Pesquisa desenvolvida no Programa de Pós-graduação Profissional em Educação da Universidade Federal do Espírito Santo
A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP), conforme PARECER CONSUBSTANCIADO Nº: 7.239.087, e, autorizada pela SEDU/ES conforme protocolo nº 2024-77JWJ9.
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA ANTIRRACISTA
Este material didático é o desdobramento da pesquisa em nível de Mestrado intitulada “Articulação da educação antirracista pela coordenação pedagógica em escolas da rede estadual de ensino do Espírito Santo”, desenvolvida no Programa de Pós-graduação Profissional em Educação pela Universidade Federal do Espírito Santo. Na oportunidade, o estudo teve o objetivo geral de compreender como tem sido o papel dos(as) coordenadores(as) pedagógicos(as) (CPs) no processo de articulação da implementação da Lei 10.639/2003 no contexto das escolas vinculadas à SRE Cariacica/ES. E os objetivos específicos: a) conhecer o perfil (raça/cor e formação) dos profissionais que atuam na coordenação pedagógica das escolas; b) investigar o nível de conhecimento que os gestores possuem acerca da Lei 10.639/2003 e questões raciais na sociedade brasileira; c) verificar se estão sendo adotadas práticas de mediação pelos coordenadores pedagógicos junto à comunidade escolar para implementação da Educação para as Relações Étnico-Raciais na prática do cotidiano escolar; d) estruturar um produto educacional a partir das demandas identificadas no contexto estudado.
Desse modo, este material didático tem o objetivo geral de apresentar a estruturação do produto educacional organizado com base nas entrevistas e nas percepções dos(as) autores(as) surgidas no decorrer do desenvolvimento da pesquisa. Na prática, trata-se da concretização de apontamentos surgidos com base nos resultados obtidos com a pesquisa. Destaca-se, no entanto, que este material não foi planejado com foco em ser a solução, mas sim ponto de partida para o enfrentamento das problemáticas identificadas, o que, em diálogo com Freire (1992), se pode afirmar serem os apontamentos com vista à consolidação de atos-limite diante das situações-limite, para assim favorecer que inéditos viáveis aconteçam.
Disponível em: https://sites.google.com/view/coordenaopedaggicaantirracista/produto
Agradecimento à Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação (FAPES) pelo apoio à pesquisa e ao desenvolvimento do presente Produto Educacional.
AUTORES
Josimar Nunes Pereira de Freitas
Mestrando no Programa de Pós-Graduação Profissional em Educação pela Universidade Federal do Espírito Santo- (UFES). É Bacharel (2017) e Licenciado (2015) em Geografia, pela Universidade Federal do Espírito Santo- (UFES). É Especialista em Coordenação Pedagógica e Supervisão Escolar (2022), pela Faculdade Venda Nova do Imigrante (FAVENI). Foi Professor Coordenador de Área (PCA), Coordenador de Turno e Coordenador Pedagógico (CP) na EEEFM Ana Lopes Balestrero. Atualmente, é professor de Geografia pela Secretaria de Estado da Educação do Espírito Santo (SEDU/ES), na EEEFM Ana Lopes Balestrero, situada em Flexal I, Cariacica, Espírito Santo.
Rosemeire dos Santos Brito
É professora do Departamento de Educação, Política e Sociedade, do Centro de Educação da UFES - Universidade Federal do Espírito Santo, pesquisadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Políticas Educacionais - NEPE/UFES. É doutora em Educação, mestre em Educação, graduada e licenciada em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo - USP.
SOBRE A PESQUISA
A pesquisa, do tipo estudo de caso (SARMENTO, 2011), foi realizada entre os anos de 2023 e 2025, na Rede Estadual de Ensino do Espírito Santo (REEES) sob responsabilidade da Secretaria de Estado da Educação do Espírito Santo (SEDU/ES). Então, diante da estrutura organizacional da SEDU/ES, em 11 Superintendências Regionais de Educação (SREs), foi escolhida a Superintendência Regional de Educação de Cariacica, responsável pelo assessoramento das escolas públicas estaduais localizadas nos Municípios de Cariacica, Viana, Marechal Floriano e Santa Leopoldina.
