História do DISCO DE VINIL (31/07/2021)
(...) Ah, é honroso demais, imensamente honroso ter vivido (mesmo que sem se dar conta da grandeza) e vivenciando tantas maravilhas da música universal!
Eu sempre digo (rsrs): “Não é que eu queira me aparecer não, mas eu nasci em 1.959!”. Vivi num mundo que bululava transformações constantes, mudanças rápidas nos comportamentos pessoais, metamorfoses profundas nas relações humanas Pós-Guerra (mais precisamente, pós Segunda Guerra Mundial).
O bom comportamentalismo iria experimentar freneticamente novas descobertas, novos sentimentos, novo desconhecido...
No final de 1945 o mundo todo sentia os efeitos devastadores da Segunda Guerra: famílias divididas, incompletas (pais ou filhos foram mortos em combates ou em consequência deles), Economia em novas mãos, crenças em questão, valores humanos em discussão, a Ciência buscando “outras terras”, movimentos que surgem...
O mundo se via obrigado a se redescobrir. O sentimentalismo aflorava mais que antes. Invenções e descobertas são experimentadas e testadas. O mundo girava...
Foi um contexto nesse tom que, dentre tantas e tantas ofertas que surgiu o DISCO DE VINIL, em junho do ano de 1948, conforme fonte do site universodovinil.com.br
Então, tudo passou a ser registrado no famoso disco de vinil (mais adiante referenciado como “Bolachão”). O mundo todo se curvava a essa nova tecnologia de armazenamento de áudio. E dá-lhe produção musical! E dá-lhe música! Sua beleza ia do material físico, passando pelo selo central, até os encartes internos e externos de suas temática capas, enriquecidas com grandes e profundas visões artísticas.
O DISCO DE VINIL teve sua produção em larga escala e emplacou imediatamente junto ao gosto popular, atingindo seu ápice durante praticamente toda a década de 1.970 (tanto em quantidade quanto em qualidade), sendo substituído na mesma velocidade que surgiu, na década de 90, dando vez para o novo Compact Disc digital, sob a sigla CD, que também tão logo deu espaço à compactada MPEG Layer 3, ou MP3.
No decorrer dos tempos, estarei disponibilizando outras postagens, tratando sobre o ainda tão querido e desejado DISCO DE VINIL.
(Radialista e Jornalista Edson Leite, MTB 51.558/SP)
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