Reconhecido e muito próspero empresário do ramo das telecomunicações que na virada da última década do século passado (1990), “aventura-se” de modo sistemático e muito bem direcionado, no investimento maciço e na aquisição de diversas novas pequenas corporações da extensão de tecnologia computacional avançada, sobretudo, tendo como um dos seus fundamentais focos, a implantação dos diversos sistemas de distribuição destas, na época, novas e promissoras tecnologias.
Adolpho Hscheebeli Yudavich, que desde o princípio continuou envolvido e inteiramente vigilante ao advento e a ampliação de tais tecnologias, em poucos anos e antes mesmo de os meados desta nova década, tornou-se a principal referência empresarial do setor, chegando perto do monopólio do mesmo, através de sua atenção visionária com aquilo que prometia e de fato viria a ser, este novo século que se anunciava ao mundo.
Por consequência inevitável do seu sucesso empresarial e de sua atuação pontual, perfeita e premeditada em determinados segmentos, sua competência e força de autoridade mundial, em quase todos os setores da sociedade expandiu de maneira muito acelerada, sendo quase incomparável, ficando desta maneira, definitivamente dispensável qualquer tipo de referência ao tamanho de seu poderio financeiro.
Com a página do século virada e o estabelecimento tranquilo, amigável e prolífero originário do convívio iniciado com raças extraterrenas de nossa e outras galáxias, somado o câmbio de conhecimento e avanços tecnológicos que estavam sendo feito, certamente, um promissor e “novo mundo” se expunha no horizonte humano do período, entretanto, este horizonte seria inteiramente nublado muito rapidamente logo após o desentendimento dos planos de certas nações com semelhança à colonização da via láctea que permanecia sendo feito até então, por nós, seres humanos terrestre, encabeçados pelas grandes potências mundiais.
Dado a não ponderação dentre adequados estados menores, mas que eram absolutamente estratégicos para as atuações que estavam sendo realizadas em âmbito extraterreno naquela ocasião, inevitavelmente, “pequenas grandes guerras” tiveram registrado o seu inicio.
Congregado a desordem governamental motivada em certas partes do globo, associado ao advento dos iniciais, meta-humanos que fundaram milícias e que em nada se influíam com as guerras em curso, o reaparecimento da técnica da pirataria naval, resurgiu em pleno início do século 21; Chegado ao mesmo tempo, a pesquisa, extração, domínio, armazenamento e uso da bio energia humana, já se achava bem avançada, ainda não noticiada ao vasto público e, de maneira previsível e coerente algum poderoso e grande visionário empresarial, de certo estaria vigilante aos frutos vindouros que tal prática poderia proporcionar aquele que viesse a ter o domínio inicial deste novo, e mais uma vez, promissor setor que apontava no horizonte.
Bem antes do início da grande guerra, a bio energia humana já era usada como combustível e, a partir do mando metódico de meta-humanos pelos governos mundiais e gravidade cada vez maior dos conflitos armados e condições de sobreviver de certos povos em dadas regiões, por efeito, outra prática sórdida da humanidade teve seu reinício, pautada inicialmente como uma das únicas, se não o único modo de definidos povos sobreviver, o comércio de humanos como ESCRAVOS, voltava a fazer parte da história da humanidade.
Do início até hoje, O Mercador, é tido como salvador, bem feitor e altruísta por extrair milhares de pessoas, de pontos que estavam condenados a serem extintos, como de fato foi, contudo, advindo disso, o comércio escravagista em muito pouco tempo rompeu as fronteiras de nosso sistema solar e neste caso de maneira completamente ilegal.
Tal quais inúmeros fatos na vida da humanidade, Hscheebeli Yudavich é um claro exemplo de homem quê, todos compreendem aquilo que ele faz e dos “negócios” cujo são gerenciados por ele, porém, nenhuma pessoa, oficialmente, pôde ou pode comprovar, seja pela razão do medo, conveniência ou por que ele realmente sabe fazê-lo, e assim, tudo continua sendo.
