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Oi! Eu sou a Mel, uma senhorinha de patas que já viveu muitas aventuras – algumas boas, outras nem tanto, mas todas me trouxeram até aqui!
Minha jornada começou no dia 16 de dezembro de 2012, quando fui resgatada. Depois disso, passei por lares temporários e uma ONG, até que o destino (e Deus, claro) me trouxeram de volta para a Ana, que foi quem me resgatou, mas que, na época, não pôde ficar comigo. Eu já sabia que era ela o tempo todo, só demorou um pouquinho para ela perceber!
No meio do caminho, me perdi na mata e fiquei *oito dias desaparecida*– um teste de sobrevivência que nem eu mesma queria ter feito! Mas Deus cuidou de mim, e eu fui encontrada depois de muita oração e jejum. Pouco tempo depois, a Ana passou por outro momento difícil com a Tequinha, sua cachorrinha, que ficou doente. Mas Deus foi tão bom que não deixou que ela me perdesse também.
Minha vida foi cheia de desafios: tive doença do carrapato, que acabou afetando minha visão, desenvolvi uma gastropatia inflamatória, fiquei extremamente seletiva com comida (um pequeno chef exigente, digamos assim), tive pancreatite... e agora estou enfrentando um novo desafio: o linfoma.
Mas, olha, não me subestime! Eu sou forte, sou valente e estou sempre aprontando novas formas de deixar a Ana preocupada.
Viver ao meu lado não é para qualquer um – é um privilégio! Afinal, são poucos que têm a sorte de conviver com uma idosínea cheia de personalidade, histórias e exigências gastronômicas tão refinadas.
Desde quando morava na ONG, algumas pessoas já percebiam que eu tinha algo diferente na visão. Eu enxergava, andava sem me bater, mas às vezes tropeçava em objetos próximos. Talvez um problema de campo visual? Talvez alguma sequela da época em que fiquei perdida na mata? Nunca saberemos ao certo.
A Ana sempre teve um olhar atento para mim e, quando viu nos meus olhos um reflexo esverdeado diante da luz, sentiu que precisava fazer algo. O estalo veio quando viu a foto de um pitbull sem os dois olhos. Aquilo a fez pensar: "E se a Mel perder a visão? E se ela se perder na mata novamente?".
Esse medo de me perder fez com que ela organizasse tudo: pediu férias, juntou dinheiro e veio me buscar, determinada a cuidar dos meus olhinhos.
Minha primeira consulta com o oftalmologista não apontou nada grave. Seguimos a vida, mas, pouco tempo depois, minha saúde começou a dar sinais de alerta. Foi então que veio o diagnóstico de doença do carrapato– algo que eu já carregava sem ninguém saber.
Depois desse episódio, meus olhos começaram a mudar. Manchas brancas surgiram, e logo veio o diagnóstico de catarata. A Ana, cheia de esperança, buscou ajuda para cirurgia para que eu voltasse a enxergar. Mas veio o baque: meu olho já não tinha mais função. Mesmo operando, eu não voltaria a ver.
Oftalmologistas diziam que era um problema genético. A Ana acredita que a doença do carrapato teve sua parcela de culpa. De qualquer forma, com o tempo, minhas cataratas luxaram – ou seja, começaram a se mover dentro do olho – e isso levou a um glaucoma de difícil controle. Além disso, desenvolvi úlceras indolentes, feridinhas que não cicatrizam facilmente.
Linfoma: A Maior Batalha da Minha Vid
Já enfrentei muitas batalhas, mas agora estou diante de um gigante. Ainda assim, lembro da história de Davi: pequeno, frágil, improvável… mas vitorioso. E eu também acredito que posso vencer.
Em janeiro de 2025, minha jornada tomou um novo rumo. Tudo começou com uma úlcera no meu olhinho, que fez a Ana redobrar sua atenção comigo. Mas, além disso, algo mudou: fiquei ainda mais seletiva para comer. Isso acendeu um alerta nela. Ela logo percebeu que precisava correr atrás do colírio para tratar meus olhos e, ao mesmo tempo, planejar um check-up para entender melhor minha saúde, já que fazia tempo que não fazíamos exames mais completos.
Foi então que, num dia qualquer, enquanto aplicava meu colírio, a Ana sentiu um carocinho no meu pescoço. Aquilo não estava ali antes. A princípio, ela se culpou, achando que talvez tivesse passado despercebido, mas logo percebeu que não: aquele carocinho havia surgido de repente. Em pouco tempo, não era mais um, mas dois, quatro... e estavam crescendo. Ela esperava que fosse algo simples, como um problema de tireoide, que pudesse ser tratado com hormônios, mas no fundo já sabia que algo maior estava acontecendo.
Quando ela me levou ao veterinário clínico, veio o primeiro choque: além dos linfonodos do pescoço, havia mais dois aumentados em outras partes do meu corpinho. Assim começou nossa corrida contra o tempo. Fizemos os exames possíveis, e, mesmo sem um diagnóstico definitivo — já que para identificar exatamente o tipo de linfoma são necessários exames muito específicos e caros —, os sinais já indicavam o caminho que teríamos que seguir. Diante disso, a Ana não teve dúvidas: priorizou iniciar o tratamento o quanto antes.
