Já adianto que sou da geração Z, essa que tem sido uma das classes mais debatidos na internet e , por mais que eu seja meio contra essa tentativa de nos colocar em caixinhas, é sempre melhor que dizer minha idade.
Uma universitária com um número questionável de experiências reais, mas uma lista quilométrica de universos fictícios conhecidos. E sendo sincera, do jeito que o mundo tá eu prefiro continuar presa no irreal e desconhecido na maior parte das vezes.
Uma futura comunicadora extremamente sonhadora e completamente apaixonada por todas as vertentes da área. Mas quem pode me culpar? Não existe um protagonista dos anos 2000 que estivesse na área e acabasse infeliz.
Não, que não me baseio em filmes pra tomar decisões. Muito menos em livros de ficção. Isso faria de mim que tipo de adulta? Se bem que eu já tranquei uma faculdade seguindo o conselho da Miranda de fazer uma lista de prós e contras...e eu posso ter escolhido com o que trabalhar depois de ver alguns dos filmes favoritos da minha mãe...e talvez, só talvez, eu tenha decidido algumas opiniões políticas depois de ler uma distopia ou outra.
Quem estou querendo enganar, o mundo pop me influenciou e eu criei esse espaço só pra convencer todo mundo que isso é normal e tá tudo bem.
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