Professora: Boa tarde, grupo! Hoje, vamos discutir um caso real que ocorreu na nossa escola. Ontem, um boato viralizou nas redes sociais: ‘A escola vai fechar por uma semana devido a um surto de doença misteriosa’. Muitos alunos e pais entraram em pânico. Porém… era falso! Alguém sabe como isto começou?
Armando: Eu vi um post no Instagram de um perfil que parecia ser de um aluno do 10.º ano, que tinha uma imagem editada de um suposto aviso da direção da escola!
Zulmira: Isso é um exemplo claro: começou como fake news, mas virou desinformação. As pessoas partilharam sem verificar a fonte. Os repórteres profissionais têm de confirmar informações antes de publicar.
Bruno: Exato! E o problema não é só o boato, mas também a velocidade com que se espalha. Em minutos, centenas de pessoas acreditam e partilham.
Abel: Além disso, isso pode ter consequências graves. Imaginem se alguém toma uma decisão errada devido a fake news, como não levar um filho à escola ou espalhar medo desnecessário.
Beatriz: Quem criou esse post usou uma imagem falsa e até criou um perfil que parece oficial. Isso é um problema de segurança – como podemos saber o que é real?
Professora: Excelente observação, Beatriz.
Proposta de trabalho:
Que problema emerge deste diálogo e como pode ser resolvido?
Documentação de apoio ao cenário:
Fake news — democracias em perigo - RTP Ensina. (2026-02-02). RTP Ensina. https://ensina.rtp.pt/artigo/fake-news-democracias-em-perigo/
Desinformação e Fake News | Internet Segura. Internet Segura. https://www.internetsegura.pt/FakeNews
SEJAM ANALÍTICOS, CRIATIVOS E TIREM PARTIDO DE UMA DAS FERRAMENTAS MAIS PODEROSAS QUE TRAZEM CONVOSCO:
O PENSAMENTO CRÍTICO.
BOM DEBATE E BOM TRABALHO!