Quem escreve nossos livros
Quem escreve nossos livros
A escrita se tornou parte indivisível de Antonio Marcello desde sua adolescência nos anos 1990. Por ser introvertido e se sentir "diferente", ele sempre recorreu ao papel e à caneta para expressar seus sentimentos e como se conecta com tudo o que acontece no mundo e em seu universo particular.
Mas foi apenas em 2016, após vencer desafios pessoais que mudaram para sempre sua vida, que Antonio percebeu a importância de transformar a paixão pela escrita em algo maior: ele decidiu usar sua voz para contar histórias sobre a beleza e a dor da experiência humana através das lentes do amor, da superação, do perdão, da empatia e da esperança.
Escrever se tornou seu maior objetivo na esperança de inspirar mudanças na vida das pessoas e levar uma mensagem positiva ao mundo.
Hello, Adam, seu primeiro livro, é apenas o início dessa caminhada.
Escritora desde a infância, Giovanna Cezar sempre encontrou na ficção uma forma de expressão pessoal. Apaixonada pela arte de contar histórias, ela se aventurou nos campos da literatura, do audiovisual, da música e das artes plásticas. Aos 23 anos, Giovanna aspira nada mais do que trazer ao mundo suas personagens e narrativas - e talvez, no processo, revelar um pouco das muitas histórias que carrega consigo.
Do Amor (Que Tive) é seu primeiro livro.
Keli Vasconcelos nasceu em São Paulo, em 1982, filha de uma dona de casa baiana e um mecânico pernambucano, hoje aposentados. Tem um irmão mais novo que vale por dez, e este tem dois cachorros que são as coisas mais lindas!
É jornalista de formação, mas não se empolgue, pois ela é freelancer. Faz tanta coisa que no final sente que nada fez.
Gosta de dizer que escreve. Quando não escreve, fotografa. Quando não fotografa, desenha. Quando não desenha, borda. E quando não borda, faz um poema.
Entre tropeços e sucessos, já publicou um livro de crônicas, São Miguel em (uns) 20 contos contados (2014), e alguns trabalhos online, como a webcomic VooOnda (2020/2021).
Alguns verbos para o jardim de J. é o seu primeiro romance ficcional.
Marília Rizzon, a Lila, é contadora de histórias, autora de romance contemporâneo e ensaísta. Já teve programa de TV, participou de programa de rádio, faz palestras e escreveu o romance Num Sofá de Bolinhas - Amor & Terapia. Sua prosa fluida e carregada de significado envolve do início ao fim. Escritora, jornalista, feminista, astróloga e inventadeira, Lila acredita que histórias transformam pessoas e, assim, mudam o mundo! Por isso, quando não está escrevendo suas histórias, está lilando por aí, encontrando novas histórias e causos pra contar!
Para saber mais, visite seu site www.lilarizzon.com.br.
A Renata viveu as dores e as delícias da vida urbana, até conseguir acessar uma nova cultura em que pessoas assumem responsabilidade e se integram intencionalmente à natureza. A cada nova descoberta disso que parecia um novo mundo, foi ficando mais claro que o importante não era saber tudo e chegar a um destino, mas que se jogar nessa jornada de aprendizagem é o real viver.
Apesar de seus 4 graus de miopia, possui uma facilidade gigantesca de transformar processos em esquemas visuais, compartilhando por onde passa os encantamentos de aprender com as plantas, as sementes, os bichos e os elementos naturais.
Ela acredita que não há jornada de uma pessoa só e que precisamos valorizar o que realmente importa para navegarmos juntos nessa rede.
Além de Ogan Alabê no Ilê Axé Jagun e professor de Música e Cultura Afro-brasileira mundo afora, Vitor é artista da música há 50 anos. Nessa trajetória, gravou sete discos e se apresentou em quatro continentes. Desde 2017, dirige o Teatro Popular Solano Trindade, em Embu das Artes, que homenageia seu avô e é referência para grupos folclóricos de São Paulo e de todo o país. Leva consigo a força de seus avós, Solano e Margarida, e seus pais, Raquel e Jorge de Souza, agora também para a academia: neste ano de 2023 é doutorando em musicologia pela Universidade Franz Liszt, na Alemanha, e em 2021 defendeu na ECA-USP a dissertação de mestrado que deu origem a esse livro. Publicou também "Oganilu: O Caminho do Alabê", em 2019, e "A Vela Branca de Oxalá", em 2021.
A música, a cerâmica, a poesia e a pintura habitam o universo de Ligia Beatriz Xavier desde criança. De pés descalços, brincando na terra depois da chuva, subindo no pé de jabuticaba, abraçada pelas montanhas de Minas, lavando a alma nas cachoeiras, embalada pelos “causos” ao pé do fogão à lenha que a poesia impregnou, tatuou seu corpo, ainda bem pequena, com uma tinta invisível, que só se revelou mais tarde, já morando em São Paulo.
Sua poesia mostra o seu amor por Minas, nos fala de encontros, da solidão, do feminino.
Na margem do fim é seu primeiro livro de poemas, com ilustrações da própria autora.