Major Arcy na História !!!
Major Arcy na História !!!
Resgate da História e da importância da Escola dentro da comunidade.
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Jornal o Rebate
Revolução de 1932. Combatentes paulistas em trincheiras perto da entrada paulista do túnel, no alto da Serra da Mantiqueira. Ainda hoje, as trincheiras...
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Como tenente-coronel, em 06 de outubro de 1949, foi transferido para o 1° grupo do 4° regimento de Artilharia anti-aérea, recém criado em Caxias do Sul, nas instalações do artigo 9° batalhão de caçadores.
Em 02 de janeiro de 1950, ele apresentou-se em Caxias do Sul, onde encontrou uma unidade em estado de semi-abandono. Coube a ele organizar e instalar a unidade, que logo foi transformado em 3° grupo de canhões automáticos Anti-aéreos de 40mm, recebendo em julho de 1950, apenas oito canhões dos doze da dotação.
Sem recursos financeiros, a tarefa cresceu em responsabilidade, mas o quartel não deixou de incorporar 382 conscritos, vindos dos municípios vizinhos (o Sr. Brugalli fazia parte deste primeiro contingente) - que constituíram a primeira turma de reservistas artilheiros anti-aéreos, pioneiros no Rio Grande do Sul - a "Turma General Arcy da Rocha Nóbrega".
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Passagens da vida do Coronel Arcy Da Rocha Nóbrega
Caxias do Sul teve o privilégio de ter tido um filho adotivo, cujo amor por este povo e pelo seu trabalho, provocaram anseios na comunidade para que ele se candidatasse ao cargo do prefeito.
Patriota incondicional, o Cel. Arcy da Rocha Nóbrega conhecia muito bem o povo brasileiro e observou que Caxias do Sul tinha algo especial, pois era uma gente que sabia harmonizar a tradição do seu passado com o progresso, a fidelidade com a aventura, a saudade com a espereança, sem prejuízo da consciência nacional de seu povo.
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Patrono da Cadeira N°17 dos Artilheiros Anti-aéreos, o Coronel Arcy da Rocha Nóbrega, tambem foi o 1° Comandante do 3°GAAA e o 1°cidadão Caxiense.
A predominância de sentimentos regionalistas locais não destruía a unidade da nação, pelo contrário, mostravam uma Caxias cujo progresso desafiava qualquer previsão.
Eram caxienses movidos pela tradição do trabalho, de honradez, de perseverança, da fé, da cooperação e da solidariedade. E não se enganou, pois o futuro assim se fez. Em reverência ao imigrante italiano, que plantou cidades e enobreceu o sentido do trabalho, o Coronel Arcy, integrando a Comissão Executiva do Monumento ao Imigrante, colocou os caminhões do quartel a disposição para transporte da terra escavada do local da construção. Em março de 1950, junto de seus oficiais, mandou celebrar uma missa no cemitério e colocou flores no local do futuro monumento, em homenagem aos imigrantes.
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Agradecido pelo carinho que recebeu dos caxienses, o Cel.Arcy atestou;
“O espírito de cooperação da gente desta terra e a solidariedade que sempre me emprestou, tornou fácil a difícil tarefa de comandar. Em consequência, grande parte do que pude realizar devo ao povo caxiense, cujos filhos foram os meus soldados”.Tanto carinho pela cidade e pelas famílias de Agricultores, cujos filhos liberava regularmente para o desempenho das lides da terra, lhe renderam a homenagem do primeiro título de “Cidadão Caxiense”.
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Em 13 de julho de 1959, o Cel. Arcy foi transferido para a reserva remunerada no posto de General de Brigada, cujos 41 anos de serviço foram reconhecidos pelas referências elogiosas do Presidente da República, do Itamaraty, além do acolhimento de propostas do embaixadores do Japão, Itália e Uruguai. Cerca de trinta condecorações, diplomas e títulos recebidos atestam o seu valor como cidadão e soldado. Seus restos mortais encontram-se no mausoléu do Soldado Constitucionalista, no Ibirapuera –São Paulo –SP, transladado em 17 de abril de 1980.
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Fica o exemplo de soldado e cidadão, chefe nobre, competente e digno, que soube valorizar as pessoas simples da terra que o acolheu.
Perfeccionista, percebe-se o cuidado que tinha nos seus escritos, buscando dizer aquilo que o coração sentia e a cada evento que se pronunciava, tinha-se a mensagem do entusiasmo, da motivação, da força e superação, plena de sentimentos patrióticos e humanitários. Voltado para a comunidade, o Cel. Arcy enfatizava que o militar não podia estar divorciado da sociedade civil e que o patriotismo, o civismo ou a consciência de nacionalidade de um povo exige uma força que coordene e discipline os meios materiais e morais da nação, para defendê-la na sua integridade e honra. E esta força é o Exército. Eis a exaltação ao Patrono da Cadeira nº 17 –Cel. Arcy da Rocha Nóbrega.