Certificação Benchmarking GVCES pelas melhores práticas ambientais (2014)
Competências e Temas-Chave
Economia Circular e Gestão Integrada de Resíduos
Sustentabilidade Ambiental, Social e Econômica
Inovação Tecnológica aplicada à sustentabilidade
Educação Ambiental e Transformação Social
Mediação, Arbitragem, Empreendedorismo e Responsabilidade Social
Telefone: +55 11 999 184 368 | francisco.biazini@gmail.com | DrResiduo
Francisco Luiz Biazini Filho, conhecido como "Dr. Resíduo", é uma figura central na intersecção entre academia, empreendedorismo e ativismo no Brasil. Consolidado como um "pracadêmico", ele se destaca por transformar pesquisa científica rigorosa em soluções tecnológicas, negócios inovadores e advocacy de alto impacto, sendo uma das principais vozes do país em gestão de resíduos sólidos e economia circular.
Pós-Doutorado (em andamento): Instituto de Estudos Avançados da USP (IEA-USP), com foco em ecossistemas de inovação para a mineração de recursos em aterros sanitários.
Doutorado em Tecnologia Nuclear: IPEN-USP, com tese sobre responsabilidade social e análise de risco na geração de energia.
Outras Formações: Especialização em Segurança da Informação e graduação em Processamento de Dados.
Frente Empresarial: Fundador e Diretor Técnico da REDERESÍDUOS, plataforma de gestão integrada de resíduos.
Frente Social e Ativismo:
Embaixador, Consultor e Auditor do Instituto Lixo Zero Brasil.
Diretor Técnico do Instituto Venturi.
Presidente da Cooperativa Transforma.
Economia Circular e Gestão Integrada: Domínio completo da cadeia de valor dos resíduos, incluindo Logística Reversa e políticas de Lixo Zero.
Tecnologia e Inovação: Desenvolvimento de sistemas de rastreamento e telemetria para cidades inteligentes (apoiado pelo PIPE-FAPESP) e detentor de duas patentes para remediação de drenagem ácida.
Educação e Comunicação: Autor do livro "Ozônio na recuperação de solos e recursos hídricos contaminados por mineração" e comunicador eficaz sob a persona "Dr. Resíduo".
Francisco Biazini Filho é um catalisador que conecta teoria, mercado e mudança social. Sua força reside na habilidade de:
Desenvolver a Ciência: Através de sua pesquisa de ponta no IPEN e IEA-USP.
Construir as Ferramentas: Com a startup REDERESÍDUOS.
Mobilizar o Movimento: Por meio de sua liderança no Instituto Lixo Zero Brasil.
Seu projeto atual sobre a mineração de aterros o posiciona na vanguarda da economia circular, abordando um dos maiores desafios ambientais do Brasil. Ele é um ativo estratégico por sua capacidade única de traduzir conhecimento complexo em ação prática, influenciando políticas públicas e engajando múltiplos setores da sociedade.
· Nome Francisco Luiz Biazini Filho
· Currículo Lattes lattes.cnpq.br/2734460026994273
· LinkedIn linkedin.com/in/FranBiazini
· ORCID iD 0000-0002-7374-7426
· Email Profissional francisco.biazini@gmail.com
· Perfil Institucional Página USP Cidades Globais
Pesquisador de Pós-Doutorado: Francisco Luiz Biazini Filho
Supervisora: Dra. Maria Eugenia Gimenez Boscov
Instituição: Centro de Síntese USP Cidades Globais | Instituto de Estudos Avançados (IEA-USP)
Linha de Pesquisa: Saneamento e Cidadania, Inovações para a Universalização, Sustentabilidade e Saúde Pública
Transformar o passivo ambiental de lixões e aterros encerrados em um ativo estratégico para o Brasil. Por meio da inovação e da economia circular, o projeto visa converter um problema de poluição em uma fonte de materiais valiosos, energia limpa e desenvolvimento sustentável, posicionando o país como vanguarda global na mineração de aterros (Landfill Mining).
Este projeto de pós-doutorado investiga a transformação de lixões e aterros sanitários encerrados no estado de São Paulo de passivos ambientais em recursos estratégicos para a indústria. A pesquisa adota uma abordagem interdisciplinar para analisar a viabilidade técnico-econômica e os benefícios socioambientais da aplicação de Tecnologias de Recuperação e Valorização de Materiais (TRVm) na remediação dessas áreas. O estudo mapeia e caracteriza os locais, avalia a eficácia das TRVm, fomenta a criação de um ecossistema de inovação para projetos piloto e quantifica o potencial de geração de créditos de carbono. Como resultado, elabora diretrizes para políticas públicas que promovam a economia circular, acelerando a transição do Brasil para um modelo de gestão de resíduos mais inteligente e sustentável.
