Certamente posso afirmar sem ressalvas quê, Amon-rá é dentre os humanos materiais que conheci e que tiveram desenvolvimento de suas habilidades ainda com muito pouca idade, um entre raros que exibe um potencial de canalização energética extremamente elevada, sendo capaz de nutrir conscientemente um inexplicável e quase acabado domínio do padrão físico vibratório da própria matéria de seu corpo, ao ponto de desenvolver algumas realizações e atos que até este momento, eu só fui capaz de presenciar nos planos espirituais e etéreos e isso, tendo sucedido por raríssimas vezes.
Certamente que seu potencial energético é o mesmo que cada um de nós, mas com relação específica a ele, aquilo que merece ser observado de uma maneira bastante atenta, parte do princípio deste autocontrole observado sobre estas forças desencadeadas e manifestadas de forma tão espontânea e absolutamente natural que é feita por ele.
Já havia presenciado em algumas outras ocasiões, certa evolução e desenvolvimento acelerado das habilidades manifestadas por alguns dos humanos terráqueos, contudo, logo após Amon chegar até a *Linha de Kármán, fazendo uso de sua habilidade de voo, fator que quase lhe custou à própria vida, foi inevitável ter que decompor meus parâmetros e pontos de vista sobre as reais potencialidades humanas.
O fato na época foi muito noticiado, tendo sido razão para uma vasta campanha contra o uso e para um maior controle de liberdade dos meta-humanos que era feito pelos exércitos em guerra.
Seja como for, o episódio deixou explícito que, talvez, os limites que supostamente existe entre nossas restrições físicas em equivalência com potencialidades espirituais, sejam menor do que aquelas que todos nós acreditávamos ser até este momento.
É certo que em nenhum instante Amon demonstrou soberba ou descontrole pessoal quanto a esta sua superioridade que a princípio, ainda não se manifestou em outros, mas tanto quanto eu, ele tem a consciência do que significa tamanha extensão de habilidades manifestadas.
*Nota do Editor: Linha cujo estimativa de altitude é de 100 km acima do nível do mar, entendida consensualmente como início do espaço exterior, sobretudo em tratados espaciais e aeronáuticos.