CARTA DE MULHERES PRESBITERIANAS À IPB
Mulheres presbiterianas de diferentes regiões do país se reuniram e escreveram a "Carta de Mulheres Presbiterianas", em reação às resoluções do SC que discriminam a mulher em sua participação na vida da Igreja, considerando-a apenas uma mera "auxiliadora".
A Carta endereçada à IPB revela o descontentamento de mulheres presbiterianas privadas de funções eletivas, por exemplo diaconisas, servir os elementos da ceia e, principalmente, pregar nos cultos, como sempre fizeram.
Milhares de mulheres assinaram a carta e centenas de homens que apoiaram a iniciativa das presbiterianas da "Colegiada". O ER apoia e divulga a Carta por compartilhar dos postulados defendidas por essas virtuosas mulheres presbiterianas. A "Carta" recebeu notoriedade na mídia e constitui-se em um documento histórico por representar o desejo das mulheres de exercer a sua vocação cristã e contribuir efetivamente com a Igreja.
Para assinar a Carta de Mulheres - CLIQUE AQUI
Mídia
Folha de São Paulo faz reportagem sobre a Carta de Mulheres Presbiterianas à IPB e destaca a disposição das mulheres em atuar na Igreja.
Para ler a reportagem, click no link abaixo:
Articulista da Carta Capital, a teóloga Angélica Tostes se solidariza com às mulheres presbiterianas, em um bela mensagem.
Clique abaixo:
Opinião: Sobre o jugo rígido e o fardo pesado sobre as mulheres presbiterianas
Em reação aos comentários sobre a Carte de Mulheres Presbiterianas, teólogo leigo apresenta importante reflexão "Sobre o jugo rígido e o fardo pesado sobre as mulheres presbiterianas.
O Pb. Flávio Pinheiro, da IP Butantã, SP, nos desafia a refletir sobre as incoerências de alguns argumentos sobre o papel da mulher na Igreja.
Para ler o artigo, clicar no link abaixo:
Opinião: O jugo rígido e o fardo pesado
Resoluções do Supremo Concílio 2022 sobre a Mulher Presbiteriana
A mulher não pode pregar no culto solene da Igreja > Mulheres Proibidas de Pregar
A mulher não pode servir os elementos da Ceia
Mulheres proibidas de servir a Ceia
A mulher não pode ser eleita para ministérios ordenados > Mulheres não podem ser diaconisas
Em 2021, o ER conversou com presbiterianas de diferentes regiões que concordaram com a importância de se resgatar a dignidade da mulher na Igreja.
Mais do 'auxiliadora", a mulher é "companheira" e integrante ativa na vida da Igreja e deve ter os mesmos deveres e privilégios.
Em 2018 O Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil 2018
limitou a participação das mulheres em seus cultos, em resolução que define que "a mulher deve permanecer calada na igreja"!
Mulheres presbiterianas se manifestaram em favor de plena participação na vida da Igreja.
Como elas não tem acesso direto aos concílios, decidiram se manifestar por meio de um abaixo assinado que expressa o descontentamento com a resolução 2018. ;;;;;
Leia todo o texto aqui
ENTREVISTA do Rev. Wilson Emerick para o Radio e TV Pense Bem, direto da IP Central de Cuiabá - Reunião do SC 2022
Por que a IPB deve eleger DIACONISAS?
Na reunião ordinária do Supremo Concílio 2022, em Cuiabá (MT), os deputados que representam 387 presbitérios da Igreja Presbiteriana do Brasil examinarão e votarão proposta a respeito da eleição de diaconisas. Há concílios que solicitem autorização para proceder a eleição de mulheres para o exercício do diaconato.
Quase todas as igrejas presbiterianas e reformadas de todo o mundo já elegem diaconisas há tempos - será que somente a IPB faz a interpretação correta das Escrituras ou se baseia na mentalidade sexista dos que exercem o poder?
Leia o Artigo > Por que eleger DIACONISAS?
Tema antigo, mas sempre atual e necessário nas discussões da Igreja, a IPB é uma das poucas igrejas presbiterianas ou reformadas em todo o mundo que ainda resiste a aprovar a ordenação de mulheres. Aliás, ultimamente impôs o silencio às mulheres, impedindo-as até mesmo de pregar na igreja.
Vale resgatar a entrevista do saudoso Rev. Dr. Waldyr Carvalho Luz, um dos mais respeitados professores de exegese no Seminário Presbiteriano do Sul, em Campinas, onde também exercia a docência na Unicamp, onde era admirado por todos como um catedrático em Filologia.
Entrevista Dr. Wladyr: CLIQUE AQUI