Seja bem-vindo(a) à Escola de Pacientes!
Nesta página, você encontrará os principais materiais e orientações para conhecer melhor o grupo, entender seu funcionamento e acessar conteúdos úteis para sua jornada.
Um guia completo para entender o funcionamento da Escola de Pacientes!
Tem alguma dúvida?
Pergunte à: SANTA-IA
Notebook Lm https://youtu.be/vo6RrBsR-A0?si=VTTmlWRF3BKfoflG
FLUXO PÓS-ARTIGO — PUBLICAÇÃO EM REVISTA
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1. PUBLICAÇÃO DO ARTIGO – O QUE CONSIDERAR
• Assim que o artigo for publicado, confirmar:
– Título final do artigo
– Nome da revista
– Ano, volume, número e páginas (ou e-location)
– DOI
– ISSN da revista
• Use sempre os dados exatamente como aparecem no site da revista.
2. ATUALIZAÇÃO DO CURRÍCULO LATTES (PASSO A PASSO)
Passo 1 — Abrir o Currículo Lattes
• Acesse o Lattes e clique em Produções.
Passo 2 — Incluir o artigo
• Vá em:
Produções → Artigos publicados na íntegra
Passo 3 — Preencher os dados da revista
• Informe o ISSN da revista
Exemplo: 2525-8761
• Preencha:
– Ano de publicação
– Volume e número
Exemplo: Vol. 11 No. 12 (2025)
– Seção (quando aplicável)
Exemplo: Original Papers
Passo 4 — Informações do artigo
• Informe:
– Número de páginas ou e-location
Exemplo: e84839
– Palavras-chave
– Áreas do conhecimento
• Confira a ordem e grafia dos autores.
Passo 5 — Finalizar
• Salve o registro no Lattes.
3. REFERÊNCIA DO ARTIGO (MODELO DE CONFERÊNCIA)
Use a referência publicada pela revista como base para checagem:
Rolim, E. C., Campos, A. C. M., Lima, E. da S., & Oliveira, J. L. A. de. (2025).
O canal YouTube da Escola de Pacientes DF como estratégia digital de educação permanente em saúde: análise documental e indicadores de uso.
Brazilian Journal of Development, 11(12), e84839.
https://doi.org/10.34117/bjdv11n12-087
(A referência não é colada no Lattes, mas ajuda a evitar erros de preenchimento.)
4. ORGANIZAÇÃO PESSOAL (RECOMENDADO)
Extra — Organizar no Drive
• Salve em uma pasta específica:
– PDF final do artigo
– Comprovante de publicação
– Print ou página do DOI
Extra — Manutenção do Lattes
• Evite acumular muitas publicações sem registro.
• O ideal é atualizar o Lattes sempre que um artigo for publicado ou, no máximo, uma vez por semestre.
Dica prática:
Quando deixa acumular, a atualização vira retrabalho.
Fazendo aos poucos, fica rápido e organizado.
Sempre confira sua caixa de email (inclusive SPAM):
Muitas vezes a confirmação da sua publicação foi enviada e se "perdeu" na caixa de entrada do seu email. Fique atento a isso!
1) Fundamentos de pesquisa e tipos de estudo
■ O que é uma revisão sistemática?
É um tipo de estudo que reúne, analisa e organiza pesquisas já publicadas sobre uma
pergunta específica, seguindo um método rigoroso e transparente.
■ Formatos de produção científica
Resumo Simples: Texto curto focado em congressos e eventos. Ideal para comunicações
rápidas.
Resumo Expandido: Texto detalhado (3 a 5 páginas) com referências e análise preliminar.
Funciona como um "mini-artigo".
Artigo Completo: Produção profunda e definitiva para publicação em revistas científicas
(periódicos).
■ Métodos de pesquisa
Scoping Review (Revisão de Escopo): Mapeia os conceitos principais de uma área e
identifica lacunas na literatura. É mais ampla que a sistemática.
Systematic Review (Revisão Sistemática): Focada em responder uma pergunta clínica ou
assistencial específica com alto rigor metodológico.
Relato de Experiência: Descreve uma vivência prática (como uma ação da Escola de
Pacientes), refletindo sobre os desafios e aprendizados da equipe.
Relato de Caso: Foca na descrição detalhada de um caso clínico específico ou de um
paciente, devido à sua raridade ou forma de manejo.
■ Como decidir qual método usar para cada pergunta (um fluxograma “pergunta →
método” resolve bem)
Quero apresentar em congresso → resumo simples/expandido
Quero mapear um tema amplo → revisão de escopo
Quero responder uma pergunta específica com evidência forte → revisão sistemática
Aplicação prática de uma tecnologia → Relato de Experiência.