Em solo terrestre é absolutamente compreensível que se faça bom valor sobre suas ações, que verdadeiramente salvou milhares de vidas em certo momento e devido as inevitáveis circunstâncias, ainda mesmo com todas as enormes quantias financeiras atreladas ao fato, porém, diferente do “uso” habitual de um escravo em solo humano, que normalmente se limita aos trabalhos braçais no *Grande Gerador e que vias de regra é usado como um meio de pagamento de impostos devidos ao Império, pelos raros remanescentes abastados espalhados pelo mundo, sendo que fora do planeta, dado o potencial energético que hoje se sabe conter em nós seres humanos, é algo de fato extremamente elevado em arquétipos de energia para os mais diversificados e inimagináveis usos possíveis.
O fator proeminente principal, é que para conseguir a maior quantidade provável de bio energia utilizável de um ser de nossa espécie, necessária e inevitavelmente, isso termina levando esta pessoa ao seu limite e, sem figura de linguagem, à morte factual, sendo toda a energia vital sugada de dentro de si. É habitual que isso seja feito das atitudes mais desumanas imagináveis, notado quê os atrelados processos e procedimentos artificiais usados para esta finalidade, ao que se assemelha, estimula grandemente o aumento da energia produzida, principalmente a partir da ampliação da adrenalina quando içada através do medo e do mais pronto desespero.
Seja como for, é de informação pública as ações e a influência desempenhada pelo Mercador para que as grandes nações em uma convenção trivial e urgente perpetrasse a lei para o comércio escravocrata novamente a partir das premissas e das direções que permaneciam sendo produzidas pelas guerras que se abarcavam em completo movimento, sendo assim instaurado em meados da primeira década do novo século, a mordaz *Lei Áurea do Humano Livre, que trazia no nome a infeliz e irônica parecença feita com a Lei Áurea original, que revogava por completo toda escravidão.
*Nota do Editor: Consulte o Glossário
Certamente desde os primórdios da corrida espacial cuja origem brotou da concorrência armamentista surgida após o fim da Segunda Guerra com a captura de tecnologia e peritos de foguetes avançados alemães, por parte de Soviéticos e Americanos, por efeito, houve um avanço sem precedentes nos gastos direcionados a estes intentos, o que acelerou os avanços científicos e tecnológicos para toda a humanidade.
Através de esforços desbravadores entre 1957 e 1975, a corrida espacial assumida dentre ambas as superpotências, culminou no lançamento de satélites artificiais, voo espacial tripulado suborbital e orbital em torno da Terra e também viagens tripuladas à Lua.
Desde o lançamento do primeiro satélite artificial pela *URSS, o Sputnik-1 em outubro de 1957 (primeiro objeto posto em órbita pela humanidade), advindo por Iuri Gagarin (primeiro humano a viajar pelo espaço, em abril de 1961), distintas missões que circum-navegaram a Lua, até finalmente o bem sucedido pouso dos Americanos na mesma com a, Apollo 11 em julho de 1969, tranquilamente a corrida espacial havia inaugurado a era das “grandes navegações espaciais”.
No transcorrer da década de 1980, se estabeleceu dilatados programas e processos de armas espaciais que poderiam causar a militarização do espaço, tanto por soviéticos, que renunciaram o seu programa ainda no começo de 1987, quanto por americanos, que diferente, manteve o seu parcialmente ativo ainda durante a década seguinte.
Entretanto até este momento, os investimentos encorpados neste campo característico, eram prerrogativas essencialmente de programas estatais, o que se transformou ainda no início dos anos 90, com a estruturação de certas corporações de maneira privada tendo o enfoco na construção e ampliação dos transportes de lançamento e aeronaves espaciais, todas fundadas e dirigidas pelo empresário das telecomunicações e entusiasta das inovações tecnológicas computacionais, e na ocasião já milionário, Adolpho Hscheebeli Yudavich, referido como O Mercador, nome com o qual ele ficaria conhecido alguns anos mais tarde.
