Exerce a função de técnica de monitoramento e seguridade no posto central do mostrador leste no complexo central da *FEG, sendo a principal encarregada do setor e tendo outras pessoas sob sua supervisão e mando direto, não é alguém que demonstre soberba ou arrogância pelo cargo que ocupa, mas diferente disso, mostra ser uma pessoa amável, compreensiva e extremamente calma, sendo ainda muito observadora e de raciocínio amplamente lógico, prático e direto.
Sua aparição básica já delata que é namorada de Andrey, técnico de informática de segurança da mesma instituição e de modo oculto, membro da resistência humana, fato este desconhecido por parte dela, que demonstra não nutrir nenhuma afinidade ou empatia com as diretrizes estabelecidas e mormente os procedimentos empreendidos pelo governo imperial, contudo, também evita de maneira atenta, estar envolvida em qualquer espécie de situação em que possa se comprometer direta e abertamente contra o mesmo.
Faz parte do grupo empenhado na elaboração e desenvolvimento no androide *Piccola, sendo sua instância partes da programação dos algoritmos e inda por conceber sua disposição e aparência física final, sendo este, um trabalho realizado por ela de maneira voluntária, principalmente pela estreita proximidade e relacionamento que mantém com Andrey e certamente por seus conhecimentos técnicos que lhe qualificam para isso.
Certamente a inteligência seja um de seus atributos mais evidentes, mas também é uma jovem mulher ligeiramente vaidosa, dona de gostos e estilo pessoal muito característico e particular, cujo não demonstra ter preocupações maiores com relação a opiniões alheias de quem quer que seja.
O único familiar vivo acessível hoje em dia, é um irmão mais velho, adotivo, cujo qual com afeto ela o nomeia de Nenê como de modo ocasional tem contato com ele através de vídeo chamada, e por meio destas inteirações, eventualmente ela vem a conhecer algumas poucas histórias de seus familiares mais próximos, como sua mãe e de uma "suposta" tia avó, que haveria sido declarada pela família como desaparecida ainda antes do final da guerra, fato este ocorrido anteriormente ao seu próprio nascimento.
Mesmo e apesar do cargo que exerce, mantém uma vida pessoal extremamente discreta e relativamente comum a maior parte da população, residindo em um modesto *centro de moradia de mão de obra local não muito distante do complexo da FEG onde trabalha. Como a maior parte das pessoas nesta nova configuração de mundo atual, fora quando está envolvida diretamente nos trabalhos que realiza no androide Piccola, não mantém convívio contínuo com quase ninguém além de Andrey.
Até esta ocasião, nenhum fator meta-humano lhe foi conferido e apesar de demonstrar ter certas ressalvas quanto aos modos como estes indivíduos são tratados pelo governo, também não há nenhum registro de que ela conheça algum pessoalmente ou mantenha relações de proximidade com qualquer meta-humano.
Nota do Editor: Primeira aparição prevista para a nova edição de n°1 de Nova Era página 03. Para marcações no texto, consulte o Glossário.