Participaram da pesquisa na etapa de preenchimento do formulário online 22 (vinte e dois) Coordenadores(as) Pedagógicos(as), e da concessão de entrevistas, 04 (quatro). Em ambos dos casos, o estudo obteve adesão de 80% do público-alvo. E, os dados foram tratados, e, analisados, com uso de estatística descritiva no caso das informações quantitativas, enquanto nos dados qualitativos foram aplicadas técnicas de análise de conteúdo, com destaque para a Análise Temática de Braun e Clarke (2006). Destaca-se ainda, que as análises qualitativas lançaram uso de estruturação de diferentes estratégias de apresentação, tais como nuvens de palavras, quadros e figuras ilustrativas. Além disso, as fontes documentais passaram por leitura analítica e entrecruzadas com os demais dados obtidos.
Os resultados indicaram que o racismo (MUNANGA, 2004), forma de manifestação preconceituosa de pensamentos que pré-julgam negras e negros, e atribuem concreta e simbolicamente características negativas, enquanto supervalorizam tudo aquilo que advém de brancos(as). Assim sendo, os dados indicaram que reprodução do discurso do Mito da Democracia Racial, elaborado ao longo de meados dos anos 1930 e se fortaleceu nas décadas seguintes, em que se afirmava inexistir desigualdades no Brasil entre negros(as) e brancos, na medida em que as oportunidades eram igualmente acessíveis a todos(as) (SANTOS, 2016). Todavia, o mito, ou seja, a afirmação de que essa afirmação não era verdade foi feita e academicamente comprovada a partir de debates propostos por Florestan Fernandes, em meados de 1950 e décadas seguintes. E, comprovada também com estudos como de Carlos Hasenbalg (SANTOS, 2016), onde se verificou os impactos profundos do racismo em diversas dimensões da sociedade brasileira, ao se analisar a situação de negros(as) e brancos(as).
Em síntese, apesar de sucessivos estudos, com comprovação quantitativa e qualitativa, em outras palavras, com dados estatísticos e também com dados qualitativos obtidos em análises de entrevistas e outras técnicas qualitativas, indicando que o racismo é ainda uma realidade urgente de ser combatida, ainda há, entre a população brasileira, no cotidiano, a dificuldade de perceber. Em consequência disso, reproduzem falas afirmando que o racismo não mais existe. Ou, quando existe, não há quem esteja cometendo este crime.
Analisados o corpus de dados identificados ao longo da pesquisa, foi possível afirmar que nas escolas pesquisadas essas máxima se faz presente. E, ainda, que outras maneiras de prática e propagação do racismo seguem sendo mantidas e reproduzidas: o racismo recreativo (MOREIRA, 2019), por intermédio de piadas e demais formas de hostilização de negras e negros; o racismo institucional (ARAÚJO, 2015; FORDE, 2019, 2025; VINUTO, 2023), segundo o qual, pela omissão e/ou ação, as instituições reproduzem regras e/ou comportamentos/ações que contribuem para a manutenção e reprodução de situações de desigualdades entre negros(as) e brancos(as); No currículo e nas práticas pedagógicas, além de, em aspectos atitidunais de professores(as).
Em paralelo, o(a) profissional que teria a função estratégica de combater o racismo, através de seu direcionamento do trabalho junto à comunidade escolar, que são os(as) Coordenadores(as) Pedagógicas(as) (CPs) estão mergulhados, em razão de uma dinâmica institucional focalizada na gestão produtiva (SANDER, 2005) voltada à resultados imediatistas, em excesso de burocratização cotidiana. Na prática, o olhar neoliberal empresarial (FREITAS, 2012) alinhou uma série de dinâmicas no âmbito da SEDU/ES, que resulta numa sobrecarga burocrática, que inviabiliza o trabalho de planejamento dos(as) CPs. Tal fato, aliado ao pensamento de que o combate ao racismo não é exatamente o mais importante, haja vista que para quase um terço dos(as) profissionais, o racismo não está presente no currículo, nas práticas e/ou em atitudes própria e de demais membros da equipe, tem-se cenário favorável à manutenção dos racismos, inclusive, pela omissão e/ou morosidade institucional em garantir que no cotidiano o antirracismo seja, de fato, foco das ações pedagógicas.
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