Atualmente, ele é descrito como um grande visionário do meio visto quê, com o estabelecimento da relação e entendimento iniciado com raças extraterrenas de nossa galáxia anterior ao fim desta década e virada do centenário, pode-se afiançar que as prerrogativas conquistadas por suas corporações qualificaram não tão só a humanidade neste diálogo, mas igualmente conectou progressos tecnológicos significativos em todos os seus empreendimentos em solo terrestre e mesmo em meio extraterreno, transformando-o em escassos anos, em um dos homens mais poderosos e influentes dentro e fora do planeta.
Novamente é certo que tal influência se estendeu perante a *Federação Intergaláctica em toda Via Láctea e galáxias adjuntas, benquisto que a construção e manutenção de todas as estações espaciais, orbitais e de aeronaves deste setor, são concretizadas pelas empresas de Hscheebeli Yudavich, mesmo embora incluindo determinada participação direta do Império terrestre nos empreendimentos.
*Nota do Editor: URSS – A União das Repúblicas Socialistas Soviéticas foi um Estado socialista localizado na Eurásia que existiu entre 1922 e 1991, governada por regime uni partidário altamente centralizado.
Adolpho Hscheebeli Yudavich, já era um raro modelo, visionário e próspero empreendedor do campo das comunicações e sócio majoritário de um amplo conglomerado de meios de comunicação social televisiva a nível mundial e de distintos domínios de coligações menores de entretenimento, sendo ele desde meados da década de 1980, um grande investidor no setor das telecomunicações móveis e de novas tecnologias computacionais avançadas, quando de fato incide atrair larga atenção ao investir pesado na indústria aeroespacial por meio de estudo, projetos, fabricação e operação de módulos, foguetes e veículos de transporte espacial.
Teve como ponto inspirador inicial, as estações espaciais *Skylab (norte-americana) e *Mir (russa), do início até o meio da década de 90, pôs em órbita com sucesso a primeira estação espacial modular que derivaria a ser a primeira de muitas ações de financiamento privado deste caráter, norteado por ele de maneira constante a partir de então.
Foi um pouco antes do final da década dos anos 90 que teve início a pré-colonização espacial pelos humanos e já com auxílio ativo de raças extraterrenas que tinham feito contato oficial, partindo então das primeiras quatro estações que se achavam ativas, estando duas em órbita terrestre, uma inserida em território Lunar e a quarta, situada a um raio de cerca de 800.000 km da Lua em direção a Marte; Nesta ocasião eu ainda ocupava o posto de Almirante de Esquadra na Marinha Brasileira e cheguei a estar efetivamente na elaboração de projetos de módulos de *engenharia astronáutica que estariam na lista de módulos anexados em algumas dessas novas futuras estações.
O avanço tecnológico da primeira metade do novo século foi excepcional e seguramente adicionou ciência técnica aos humanos, equivalente há décadas a cada ano acrescido, sendo decorrente das convenções firmadas entre as maiores Nações Terrestres, a efetivação da colonização da Via Láctea, feito a passos largos quando do início dos primeiros conflitos generalizados em solo terrestre.
Visto que o crescimento moral dos “humanos” em solo não incidiu com a mesma agilidade e minhas atribuições militares perante tais conflitos ao mesmo tempo em que me afastaram então da cúpula colonizadora, me transformou em um elemento efetivo no procedimento prático da estabilidade na presença do comando da Federação Intergaláctica, que de modo premeditado foi mantido alheio aos acontecimentos em solo terrestre até muito tempo após o início da Terceira Grande Guerra.
É crível que ocorreram a ter alguma ciência sobre o assunto, não sei se por descaso ou conveniência, admitiram ter tais notícias, somente quando Hscheebeli Yudavich colocou *A Arca em atividade, um dos seus grandes projetos e, desta forma passando então a ser conhecido em toda Via Láctea como O Mercador.
Certamente é imprescindível eu narrar em um futuro registro, tanto a sua atuação no planejamento quanto a influência exercida por ele perante os líderes das Grandes Nações para a elaboração, assinatura comum e instauração no ano de 2007 da* Lei Áurea do Humano Livre, lei esta, cujo qual eu também tive participação efetiva e direta.
*Nota do Editor: Consulte o Glossário