A Lua é o satélite natural do planeta Terra e como quase não tem atmosfera nem sê sujeita a outros agentes erosivos, sua superfície é coberta por marcas de impacto de outros corpos na forma de inúmeras crateras; visualmente, é dividida em duas regiões conforme sua coloração: as terras altas, geralmente mais claras, e os mares, bacias de impacto preenchidas com lava que se mostram mais escuras.
Dentre as influências que a presença da Lua gera na Terra, está a ocorrência das marés e a estabilidade no eixo de rotação.
*Nota do Editor: Consulte o Glossário.
O planeta telúrico mais remoto do Sol, com metade do calibre da Terra, apresenta acidentes geográficos notáveis, como o Monte Olimpo, o maior vulcão extinto do Sistema Solar e o Valles Marineris, um sistema de cânions que se estende por mais de três mil quilômetros na região equatorial.
Por vezes formam-se nuvens de vapor de água e neblina sobre vales e crateras, provocando eventuais precipitações sob a forma de neve nas calotas polares.
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O maior e mais massivo planeta do Sistema Solar, frequentemente surgem vórtices e sistemas de tempestades circulares, como a Grande Mancha Vermelha, uma tormenta maior que a Terra e que resiste há séculos; Entre os gases que compõem sua atmosfera, hidrogênio e hélio são os mais abundantes, seguidos por pequenas frações de vapor d'água, metano e amônia.
Nas castas gasosas inferiores do planeta, a pressão atmosférica é suficiente para fundir o hidrogênio. Já nas camadas mais internas do planeta, o mesmo elemento contrai atributos metálicos tornando-se eletricamente condutivo, gerando, através do fluxo de cargas elétricas, um intenso campo magnético cuja intensidade é vinte mil vezes superiores ao que é produzido pelo planeta Terra.
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Segundo maior planeta do Sistema Solar, inclui uma composição rica em hidrogênio e hélio e sua atmosfera, em função do calor irradiado do interior, apresenta-se em constante turbulência; Embora mais fraco que o de Júpiter, o campo magnético do planeta ainda é quinhentas vezes mais intenso que o terrestre, mas a característica mais notável é seu impressionante sistema de anéis, formado essencialmente por fragmentos de gelo que se prolongam por faixas, com milhares de quilômetros de extensão e paralelo ao equador do planeta.
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O sétimo planeta a partir do Sol e o primeiro a ser descoberto com o auxílio de um telescópio em 1781. O sentido de rotação é retrógrado relativamente ao da maioria dos corpos do Sistema Solar, além de seu eixo de rotação ser bem inclinado, fazendo que cada um dos polos do planeta fique diretamente voltado para o Sol durante um longo período.
A atmosfera de Urano, formada principalmente de hidrogênio e hélio, além de uma pequena quantidade de metano, responsável por sua coloração azul-esverdeada, e água, mostra-se eficaz conforme as mudanças de estação do planeta.
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Desde que foi encontrado em 1930, Plutão permaneceu sendo o nono planeta do Sistema Solar, até 2005 a partir de então passou a ser chamado planeta anão; tem dois terços do diâmetro da Lua e atualmente se pensa que o núcleo é rochoso e cercado por uma espessa camada de gelo.
Sua órbita excêntrica faz com que, durante um período de vinte anos, o planeta fique mais próximo do Sol que Netuno, sendo possível a formação de uma tênue e temporária atmosfera resultante da vaporização de compostos anteriormente em estado sólido.
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