Em breve. A linha está em fase de prototipagem, e os produtos ainda passarão pelo registro no MAPA antes de chegar ao mercado. Enquanto isso, você pode entrar na lista de interesse pela página Contato e ser avisado do lançamento.
As formulações estão sendo desenvolvidas por uma equipe de doutores a partir de matéria orgânica compostada e minerais nacionais, em pellets de liberação gradual ou como compostos bioestabilizados, conforme a necessidade de cada planta.
Bioadubo organomineral peletizado de liberação gradual, com grânulos uniformes, sem pó e sem cheiro. A linha prevista tem quatro versões:
Adubo BOM Horta, para hortaliças como alface, tomate e cebolinha;
Adubo BOM Ornamentais, para jardins, paisagismo e plantas de vaso;
Adubo BOM Cactos e Suculentas, que inclui a rosa-do-deserto;
Adubo BOM Frutíferas, para pomares, covas e mudas, como a mangabeira.
Embalagens previstas: potes de 200 g, 500 g e 1 kg e sacaria de 5 kg, pensadas para atender do pequeno produtor e da agricultura familiar à jardinagem doméstica.
O composto orgânico bioestabilizado e o biofertilizante também estão em desenvolvimento. O biofertilizante já foi avaliado em sistema integrado de sorgo com capim-piatã, em pesquisa publicada pela equipe (veja a página Ciência e Impacto).
O processo prevê triturador de resíduos fibrosos, misturador horizontal e peletizadora em aço inox, com matrizes de 2, 4 e 6 mm, e controle microbiológico de cada lote para garantir a ausência de patógenos, como exige o Anexo III da IN MAPA nº 61/2020.
A parte mineral virá de fontes brasileiras: fosfato natural, pó de rocha basáltica, calcário calcítico, farinha de concha e micronutrientes. A parte orgânica resulta da compostagem de resíduos vegetais e animais da região (cama de aviário, estercos e outras biomassas), com controle de temperatura e de umidade.
Por ser peletizado, o adubo libera os nutrientes aos poucos e perde menos por lixiviação e volatilização do que as formas em pó.
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