Descrição de um caso clínico específico → Relato de Caso.
2) Definição e gestão de temas (pipeline do grupo)
■ Quem define o tema final: coordenação, votação, ou “quem propôs leva”?
O professor define os temas centrais, mas os membros podem sugerir temas
complementares. A proposta precisa estar alinhada ao projeto e ser validada pela
coordenação, que decide o tema final.
■ Como funciona a demanda e quando o tema vira um "trabalho oficial"?
A demanda do projeto é movida por prazos de congressos e editais. O trabalho só se torna
oficial (gerando pontuação e direito a coautoria) quando é listado na Tabela Mestra. A partir
daí, os temas são distribuídos em grupos ou solo, e a rotina alterna entre checkpoints
coletivos (informes rápidos via WhatsApp) e a escrita ativa no Google Docs e Classroom.
■ Qual a diferença entre o trabalho coletivo e o meu "contrato" individual?
Nossa dinâmica separa Decisão (Coletiva) de Execução (Individual). O planejamento e os
prazos são alinhados em grupo, mas o seu "contrato" de entrega é pessoal: você deve
cumprir as tarefas técnicas da sua função (ex: triagem, extração ou escrita). Como a pontuação é individual, o seu nome no artigo depende da sua entrega específica,
garantindo que seu reconhecimento não seja prejudicado pelo desempenho de terceiros.
3) Planejamento semanal e acompanhamento das tarefas
■ Onde encontro minhas tarefas e qual é a "fonte oficial" de informação?
O Google Classroom é a fonte única de verdade para a publicação de tarefas e prazos. O
WhatsApp e o e-mail funcionam como canais de apoio para avisos e alertas. Para saber o
que deve ser cumprido na semana, consulte sempre o Classroom.
■ Como acompanho minha pontuação e com que frequência ela é atualizada?
A pontuação é atualizada constantemente pelo professor, sem uma periodicidade fixa. O
envio do extrato de pontos é feito de forma proativa e automática pelo professor via
WhatsApp privado. No entanto, a transparência é total: se você quiser consultar seu status
antes do envio automático, basta solicitar ao professor ou à coordenação, que têm acesso
ao último extrato gerado e podem te repassar prontamente.
4) Ferramentas e contas (setup e uso prático)
■ “Qual ferramenta para qual etapa?” (ex.: Rayyan=triagem; Zotero=referências;
Scholar/Lattes/ORCID=currículo)
Não há uma ferramenta fixa para cada etapa; isso varia conforme o projeto. Em geral, o
grupo usa Google Drive (organização de materiais), Google Docs (escrita) e Google
Classroom (atividades). Ferramentas como Zotero ou Mendeley podem ser usadas para
referências, e Lattes, Google Scholar e ORCID são usados para currículo. Se o professor
indicar alguma ferramenta específica para determinada etapa, o ideal é seguir essa
orientação.
■ Padrão do grupo: todos em Zotero ou pode Mendeley? (se puder ambos, como
padroniza exportação/citação)
Não há obrigatoriedade de usar apenas uma ferramenta; pode usar Zotero ou Mendeley.
Isso pode variar conforme o projeto — se o professor indicar uma ferramenta específica, o
ideal é utilizar a indicada. Em qualquer caso, a padronização final deve seguir exatamente o
que o edital ou periódico exige (mesmo estilo de citação e referências), então é necessário
conferir essas normas e ajustar o manuscrito antes da submissão.
■ Checklist de onboarding (contas + extensões + plugins + estilos)
Obrigatório: ORCID, Lattes e Google Scholar atualizados, além de acesso ao Google Drive
e Google Classroom. Outras ferramentas, extensões ou plugins não são obrigatórios e
dependem do projeto.
4.1 Guia prático de ferramentas (dicas e tutoriais)
■ Google Scholar – usado para organizar e mostrar sua produção acadêmica
■ Lattes – principal currículo acadêmico (https://abre.ai/lattesss )
■ ORCID – identificador acadêmico, manter atualizado regularmente
■ CAFe – acesso institucional a artigos (https://abre.ai/capes-cafe )
■ Zotero / Mendeley – gerenciadores de referência (como importar, organizar e citar)
■ Rayyan – ferramenta para triagem de artigos, útil e intuitiva (https://abre.ai/rayann
5) Fluxo completo do artigo e escrita científica
■ Como funciona o fluxo completo da produção do artigo (da ideia até
submissão/publicação), incluindo o ciclo completo até publicação e quem revisa o
quê ao longo do processo (revisor interno, checklist, prazos)?