Mapear e Caracterizar os principais passivos ambientais (lixões e aterros encerrados) no estado de São Paulo, identificando seu potencial de recuperação.
Avaliar a Viabilidade Técnico-Econômica de diferentes Tecnologias de Recuperação e Valorização de Materiais (TRVm) adaptadas à realidade brasileira.
Desenvolver um Ecossistema de Inovação, articulando academia, indústria, governo e sociedade civil para viabilizar projetos piloto de mineração de aterros.
Quantificar o Potencial de Geração de Créditos de Carbono a partir da mitigação de emissões de metano e da substituição de materiais virgens.
Elaborar Diretrizes para Políticas Públicas que incentivem e regulem a recuperação de recursos de aterros, integrando-a ao planejamento urbano e industrial.
Impacto Ambiental: Mitigação da contaminação do solo e da água; redução drástica das emissões de gases de efeito estufa; e preservação de recursos naturais ao diminuir a necessidade de extração de matérias-primas virgens.
Impacto Econômico: Geração de valor a partir de "resíduos", criando novas cadeias produtivas para metais, plásticos, vidro e agregados para construção civil; atração de investimentos verdes e desenvolvimento de um mercado de créditos de carbono associado.
Impacto Social e Político: Remediação de áreas degradadas, melhorando a qualidade de vida das comunidades do entorno; geração de empregos qualificados na economia verde; e fortalecimento da posição do Brasil no cumprimento de metas climáticas e de desenvolvimento sustentável.
O projeto contribui diretamente para a Agenda 2030, com foco principal nos seguintes ODS:
ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis): Ataca diretamente a Meta 11.6 ao propor uma solução definitiva para a gestão de resíduos urbanos.
ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis): Materializa a Meta 12.5, focada na redução, reciclagem e reuso, sendo um exemplo prático de economia circular.
ODS 13 (Ação Contra a Mudança Global do Clima): Contribui para a Meta 13.2 ao integrar a mitigação de emissões de aterros às políticas nacionais, com potencial para o mercado de carbono.
ODS 15 (Vida Terrestre): Implementa a Meta 15.3 ao promover a restauração de terras degradadas pela disposição inadequada de resíduos.
ODS Secundários Fortalecidos: ODS 9 (Inovação e Infraestrutura Sustentável) e ODS 17 (Parcerias).
O caráter disruptivo do projeto reside na mudança fundamental de paradigma: de um modelo linear de "enterrar o problema" para um sistema circular que reconhece o valor intrínseco dos materiais descartados. Ao desenvolver um modelo técnico, econômico e político validado em São Paulo, o projeto cria um precedente replicável para outras metrópoles no Brasil e no mundo, oferecendo uma solução escalável para um dos maiores desafios da urbanização.
Palavras-chave: Economia Circular; Lixões; Aterros Encerrados; Mineração de Aterros (Landfill Mining); Passivos Ambientais; Recuperação de Recursos; Sustentabilidade; Créditos de Carbono; Políticas Públicas.
Ser o principal catalisador de conhecimento e inovação para a construção de cidades mais justas, resilientes e com alta qualidade de vida na era do Antropoceno.
O Centro de Síntese USP Cidades Globais foi criado para responder a uma pergunta fundamental que guiará o futuro urbano até 2050:
"O que pode ser feito para melhorar a vida das pessoas nas cidades e regiões metropolitanas?"
Nascemos em resposta ao maior desafio e oportunidade do nosso tempo: a urbanização global. As cidades são o epicentro da inovação, mas também da desigualdade, da poluição e dos impactos climáticos. Nossa missão é compreender essa complexidade para gerar soluções transformadoras.
Nosso maior diferencial não é apenas gerar nova pesquisa, mas sintetizar o conhecimento existente e conectá-lo com as necessidades reais da sociedade.
Síntese como Diferencial: Em vez de focar em disciplinas isoladas, integramos saberes da engenharia, saúde pública, ciências sociais, arquitetura e outras áreas para criar um entendimento holístico dos problemas urbanos e propor soluções integradas e práticas.
Transdisciplinaridade na Prática: Vamos além dos muros da universidade. Nosso trabalho é co-criado em um diálogo permanente com gestores públicos, o setor privado e a sociedade civil. Acreditamos que as melhores soluções são aquelas cientificamente robustas, politicamente viáveis e socialmente relevantes.
