O Ambulatório de Doenças Emergentes em Saúde Pública (ADESP) é uma nova iniciativa voltada para a epidemiologia, assistência e gestão de doenças emergentes e reemergentes.
Inicialmente, ele foi criado para atender a demanda crescente de pacientes com formas crônicas de Chikungunya, que precisam de acompanhamento especializado, e para lidar com a fila de espera por atendimento reumatológico, que inclui 137 pacientes com Chikungunya.
O ambulatório se diferencia da assistência atual de infectologia no Iria Diniz por sua ênfase na vigilância epidemiológica ativa e, embora tenha começado com a Chikungunya, será expandido para outras doenças, como Mayaro, Oropouche e Leishmaniose tegumentar, entre outras.
O ADESP faz parte de uma abordagem mais ampla do CIEVS, que une assistência e vigilância em saúde. Outro exemplo dessa atuação é o trabalho no combate ao Mpox, com a coleta de amostras diretamente nos domicílios.
Os casos para atendimento são baseados em critérios epidemiológicos, mediante busca ativa pelo CIEVS em sistemas de informação (ex: GAL e SINAN), por demanda das Unidades Básicas de Saúde, da epidemiologia distrital, entre outros.
Pacientes com diagnóstico confirmado por biologia molecular ou sorologia para Chikungunya, com início dos sintomas em 2024;
Agendamento dos pacientes através do Sistema VIVVER;
Dois turnos de atividade (manhã e tarde);
Cada turno com um médico infectologista e um enfermeiro do CIEVS.