Baseada essencialmente no projeto Map2Mitigate essa trilha está sendo construída para atender demanda do Convênio entre a UFBA e a CODESAL (Defesa Civil de Salvador) de formação de membros do Nupdecs Mirim (Núcleos de Proteção e Defesa Civil) das comunidades em situação de risco.
Nota: Design gerado por IA (ChatGPT) com comandos dos autores.
Abaixo se descrevem as atividades principais de formação para redução de risco a desastres:
As etapas complementares complementares são estruturadas c como descrito a seguir.
Etapa Complementar - Levantamento aerofotogramétrico com drone
A etapa de Levantamento Aerofotogramétrico com Drone funciona como uma trilha à parte e complementar. Por exigir conhecimentos técnicos prévios, ela é direcionada a indivíduos já familiarizados com geoprocessamento e aerofotogrametria.
Durante o levantamento, são utilizados equipamentos como um drone de entrada (DJI MINI 4), além de ferramentas como OpenAerialMap, Drone Tasking Manager e softwares de planejamento e processamento de voo. O principal produto gerado é uma ortoimagem de alta resolução aberta, que serve como base de mapeamento nas oficinas seguintes.
Para acessar os detalhes desta trilha, clique no botão abaixo.
O módulo teórico tem como objetivo central desenvolver, nos jovens, a percepção crítica sobre riscos e vulnerabilidades presentes em seus territórios. Considerando que as oficinas geralmente ocorrem no contraturno escolar — momento em que muitos estudantes não desejam participar de atividades que remetam a “aulas tradicionais” — é fundamental adotar estratégias pedagógicas mais dinâmicas e participativas.
Nesse sentido, os conteúdos devem ser trabalhados por meio de atividades práticas que integrem as tecnologias apresentadas no Módulo 2, favorecendo uma abordagem aplicada e contextualizada. Complementarmente, recomenda-se o uso de dinâmicas lúdicas, jogos e metodologias de aprendizagem ativa, de modo a estimular o engajamento, a colaboração e a construção coletiva do conhecimento.
Antes de iniciar a oficina, é fundamental identificar o perfil da turma. Recomenda-se a aplicação de um questionário de sondagem, que pode ser enviado previamente aos participantes ou aplicado no início do primeiro encontro.
Com base nas respostas obtidas, o coordenador da oficina poderá reorganizar a trilha formativa, suprimindo ou adaptando conteúdos para os quais os participantes já possuam conhecimento prévio, otimizando o tempo e aprofundando os temas mais relevantes para o grupo.
Além disso, sugere-se a realização de dinâmicas de integração (quebra-gelo) que incentivem a aproximação entre participantes e facilitadores, promovam um ambiente acolhedor e já introduzam as temáticas centrais da oficina.
A parte 1 do terceiro módulo aborda conceitos fundamentais relacionados a riscos de desastres e cartografia, utilizando metodologias ativas para facilitar a compreensão dos conteúdos. Entre as estratégias adotadas, destaca-se a utilização de dois quebra-cabeças temático, no qual os termos chave compõem as peças sobre uma imagem de fundo, promovendo aprendizagem dinâmica e participativa.
Embora contemple fundamentos teóricos, o módulo também orienta os participantes quanto a comportamento, comunicação e ética durante atividades de mapeamento. Complementarmente, apresenta exemplos de aplicação do mapeamento colaborativo em projetos de Redução de Risco a Desastres, bem como demonstra ferramentas e plataformas relevantes para a atuação prática dos jovens mapeadores.
Esta parte integra a trilha formativa em Mapeamento Colaborativo para Redução de Risco de Desastres (RRD), com foco na introdução à cartografia básica e à realização de mapeamento utilizando o OpenStreetMap. O módulo contempla a apresentação da interface da plataforma e o primeiro contato prático com a ferramenta, proporcionando aos participantes uma experiência inicial de edição e leitura cartográfica.
Complementarmente, são trabalhados conceitos fundamentais sobre desastres e gestão de riscos por meio de uma dinâmica que aborda os três momentos do gerenciamento: antes (prevenção e preparação), durante (resposta) e depois (recuperação). A atividade prática visa consolidar o aprendizado e evidenciar como o mapeamento pode contribuir com dados concretos para o fortalecimento das estratégias locais de redução de riscos.
A terceira parte deste módulo foi dedicada à atividade prática de mapeamento colaborativo, utilizando como base uma ortoimagem da própria comunidade. A organização das tarefas foi realizada por meio do Tasking Manager, permitindo a divisão estruturada das áreas a serem mapeadas e o acompanhamento coletivo das edições.
os participantes tiveram o primeiro contato com ferramentas móveis de apoio ao mapeamento no OpenStreetMap, incluindo OsmAnd, +Lugar e StreetComplete. Essa atividade ampliou a compreensão sobre a coleta e validação de dados em campo, reforçando o papel das tecnologias digitais no fortalecimento das estratégias locais de Redução de Risco de Desastres (RRD).
A atividade prática visa consolidar o aprendizado e evidenciar como o mapeamento pode contribuir com dados concretos para o fortalecimento das estratégias locais de redução de riscos. Os dados obtidos na etapa anterior irão retornar a discussão do território como evidências para compreender problemas, formular demandas e estabelecer diálogo com instituições capazes de atuar sobre elas.
Complementarmente, são trabalhados conceitos fundamentais sobre desastres e gestão de riscos por meio de uma dinâmica que aborda os três momentos do gerenciamento: antes (prevenção e preparação), durante (resposta) e depois (recuperação).