O fluxo começa com a definição do tema pelo professor, geralmente ligado à Atenção
Primária, com mini-guia orientando a escrita. A produção ocorre de forma individual ou em
grupo, com divisão ou unificação das partes. O acompanhamento acontece por checkpoints
e atividades no Classroom. A revisão é contínua e feita tanto pelos alunos quanto pelo
professor, que supervisiona e orienta todo o processo. Ao final, todos os membros revisam
integralmente o material, que é ajustado coletivamente antes da submissão. Os prazos são
definidos conforme o projeto e eventos científicos, e a contribuição ao longo do processo
influencia a coautoria.
■ Estrutura básica de um artigo (IMRaD: Introdução, Método, Resultados, Discussão)
Os artigos seguem a estrutura IMRaD: Introdução, Método, Resultados e Discussão. A
conclusão pode aparecer como parte final da Discussão ou como uma seção separada,
dependendo do formato do periódico ou do tipo de trabalho (especialmente em resumos). A
estrutura é definida conforme o modelo exigido, mantendo a organização científica padrão.
■ O grupo trabalha com quais “entregáveis” por fase (protocolo, estratégia de busca,
PRISMA, extração, manuscrito, submissão)?
Os entregáveis variam conforme o projeto e não seguem todas as etapas formais. Em geral,
os materiais já são fornecidos pelo professor ou estão no Drive, e os membros atuam
principalmente na leitura, análise e escrita (resumos ou manuscrito). Etapas como busca
sistemática ou PRISMA podem não ser feitas diretamente ou aparecer só em fases mais
avançadas. Tudo é organizado no Classroom e acompanhado pelo professor até a
submissão.
■ Onde ficam os modelos (template do Word/Docs, checklist PRISMA, exemplo de
artigo do grupo)
Os materiais ficam organizados no Google Drive do projeto, incluindo documentos de
referência, artigos e outros conteúdos necessários para a produção. O acesso é
disponibilizado conforme o andamento do projeto.
6) Leitura crítica, extração e organização do conhecimento
■ Qual a função dos destaques de artigos e qual o padrão de destaque (o que
destacar — PICO, métodos, limitações, resultados-chave — e como
nomear/registrar)?
Os destaques de artigos servem para selecionar, de forma rápida e padronizada, as
informações essenciais de cada leitura — PICO (população, intervenção, comparação,
desfecho), métodos (tipo de estudo e amostra), resultados principais, limitações e conclusão
— permitindo que você utilize esse material diretamente na escrita acadêmica sem precisar
reler o artigo completo. O registro deve ser organizado de forma clara no banco ou no Drive,
com identificação do tema ou do conteúdo destacado, facilitando a localização e o uso posterior
■ Banco de citações: onde fica, qual o formato (trecho + contexto + página + DOI) e
como reutilizar sem “colagem”?
O banco de citações fica no Google Drive do projeto e funciona como um repositório
organizado de materiais completos, incluindo artigos em PDF e/ou Docs, além de resumos
e registros utilizados na produção científica. Dentro desses arquivos, é possível localizar
páginas, trechos e conteúdos relevantes conforme a necessidade. A reutilização deve ser
feita sem “colagem”: o conteúdo deve ser lido, compreendido e reescrito no texto com suas
próprias palavras, mantendo a referência ao material original.
■ Como organizar referências estrategicamente dentro do texto e qual a estratégia de
citação (quando citar diretriz, estudo primário ou revisão)?
As referências devem ser distribuídas ao longo do texto para sustentar cada ideia relevante,
e não concentradas em apenas uma parte. A escolha do tipo de citação depende da função:
diretrizes são usadas para recomendações consolidadas, estudos primários para dados
específicos e evidências diretas, e revisões para contextualização e visão geral do tema. A
organização estratégica consiste em alinhar cada argumento com a fonte mais adequada,
garantindo coerência e sustentação científica.
■ “Como usar IA para tudo?” (incluindo prática de leitura e síntese) e dúvidas que
aparecem
A inteligência artificial deve ser utilizada como ferramenta de apoio na leitura, síntese e
organização do conteúdo, auxiliando na compreensão de artigos, explicação de trechos
difíceis, estruturação de ideias e resolução de dúvidas sobre o projeto. No entanto, o uso
eficaz exige leitura ativa, interpretação própria e adaptação do conteúdo à escrita
acadêmica, utilizando a IA como suporte e não como substituição do processo intelectual.
7) IA no processo (limites e padronização)
■ Qual o padrão do grupo para o uso de IA e o que é (ou não) permitido?