Linfoma é um tipo de câncer do sistema linfático, e, infelizmente, em cães ele tende a ser agressivo. O tratamento exige quimioterapias e exames semanais, medicações diárias e muitos cuidados. Mas a Ana está comigo em cada passo, e isso tem feito toda a diferença.
Agora, estamos em busca de aliados, porque essa batalha não é fácil e não conseguimos lutar sozinhas. Eu sou muito dependente, e a Ana precisa estar ao meu lado o tempo todo: minhas quimioterapias e exames acontecem durante a semana, minha alimentação muitas vezes precisa ser assistida com seringa, os medicamentos são administrados ao longo do dia, e meus olhinhos precisam de colírios constantes. Tudo isso impede que ela possa sair para trabalhar.
Se você quiser fazer parte dessa luta, qualquer ajuda faz diferença. Seja compartilhando minha história, oferecendo apoio ou contribuindo de alguma forma, você estará nos ajudando a continuar essa batalha.
Gigantes podem ser derrubados, mas não sem ajuda.
Você vem com a gente?
Já enfrentei muitas batalhas, mas agora estou diante de um gigante. Ainda assim, lembro da história de Davi: pequeno, frágil, improvável… mas vitorioso. E eu também acredito que posso vencer.
Em janeiro de 2025, minha jornada tomou um novo rumo. Tudo começou com uma úlcera no meu olhinho, que fez a Ana redobrar sua atenção comigo. Mas, além disso, algo mudou: fiquei ainda mais seletiva para comer. Isso acendeu um alerta nela. Ela logo percebeu que precisava correr atrás do colírio para tratar meus olhos e, ao mesmo tempo, planejar um check-up para entender melhor minha saúde, já que fazia tempo que não fazíamos exames mais completos.
Foi então que, num dia qualquer, enquanto aplicava meu colírio, a Ana sentiu um carocinho no meu pescoço. Aquilo não estava ali antes. A princípio, ela se culpou, achando que talvez tivesse passado despercebido, mas logo percebeu que não: aquele carocinho havia surgido de repente. Em pouco tempo, não era mais um, mas dois, quatro... e estavam crescendo. Ela esperava que fosse algo simples, como um problema de tireoide, que pudesse ser tratado com hormônios, mas no fundo já sabia que algo maior estava acontecendo.
Quando ela me levou ao veterinário clínico, veio o primeiro choque: além dos linfonodos do pescoço, havia mais dois aumentados em outras partes do meu corpinho. Assim começou nossa corrida contra o tempo. Fizemos os exames possíveis, e, mesmo sem um diagnóstico definitivo — já que para identificar exatamente o tipo de linfoma são necessários exames muito específicos e caros —, os sinais já indicavam o caminho que teríamos que seguir. Diante disso, a Ana não teve dúvidas: priorizou iniciar o tratamento o quanto antes.
Linfoma é um tipo de câncer do sistema linfático, e, infelizmente, em cães ele tende a ser agressivo. O tratamento exige quimioterapias e exames semanais, medicações diárias e muitos cuidados. Mas a Ana está comigo em cada passo, e isso tem feito toda a diferença.
Agora, estamos em busca de aliados, porque essa batalha não é fácil e não conseguimos lutar sozinhas. Eu sou muito dependente, e a Ana precisa estar ao meu lado o tempo todo: minhas quimioterapias e exames acontecem durante a semana, minha alimentação muitas vezes precisa ser assistida com seringa, os medicamentos são administrados ao longo do dia, e meus olhinhos precisam de colírios constantes. Tudo isso impede que ela possa sair para trabalhar.
Se você quiser fazer parte dessa luta, qualquer ajuda faz diferença. Seja compartilhando minha história, oferecendo apoio ou contribuindo de alguma forma, você estará nos ajudando a continuar essa batalha.
Gigantes podem ser derrubados, mas não sem ajuda.
Você vem com a gente?
Idealizada a partir da necessidade de levantar uma renda para os meus cuidados, a minha lojinha está em processo de construção, mas você já pode começar a seguí-la nas redes sociais: DOCE MEL.
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Quero aproveitar o espaço pra agradecer a Ele e aos amigos e seguidores que tem nos ajudado desde o começo.
Foram tantos compartilhamentos, orações, palavras de carinho e de ânimo, até ajuda financeira mesmo, seja doando ou participando das rifinhas.
Sei que ainda há um longo caminho pela frente já que a vida de um cãozinho cego não é nada fácil, além do problema de saúde da humana aqui.
Mas também sei que Deus não vai nos abandonar e a DOCE MEL veio numa boa hora e logo logo estará aí sendo inaugurada!
Aguarde!
🙏
Existem algumas maneiras de ajudar! Veja abaixo:
• Sua oração: nos coloque em suas orações! Pode acreditar, isso é poderoso!
• Compartilhamento: até pouco tempo atrás eu não acreditava nisso, porque é realmente incrível. Às vezes você ajuda mais fazendo a história chegar em quem pode colaborar. Não duvide disso!
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