Me chamo Bruna Monte, sou professora, lésbica, formada em Letras e Pedagogia pelas universidades UNIP E FALS.
Apaixonada por educação e leitura, atuo como professora da rede privada de ensino. Já trabalhei como voluntária no cursinho comunitário EDUCAFRO, além de ser coordenadora do movimento social Promotoras legais populares de Praia Grande, um curso de educação popular pautada por ideais de democracia, dignidade, defesa dos direitos humanos das mulheres , do acesso à justiça e ampliação da cidadania.
Também atuo no coletivo Esquerda Feminista, movimento de mulheres feministas da cidade Praia Grande/SP. Sou co-fundadora do coletivo teSER e idealizadora do “rexistenciando”, projeto pessoal de literatura.
Em 2020, o coletivo teSER foi contemplado com 4 projetos pela lei emergencial ALDIR BLANC. E em 2024 foi comtemplado em 3 projetos pela lei Paulo Gustavo.
Me chamo, Juliana Matrone, psicóloga, lésbica, formada pela UNIFAAT. Atualmente resido em Praia Grande -SP.
Minha vontade e motivação para escolher a psicologia como ramo de atuação se deu por conta da necessidade de compreensão das minhas emoções. Meu objetivo foi aprimorar a compreensão da inteligência emocional e como se torna inegável a influência dos valores vitais às relações humanas. Durante a formação, mergulhei em meu universo interno na busca do legado que deixarei ao mundo.
Atualmente, desenvolvo projetos em competências socioemocionais com jovens e a população LGBTQIA+. Sou coordenadora do projeto “Análise da escolha profissional” no cursinho comunitário EDUCAFRO, coordenadora técnica na ONG de saúde mental “Nova dimensão”. É coordenadora do projeto Promotoras legais Populares- PLPS de Praia Grande. Também atua no coletivo EFPG, movimento de mulheres feministas da cidade Praia Grande/SP. Idealizadora do projeto teSER, coletivo de profissionais de diferentes áreas que buscam trabalhar e discutir sobre saúde psicossocial integrativa.
Fernanda Morbeck
Pedagoga e Fotógrafa documental independente. Candanga, mas como o coração paulista, vive em Praia Grande, SP, desde 2013. Atua há 16 anos na área educacional e em 2021 descobriu na fotografia uma grande paixão, formando-se em 2023. Essa nova etapa mudou seu olhar e a partir de então ela explora diferentes estilos porque acredita que a fotografia é liberdade e troca. Idealizadora do Coletivo Feminino de Fotografia [@fotocoletivoelas], realiza mais três projetos com seu trabalho: registros de amores anônimos [@quemecontinua], detalhes que muitas vezes não são observados no cotidiano [@encantonocaos] e fotografias da cidade onde reside [@pelasruasdapg]. Na luta por uma sociedade mais justa, segue caminhando ao lado de pessoas que compartilham valores de empatia, solidariedade e respeito à diversidade, acreditando na possibilidade de um mundo mais inclusivo e igualitário.
Natália Camargo
Sou Natália Camargo, com anos de experiência na área de administração de empresas. Em 2019, precisei me reinventar e vi na gestão de redes sociais novas possibilidades. Sou pós-graduada em Marketing e Mídias Sociais, com especialização em Marketing Público e Gestão de Projetos Culturais. Desde a adolescência, participo ativamente de movimentos sociais. Atualmente, estou como coordenadora das Promotoras Legais Populares, um curso de educação popular pautada por ideais de democracia, dignidade, defesa dos direitos humanos das mulheres, do acesso à justiça e ampliação da cidadania e voluntária no Cursinho Comunitário Sambaqui, um pré-vestibular gratuito para estudantes da rede pública de Praia Grande. Também faço parte da organização da Cesta Agroecológica, um projeto em parceria com o MST que busca ampliar o acesso de alimentos sem veneno, além de ser uma importante ferramenta de diálogo com a sociedade sobre o projeto de Reforma Agrária Popular. Tenho a honra de participar do Coletivo teSer desde o início. Também atuo no Esquerda Feminista, um grupo de mulheres de Praia Grande e sigo firme na luta por uma sociedade mais justa e igualitária!
Kelly Aguiar
Professora e intérprete de Libras com vasta experiência na promoção da acessibilidade e inclusão da Língua Brasileira de Sinais na educação e na comunidade. Licenciada em Pedagogia e com especialização em Libras, Kelly atua há mais de uma década em escolas públicas e projetos sociais, proporcionando mediação e adaptação pedagógica para alunos surdos e promovendo a inclusão em diversos contextos. Atualmente, ela leciona Libras para o Ensino Fundamental I na Prefeitura de Mongaguá e, anteriormente, foi professora interlocutora de Libras na Rede de Ensino Pública do Estado de São Paulo por oito anos. Além disso, Kelly colabora com o Instituto Dando Voz e é intérprete voluntária na Congregação Santista de Surdos.
Com formação contínua, Kelly está cursando uma licenciatura em Letras Libras e uma especialização em Educação Especial, consolidando sua qualificação em acessibilidade educacional. Comprometida em tornar a Libras acessível a um público amplo, ela se destaca por seu propósito de vida de promover a inclusão da comunidade surda. Como educadora e profissional humanista, Kelly busca diariamente seu crescimento pessoal e profissional, focando em criar um ambiente mais acessível e acolhedor para todos.