O uso de IA é focado em processamento e suporte, nunca em criação autônoma. É
permitido: Gerar e utilizar prompts estruturados para auxiliar na correção gramatical,
sugestão de sinônimos, formatação de referências, resumir artigos para estudo e extrair
dados brutos de tabelas. Não é permitido: Gerar texto final diretamente (o famoso "copiar e
colar"), delegar a escrita de conclusões ou usar a ferramenta para criar conteúdo sem base
nos dados reais. A regra do grupo é: a revisão humana é obrigatória em 100% das
sugestões. A IA sugere, você valida e assina embaixo.
■ Transparência: precisa declarar uso de IA no manuscrito? em quais casos?
Sim, a transparência é um pilar ético do nosso grupo. Você deve declarar o uso de IA
sempre que a ferramenta for utilizada para redigir partes do texto, analisar dados ou traduzir
termos técnicos.
■ Como evitar erros típicos (alucinação de referência, interpretação errada, “resultado
inventado”)
Para evitar a alucinação (quando a IA inventa fontes que não existem), é terminantemente
proibido usar a ferramenta para busca bibliográfica; toda fonte citada deve ser conferida manualmente no documento original. Além disso, nunca utilize a IA para interpretar
resultados sem que você tenha feito a análise prévia. A conferência humana é o único filtro
contra interpretações erradas e resultados inventados que podem comprometer a
integridade científica do projeto.
FAQ FIXA
1. Onde estão as tarefas oficiais da semana e qual é a regra quando diverge do
WhatsApp?
A fonte única de verdade é o Google Classroom. O WhatsApp serve apenas para alertas e
avisos rápidos. Em caso de divergência, siga sempre o que está postado e datado no
Classroom.
2. Temas: como propor, quem decide, e quando começa a contar como trabalho do
grupo?
Você pode propor temas, mas a execução depende do alinhamento com os prazos de
congressos. A decisão final é sempre do professor, que define se a proposta se tornará um
trabalho oficial do grupo. Uma vez decidido e alinhado, o tema entra no fluxo de produção.
3. Pontuação/coautoria: onde ver, quem atualiza, e quais ações pontuam o quê?
O professor atualiza os pontos constantemente e envia o extrato de forma proativa via
WhatsApp privado. Pontuam: entregas no Classroom, presença em checkpoints e
participações em atas. O acúmulo de pontos garante a vaga na coautoria dos artigos.
4. Ferramentas: qual usar em cada etapa e qual é o padrão oficial
(Zotero/Rayyan/etc.)?
Não existe uma ferramenta única obrigatória para tudo (como Rayyan ou Zotero). O padrão
é seguir o que for definido em cada tarefa específica. O foco é o resultado entregue no
Classroom, usando a ferramenta que a coordenação orientar para aquele trabalho.
5. IA: pode para quais tarefas, com quais cuidados, e o que é proibido?
Pode: Usar prompts para reescrever, corrigir gramática, resumir e formatar.
Proibido: Gerar texto final sem revisão, inventar dados ou usar para busca bibliográfica
(risco de alucinação).
Cuidado: A revisão humana é obrigatória e o uso deve ser declarado no manuscrito.
ORIENTAÇÕES E RECURSOS
❖ Padronização e Normas
Para garantir a qualidade académica das nossas publicações, todos os membros devem
seguir as normas da ABNT. Abaixo, encontras os links essenciais e as regras fundamentais
de formatação.
Links Úteis:
Guia completo para a elaboração de trabalhos académicos:
https://www.pucsp.br/sites/default/files/download/biblioteca/2025/manual-para-elaboracao-d
o-trabalho-academico-com-citacoes-e-referencias-em-padrao-abnt.pdf
Consulta específica para nomes compostos, sobrenomes hispânicos, prefixos ou graus de
parentesco:
https://normas-abnt.espm.br/index.php?title=Refer%C3%AAncia_(obrigat%C3%B3rio)#Auto
ria:_hisp%C3%A2nicos,_nomes_compostos,_com_grau_de_parentesco_e_com_sobrenom
es_com_prefixos
❖ Dicas Gerais
Acesso a Periódicos e Impacto Científico
● https://www.periodicos.capes.gov.br/index.php/acesso-cafe.html: Utilize o acesso
remoto via Comunidade Acadêmica Federada (CAFe) para consultar as principais
bases de dados científicas do mundo.
● https://www.scopus.com/sources.uri: Consulte aqui a lista das revistas de maior
impacto e métricas de relevância acadêmica por área do conhecimento.
Capacitação e Tutoriais
● https://youtube.com/playlist?list=PLK23gfoa5wbKZq0iZK_qWm-TVHj_wrRBO&si=p0I
oVWWHICCXedsP: Conjunto de vídeos instrutivos sobre os processos de escrita, métodos de pesquisa e orientações gerais do grupo