A Metrópole como Laboratório: Usamos a Região Metropolitana de São Paulo como nosso laboratório natural. Sua escala e complexidade nos oferecem um campo fértil para estudar, testar e validar inovações que possam ser adaptadas para outras grandes cidades no Brasil e no mundo.
Analisamos as cidades como sistemas complexos, onde tudo está interligado. Nossas pesquisas se concentram em desafios críticos e interdependentes, incluindo:
Mobilidade, Energia e Clima: Repensar o transporte urbano para reduzir custos, tempo e emissões de CO2.
Saneamento, Saúde e Ambiente: Inovar na gestão de água e resíduos sólidos para garantir saúde pública e resiliência ambiental.
Cidadania e Espaços Públicos: Promover cidades mais inclusivas, seguras e com espaços que fomentem o bem-estar e a convivência.
Nossa metodologia é desenhada para ser ágil e orientada para a ação, gerando resultados tangíveis.
Atração de Talentos: Lançamos chamadas anuais para atrair pesquisadores de pós-doutorado de excelência, que desenvolvem projetos aplicados dentro de nossos eixos temáticos.
Produção de Conhecimento Aplicado: Geramos dossiês, guias para políticas públicas e relatórios de síntese que traduzem a complexidade acadêmica em recomendações claras e acionáveis.
Promoção do Diálogo: Realizamos seminários e workshops contínuos, como o ciclo "UrbanSus", para disseminar conhecimento, debater soluções e fortalecer nossa rede de colaboradores.
Imediatos: Influenciar o debate público qualificado e subsidiar a formulação de políticas públicas baseadas em evidências para os desafios urbanos atuais.
Longo Prazo: Consolidar a iniciativa como um Centro USP de Cidades Globais de referência, com caráter permanente e independente, fortalecendo redes de pesquisa nacionais e internacionais.
"De que forma específica seu projeto responde à pergunta central do Centro: 'o que pode ser feito para melhorar a vida das pessoas nas cidades?' Qual é o impacto direto e tangível na qualidade de vida urbana que você espera alcançar?"
Objetivo desta pergunta: Forçar o pesquisador a ir além da justificativa teórica e conectar sua pesquisa diretamente à missão humanista do Centro. Avalia se o foco final é a melhoria da vida das pessoas ou apenas o avanço de um campo de conhecimento.
"Além de gerar novos dados, qual conhecimento de outras áreas (sejam elas acadêmicas ou não) seu projeto irá sintetizar? Como sua pesquisa conectará 'ilhas' de conhecimento já existentes para criar uma compreensão mais holística e inovadora do problema?"
Objetivo desta pergunta: Verificar se o projeto compreende e abraça o principal diferencial do Centro: a síntese. Avalia a capacidade do pesquisador de integrar e dar novo sentido a conhecimentos pré-existentes, em vez de apenas criar mais um trabalho em um "silo" disciplinar.
"Quais atores não acadêmicos (gestores públicos, setor privado, ONGs, comunidades locais) são cruciais para o sucesso do seu projeto? Como você planeja envolvê-los ativamente no processo, não como objetos de estudo, mas como parceiros na co-criação de soluções?"
Objetivo desta pergunta: Medir o compromisso do projeto com a abordagem transdisciplinar. A questão testa se o plano de trabalho inclui um engajamento genuíno com stakeholders, que é essencial para a relevância e viabilidade das soluções propostas pelo Centro.
"Qual é o produto final acionável do seu projeto? Além do artigo científico, você irá gerar um guia para políticas públicas, um protótipo, uma metodologia para gestores, um workshop de capacitação ou outra ferramenta que possa ser diretamente aplicada para gerar mudança?"
Objetivo desta pergunta: Avaliar a orientação do projeto para a prática. O Centro busca impacto real, e esta pergunta exige que o pesquisador pense em "entregáveis" que transcendam o meio acadêmico e possam ser utilizados por tomadores de decisão.
"Considerando as cidades como sistemas complexos, como seu tema de pesquisa (ex: resíduos sólidos) se conecta e impacta outros eixos, como saúde pública, uso do solo, equidade social ou mobilidade? Quais são as consequências não óbvias ou as sinergias potenciais do seu trabalho?"
Objetivo desta pergunta: Sondar a capacidade do pesquisador de ter uma visão sistêmica. O Centro entende que nenhum problema urbano é isolado. A resposta a esta pergunta revela se o pesquisador consegue pensar nas ramificações e nas interdependências de sua pesquisa, uma habilidade crucial para a síntese eficaz.